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29/12/2007
SEITA
SUICIDA
O
texto que segue nos dá uma visão bem focalizada e real da síndrome
do "aquecimento global" do planeta, que claramente vem sendo
usada pela besta, com vistas a dizimar as populações, e num extremo
nefando, literalmente acabar com a raça humana, deixando o planeta
livre para os "animais em extinção". Vejam até que ponto
chega a loucura, o ódio de satanás contra Deus e contra o homem.
Tal pregação suicida, somente pode advir de sequazes do diabo, que
falam pela boca dele. De Deus é que não vem tais projetos, pois Deus
é vida, e o homem é a grande vida da terra, a que mais interessa a
Deus. Em contrapartida é a que menos interessa ao diabo. Por isso, e
seus agentes ricos, a querem eliminar.
Então, quando você observa esta pregação xiita em favor dos
animais, e este repto odioso contra a vida humana, saiba que por trás
dele está o anticristo, e tudo isso prova que ele está vivo e age
com fúria por trás dos bastidores. Eles trazem estatísticas
mentirosas, imensidões de dados forjados, que acabam alarmando as
pessoas, e achando mesmo que devem se matar, e que assim estão
colaborando com a sobrevivência da humanidade. A que extremo nós
chegamos, sinal dos tempos sem dúvida.
Deus comanda tudo. Continua comandando tudo! Continuará comandando
tudo, embora possa deixar sim, que o homem prove um pouco do veneno de
satanás. Sim, os polos estão derretento, as geleiras idem nalguns
lugares, mas por incrível que possa parecer noutros a temparatura
caiu a níveis assustadores. E assim vai! E assim irá!
Adiante sim, virá um grande transtorno climático, provocado pelo
homem: a guerra atômica! Então até as potências do Céu serão
abaladas. Mas esta é outra história! Veja o artigo...
===X===
A seita suicida do aquecimento global
Don Feder
O movimento do aquecimento global vem sendo comparado a uma religião
— apesar de não ter Deus, tem uma visão sobre pecado e
arrependimento, condenação e salvação.
Imita de maneira péssima uma religião. Uma religião de verdade
melhora a condição humana incentivando comportamento moral em obediência
à vontade de Deus. Os proponentes do aquecimento global estão
criando uma seita suicida, que — se for seguida até sua conclusão
lógica — levará à extinção dos seres humanos.
Esqueça o Tratado de Kyoto. Esqueça o destrutivo projeto de lei
Lieberman-Warner que corta as tão chamadas emissões do gás estufa
em 70% até o ano 2050, o que custaria aos EUA aproximadamente $1
trilhão e traria como conseqüência a perda de 3.4 milhões de
empregos. Isso é só o começo.
No final, a cruzada do aquecimento global é um ataque frontal à
procriação, à família e ao futuro da humanidade.
Na edição de 9 de dezembro da Revista Médica da Austrália, o
Professor Barry Walters recomenda “o imposto do bebê”, que
taxaria em $5.000 o primeiro bebê e um imposto anual de $800 por cada
bebê adicional, sobre as famílias com mais de dois filhos.
“Todo bebê recém-nascido na Austrália representa uma fonte
potente de emissões de gás estufa por uma média de 80 anos, não
simplesmente por respirar, mas por consumir de modo esbanjador os
recursos típicos da nossa sociedade”, escreve Walters, que chama a
procriação de “conduta anti-social que provoca o efeito estufa”.
Walters terá dificuldade de encontrar famílias a quem taxar. O índice
de fertilidade da Austrália (o número de crianças que em média uma
mulher tem) é 1.75 — bem abaixo do nível de substituição (2.1) e
menos da metade do que era em 1960 (3.6).
Angela Conway, da Associação da Família Australiana, acha que
Walters deveria pagar seu próprio imposto de gás. “Penso que
professores que se julgam importantes e que têm idéias idiotas
deveriam pagar imposto de carbono por todo o ar quente que eles
criam“, diz Conway.
Além do açoite de impostos a serem administrados às famílias que
teimosamente continuam a procriar, Walters diz que ele quer que o
governo australiano considere medidas de controle populacional
semelhante às medidas da China comunista, com sua política que impõe
um único filho por família. Essa política é reforçada com
penalidades draconianas, esterilização e abortos forçados.
Na Inglaterra, um grupo chamado Fundo de População Ótima tem a
mesma agenda. O Fundo está horrorizado com um insignificante aumento
no índice de nascimentos — de 1.8 em 2005 para 1.87 em 2006.
O Fundo observa que o consumo de energia, ou “pegadas de carbono”,
durante a vida inteira de uma criança que nasce na Inglaterra hoje é
o equivalente de 620 viagens, de ida e volta, entre Inglaterra e EUA.
