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17/06/2008
Santa Igreja
A
MINHA SANTA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA
PREIMEIRA PARTE
A MINHA SANTA IGREJA
“Também eu te digo que tu és Pedro e sobra esta pedra edificarei A
MINHA IGREJA, e as portas do inferno nunca prevalecerão contra
ela”. (Mt 16, 18).
“Escrevo-te estas coisas esperando encontrar-te dentro
em breve. Todavia
, se eu tardar, saberás como proceder na casa de Deus, que é a
Igreja do Deus vivo: coluna e sustentáculo da verdade” (1 Tm 3,
14.15).
Afirma Santo Inácio (V 107), bispo de Antioquia e mártir no Coliseu
Romano: “Onde está o Cristo Jesus, está a Igreja Católica”.
A
verdadeira Igreja do Deus vivo é: “Una, Santa, Católica e Apostólica”.
É
una porque segue a unidade e comunhão trinitária (Jo 14.26: 17,21; I
Jo 5, 7.8). É indivisível
em seu Corpo
(Ef 4, 3-6). Fiel ao modelo da túnica de Cristo (Jo 19, 23): “Um só
Esposo para uma só Esposa”, daí a plenitude da unidade (Ap 19, 7;
21,9).
É
una porque possui a sucessão apostólica através do Sacramento da
Ordem, custodia a concórdia fraterna da família de Deus (CIC N.
815).
É
santa aos olhos da fé, indefectivelmente santa. Pois Cristo, Filho de
Deus, que com Pai e o Espírito Santo é proclamado o ‘único
santo’, amou a Igreja como sua esposa. Por ela se entregou com o fim
de santificá-la. Uniu-a a si como seu corpo e cumulou-a com o dom do
Espírito Santo, para a glória de Deus. A Igreja é, portanto, “o
Povo santo de Deus” é seus membros são chamados “santos” (CIC
N.823).
A
Igreja é santa porque o seu Senhor e Cabeça é santo (Cl 1, 18).
É
católica porque é enviada para pregar o Santo Evangelho de Cristo
pelo mundo inteiro (Mt 28, 19; Mc 16, 15-20).
A
palavra “católica” vem do grego Kath’ Holon, que significa
“por toda parte”, ou seja, universal (Rm 1, 8; At 1, 8; Hb 12,
23).
É
apostólica porque ela foi e continua sendo construída sobre “o
fundamento dos apostólicos” (Ef 20, 20; At 2, 42; 6, 1-6; 1 Cor 12,
28).
É apostólica
porque ela conserva e transmite com a diligência do Espírito Santo
que nela habita, o santo ensinamento, o depósito da fé (1 Tm 6,
19.20; 2 Tm 1, 11-14).
A
doutrina apostólica permanece na Igreja Católica até a volta de
Cristo.
SEGUNDA PARTE
A SOBRENATURALIDADE DA IGREJA
A
verdadeira Igreja de Cristo é aquela que dar a conhecer aos
Principados e às Autoridades nas regiões celestes, por sua
multiforme sabedoria de Deus (Ef 3, 10).
Escreve São Paulo Apóstolo: “É grande este mistério: refiro-me
à relação entre Cristo e a sua Igreja (Ef 5, 32)”.
Realmente, grande é esse mistério comprovado na História da Igreja.
Não temos palavras para descrever a sobrenaturalidade da Santa Madre
Igreja.
A multiforme
sabedoria de Deus na Igreja Católica é indescritível, indiscutível
e indubitável. Tudo na Igreja prova de maneira incontestável a
transcendência operacional da Santíssima Trindade.
A
verdadeira Igreja do Deus vivo é aquele que tem a Sagrada Escritura
como revelação de Deus, tem Jesus Cristo como seu fundador e cabeça,
o Espírito Santo como consolador, guia e suscitador de novos
movimentos estupendos, a Virgem Maria como bem-aventurada em todas as
gerações, O Papa como sucessor de Pedro e os bispos como sucessores
dos apóstolos, os mártires e confessores, os Padres do Deserto,
polemistas e apologistas, religiosos e religiosas, monges, frades e místicos,
cônegos e eremitas, evangelistas e missionários nos quatro canto do
mundo, filósofos, teólogos, doutores, beatos e santos incontáveis,
relíquias e estigmas, corpos de santos intactos – incorruptíveis,
milagres eucarísticos e a pedagogia das aparições de Nossa
Senhoras, romarias e procissões gigantescas, sinais, prodígios e
maravilhas nos templos e santuários, devoções e espiritualidades
populares de fé ímpar, colossais basílicas Marianas e dos Apóstolos,
monumentais mosteiros e conventos, riquezas sem igual como o canto
gregoriano e da arte sacra, Mestra e fundadora das universidades,
guardiã de obras imortais, detentora da mais linda e crítica da História
Eclesiástica, com 2000 anos de história venceu toda crueldade da
ideologia humana, têm 21 concílios ecumênicos, 7 sacramentos, é a
maior instituição em realizações de obras de caridade, faz a maior
campanha do mundo em defesa da vida, é a Igreja de pedras vivas, raça
eleita, sacerdócio real, luz maravilhosa, a Igreja do Povo de Deus (1
Pd 2, 4-10 ).
