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29/04/2008
Vício gravíssimo
Segue
um artigo do Padre Lodi, bem fundamentado e provado, a respeito da
questão homossexual. Está perfeito!
O vício contra a natureza
Se alguém me pedisse para demonstrar que a soma dos ângulos internos
de um triângulo é 180º, creio que conseguiria fazê-lo com
facilidade. Acharia, porém, muito difícil "provar" que um
círculo é redondo, que o todo é maior do que suas partes, que a
vida humana é inviolável, que o homossexualismo é um vício contra
a natureza.
Sim, demonstrar o óbvio é extremamente difícil. Pois aquele que não
enxerga o óbvio, provavelmente não o enxergará mesmo depois de uma
refinada argumentação. Eis-me com a árdua tarefa de
"provar" o que sempre foi aceito sem demonstração, mas que
Onaldo Alves Pereira ousou rejeitar em um artigo publicado no Jornal
Opção (Goiânia, 3 a 9 de maio de 1998, p. A-36 a A-39): que a
conjunção carnal entre dois homens ou entre duas mulheres é um ato
contrário à natureza.
Alguém poderia argüir que a insensatez do autor é tamanha que não
merece resposta. Que quem tem bom senso não precisa de argumentos. E
que quem não tem bom senso não vai se convencer mesmo com todos os
argumentos.
Tal argüição é válida. Mas convém lembrar que o bom senso,
patrimônio precioso da espécie humana, pode ser perdido. Pessoas
sensatas freqüentemente deixam de sê-lo por causa do raciocínio
falacioso de um orador eloqüente ou por causa da repetição
insistente de uma mentira. Não é o cúmulo da insensatez, por
exemplo, que o Congresso Nacional esteja agora a ponto de decidir, por
votação, se a criança é uma pessoa ou é uma coisa que pode ser
esquartejada e misturada aos detritos hospitalares?
Por isso é preciso repetir o óbvio, anunciar aquilo que a própria
natureza já anuncia, e denunciar o que a própria consciência já
acusa. A verdade, natural ou revelada, não pode ser calada. Se os
discípulos de Jesus se calarem "as pedras gritarão" (Lc
19,40).
Mãos à obra, portanto. A palavra "homossexualismo" é um
neologismo de origem híbrida, grega e latina, e não existia nos
tempos bíblicos. A palavra, não. O vício, sim. E muitas vezes a Bíblia
condena tal vício, sem fazer uso de tal palavra. Não é exagero
dizer que desde o Gênesis até o Apocalipse está presente tal
condenação.
A primeira condenação, implícita mas muito forte, já encontramos
no relato da criação do homem. Como coroamento de sua obra, Deus fez
o homem "à sua imagem". E o fez "varão e
mulher". Prossegue a Escritura: "Deus os abençoou e lhes
disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e
submetei-a" (Gn 1, 27-28). Esta passagem encerra a um dos fins da
diferenciação sexual: a procriação. Será esta a única razão
pela qual Deus criou dois sexos na espécie humana? Não. Homem e
mulher são diferentes também para que se possam completar
mutuamente. O isolamento do homem é descrito pelo Gênesis como um
mal: "Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer-lhe uma
auxiliar que lhe corresponda" (Gn 2,18). Ao ver a mulher, tirada
de seu lado, o homem exclama exultante: "Esta sim, é osso de
meus ossos e carne de minha carne!"(Gn 2,23), ao contrário dos
irracionais, que sendo inferiores a ele em natureza, não lhe podiam
servir de companhia adequada. A união sexual é descrita no versículo
seguinte: "Por isso um homem deixa seu pai e sua mãe, se une a
sua mulher, e eles se tornam uma só carne"(Gn 2,24).
Aí está, de maneira magnífica, descrita a instituição do matrimônio
e seu duplo fim: a geração da vida e a complementação dos cônjuges.
Por natureza, homem e mulher são diferentes e complementares. O que
falta no homem, sobeja na mulher e vice-versa. Daí sua atração mútua
e a tendência de formar uma união estável e perpétua, apta à
procriação e à educação da prole.
Ao estudar a fisiologia masculina e feminina, o biólogo sente-se
impelido a louvar a Deus. Como Ele criou tudo com perfeição, de modo
que o aparelho reprodutor do homem se acoplasse perfeitamente ao da
mulher, que o gameta masculino se unisse ao feminino e que de tal união
surgisse um outro ser humano, único e irrepetível!
Parece que estou falando o óbvio, mas é natural que a união sexual,
se houver, haja entre um homem e uma mulher. Falar em sexo só tem
sentido se houver dois sexos. Não dizemos que a ameba é um animal de
um sexo só. Dizemos simplesmente que não tem sexo: é um assexuado.
