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28/02/2008
Chispas
de fogo
La
Salette – A intolerância da Virgem
Por: Rodrigo Maria Antônio da Silva.
Anápolis, 28 de fevereiro de 2008, GO.
(Gentileza Dílson – Site Portal Anjo)
Erram profundamente aqueles que imaginam uma Nossa Senhora adepta da
pastoral do Concílio Vaticano II, pastoral toda feita de conciliação
com o mundo, de tolerância com o pecado e de indiferença diante da
perda eterna das almas.
Bem
o podemos verificar, com facilidade, analisando a aparição da Virgem
em La Salette. Como se sabe, a Revelação oficial, pública, de Deus
aos homens, encerrou-se inteira e definitivamente com a morte do último
dos Doze, São João Evangelista, por volta do ano 100 de nossa era.
Todavia Deus pode conceder a Seus servos certas revelações privadas,
que, embora nunca possam ensinar nenhuma novidade em matéria de Fé,
servem para animar o combate por Deus no decorrer da história.
Somente a Igreja pode decidir sobre a credibilidade de uma suposta
revelação privada, mas mesmo quando uma destas é aprovada
oficialmente nunca se torna de fé obrigatória para os fiéis. E uma
das raríssimas aparições aprovadas pela Igreja é a que se deu em La
Salette, na França, em 19 de setembro de 1846.
Naquela manhã de sábado, Mélanie Calvat, de 14 anos
de idade, e Maximino Giraud, de 11 anos, ambos
analfabetos e naturais de Corps, pequeno povoado dos Alpes Franceses,
cuidavam de algumas vacas para seus patrões nos morros de La Salette,
quando foram surpreendidas por um clarão "mais brilhante do que
o sol", como depois diriam. Dentro desse clarão viram uma bela
Senhora, sentada sobre umas pedras, chorando com o rosto nas mãos e
os cotovelos apoiados nos joelhos. Vestia-se como uma camponesa local:
vestido longo, um grande avental, lenço cruzado e amarrado às
costas, touca de camponesa, mas trazendo também uma preciosa coroa na
cabeça, um crucifixo no peito e correntes nos ombros.
Levantando-se, a Senhora lhes diz, sempre chorando:
"Vinde, meus filhos, não tenhais medo; estou aqui para vos
trazer uma grande comunicação".
"Se meu povo não quer submeter-se, sou forçada a deixar cair
o braço de meu Filho. É tão forte e tão pesado que não o posso
mais suster!
Há quanto tempo sofro por vós!
Dei-vos seis dias para trabalhar, reservei-me o sétimo, e não mo
querem conceder! É isso que torna tão pesado o braço de meu Filho.
E também os carroceiros não sabem jurar sem usar o nome de meu
Filho. São essas as duas coisas que tornam tão pesado o braço de
meu Filho.
Se a colheita se estraga é só por vossa causa. Eu vo-lo mostrei
no ano passado com as batatinhas: e vós nem fizestes caso! Ao contrário,
quando encontráveis batatinhas estragadas, juráveis usando o nome de
meu Filho. Elas continuarão assim, e neste ano, para o Natal, não
haverá mais.
Se tiverdes trigo, não se deve semeá-lo. Tudo o que semeardes será
devorado pelos insetos, e o que produzir se transformará em pó ao
ser malhado.
Virá grande fome. Antes que a fome chegue, as crianças menores de
sete anos serão acometidas de tremor e morrerão entre as mãos das
pessoas que as carregarem. Os outros farão penitência pela fome. As
nozes caruncharão, as uvas apodrecerão".
Depois a boa Senhora confia-lhes um segredo. E diz ainda:
"Se, se converterem, as pedras e rochedos se transformarão em
montões de trigo, e as batatinhas serão semeadas nos roçados".
"Fazeis bem vossa oração, meus filhos?"
"Não muito Senhora", respondem as crianças.
"Ah! Meus filhos! É preciso fazê-la bem, à noite e de manhã,
dizendo ao menos um Pai Nosso e uma Ave Maria quando não puderdes
rezar mais. Quando puderdes rezar mais, dizei mais".
"Durante o verão, só algumas mulheres mais idosas vão à
Missa. Os outros trabalham no domingo, durante todo o verão. Durante
o inverno, quando não sabem o que fazer, vão à Missa zombar da
religião. Durante a quaresma vão ao açougue como cães".
"Nunca viste trigo estragado, meus filhos?"
"Não, Senhora", responderam.
