24/06/2008
Não furtar

 

 

NÃO FURTAR... NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS...
 
Estes são respectivamente o 7º e o 10º Mandamentos da Lei de Deus, aos quais a CNBB desrespeita publicamente, para escândalo da Igreja e ira de Deus. Abaixo coloco este outro artigo, muito bem fundamentado, sobre aquele mesmo assunto da "exportação" da luta armada do MST, para a África, que está sendo promovida pela CNBB. Faço isso para não dizer que somente nós somos chatos e incisivos neste particular.
 
Alguém poderá alegar que todo católico deve respeitar aos seus bispos e padres e isso é realmente obrigatório! Sim, desde que ANTES, eles cumpram também os documentos da Igreja, que OBEDEÇAM ao Papa, e deixem de promover a guerrilha e a invasão de propriedades alheias. Isso não vem de Deus, mas do diabo! Deus quer o Céu, o diabo é que luta pela posse da terra.
 
Ninguém ignora o problema da terra, da sua má distribuição, especialmente em nosso país. Ninguém ignora que existem muitas falcatruas neste sentido, e este é o motivo mais comum da perda eternas das almas, embora não o que faça perder em maior quantidade. ENTRETANTO, tudo isso deve ser resolvido em termos de LEI, de JUSTIÇA, jamais pelo incentivo insano à luta armada, e a tomada pela força, daquilo que aos outros pertence, justamente ou não.
 
De fato se a posse é justa, devem ser indenizados os proprietários, e não importa a extensão de suas propriedades ou a sua produtividade. Se a posse é injusta e fraudulenta, deve exisitir a LEI que obrigue a devolver o patrimônio roubado. E assim nada justifica a invasão, a foice, o facão, as bandeiras vermelhas e o sangue, MIL VEZES PIOR, se cometido sob a égide de um grupo que se diz Igreja Católica, mas não é mais Igreja de Jesus, e sim torna-se um covil de satanás.  Não será isso o que se torna esta "igreja latina"?
 
Não me preocupam a dureza do verbo, nem a alta patente de quem com este mesmo verbo terço falas, me preocupam sim, as almas, daqueles que ao invés de lutarem por elas, insana e loucamente lutam pelos corpos, pela barriga, pelo ventre, e apenas pelo que é passageiro. E nada disso os justifica diante de Deus, pois Jesus não veio para a guerra e sim trazer a paz, a justiça, o amor.
 
É loucura plena e tripla erigir o pobre de bens terrenos como ídolo, causa e motivo de evangelização. Primeiro porque somente a Deus se deve adorar e servir: Ele sempre vem ANTES, Ele sempre deve estar à frente de tudo. Segundo é loucura porque tais obras são de perdição, e não de salvação. Terceiro porque todo pobre de bens, é ANTES de tudo um distante de Deus. Só existem pobres de bens, porque existem ANTES homens distantes Daquele que é dono exclusivo de TUDO.
 
Ou seja, levem os homens para Deus, e Ele, somente Ele, proverá todas as suas necessidades: de terra, casa, comida, vestimenta, saúde e especialmente um trabalho digno e uma renda justa. Sim, TRABALHO, jamais a doação nefasta e purulenta, continuada e num nível que permita o sustento de uma família, sem a contraprestação de um serviço, um trabalho que lhes dê dignidade. O homem que não trabalha e vive de esmolas governamentais, e não se esforça por um trabalho é um verme, e MERECE mesmo morar em baixo de barracas de lona.
 
Aliás, já fiz este desafio dezenas de vezes e nunca alguém me trouxe a prova. Me achem um homem, um filho de Deus, que sendo honesto, digno, trabalhador, que seja uma pessoa digna, viva os sacramentos, a confissão a Eucaristia, que reze em família, mas que viva em baixo de pontes ou sob barracas de lona. Só um volutário fará isso, JAMAIS um filho do Pai Eterno. Deus seria mentiroso se deixasse um filho na necessidade. Ou seja: evangelizem santamente, e em pouco tempo desaparecerão os que passam fome. DEUS proverá!
 
Que obrigação tem o Altíssimo de prover renegados, que armados de foices e de facões invadem prédios e fazendas, exigindo pela força aquilo que lhes nega a lei e lhes veda o direito? Que obrigação tem Deus de prover a aqueles que trilham caminhos de morte, de revolução, de ódio aos ricos, coisas estas que são de todo condenadas nos Evangelhos?
 