Dizia São Pio de Pietrelcina (1887-1968): “Mantenha-se sempre muito
unido à Santa Igreja Católica, pois somente ela pode lhe dar a
verdadeira paz, porque somente ela possui Jesus sacramentado, que é o
verdadeiro Príncipe da Paz”.
TERCEIRA PARTE
O AMOR, FUNDAMENTO DA IGREJA
A
essência do cristianismo, à qual todos os membros da Igreja são
chamados, pode resumir-se na caridade que é unidade. Reafirmou o Papa
Paulo VI no seu conhecido discurso em Sidney, em dezembro de 1970:
“A Igreja é caridade. A Igreja é unidade”.
O
Papa Paulo VI tinha um amor colossal à Santa Madre Igreja. Vejamos o
seu pensamento monumental sobre ela: “A Igreja! Ela é nosso amor
constante, nossa solicitude, primordial, nosso pensamento fixo! Não
se ama Cristo se não se ama a Igreja; e não amamos a Igreja se não
a amamos como a amou o Senhor: “Amou a Igreja e por ela se
entregou” (Ef. 5, 25).
O
amor é o fundamento da Igreja. Sem a prática da caridade não existe
relacionamento entre o homem e Deus, nem com o seu semelhante e nenhum
tipo de comunidade eclesial.
A
verdadeira Igreja é constituída na virtude do amor e da verdade.
É
a caridade que nos remete na vida trinitária pericorética. Afirmava
o grande apologista da fé cristã Tertuliano de Cartago (C. 160- c.
230): “Onde se encontraram os Três, o Pai, o Filho, e o Espírito
Santo, ali está a Igreja...”.
Comunhão, amor e verdade são as três principais características
dos seguidores de Jesus de Nazaré (Jo 8, 32; 14,6; 15, 12; 17, 21).
Poderemos afirmar que a Igreja, nascida do amor de Deus, é por excelência
caridade: “Todo o bem que o Povo de Deus, no tempo de sua peregrinação
terrestre, pode prestar à família dos homens, derivado o fato de ser
a Igreja ‘o sacramento universal da salvação’, manifestado e ao
mesmo tempo operando o mistério de amor de Deus para com o homem” (GS
n.45).
“A Igreja como “comunidade de amor” é chamada a refletir a glória
do amor de Deus, que é a comunhão, e assim atrair as pessoas e os
povos para Cristo. A Igreja cresce, não por proselitismo, mas por
atração: como Cristo ‘atrai tudo para’ com a força do amor”
(DA n.159).
Diz
mais o Documento de Aparecida de forma abissal: “A Igreja é comunhão
no amor. Esta é sua essência e o sinal através do qual é chamada a
ser reconhecida como seguidora de Cristo e servidora da humanidade”
(DA n. 161).
QUARTA PARTE
CRITICADA E MAL COMPREENDIDA
Devido à falta de conhecimento teológico e a má fé, a Igreja Católica
recebe críticas injustas e comentários maldosos.
A
Igreja nunca errou e jamais errará. Ela é imaculada. Foi constituída
por Deus para ficar livre do pecado em toda sua peregrinação
terrena.
A
origem e fonte da sua criação e direção imaculada é o Divino Espírito
Santo(At 13,1-4;15,28;20,28;1Cor12,3;Ap2,29).
A
Igreja é o Corpo Imaculado, cujo cabeça é o Cristo, Cordeiro
imaculado, como pode pecar ou ser pecadora?
Quem erra e peca são os seus filhos, que são pecadores. Todavia, são
regenerados pelo batismo (Rm 6, 4; 1 Pd 3, 21). Purificados pela
Palavra de Deus (Jo 15, 3-8). Justificados pela fé em Cristo e pelo
seu sangue (Rm 5, 1.9).
Tanto o batismo como a Palavra e o Corpo de Cristo nos santifica (Jo
17, 17; 1 Cor 12, 13; Hb 10, 10.14).
A
Igreja é radicalmente santa, não é só em relação aos batizados e
aos escolhidos, mas também na sua dimensão altamente transcendental,
no contexto de comunhão dos santos, dos anjos e da plenitude Trinitária.
(Mt 22, 14; 28, 19; Lc 16, 1-31; 23, 42.43: At 5, 19; 10, 1-3; 2 Cor
12, 1-4; 1 Jo 5, 7.8).