Então Ela se dirige a Maximino:
"Mas tu, meu filho, tu deves tê-lo visto uma vez, perto de
Coin, com teu pai. O dono da roça disse a teu pai que fosse ver seu
trigo estragado. Ambos fostes até lá. Ele tomou duas ou três
espigas entre as mãos, esfregou-as e tudo caiu em pó. Ao voltardes,
quando estáveis a meia hora de Corps, teu pai te deu um pedaço de pão
dizendo-te: 'Toma, meu filho, come pão neste ano ainda, pois não sei
quem dele comerá no ano próximo, se o trigo continuar assim' ".
Maximino responde:-
"É verdade, Senhora, agora lembro. Há pouco não lembrava
mais".
E a Senhora termina, dizendo:
"Pois bem, meus filhos, transmitireis isso a todo o meu
povo".
Cinco anos depois, em 19 de setembro de 1851, após os trabalhos
investigatórios de uma comissão de 16 experientes sacerdotes, e com
licença do papa Pio IX, bispo local, Dom Felisberto de Bruillard,
aprova solenemente a aparição de La Salette, publicando a seguinte
declaração:
"Nós
julgamos que a aparição da Santa Virgem a dois pastores, a 19 de
setembro de 1846, sobre uma montanha da cadeia dos Alpes, situada na
Paróquia de La Salette, no arciprestado de Corps, traz em si mesma
todos os caracteres da verdade, e que os fieis têm fundamento para
crer nela como indubitável e certa".
Muitos bispos determinaram que essa declaração fosse lida em toda a
sua diocese. Foi também publicada pelo L'Osservatore Romano,
de 4 de junho de 1852. Em 1 de maio de 1852, Dom Bruillard determina a
construção de um santuário no local da aparição. Vários milagres
confirmaram também a veracidade da visão.
É
interessante notar o quanto a mensagem de La Salette é oposta à
mentalidade da época em que vivemos.
Para começar, reparemos no modo com que se apresenta a Virgem:
veste-se com a mais perfeita decência, de vestido comprido e com a
cabeça coberta, e não como a maioria das mulheres de hoje, que
preferem usar roupas de homem – calças – em vez de vestidos, e
que, nas igrejas, em vez de usarem véu na cabeça, como mandava São
Paulo, preferem é se exibir com trajes escandalosos, profanando a
casa de Deus.
E
é com uma esplêndida coroa na cabeça que a Virgem se apresenta, símbolo
de Sua realeza universal, mas também silenciosa condenação da
Revolução de 1789, que insurgira-se contra a monarquia desejando
destruir todas as coroas em nome de um igualitarismo insensato e estúpido.
Os
videntes afirmaram ainda que Nossa Senhora chorou durante todo o tempo
da aparição... Lágrimas amargas de uma Mãe que vê Seus filhos
caminhando para o abismo do inferno; que vê um clero extremamente hábil
em nada fazer pelo triunfo de Deus; lágrimas choradas sobre um mundo
que de maneira alguma inspira ao Céu gaudium et spes ...
Muito longe de ter uma visão otimista dos tempos modernos, a Virgem
se mostra em extremo contrária a estes.
E por Suas palavras fica claro que Ela não compartilha nenhum pouco
da mentalidade romantizada que muitos fazem de Deus, imaginando-O como
um bonachão que aceita tudo, como um molenga incapaz de castigar a
quem quer que seja. Bem diferente disso, a Virgem vem precisamente
para ameaçar o mundo pecador com os justos castigos da cólera de
Deus. O braço de Seu Filho, adverte, está prestes a desferir um
golpe certeiro na legião dos ímpios, caindo sobre eles com todo o
peso da vingança divina.
A profanação do domingo, as blasfêmias, as juras, os desrespeitos
à Missa, o escárnio da Igreja, a falta de penitência na quaresma
– eis os motivos apontados pela Virgem como causadores da ira
divina. Todos pecados relacionados à virtude da religião e não à
'fraternidade', à 'justiça social' ou à 'reforma agrária' (por
onde já se vê que a Mãe do Céu definitivamente não é adepta da
CNBB)...
E se já naquele tempo os pecados contra o culto divino atraiam os
mais terríveis castigos, que não será hoje?
Que castigos não atrairão as Missas transformadas em palco de palhaçadas
e festival de profanações?
Que castigos não atrairá a verdadeira onda de comunhões indignas
que varre a Igreja pós-conciliar?