A conjunção carnal de dois homens ou de duas mulheres não é uma
união "sexual", embora eles tentem fazer uso (antinatural)
de seus órgãos reprodutores. Tal ato é totalmente avesso à reprodução
e à complementação homem-mulher.
Na impossibilidade de realizarem o ato conjugal, que requer órgãos
complementares (o pênis e a vagina), os pederastas e as lésbicas
procuram fazer uso de outros, como o ânus e a boca. Ora, a boca
pertence ao aparelho digestivo e o ânus tem evidentemente função
excretora. Os atos de homossexualidade são, portanto, uma grosseiríssima
caricatura do ato conjugal, tal como foi querido por Deus e inscrito
na natureza.
É comum que quando falemos que no Congresso Nacional há políticos
que defendam o "casamento" de homossexuais, as pessoas
franzam a testa demonstrando repugnância. É perfeitamente natural
que ao ser humano repugne aquilo que é antinatural. Por mais que os
"sexólogos" e alguns autointitulados "psicólogos"
insistam em defender tal aberração, o bom senso ainda não se
afastou totalmente do povo. Encarar o homossexualismo com
"naturalidade" é uma contradição. Seria como encarar a
visão com "obscuridade" ou encarar as profundezas com
"superficialidade". Como é consolador que os pequeninos
entendam isto! "Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra,
porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as
revelastes aos pequeninos" (Lc 9,21).
A menos que o homem queira rebaixar-se ao nível dos irracionais,
escravos dos seus instintos, ele é chamado à virtude da castidade.
Tal virtude subordina o instinto sexual à razão. Graças à
castidade, o solteiro abstêm-se do ato sexual até o casamento. Graças
à castidade, o casado abstêm-se do ato sexual com quem não seja o
seu cônjuge. Graças à castidade, o religioso consagrado conserva a
virgindade que livremente abraçou "por causa do Reino dos Céus"
(Mt 19,12). A castidade é a chave para a fidelidade matrimonial, a
sacralidade da família e o respeito à vida. Zombar da castidade é
assinar um atestado de fraqueza e frouxidão. Tal zombaria é, na
verdade, expressão de uma inveja: a inveja que o fraco sente pelo
forte, que o derrotado sente pelo vencedor.
O vício oposto à castidade é a luxúria. Ensina-nos S. Tomás de
Aquino (1225-1274) que se pode pecar pela luxúria de dois modos:
primeiro, de um modo que contrarie a reta razão(é o caso da fornicação,
do adultério, do incesto...); segundo, de um modo que além disso,
contrarie a própria ordem natural do ato venéreo que convém à espécie
humana. É o que constitui o vício contra a natureza. (cf. Suma Teológica,
II-II, questão 154, artigo 11, corpo). Tal vício inclui a masturbação,
a bestialidade (conjunção carnal com animais), o homossexualismo
(conjunção carnal entre duas pessoas do mesmo sexo) e a prática
antinatural do coito, embora realizada entre pessoas de sexo oposto e
até mesmo casadas (o assim chamado sexo "oral" ou
"anal", por exemplo).
O vício contra a natureza, explica o teólogo adiante (idem, artigo
12, corpo), tem uma gravidade especial em relação às outras espécies
de luxúria. Estas só contrariam o que é determinado pela reta razão,
pressupondo, porém, os princípios naturais. Sim, pois o adultério,
a fornicação e o incesto, por abomináveis que sejam, são
praticados entre um homem e uma mulher, de um modo conforme a
natureza, embora contrário à reta razão. O homossexualismo, porém,
corrompe a própria natureza do ato. E como os princípios da razão
fundam-se sobre os princípios da natureza, a corrupção da natureza
é a pior de todas as corrupções. Donde conclui S. Tomás que o vício
contra a natureza (que inclui o homossexualismo) é o maior pecado
entre todas as espécies de luxúria.
É digno de nota que, em todo o raciocínio acima, o autor da Suma
Teológica não use de nenhum texto da Bíblia como premissa. Isto é
próprio de S. Tomás: sempre que uma verdade pode ser demonstrada
pela razão natural, ele faz abstração do dado revelado para ater-se
ao puro raciocínio filosófico. Uma vez demonstrada a verdade, a Bíblia
é citada apenas para atestar a conformidade entre a razão e a revelação.
É admirável também como o Doutor Angélico, antecipando-se às dúvidas
que surgiriam séculos depois, enumera várias objeções à tese que
quer provar, e depois responde a cada uma delas. Os modernos
pontificadores do sexo teriam muito a aprender com este mestre da
Idade Média.