Para o homem que busca a verdade eclesiástica e tem boa vontade, não
se deixará enganar pela patranha dos inimigos da Igreja de Nosso
Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Disse o renomado psicanalista francês Jacques Lacan (1901-1981): “A
verdadeira religião cristã é a romana”.
O
grande intelectual inglês Gilbert K. Chesterton (1874-1936) afirmou:
“A Igreja Católica é a única coisa que salva o homem da
degradante escravidão de ser um filho de sua época”.
Chesterton dizia explicando os caminhos da conversão.
CONCLUSÃO
Diante de um mundo deteriorado, inseguro e cheio de ideologias
perniciosas, temos a Santa Madre Igreja como porto seguro, verdade
absoluta e fortaleza da esperança eterna.
O
centro de nossa santíssima fé é a Santíssima Trindade.
O
nosso Caminho e Jesus Cristo.
O
nosso Consolador é o Espírito Santo.
O
nosso alimento é a Santíssima Eucaristia.
A
nossa Mãe é a Virgem Maria.
A
nossa Igreja é Católica Romana.
O
nosso exemplo são os santos.
A
nossa missão é evangelizar.
A
nossa prática é o amor.
A
nossa casa é o céu.
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BIBLIOGRAFIA
Cechinato, Luiz. Os vinte séculos de caminhada da Igreja, Petrópolis,
RJ: Vozes, 1996.
Bettencourt, Estêvão. Igreja Católica, denominações cristãs e
correntes religiosas, Aparecida, SP: Editora Santuário, 1999.
Aquino, Felipe Rinaldo Queiroz de. A minha Igreja, Lorena, SP: Cléofas,
1997.
Pupo, Rosangela Paciello. ... e Padre Pio disse: Uma frase de Padre
por dia, volume 1, São Paulo: Loyola, 2006.
A Igreja no seu mistério / I. Curso de Teologia, volume 3. Vários
autores, São Paulo: Cidade Nova, 1984.
Valor, quinta, sexta-feira e fim de semana, 20, 21, 22 e 23 de abril
de 2006, p.10.
QUINTA PARTE
A EXCELÊNCIA DO AMOR
O
grande místico São João da Cruz (1543-1591), caracteriza o amor
ardentíssimo e contemplativo ao Senhor Deus por três excelências
principais: Primeiro, ama a Deus a alma, não de si mesmo, mas por
Ele; o que é uma excelência admirável, porque ama assim pelo Espírito
Santo, como o Pai e o Filho se amam; o que o próprio Filho declara no
evangelho segundo São João: “A fim que o amor com que Tu me
amaste, esteja neles, e eu também esteja neles” (João 17,26).
A
segunda excelência é amar a Deus em Deus; porque nesta união
ardente a alma se absorve em amor de Deus, e Deus se entrega à alma
com grande veemência. “Como o cervo brama pelas correntes das águas,
assim suspira à minha alma por ti, ó Deus”! (Salmo 42,1).
A
terceira excelência do amor supremo é que a alma ama a Deus neste
estado pelo que Ele é; quer dizer, ama-o não somente porque Ele se
mostra para com ela generoso, bom e glorioso, etc., mas muito mais
ardentemente, porque Ele é tudo isto essencialmente. ““...
Em tudo Deus
seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence à glória e poder
para todo o sempre. Amém. (1 Pedro 4,11b).
São
João da Cruz, viveu, ensinou e morreu na excelência do amor de Deus.
Seus escritos provocam em nós a ousadia do amor ardente à Deus.
Disse ele: “A linguagem que Deus entende melhor é a suave linguagem
do amor”.
Como devemos amar a Deus com a mesma intensidade que amou São João
da Cruz?
O
escritor Chuck Colson, relata com muita propriedade, como ele
descobriu essa dificuldade em saber como devemos amar ao Senhor nosso
Deus: “Um aspecto que se vê em todos os livros da Sagrada
Escritura, é claro, é o amor de Deus pela humanidade e como Ele
demonstra esse amor através do sacrifício do seu Filho na cruz.
Quanto mais eu lia sobre isso, mais eu queria saber sobre o outro lado
- ou seja, como fazer para demonstrar o meu amor por Ele. De algum
modo, parecia ser essa a chave para o que estava faltando na vida
cristã. O maior de todos os mandamentos, de acordo com Jesus, é
“amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua
alma e de todo o teu entendimento” (Mateus 22,37). Eu tinha decorado
essas palavras, contudo, na verdade, nunca havia pensado realmente
sobre o que significavam em termos práticos; ou seja, sobre como eu
podia cumprir esse mandamento. Ponderei se outras pessoas não sentiam
a mesma coisa. Então perguntei a uma porção de cristão mais
experientes de que forma eles amavam a Deus.