O Fundo pede ao governo que use a força nos ingleses que não seguem
o modelo da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que
promove políticas de aborto e apóia a política chinesa de controle
da natalidade compulsório.
Os alarmistas do aquecimento global vêem as pessoas apenas como
consumidoras de energia (ou geradoras de poluição), jamais como
criadores em potencial — por exemplo, de uma lâmpada ou motor mais
eficiente, ou de um novo meio de limpar o meio-ambiente.
A turma do efeito estufa está numa paixão cega, que virou moda.
“O crescimento da população humana é a suprema questão
ambiental”, diz Ric Oberlink, porta-voz da entidade (de nome
sinistro) Californianos a favor da Estabilização da População.
“O aquecimento global é um problema bem sério, mas é apenas um
componente do problema do excesso de população”.
Ric (a eliminação da vogal “o” é a contribuição dele para
conservar o meio-ambiente) afirma que o problema não é apenas
pessoas em excesso, mas também americanos em excesso que, por sua própria
natureza má, consumirão energia demais durante suas vidas. Os
americanos são “de longe os consumidores mais vorazes e os maiores
produtores de gases estufa per capita entre países do mundo”,
observa Ric.
Para Ric, é irrelevante o fato de que os EUA passaram o século
passado despejando prosperidade no resto do mundo (sem mencionar que
os EUA derrotaram os dois sistemas totalitários de governo que mais
espalharam o terror no século 20). O negócio dele é só o consumo
voraz e a grande produção dos americanos.
“Uma solução para resolver a crise (um globo quente) é as pessoas
pararem de ter tantos bebês”, diz um texto de 14 de março escrito
por Dave Johnson naquela fonte de idiotices, o jornal The Huffington
Post. “Já gastamos todas as áreas de pesca. O gado sendo criado
para alimentar tantos comedores de carne é um problema tão grande
quanto os carros que estamos dirigindo”. Assim, a solução é
pararmos de ter bebês e nos tornarmos vegetarianos que andam só de
bicicletas.
“A explosão populacional provocou transtornos graves nas relações
ecológicas entre os seres humanos e o meio-ambiente”, adverte o
Sierra Club. “Em reconhecimento da crescente magnitude dessa questão
de conservar o meio-ambiente, o Sierra Club apóia um programa bem
expandido de educação sobre a necessidade do controle
populacional”. A esquerda está realmente envolvida na questão de
controle.
O fanatismo do aquecimento global parece chegar ao ponto de ter nojo
de si mesmo. Em 1989, David Graber, então biólogo do Serviço
Nacional de Parques, foi citado no jornal Los Angeles Times com a
seguinte observação: “A felicidade humana e certamente a
fecundidade humana não são tão importantes quanto um planeta
selvagem e saudável. Conheço cientistas sociais que me recordam que
as pessoas são parte da natureza, mas isso não é verdade… Nós
nos tornamos uma praga sobre nós mesmos e sobre a Terra. Até que
chegue tal tempo em que o homo sapiens decida se juntar novamente à
natureza (vestindo fibras naturais e vivendo em árvores?), tudo o que
alguns de nós poderão fazer é esperar que surja o vírus certo”.
E eles se chamam misantropos [indivíduos que têm aversão à
sociedade humana].
Em 1991, Jacques Cousteau escreveu: “A fim de se estabilizar a
população mundial, temos de eliminar 350.000 pessoas por dia. É uma
coisa horrível de se dizer, mas é igualmente ruim na dizê-la”.
Será que o que Cousteau tinha em mente era a praga certa? Um
palestrante no Fórum da Condição Mundial de Gorbachev em 1996 em
San Francisco propôs a redução da população mundial em 90%. Ele não
especificou o método.
A maioria dos alarmistas do aquecimento global contenta-se em fazer
predições absurdas e induzir pânico, enquanto ao mesmo tempo eles
se negam a declarar ao público seus planos mais importantes.
Assim, ao aceitar seu prêmio Nobel politicamente correto, Al Gore (o
“Herman, o Monstro” do aquecimento global) declarou: “Começamos
a travar guerra contra a própria Terra”. Gore prediz que “a
destruição da camada de ozônio poderia fazer com que os níveis dos
mares subissem 6 metros neste século”. Isso ocorreria antes ou
depois de a cidade de Nova Iorque ser coberta por uma geleira, do
jeito que mostra o filme “The Day After Tomorrow” (O Dia Depois de
Amanhã)?
