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Nome: Maria de Fátima R Camargo


E-mail:
mfrosac@globo.com


Idade:
46 anos


Cidade:
Barra do Piraí-RJ


Titulo:
Quem crê, recebe!


Testemunho:
No ano de 2000, minha filha deu a luz, prematuramente, a um menino e por ter nascido no oitavo mês seus pulmões ainda estavam incompletos. O pediatra do hospital nos chamou e, sem rodeios, informou que ele corria risco de vida e que deveria ser removido imediatamente para uma UTI (Volta Redonda) pois em Barra do Piraí não tinha aparelhagem e ele poderia não sobreviver. Imediatamente tudo foi providenciado e ele foi levado de UTI móvel para o HIMJA em Volta Redonda. No hospital, por sinal excelente, com uma equipe de profissionais humanos, no amplo sentido da palavra, nenhuma esperança foi dada e apenas me falavam: "Ele corre risco de vida", "Faremos o que for possível para salvá-lo". Eles me disseram que meu neto ficaria ali por, no mínimo, quinze dias. Eu disse a eles que Deus era maior e que eu sabia que meu netinho iria sair são e salvo em muito menos tempo. Eu sabia, eu tinha certeza. Eu não duvidei do poder de Deus.
Durante todo o tempo que meu netinho ficou no hospital eu fiquei ali, sentada na sala de espera, em oração.
Um casal também católico que  estava com uma criança lá, e que morava no Rio de Janeiro, capital, se aproximou e disse que alguém tinha trazido "Água Benta" e que eles também estavam em oração.
Fazíamos uma corrente e rezávamos suplicando a Deus não só pelos nossos como também pelos outros bebês que ali estavam.
Muitas pessoas amigas se juntaram a nós em oração, inclusive na Igreja de Santo Antônio em B. Piraí, além de outros amigos (inclusive os de outra religião).
Num dos dias que meu neto estava lá, eu e uma amiga estávamos na sala de espera quando começou um movimento grande de aparelhos, gente entrando e saindo e muita confusão. Eu disse: acho que tem alguma criança passando mal. Ela respondeu: Vamos rezar por ela? E começamos a pedir pela criança.
Fiquei sabendo depois que a criança que tinha passado aquele sufoco, tinha sido meu netinho.
Depois de tudo isso, eu dali não arredava os pés. Sempre perguntava a todo e qualquer médico que aparecia qual era o estado de saúde dele e a resposta era sempre a mesma "corre risco de vida".
No quinto dia, dos supostos quinze que ele ficaria, na parte da tarde, um dos médicos - aquele que eu mais perturbei com minhas perguntas, me chamou e perguntou se eu era "feiticeira". Eu respondi que não, claro. Mas não entendia nada.
Estávamos eu e minha filha na sala, na frente do médico quando ele nos deu a notícia: Seu netinho está bom, está de alta, ele não tem mais nada. Está fora de perigo!
Vocês imaginam o que eu senti?
Ele me perguntou qual o feitiço que fiz. Eu respondi que não havia nada de feitiço e que simplesmente foi DEUS que ouviu nossas preces. Disse a ele que pedíamos não só pelas criancinhas como também pelos profissionais, para que eles fossem abençoados quando fossem fazer os procedimentos médicos. Deus olhou por todos nós.
Eu sei que sou pecadora e mesmo assim continuo recebendo bênçãos.
No próximo dia 17 de março, meu netinho Bruno, estará completando 4 aninhos, com a graça de Deus.

No ano passado, 2003, novamente passei por um susto - desta vez com meu filho que teve traumatismo craniano e otorragia. Novamente com a graça de Deus ele está são e salvo. Sem seqüela, com a graça de Deus.
Num outro momento eu conto como foi.
Fátima!

Enviado em: 08/2/2004 

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