Haverá infernos suficientes para punir um seminário que, devendo
formar santos ministros do Altíssimo, serve é de escola de heresias,
fábrica de sacrilégios, motel de homossexuais e criadouro de lobos?
Diante desse lastimoso quadro, fica perfeitamente compreensível o Segredo
que Nossa Senhora confiou à Mélanie e Maximino, indicando-lhes o ano
de 1858 para sua publicação, segredo este que, devido a seu conteúdo,
se procurou silenciar de toda maneira.
Vejamos alguns trechos especialmente significativos deste segredo,
segundo a narrativa feita por Mélanie e entregue à Santa Sé.
"Mélanie, o que eu vou dizer-vos agora não ficará sempre
segredo, podereis publicá-lo em 1858". Interessante notar
que Nossa Senhora marca o ano de 1858, o ano em que iria aparecer em
Lourdes.
"Os sacerdotes, ministros de meu Filho, pela sua má vida, sua
irreverência e impiedade na celebração dos santos mistérios, pelo
amor do dinheiro, das honrarias e dos prazeres, tornaram-se cloacas de
impureza.
Sim, os sacerdotes atraem a vingança, e a vingança paira sobre
suas cabeças.
Ai dos sacerdotes e das pessoas consagradas a Deus, que pela sua
infidelidade e má vida crucificam de novo meu Filho!
Os pecados das pessoas consagradas a Deus bradam ao Céu e clamam
por vingança, e eis que a vingança está às suas portas, pois não
se encontra mais uma pessoa que implore misericórdia e perdão para o
povo; não há mais almas generosas, não há mais ninguém digno de
oferecer a Vítima imaculada ao [Pai] Eterno em favor do mundo".
A Virgem Maria aponta, antes de mais nada, os pecados dos sacerdotes e
religiosos como a causa maior da ira de Deus.
E, de fato, para se compreender a gravidade do pecado de um sacerdote,
seria preciso compreender a santidade do Sacrifício que através do
sacerdote se renova no altar. Por isso, o pecado mortal em um
sacerdote ofende incalculavelmente mais a Deus do que num simples
leigo.
A Virgem chega a chamar os padres indignos de "cloacas de
impureza", ou seja, de fossas imundas. Isso equivale a dizer que
o Céu tem um nojo extremo do padre em pecado mortal e que Nosso
Senhor tem tanta repugnância em ser comungado por esse padre quanta nós
teríamos em ser mergulhados num poço de excrementos...
A vingança, e não a benção, é o que a Mãe de Deus anuncia para o
clero moderno, "aggiornatto", cujos pecados bradam aos Céus.
E se já em 1846 os pecados do clero bradavam aos Céus, que não será
hoje?
Se já em 1846 não havia mais mãos puras para oferecer o Sacrifício
da Missa, que dizer da situação atual?
Que dizer dos inúmeros padres que todos os dias cometem a barbaridade
de rezar a Missa em estado de pecado mortal, e isso por anos e anos?
Que dizer dos inúmeros padres que fazem questão de não passar um
dia sem comungar sacrilegamente?
Que dizer dos inúmeros padres que vivem tão mergulhados na
imoralidade quanto porcos na lama?
Verdade seja dita: nenhuma classe de pessoas na história jamais
ofendeu tanto a Deus e mereceu tanto o inferno quanto o clero pós-Vaticano
II.
Sodoma e Gomorra eram praticamente santas perto dos seminários de
hoje em dia.
Chega ao ponto de já podermos acrescentar um quarto nome à clássica
lista dos inimigos da alma: demônio, carne, mundo e clero moderno...
E ninguém venha dizer que somos demasiadamente críticos, que devíamos
levar em consideração os raros padres bons que sobraram... Ora, em
1846 com certeza havia ainda muitos padres bons, viviam inclusive
padres santos, como S. João Maria Vianney, Sto. Antônio Maria Claret
e S. João Bosco, mas, no entanto, toda a atenção da Virgem de La
Salette se prendeu unicamente aos padres maus, sem levar nem os santos
em consideração, como faria o médico que, ao diagnosticar uma doença,
prende toda a sua atenção aos órgãos atingidos e não aos sadios.
Ser otimista diante da situação atual do clero é o mesmo que ficar
contente com o fato de um canceroso ainda ter as unhas em bom
estado...
A Virgem ainda diz:
"Os chefes, os condutores do povo de Deus,
negligenciaram a oração e a penitência, e o demônio obscureceu
suas inteligências; transformaram-se em estrelas cadentes, que o
velho diabo arrastará com sua cauda para fazê-los perecer".
