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João Paulo II e a Virgem de Fátima

 

 

Uma história de amor filial...

Quando estava pouco mais de dois anos do início de seu Pontificado, sofreu um atentado a balas, praticado pelo turco Ali Agca, na Praça de São Pedro, coincidentemente no dia 13 de maio, dia da primeira aparição da Virgem Maria em Fátima.

 

Imediatamente, foi levado ao hospital e operado para extração da bala. Durante a sua convalescença, pediu ao seu secretário particular que lhe fornecesse toda a documentação existente sobre as aparições da Virgem Maria de Fátima, pois tinha a certeza de que havia sido salvo pela Virgem de Fátima, pois no momento do atentado, quando o turco disparou a primeira bala em direção à sua cabeça, ele havia abaixado para beijar uma menina caracterizada de Nossa Senhora de Fátima. Essa bala atingiu peregrinos. A segunda bala também foi disparada em direção à sua cabeça, pois estava abaixado. Nesse momento ele levantou e a bala atingiu seus intestinos.


Um ano após o atentado, em 13 de maio de 1982, João Paulo II viajou para Fátima para agradecer a Virgem por sua intervenção salvando sua vida.

Em dezembro de 1983, João Paulo II visitou Ali Agca na prisão, dando-lhe o seu perdão.

Um ano depois, João Paulo II formalizou sua devoção a Virgem de Fátima e doou o projétil que o atingiu, a qual em 1984 foi incrustada na coroa que adorna a cabeça de Nossa Senhora de Fátima.

A faixa branca que usava no dia do atentado foi doada ao santuário polaco de Jasna Gora, cuja Virgem é venerada a séculos. Em muitas ocasiões tem declarado que os anos posteriores ao atentado tem sido um presente da Divina Providência, pela intercessão da Virgem Maria.

 

 

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