Vem agora a pergunta: somos obrigados a seguir a bispos que apoiam movimentos deste tipo, ou nos compete condenar veementemente atitudes assim? Deve-se ante obedecer a Deus, que aos homens, e na terra o representante de Deus é o Papa Bento XVI. Tragam-me um documento onde o Papa aprove este desvario da CNBB, e rasgo meu verbo em elogios a eles. Mas até lá, perdão, mordo até fazer acordar, enquanto rezo para os salvar.

Vejam o artigo:

BISPOS DESRESPEITAM O SÉTIMO E O DÉCIMO MANDAMENTOS

Por Marcos Monteiro Grillo 
 
Uma matéria publicada no site do jornal O Estado de São Paulo no dia 17 deste mês deixa perplexos e envergonhados todos os católicos que procuram ser fiéis à Igreja e ao Magistério. Na referida reportagem lemos que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), através da Comissão Pastoral da Terra (CPT), planeja "exportar" o Movimento dos Sem-Terra (MST), a começar pela África do Sul.
 
Segundo o padre Nelito Dornelas, assessor da CNBB para o setor de Superação da Miséria e da Fome, "o MST é filho da CPT". A matéria diz ainda que a CPT "foi criada há 33 anos por setores progressistas da CNBB, ligados à Teologia da Libertação" e que "no fim dos anos 70, a CPT ajudou a criar o MST, organização que até hoje conta com o apoio de setores do clero e do episcopado".
 
Ora, são públicas e notórias as invasões de terra e depredações promovidas pelo MST. Tais ações contrariam explicitamente o Sétimo Mandamento ("Não furtar") e o Décimo Mandamento ("Não cobiçar as coisas alheias"). Vejamos alguns ensinamentos do Catecismo da Igreja Católica (CIC) a respeito do Sétimo Mandamento:
 


"Todo o processo de se apoderar e de reter injustamente o bem alheio, mesmo que não esteja em desacordo com as disposições da lei civil, é contrário ao sétimo mandamento." (n. 2409)
 
"Causar voluntariamente um prejuízo em propriedades privadas ou públicas é contra a lei moral e exige reparação" (n. 2409)
 
Evidentemente, não se pode justificar as invasões de terra e muito menos as depredações promovidas pelo MST alegando-se o destino universal dos bens. Em outras palavras, não se pode dizer que invasões e depredações são justas quando realizadas com o objetivo de "repartir a terra e dá-la aos pobres". O CIC é muito claro quanto a isso:

"2402. No princípio, Deus confiou a terra e os seus recursos à gestão comum da humanidade, para que dela cuidasse, a dominasse pelo seu trabalho e gozasse dos seus frutos. Os bens da criação são destinados a todo o gênero humano. No entanto, a terra foi repartida entre os homens para garantir a segurança da sua vida, exposta à penúria e ameaçada pela violência. A apropriação dos bens é legítima, para garantir a liberdade e a dignidade das pessoas, e para ajudar cada qual a ocorrer às suas necessidades fundamentais e às necessidades daqueles que tem a seu cargo. Tal apropriação deve permitir que se manifeste a solidariedade natural entre os homens.


2403. O direito à propriedade privada, adquirida ou recebida de maneira justa, não anula a doação original da terra à humanidade no seu conjunto. O destino universal dos bens continua a ser primordial, embora a promoção do bem comum exija o respeito pela propriedade privada, do direito a ela e do respectivo exercício."

Está claro que as invasões de terra e as depredações promovidas pelo MST, além de ações criminosas, atentam contra o Sétimo Mandamento. Mas, além disso, o MST também afronta o Décimo Mandamento, na medida em que suas ações, no mais das vezes, são movidas pela inveja, ainda que disfarçada de "luta por justiça social". A respeito desse mandamento o Catecismo também é muito claro:
"[O Décimo Mandamento] proíbe cobiçar o bem de outrem, raiz de onde procede o roubo, a rapina e a fraude, proibidos pelo sétimo mandamento." (n. 2534)

"2538. O décimo mandamento exige que seja banida a

inveja do coração humano. Quando o profeta Natan quis estimular o arrependimento do rei David, contou-lhe a história do pobre que só possuía uma ovelha, tratada como se fosse uma filha, e do rico que, apesar dos seus numerosos rebanhos, tinha inveja dele e acabou por lhe roubar a ovelha (271). A inveja pode levar aos piores crimes (272). «Foi pela inveja do demónio que a morte entrou no mundo» (Sb 2, 24).