Aqui a Virgem ataca os defeitos do clero no que se refere à vida
espiritual e à vida intelectual.
De fato, o clero contemporâneo tem muito tempo para assistir televisão
ou participar do MST, mas tempo para rezar não tem.
E porque não rezam, privam-se do socorro da graça atual.
E sem o socorro da graça é impossível que consigam resistir aos
assaltos dos espíritos malignos, que têm o máximo interesse em
roubar almas sacerdotais...
De penitência, então, nem se fale. O que o clero do Vaticano II quer
é vida boa, o mais cômoda possível. Daí a suma importância dada
ao dízimo, afinal, conforto, descanso e prazeres custam algum
dinheiro...
Quanto à vida intelectual do clero de hoje, duas palavras a
caracterizam: ignorância e heresia.
Por um lado, o processo de "idiotização" do clero faz com
que padres e seminaristas já não sejam capazes sequer de responder
as perguntas de um catecismo infantil antigo. Por outro, ainda que
soubessem essas respostas, discordariam delas, uma vez que estão com
a mente completamente obscurecida por erros e heresias.
Tendo por condutores sujeitos como esses, como esperar do povo
qualquer emenda e melhora? O resultado é a degradação sempre maior
da sociedade, acabando de encher o vaso da cólera de Deus, como diz a
Virgem:
"Deus vai golpear de modo inaudito. Ai dos habitantes da
Terra! Deus vai esgotar Sua cólera, e ninguém poderá fugir a tantos
males acumulados".
"A sociedade está na iminência dos flagelos mais terríveis
e dos maiores acontecimentos; deve-se esperar ser governada por uma
chibata de ferro e beber o cálice da cólera de Deus".
E uma tremenda apostasia, principalmente no meio do clero, é
profetizada:
"Muitos abandonarão a fé, e o número dos sacerdotes e
religiosos que se afastarão da verdadeira religião será grande;
entre essas pessoas se encontrarão até bispos".
"No ano de 1864, Lúcifer e um grande número de demônios serão
liberados do inferno; eles abolirão a fé pouco a pouco, até nas
pessoas consagradas a Deus; eles as cegarão de tal maneira que, salvo
uma graça particular, adquirirão o espírito desses maus anjos;
muitas casas religiosas perderão inteiramente a fé e perderão
muitas almas".
"O Vigário de meu Filho terá muito que sofrer, porque
durante algum tempo a Igreja será entregue a grandes perseguições;
será o tempo das trevas, e a Igreja passará por uma crise
pavorosa".
"Nos conventos, as flores da Igreja serão apodrecidas e o demônio
tornar-se-á como que o rei dos corações. Que os dirigentes das
comunidades religiosas estejam atentos em relação às pessoas que
devem receber, porque o demônio usará de toda sua malícia para
introduzir nas ordens religiosas pessoas entregues ao pecado, pois as
desordens e o amor dos prazeres carnais estarão espalhados por toda a
Terra".
"Tremei, ó Terra, e vós que fizestes profissão de servir a
Jesus Cristo, mas que no vosso íntimo adorais a vós próprios;
tremei, pois Deus vai entregar-vos a Seu inimigo, porque os lugares
santos estão imersos na corrupção; muitos conventos não são mais
casas de Deus, mas pastagens de Asmodeu e os seus [demônios]".
Será muito difícil reconhecer nos tempos pós-Vaticano II o
cumprimento exato dessas palavras da Virgem de La Salette?
Se alguma época da história da Igreja merece o nome de "tempo
das trevas", é a que se abre com o Concílio Vaticano II.
Noite escura, noite tenebrosa, infestada de lobos usando mitras...
Tempo da mentira, era do sacrilégio, idade das heresias...
Após o Concílio, e em conseqüência dele, tem início a mais
pavorosa crise na Igreja em todos os tempos: protestantização da
Missa, generalização dos sacrilégios, abandono da apologética, fim
das missões entre os infiéis, fim da luta para converter os hereges,
proliferação incontida de todo tipo de abusos, defecção em massa
das almas consagradas, triunfo do Modernismo, etc, etc.
Nossa Senhora advertia que, nessa noite escura da Igreja, só por
efeito de uma graça particular escaparia alguma alma consagrada fiel
a Deus. As outras – e é gravíssimo isto que a Virgem está dizendo
– "adquirirão o espírito dos maus anjos", quer dizer,
salvo poucas exceções, os padres e religiosos seriam como que demônios,
pensando, falando e agindo como demônios...