Por ser contrário à natureza, a Bíblia condena explicitamente várias
vezes o homossexualismo:
"Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. É
uma abominação" (Lv 18,22)
"O homem que se deita com outro homem como se fosse uma mulher,
ambos cometeram uma abominação, deverão morrer, e o seu sangue cairá
sobre eles" (Lv 20,13).
Tais aberrações, praticadas pelas outras nações (cf. Lv 20,23), não
seriam toleradas no povo de Deus.
Até mesmo o vestir-se com roupas do outro sexo (indício de
comportamento homossexual) é condenado como abominação:
"A mulher não deverá usar um artigo masculino, e nem o homem se
vestirá com roupas de mulher, pois quem assim age é abominável a
Iahweh teu Deus" (Dt 22,5)
Onaldo Alves Pereira não faz nenhuma distinção entre a proibição
natural e perene do homossexualismo e outras proibições
circunstanciais, como a de comer carne de porco (Lv 11,7-8), que foram
superadas pelo Novo Testamento (cf. At 10,15). Leis positivas podem
ser mudadas pelo seu Autor (a observância do sábado passou para a do
domingo, a circuncisão foi substituída pelo Batismo, o sacrifício
do cordeiro pascal deu lugar ao sacrifício de Cristo), mas a lei
natural é imutável e eterna. Ao ser interrogado pelo jovem rico
sobre o que fazer para alcançar a vida eterna, Jesus apenas cita o
catálogo das prescrições naturais: "Guarda os
mandamentos" (Mt 19,17). Os dez mandamentos Jesus não veio
abolir. Ao contrário, veio levá-los ao pleno cumprimento (cf. Mt
5.17). Ora, o sexto mandamento, que antes dizia "Não cometerás
adultério" é agora estendido até à proibição de um olhar
libidinoso (cf. Mt 5,28). Seria o cúmulo pensar que o mesmo Jesus,
que condenou aquele que olha para uma mulher com mau desejo, e
qualificou este ato de adultério cometido no coração, teria sido
condescendente com a união carnal de dois homens ou duas mulheres.
A cidade de Sodoma, destruída por Deus pela perversidade sexual dos
seus habitantes, deu origem ao termo sodomia, que hoje usamos. Em Gn
19,5 os habitantes de Sodoma chamam Ló e solicita-lhe os hóspedes
(os anjos) para tal abuso sexual:
"Chamaram Ló e lhe disseram:
'Onde estão os homens que vieram para tua casa esta noite?
Traze-os para que dele abusemos'"(Gn 19,5)
Ridiculamente Onaldo Alves Pereira aponta a possibilidade de os cidadãos
estarem apenas querendo conhecer os hóspedes, sem qualquer intenção
sexual. Não explica, porém, por que Ló se mostra tão preocupado
com este "conhecimento" a ponto de oferecer suas filhas
virgens no lugar do hóspede. E muito menos explica como os homens as
recusam dizendo: "Retira-te daí! Um que veio como estrangeiro
agora quer ser juiz. Pois bem, nós te faremos mais mal do que a
eles!" (Gn 19,9). A Bíblia não é pano de chão, para ser
torcida a bel-prazer do leitor.
Episódio semelhante ao de Sodoma, ocorreu na cidade de Gabaá, em que
alguns delinqüentes sitiaram a casa onde um velho havia hospedado um
levita de Efraim. Diziam ao dono da casa: "Faze sair o homem que
está contigo, para que o conheçamos" (Jz 19,22). O velho
entende perfeitamente a intenção maldosa deles e responde: "Não,
irmãos meus, rogo-vos, não pratiqueis um crime. Uma vez que este
homem entrou em minha casa, não pratiqueis tal infâmia" (Jz
19,23 - O termo hebraico designa faltas graves contra a lei divina,
principalmente faltas contra os costumes, particularmente reprovadas
por reação contra a licenciosidade dos cananeus - Bíblia de Jerusalém,
nota de rodapé).
No Novo Testamento, as condenações ao homossexualismo são terríveis.
São Paulo apresenta-o como castigo pelo desconhecimento de Deus e
pela idolatria:
"Por isso Deus os entregou, segundo o desejo dos seus corações,
à impureza em que eles mesmos desonraram seus corpos. Eles trocaram a
verdade de Deus pela mentira e adoraram e serviram a criatura em lugar
do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém.
Por isso Deus os entregou a paixões aviltantes: suas mulheres mudaram
as relações naturais por relações contra a natureza; igualmente os
homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam em desejo
uns para com os outros, praticando torpezas homens com homens e
recebendo em si mesmos a paga da sua aberração" (Rm 1,24-27).
Entre aqueles que não herdarão o Reino dos Céus estão os
homossexuais:
"Então não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de
Deus? Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros,
nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os
avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de
Deus" (1Cor 6,9-10).