«Combatemo-nos uns aos outros e é a inveja que nos arma uns contra os outros [...]. Se todos se encarniçam assim a abalar o corpo de Cristo, onde chegaremos nós? Estamos a aniquilar o corpo de Cristo. [...] Declaramo-nos membros dum mesmo organismo e devoramo-nos como feras» (273).

2539. A inveja é um vício capital. Designa a tristeza que se sente perante o bem alheio e o desejo imoderado de se apropriar dele, mesmo indevidamente. Se desejar ao próximo um mal grave, é pecado mortal:
Santo Agostinho via na inveja «o pecado diabólico por excelência» (274).
«Da inveja nascem o ódio, a maledicência, a calúnia, a alegria causada pelo mal do próximo e o desgosto causado pela sua prosperidade» (275).


2540. A inveja representa uma das formas da tristeza e, portanto, uma recusa da caridade; o baptizado lutará contra ela, opondo-lhe a benevolência. Muitas vezes, a inveja nasce do orgulho; o baptizado exercitar-se-á a viver na humildade:

«Quereríeis ver Deus glorificado por vós? Pois bem, alegrai-vos com os progressos do vosso irmão e, assim, será por vós que Deus é glorificado. Deus será louvado, dir-se-á, pelo facto de o seu servo ter sabido vencer a inveja, pondo a sua alegria nos méritos dos outros» (276)."


É importante ressaltar que, embora o Sétimo e o Décimo Mandamentos também proíbam a avareza e o apego exagerado aos bens materiais, nem por isso se tornam justificáveis a usurpação de bens alheios. Por exemplo, se um grande fazendeiro é proprietário de muitas terras, mesmo que improdutivas, ninguém tem o direito de invadi-las sob o pretexto de fazer "justiça social" para si ou para outrem. Há que se respeitar a propriedade privada (se tal propriedade foi adquirida por meios ilícitos, cabe ao Poder Judiciário cuidar do caso, e ninguém deve procurar fazer justiça "com as próprias mãos").

Pelo exposto, uma pergunta se impõe: como pode a CNBB, através da CPT, dar seu aval a ações criminosas e flagrantemente contrárias aos Mandamentos divinos? E ainda que se alegue que nem todos os Bispos apóiam o MST, o fato é que a CPT, órgão oficial ligado à CNBB, é "mãe" do MST e até hoje apóia o movimento. O mínimo que se pode dizer é que existem diversos bispos e padres brasileiros que têm apoiado, explicitamente ou às escondidas, as ações criminosas do MST.

Até quando essa situação vergonhosa perdurará? Esperar que as autoridades responsáveis coíbam a ação do MST talvez seja até ingenuidade (haja vista as ligações desse movimento com o PT, partido do Presidente da República). Mas, com relação à CNBB, à CPT e aos bispos e padres em geral que têm dado seu apoio ao Movimento dos Sem-Terra, cabe aos fiéis católicos não só esperar mas exigir que reavaliem suas opções e posicionamentos, e deixem de apoiar o MST.
 
Não se trata de uma questão de "opinião", de "ponto de vista" ou de "interpretação". O ensino da Igreja é claro e deve ser obedecido, principalmente pelos Bispos e padres, aos quais cabe ensinar aos fiéis pela palavra e pelo exemplo.



Finalmente, considerando a nítida inspiração socialista do MST, e considerando que muitos Bispos, padres e leigos, lamentavelmente, ainda são simpatizantes ou mesmo militantes do socialismo, ideologia explícita e reiteradamente reprovada pela Igreja, recomendamos a leitura dos artigos abaixo:

DOSSIÊ SOBRE SOCIALISMO, TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA
 
QUEM É CATÓLICO PODE SER "DE ESQUERDA"?
 
TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: O COMUNISMO INVADE A IGREJA
 
SOCIALISMO, O INIMIGO DO POVO

CARTA À CNBB SOBRE A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO
 
AS POSSES MATERIAIS E A VIDA CRISTÃ
 
A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO
 
CARTA ABERTA AO PROF. FELIPE AQUINO, A D. PEDRO CASALDÁLIGA, À TL, À CNBB E AO CLERO BRASILEIRO
 

DESORDEM ORGANIZADA: TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

 
CARTA ENCÍCLICA QUADRAGESIMO ANNO, DE SUA SANTIDADE PAPA PIO XI
 
Veja também essa nota publicada no site da CNBB: Audiência na CNBB, em Brasília, visa criar CPT na África do Sul
Matéria enviada por Julio Severo

Fonte: Recados do Aarão

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