O
efeito cumulativo da minha pesquisa, escreveu Colson, me convenceu de
que a maioria de nós cristãos professos, não sabemos, de fato, como
amar a Deus. “Além de não termos dedicado tempo para pensar no
significado do maior de todos os mandamentos no nosso dia-a –dia,
também não o temos obedecido” (extraído de Loving God –
“Amando a Deus” -, de Chuck Colson, pp.15-16).
Como devemos fazer para demonstrar o nosso amor ao bondoso Pai
Celestial? É apenas um sentimento ou uma caminhada pela fé? É uma
atitude racional ou paixão do coração? Ou um pouco de tudo? Colson
escreveu um livro inteiro acerca do significado de amor a Deus. O seu
estudo o levou a incluir aspectos da vida cristã tais como obediência,
santidade, arrependimento e sofrimento.
Nosso Senhor Jesus Cristo falou muitas vezes: “Se me amais,
guardareis os meus mandamentos” (João 14,15). Com certeza, a obediência
aos mandamentos do Senhor Jesus é uma parte importante da implicação
prática de amá-lo. Santidade é o fator fundamental. Arrependimento
é o meio que o bom Deus nos dá para dar as costas ao pecado e
caminhar em direção a ele. Viver na obediência á Palavra de Deus,
na confissão de pecados, e na busca da perfeição, tudo isso são
sinais do nosso amor para Deus nosso Senhor. “Sede vós, pois
perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” (Mateus
5,48).
O
que significa amar a Deus por excelência? Significa querer
ardentemente estar com Ele na luz da contemplação. Quando amamos uma
pessoa, queremos estar ao seu lado para sempre.
O
salmista Davi expressou esse amor: “uma coisa pedi ao Senhor, e a
buscarei: que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha
vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no seu
templo” (Salmo 27,4).
A
excelência do amor a Deus é expresso várias vezes nos Salmos. O
Salmo 84 é um clamor profundo de todo o ser que almeja viver na
presença do Todo Poderoso: “Quão amáveis são os teus tabernáculos,
Senhor dos Exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios
do Senhor; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo”
(Salmo 84,1-2).
Cultivar a excelência do amor a Deus é, em muitos aspectos, igual a
qualquer outro tipo de relacionamento – leva tempo. Tempo para
passar com ele – ouvindo, dialogando, amando, meditando e saboreando
da sua augusta presença.
Tudo isso envolve crise e sofrimentos. “O verdadeiro amor – o não
fingido (Romanos 12,9) – tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo
suporta e nunca falha” (I Coríntios 13,7-8).
São
Pedro Julião Eymard (1811-1868), disse: “O amor não transfere a
ninguém as suas obrigações. O amor tudo faz por si mesmo, é a sua
glória”. São Pedro Julião de Eymard, era o santo que nutria um
amor apaixonado pela Santíssima Eucaristia. Só podia sair do seu
coração de amor a Jesus Eucarístico essas palavras: “Há pessoas
que amam até a loucura os pais, os amigos, e não sabem amar o bom
Deus”. O que se faz com a criatura, é o que se deve fazer com Deus.
Somente ao bom Deus é preciso amá-lo sem medida, cada vez mais. No
juízo não serão tanto os nossos pecados que nos aterrorizarão, e
nos serão censurados. Estão irrevogavelmente perdoados. Mas Nosso
Senhor nos censurará por seu amor: ‘Criaturas, vós não fizestes
de mim a felicidade de vossa vida?! Vós me amastes bastante para não
me ofender mortalmente, mas não para viver de mim?!’
O
santo do coração eucarístico diz mais: “O amor só triunfa quando
é em nós uma paixão vital.” Esta paixão vital, nos leva a excelência
do amor adorador ao Senhor Deus. No amor de adoração, diz o
reverendo George D. Watson: “A alma deleita-se na luz divina, sorri
com seu favor, estremece com ternura diante de sua majestade,
encanta-se com sua beleza, bebe da sua doçura, sente-se incapaz de
achar, palavras adequadas para louvá-lo. É o amor que permanece em
silêncio, contemplando a Deus com santo temor e um profundo apreço
pela pessoa dele”.
São
Paulo apóstolo escreveu: “O amor de Deus está derramado em nossos
corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5,5).
Iluminados pelo divino Espírito Santo, tomado pela graça de Jesus
Cristo, tenhamos a excelência do amor a Deus. Amém
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Fonte:
Pe. Inácio Jose do Vale
Pároco da Paróquia São Paulo Apóstolo
Siderlândia-Volta Redonda-RJ
Professor de História da Igreja
Faculdade de Teologia de Volta Redonda
E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com
Fonte: Recados do Aarão
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