Esta tradução (como a de todas as citações feitas até agora) é
da Bíblia de Jerusalém. Vejamos como estes versículos estão no
original grego, que tento agora traduzir:
"oute pórnoi (nem os impudicos) oute eidololátrai (nem os idólatras)
oute moichoí (nem os adúlteros) oute malakói (nem os afeminados)
oute arsenokóitai (nem os pederastas) oute kléptai (nem os ladrões),
oute kleonéktai (nem os avarentos), ou méthysoi (nem os ébrios), ou
lóidoroi (nem os injuriosos), ouc árpages (nem os raptores) basiléian
Theóu kleronomésousin (possuirão o Reino de Deus)".
A palavra pórnoi é o plural de pórnos,õu, que significa
"homem prostituído", assim como porné,és significa
"prostituta" e porneía,ãs significa "prostituição".
A palavra moichoí é o plural de moichós,õu, que significa "adúltero".
A palavra malakoí é o plural de malakós,õu, que literalmente
significa "mole", mas que no contexto se traduz por
"afeminado".
Enfim, a palavra arsenokóitai é o plural de arsenokoitós,õu, que
significa "aquele que se deita com um homem", ou seja, um
pederasta.
Diante do acima exposto é incrível como Onaldo Alves Pereira duvida
que neste texto São Paulo se refira aos homossexuais para condená-los.
Só não vê quem não quer.
A obsessão de Onaldo por defender o indefensável fá-lo também ver
aquilo que quer. Os Apóstolos Filipe e Bartolomeu seriam (pasmem!) um
casal de homossexuais. Não sei como ele não apelou para a amizade
entre Jônatas e Davi ou entre Noemi e Rute para defender o vício
contra a natureza.
Falando em natureza, Onaldo põe o conceito de "natural" no
completo relativismo. "O que é considerado natural em uma
determinada cultura é muitas vezes, simplesmente, um costume social
aceito, e às vezes Paulo fala sobre natural neste sentido".
É verdade que a natureza é uma só, embora a cultura varie de povo
para povo. Mas a cultura, para ser cultura, não pode contrariar a
natureza. Ao contrário, a cultura aperfeiçoa a natureza, dando a ela
algo de novo. Por natureza o homem recebe de Deus uma terra virgem.
Com o seu engenho ele a transforma em um campo lavrado, apto para o
plantio. Por natureza ambos os sexos se ordenam um ao outro para
formarem a sociedade conjugal. A este dado da natureza o homem
acrescenta certos costumes rituais, que a embelezam: assim, as cerimônias
nupciais, segundo a cultura de cada povo, podem incluir um vestido
branco com véu e grinalda para a noiva, o uso de anéis para
representar a aliança matrimonial, um fundo musical vibrante... mas
nunca em nome da "cultura" se poderia admitir um
"casamento" de pessoas do mesmo sexo.
O livro que fecha as Escrituras, o Apocalipse, exclui da Cidade Santa,
a Jerusalém Celeste, todo tipo de impureza: "Nela jamais entrará
algo de imundo, e nem os que praticam abominação e mentira" (Ap
21,27). Entre os destinados ao lago ardente de fogo e enxofre, que é
a segunda morte, estão os infiéis, os corruptos, os assassinos, os
impudicos, os mágicos, os idólatras e os mentirosos (cf. Ap 21,8). O
grego usa aqui a palavra pórnois, também usada em 1Cor 6,9.
No entanto, Onaldo Alves Pereira não está só nem é o pioneiro na
arte de deturpar os textos sagrados. Bem antes dele, o demônio já
havia se utilizado da Bíblia para tentar Jesus no deserto:
"Se és filho de Deus, atira-te para baixo, porque está escrito:
Ele dará ordem a seus anjos a teu respeito,
e eles te tomarão pelas mãos
para que não tropeces em nenhuma pedra" (Mt 4,6 citando Sl
90,11-12).
À citação do Salmo 90 pelo demônio, Jesus responde com uma citação
do Deuteronômio:
"Também está escrito:
Não tentarás ao Senhor teu Deus" (Mt 4,7 citando Dt 6,16).
Vale assinalar que a condenação severíssima do homossexualismo não
exclui o mandamento universal da caridade, que se deve estender até
aos autores deste vício. Não se presta auxílio ao pecador, porém,
reconhecendo o seu "direito" de permanecer no pecado. O
verdadeiro amor impele-nos a corrigir os que erram. E para corrigir é
necessário não ocultar o erro. A verdade, mesmo quando é dura,
liberta (cf. Jo 8,32). E a mentira, ainda que macia, escraviza.
Anápolis, 25 de maio de 1998.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Fonte: Recados do Aarão
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