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As setas
Certa vez, um homem estava viajando em uma estrada desconhecida com um amigo de fé, que era evangélico, à procura da cidade chamada “Paraíso”. O amigo, muito observador, em dado momento, ressaltou a importância das setas, porque através delas nós conseguimos com certeza chegar ao nosso destino, mesmo não conhecendo a estrada. Conversa vai, conversa vem, pois a cidade ao que parecia ainda estava um pouco longe, começaram a falar sobre os Santos da Igreja Católica, e o diálogo começou a encrespar, cada um defendendo sua doutrina, e o católico tendo que viajar quilômetros e quilômetros ouvindo que os Santos de nada servem em termos de intercessão. Foi então, que surgiu diante deles, uma encruzilhada, misturada com um retorno e um viaduto, enfim, um tanto quanto complicado. O evangélico que estava ao volante, ficou então confuso quanto à direção que ia tomar, quando o católico leu para ele a placa indicatória que dizia: “Cidade de São José a 10 km – Cidade de Paraíso a 30 km”. Esta informação possibilitou a eles pegar o rumo do destino. Oportunamente, o católico fez-lhe então a seguinte observação: “Para mim, que sou Católico Apostólico Romano, os Santos são como essa seta, que, vivendo como eles viveram, indicam a todos o caminho do Paraíso, que é junto de Deus”.
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