|
Não
percamos mais tempo!
Quinta-Feira,
20 de dezembro 2007
"Logo
após estes dias de tribulação, o sol escurecerá, a lua não terá
claridade, cairão do céu as estrelas e as potências dos céus serão
abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem. Todas
as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vir
sobre as nuvens do céu cercado de glória e de majestade. Ele enviará
seus anjos com estridentes trombetas, e juntarão seus escolhidos dos
quatro ventos, duma extremidade do céu à outra. Compreendei isto
pela comparação da figueira: quando seus ramos estão tenros e
crescem as folhas, pressentis que o verão está próximo. Do mesmo
modo, quando virdes tudo isto, sabei que o Filho do Homem está próximo,
à porta. Em verdade vos declaro: não passará esta geração
antes que tudo isto aconteça. O céu e a terra passarão, mas as
minhas palavras não passarão" (Mateus 24, 29-35).
Jesus afirma isto quando fala a respeito de Sua volta: “Em verdade,
eu vos digo: esta geração não passará sem que tudo isso aconteça.
O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão”
(Mt 24,34-35).
Em todo o capítulo 24 do Evangelho de São Mateus, Jesus nos fala a
respeito de Sua vinda. A vinda do Senhor que esperamos, a vinda que
proclamamos! Como dizemos na celebração Eucarística: “Enquanto,
vivendo a esperança, aguardamos a Vinda do Cristo Salvador!” Essa
é uma verdade tão clara, tão certa quanto à primeira Vinda do
Senhor. Assim como você crê em na primeira vinda do Senhor, precisa
crer em Sua segunda vinda gloriosa.
Se o Senhor tarda a chegar, precisamos vigiar mais ainda. Orar mais.
Ser cada vez mais santos. É certo que Ele vem, e sem demora,
portanto, temos de vigiar sempre. Infelizmente, nós católicos temos
feito o contrário. Quanto mais o Senhor retarda a Sua volta, mais
vamos relaxando. Mas deveríamos fazer o oposto. De ano para ano,
deveríamos acender em nosso coração essa expectativa da volta do
Senhor e essa vigilância. Não é medo, é vigilância.
O tempo de você buscar os sacramentos é agora, para ter reserva. O
tempo para amar seus irmãos e viver a caridade com eles é agora.
Digo ainda mais: o tempo para amar o Senhor é agora, porque quanto
mais se aproxima o fim dos tempos, maiores serão as dificuldades.
Se você não ama muito agora, se não tem – além do amor necessário
para agora – reservas de amor para os tempos que virão, você vai
ser tomado de surpresa.
Não percamos mais tempo! O tempo é agora!
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
|