E será que nós, que vemos com nossos próprios olhos o aconteceu
depois do Vaticano II, poderíamos dizer que a Virgem se equivocou?...
O fato é que a Virgem Santíssima, em La Salette, chamou os padres e
religiosos modernos de demônios. Se alguém discorda, que reclame com
a Mãe de Deus.
E como não comparar a demônios estes padres e religiosos que
trabalham sem cessar pela perda das almas? Que parecem fazer da repetição
de sacrilégios o seu principal ofício? Que nada consegue convencer a
mudarem de vida?
Parece que são escolhidos a dedo os piores indivíduos para serem
padres.
E os que ainda não são tão ruins, cruzam os braços e escondem a
cabeça numa vergonhosa mistura de inércia e covardia. E não fazem
nada contra os inimigos de Deus.
Nossa Senhora fala das casas religiosas que perderiam inteiramente a fé
e seriam a causa da perdição eterna de muitas almas.
Só para citar um caso dentre inúmeros outros, em um determinado
seminário redentorista do Brasil, há não muito tempo atrás, certa
noite o padre reitor chegou bêbado em casa, mandou todos os
seminaristas entrarem na kombi do seminário, dizendo que lhes faria
uma surpresa. E sabem aonde o digníssimo filho de Santo Afonso levou,
sob obediência, os seus seminaristas? A uma boate noturna...
(E o que essas reticências ocultam não foi propriamente uma Santa
Missão...).
E esses vagabundos ainda têm coragem de vir pedir nosso dízimo para
patrocinar suas "festinhas"?
Imagine uma serpente cobrando por seus botes. Acabou de imaginar seu pároco.
Ah! Tolo quem se deixa enganar por esses filhos do Vaticano II, que
infeccionam as almas com o veneno do inferno e ainda querem receber
por isso!
Mas a Virgem também não se esqueceu de atacar a imprensa:
"Os maus livros abundarão sobre a Terra".
Lógico que sob a expressão "maus livros" a Virgem
designava a imprensa de modo geral. Se usasse o termo "televisão"
não seria compreendida em 1846...
A desordem absoluta é a conseqüência natural do esquecimento da Fé.
A Virgem anuncia o caos na sociedade, caos que hoje presenciamos
perfeitamente, dizendo:
"Os espíritos das trevas espalharão por toda parte um
relaxamento universal em tudo o que se refere ao serviço de
Deus".
"Tendo sido esquecida a santa fé em Deus, cada indivíduo
desejará guiar-se por si próprio (...). Serão abolidos os poderes
civis e eclesiásticos; toda a ordem e toda justiça serão calcadas
aos pés; não se verá outra coisa senão homicídios, ódio, inveja,
mentira e discórdia, sem amor pela pátria nem pela família".
"Os governantes civis terão todos um mesmo objetivo, que
consistirá em abolir e fazer desaparecer todo princípio
religioso".
Aqui a Virgem denuncia a conspiração universal dos governos contra a
realeza de Nosso Senhor. E, de fato, as aprovações do aborto, da
aberração do "casamento" gay, da eutanásia, a distribuição
em massa de preservativos, a educação sexual imoral nas escolas, etc,
outra coisa não significam senão uma declaração de guerra contra
Deus. E a tragédia maior é que justo nessa hora os que mais deviam
lutar por Deus, ou são covardes ou são cúmplices dos inimigos ou as
duas coisas, isto é, membros da CNBB...
"O Santo Padre sofrerá muito. Eu estarei com ele até o fim,
para receber o seu sacrifício".
Quando um Concílio trai a Fé, só o sangue de um Papa pode concertar
o estrago...
Será Bento XVI esse Papa cujo sacrifício o Céu aguarda?
Há muito tempo um Papa não desperta tanto ódio por parte dos
inimigos de Deus quanto atualmente Bento XVI.
Por um lado Bento XVI está enterrando o Vaticano II. Por outro já
correm rumores de que está tudo preparado para, uma vez morto Bento
XVI, realizar-se o Vaticano III e completar de vez a apostasia começada
no II.
Talvez o pior ainda esteja por vir...
Só Deus sabe o que nos espera, mas, seja como for, a Virgem de La
Salette nada deixa a desejar em clareza ao dizer que:
"Roma perderá a fé e se tornará a sede do Anticristo".