Numa coluna de domingo no jornal New York Times (“É tarde demais
para depois”), Thomas L. Friedman chia: “O fato de que o
aquecimento global está agora tendo tal efeito observável nas
colunas de nosso ecossistema — como o gelo do mar dentro do Círculo
Ártico, que um novo estudo (convenientemente não mencionado) diz que
poderia desaparecer inteiramente durante os verões até o ano de 2040
— é com certeza um grande fator (na mudança da “consciência
global”). Mas o outro lado é o poder voraz da economia global de
hoje, que vem criando uma situação em que o mundo não só está
ficando quente, mas está sendo estuprado”. Olhe para o lado
positivo: Quando Friedman está tagarelando sobre o meio-ambiente,
pelo menos ele não está dizendo besteiras sobre o Oriente Médio.
Apesar dos pessimistas, o aquecimento global não é um fenômeno
observável. É por isso que a histeria é parte essencial da campanha
publicitária. Escrevo este artigo observando, através da janela da
minha casa na Nova Inglaterra, 30 cm de neve e gelo — em plena
metade de dezembro!
Conforme informou um grupo de cientistas num estudo publicado na edição
online da semana passada da Revista Internacional de Climatologia,
durante as três décadas passadas, as previsões de modelos de mudanças
climáticas geradas por computador (nas quais confiam os alarmistas do
aquecimento global) não têm uma correlação com dados reais e
mensuráveis de balões meteorológicos e satélites em orbita.
Mas essa é apenas a ponta da cobertura de gelo do Ártico (que, a
propósito, não está diminuindo).
De acordo com o Centro Meteorológico MetSul do Brasil, neste ano a
cobertura de gelo do Ártico está dentro do 1% da norma de inverno, e
o inverno acabou de começar. O gelo na camada de gelo polar sul
cresceu de modo significativo, comparado ao ano passado.
O cardeal australiano George Pell, arcebispo de Sydney, comenta que a
temperatura atmosférica de Marte subiu 0.5 graus Celsius. Se tão
somente os marcianos parassem de ter tantos bebês com imensas pegadas
de carbono e começassem a andar de bicicletas…
O especialista em furacões William Gray da Universidade Estadual do
Colorado crê que a terra começará a se esfriar dentro de 10 anos.
Neil Frank, ex-diretor do Centro Nacional de Furacões, chama o
aquecimento global “um trote”.
Richard Lindzen, professor de meteorologia no Instituto de Tecnologia
de Massachusetts, indica que a Europa era bem mais quente na Idade Média
do que é hoje. Mas o século XVII era muito mais frio. (Então, não
era raro o rio Thames congelar no inverno.) Em outras palavras — por
favor, preste atenção, Al Gore — a Terra passa por ciclos periódicos
de aquecimento e esfriamento, sem nenhuma relação com emissões de
carbono.
Há hoje aproximadamente 22.000 ursos polares, em comparação com os
5.000 que havia há 60 anos. Ao que tudo indica, os ursos adoram os
efeitos do aquecimento global em seu meio-ambiente — veja a preferência
deles por óculos de sol e camisetas havaianas.
A temperatura na Groelândia é mais baixa hoje do que era em 1940.
Mil anos atrás, os colonizadores vikingues preparavam colheitas na
Groelândia, que era uma região realmente verde. Lamentavelmente,
eles começaram a dirigir modernos pick-ups e a queimar combustíveis
fosseis para fazer funcionar suas fábricas do século XI.
Brincadeiras de lado, com tanta produção e colheitas dos vikingues,
a Groelândia teria de ser um lugar quente hoje, certo? Mas hoje é
uma região cheia de gelo.
Reid Bryson, professor emérito da Universidade de Wisconsin em
Madison, considerado o pai da climatologia científica, explica:
“Nos 300 anos passados, estamos saindo de uma Pequena Era Glacial.
Por 300 anos, não estamos fazendo dióxido de carbono demais”.
Com as informações que temos hoje sobre mudança climática durante
os 12.000 anos passados (com base em relatos e dados históricos como
anéis de crescimento nas árvores) os ciclos de aquecimento e
esfriamento da Terra coincidem exatamente com a atividade magnética
do sol.
E quanto ao consenso científico em favor de um aquecimento global
provocado pelo homem, agenciado por Al Gore e companhia? É um mito. Há
muitos cientistas com a coragem de chamá-lo de fraude — o
equivalente do século XXI do Homem de Piltdown. Outros ficam em silêncio
porque foram intimidados. Os cientistas que estão dispostos a seguir
a idéia do aquecimento global recebem estabilidade profissional,
assistentes de pesquisa, verbas e reconhecimento de seus colegas.
Conforme explica Lindzen: “Os cientistas que divergem do alarmismo
viram seus financiamentos desaparecerem, seu trabalho ridicularizado e
eles mesmos classificados como palhaços”. Os insultos são cruéis.
Lindzen diz: “Posso agüentar ser chamado de cético porque todos os
cientistas têm de ser céticos, mas então começaram a nos chamar de
negadores, com todas as conotações do Holocausto (negadores). Isso
é grosseria”.