Isso, é claro, não significa o fim da Igreja. A Igreja é indefectível.
Sempre ficará ao menos um resto fiel. Ao menos um resto não se
curvará perante o mundo moderno.
E é a esse pequeno resto que a Virgem apela, dizendo:
"Que vosso zelo vos faça como que famintos da glória e honra
de Jesus Cristo.
Combatei, filhos da luz, pequeno número que isto vedes; pois aí
está o tempo dos tempos, o fim dos fins".
"Combatei", diz a Virgem. Não "dialogai".
Ao combate contra os ímpios a Virgem nos convoca. Não ao Campeonato
Mundial de Tolerância. A Mãe de Deus não pode aceitar a auto-demolição
da Igreja. E muito indignos e criminosos seremos se a aceitarmos nós.
Não podemos tolerar que um clero imoral continue a profanar o Santíssimo
Sacramento debaixo de nossos olhos, com missas e comunhões sacrílegas.
Não podemos tolerar que um clero herético continue a ensinar
absurdos nos púlpitos e confessionários onde devia brilhar o sol da
Verdade católica.
Não podemos tolerar que um clero vadio continue a levar as almas para
o inferno com sua inércia para todo bem e hiper-atividade para todo
mal.
A raiz de todas essas desgraças têm de ser extirpada. E essa raiz é
o Concílio Vaticano II.
Quem dera que fôssemos tão contra o Vaticano II quanto Nossa Senhora
o é!
Nossa "intolerância" não é nada perto do ódio da Virgem
contra o Modernismo.
Ela vai esmagar a cabeça da Serpente. Vai liquidar com o Vaticano II.
Vem a hora em que a Virgem lavará seus pés com o sangue dos inimigos
de Deus. Longe de desanimar, agora é que mais devemos lutar.
Como soldados da Virgem.
A vitória é certa. .... Mas só depois da guerra.
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OBS: As terríveis histórias que têm nos sido enviadas sobre os
seminários, e que estão acontecendo agora, debaixo de nossos
narizes, mas longe dos narizes dos bispos que deveriam tomar medidas
neste sentido são de deixar qualquer católico abalado.
Infelizmente a maioria dos católicos desconhece o drama que acontece
dentro da nossa Igreja. Eles pensam que tudo vai bem, que tudo assim
está bom, que é normal, entretanto estamos vivendo no olho de um
furacão de apostasia. Digo isso para todos rezem, rezem, rezem pela
Igreja e pelo Santo Padre.
De fato, como este articulista diz, o Papa Bento XVI tem provocado a
ira do inferno. Nos últimos exorcismos, quando são obrigados por
Nossa Senhora a falar a verdade os demônios revelam a fúria de Lúcifer
contra nosso papa, que em dois anos conseguiu demolir com quase tudo
aquilo que ele tinha conseguido nos últimos 20 anos.
Ele continua a reafirmar todas as grandes verdades da fé, luta
para derrubar o Concílio pastoral Vaticano II, para trazer de volta a
Santa Missa de verdade, e mudou as regras da eleição alteradas pelos
servos de satanás durante os anos de fraqueza do Papa João Paulo II.
Também expulsou certos cardeais de seus cargos, e suas encíclicas e
homilias têm sido de uma luminar clareza, fruto da sua condução
pelo Espírito Santo.
Tudo isso enfurece o inferno, e enfurece a 2ª besta, aquela
infiltrada dentro da Igreja. Nós já amostramos que aos poucos, lá e
cá, surgem notícias da aplicação do Catecismo de satanás, que há
anos viemos anunciando que já se acha impresso e que circula nos
meios hereges. Há indícios, também, de que realmente eles preparam
outro concílio o Vaticano III para “aprovarem” tudo aquilo que o
demônio lhes pede.
Como esta falsa Igreja já aceitou da ONU em 11/04/2002 uma das 10
cadeiras dos grandes divulgadores do Catecismo Negro, basta que seja
eliminado ou se retire o Papa Bento XVI, para que tudo isso se
confirme e se consume.
A Igreja católica corre graves riscos, e embora saibamos que o demônio
nunca a irá conseguir derrubar – falo da Igreja da Rocha de Pedro,
a do papa Bento XVI, e não da igreja dos modernistas de satanás –
verdade é que o abalo vem, pois o que é podre terá que cair. E cairá,
nem que 90% dos católicos venha a ficar do lado da falsa igreja.
Fonte:
Recados do Aarão
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