Lindzen é um daqueles que comparam o dogma do aquecimento global a
uma religião. “Você crê no aquecimento global? Essa é uma questão
religiosa. A segunda parte da questão também é: Você é um cético
ou crente?”
O professor está enganado. O aquecimento global é uma religião
apenas no sentido das religiões suicidas de Jim Jones e Heaven’s
Gate.
Em sua variação mais extrema, o aquecimento global é uma seita
suicida cujos profetas e sacerdotes empolgam-se com a idéia da extinção
em massa da humanidade.
Embora muitos alarmistas do aquecimento global se contentem apenas em
repelir a revolução industrial, e outros favoreçam o fim da
civilização por meio de uma redução gradual da população (a nível
mundial, os índices de fertilidade caíram em 50% no século passado,
mas eles continuam com sua propaganda de uma explosão populacional),
outros são mais ambiciosos.
O ódio para com a humanidade sempre esteve por trás da agenda da
esquerda. Os filósofos do Iluminismo odiavam a humanidade porque
nossa natureza não queria se adaptar às idéias utópicas deles.
Os marxistas nos odiavam porque éramos animais egoístas que
estupidamente se recusavam a adotar o socialismo científico. Ah, o
mau uso da ciência.
Uma geração anterior de ecologistas nos odiava por poluir, por
saquear as florestas virgens com arranha-céus e shopping centers, por
não permitir que eles contemplassem a natureza original de suas casas
de férias.
Os ativistas de direitos dos animais nos odeiam por dominar outras espécies.
E os alarmistas do aquecimento global nos odeiam por ter filhos, por não
dirigir carros híbridos, por destruir a camada de ozônio com emissões
de CO2, por tornar a vida de pingüins e ursos polares miserável e
— de acordo com o cenário de pesadelo que eles pintam — por
acabar fazendo a Terra inabitável.
Daí, a conclusão inevitável: O mundo ficaria melhor se todos nós
estivéssemos mortos.
“Considerando o desaparecimento total e absoluto do homo sapiens,
então não só a comunidade de vida da Terra continuaria a existir,
mas com toda a probabilidade, seu bem-estar melhoraria. Em resumo:
nossa presença não é necessária”, comenta Paul Taylor em
“Respeito pela Natureza, uma Teoria de Ética Ambiental”.
“Não temos problemas em princípio com seres humanos reduzindo seus
números matando uns aos outros. É um excelente jeito de extinguir os
seres humanos”, disse uma criatura porta-voz da Frente de Liberação
Gaia.
“Os seres humanos, como espécie, não são mais valiosos do que uma
lesma”, declarou John Davis, editor da revista Earth First (Em
Primeiro Lugar, a Terra).
No livro “O Mundo Sem Nós”, Alan Weisman celebra o que ele vê
como a extinção inevitável da humanidade, à medida que as
florestas e os animais selvagens reivindicam nossas cidades.
Há até um Movimento Voluntário da Extinção Humana (MVEH), que se
descreve como “a alternativa humanitária aos desastres humanos”.
O MVEH explica que “a alternativa promissora para a extinção de
milhões de espécies de plantas e animais é a extinção voluntária
de uma espécie: Homo sapiens… nós”.
Continuando com essa linha bem humorada de pensamento: “Quando todo
ser humano decidir parar de procriar, a biosfera da Terra poderá
voltar à sua glória original, e todas as criaturas restantes serão
livres para viver, morrer, se desenvolver… e talvez se extinguir,
como tantos dos ‘experimentos’ da Natureza fizeram durante as
eras”. Será que é por isso que os liberais parecem estar
desaparecendo?
O movimento em favor da extinção dos seres humanos pode ser apenas
um bando de extremistas da ideologia do aquecimento global. Mas a
conclusão deles é a expressão lógica da natureza do movimento do
aquecimento global. Por que se contentar com a extinção gradual da
humanidade por meio de índices de nascimento abaixo do nível de
substituição e por meio da desindustrialização quando podemos
realizar a mesma coisa numa geração? (Para outros alarmistas do
aquecimento global, o desejo deles de morte ocorre mais no
subconsciente.)
Mas em vez de terem a decência de simplesmente se matarem, eles
sentem necessidade de deixar uma mensagem — como os pobres caras
insociáveis que foram a um shopping center com um rifle para ver
quantos inocentes eles poderiam levar junto com eles.
Se você vir Al Gore num shopping center com o que parecer um rifle
— corra.
Don Feder é um famoso colunista social judeu dos EUA.
Artigo original: The Global Warming Suicide Cult
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br;
www.juliosevero.com
Fonte: DonFeder.com
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