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23/10/2007
Valor
da Oração
O
Valor da oração(Gentileza Thomas)
Prof. Johan Malan
A oração é uma das mais importantes actividades cristãs. Através
da oração uma pessoa mantem um caminhar íntimo com o Senhor, e lança
a fundação para o êxito de outras actividades espirituais. A oração
também garante a vitória na luta contra Satanás, ao
comprometermo-nos pela fé a proteger e cuidar do Grande Vencedor
Jesus Cristo. O Dr. Andrew Murray disse: “Estou convencido de que nós
nunca apreciaremos por completo o grande significado da oração,
enquanto a olharmos apenas como veículo para sustentar a nossa própria
vida espiritual. Mas se aprendermos a olhá-la como a mais importante
tarefa que nos foi confiada, a base e fôrça de todo o nossso labor,
então compreenderemos que não há nada que nós devamos estudar e
praticar como a arte de orar correctamente”.
O pedido dos discípulos a Jesus foi: “Senhor, ensina-nos a orar”
(Lucas 11:1). Nós apenas podemos aprender a arte da verdadeira oração
e intercessão, com o Grande Intercessor Jesus Cristo. É uma escola
em que devemos crescer em graça e conhecimento (2 Pedro 3:18). Embora
a oração, na sua forma inicial, seja tão simples que mesmo a mais
pequena criança pode orar, ao mesmo tempo ela é a mais elevada forma
de dedicação a que os crentes são chamados.
Factores que influenciam a oração
Há três realidades importantes que nós, como seguidores de Cristo
devemos considerar, ao investigarmos o papel e a importância da oração
nas nossas vidas.
Livre arbítrio. Deus decretou soberanamente que o homem deve ter
vontade própria para decidir sôbre escolhas de carácter moral.
Através da Sua Palavra e do Espírito Santo dentro de nós, Êle deu
à mente dos crentes olhos iluminados, para compreenderem a Sua
vontade e tomarem as decisões correctas. Êle experimenta-nos para
ver se procedemos dessa maneira. Se o não fizermos, então estamos a
agir na carne e, consequentemente, estamos a resistir à Sua vontade
(Ver. Gal. 5:16-17).
Quanto mais cheios do conhecimento da Sua vontade estivermos (Col.
1:9), mais a desejaremos obedecer. Mas para estarmos nesta posição,
devemos crucificar a carne e ser transformados pela renovação da
nossa mente, para podermos verificar qual é a bôa, aceitável e
perfeita vontade de Deus (Rom. 12:2). Trata-se da renovação da nossa
total submissão a Cristo, para nos tornarmos como Êle de maneira
mais completa. Para atingirmos êste objectivo, torna-se necessário
adoptar numa base diária o papel inter-activo da oração e do estudo
bíblico.
A fraqueza da nossa carne. Mesmo que a nossa velha natureza (a carne),
possa ser crucificada, como cristãos nós estamos sujeitos às
fraquezas e enfermidades do corpo humano (chamadas também a
‘carne’, como acima referimos)). A santidade é a única solução
para êste problema. Paulo diz: “Eu falo-vos em têrmos humanos
devido à fraqueza da vossa carne… Agora apresentai os vossos
membros como escravos da rectidão para santidade” (Rom. 6:19).
Estas fraquezas são as limitações da nossa fôrça, conhecimento,
fragilidade emocional e também a possibilidade de sermos tentados
através dos nossos sentidos. Uma vez que as fraquezas inerentes à
nossa condição humana não são por si próprias pecado, Cristo
compreende-as: “Porque nós não temos um Sumo Sacerdote que não
possa compreender as nossas fraquezas… Portanto, aproximemo-nos
ousadamente do trono da graça, para que possamos obter compaixão e
encontrar graça que nos ajudem na hora da necessidade” (Hebr.
4:15-16). Que bela razão para continuarmos em oração!
Vencer num mundo vil. Nós vivemos num mundo controlado pelo diabo (João
14:30; 2 Cor. 4:4; 1 João 5:19). Portanto, devemos orar para que o
Senhor nos livre do maligno. Visto que o diabo governa de facto “o
presente mundo vil” (Gal. 1:4), devemos pedir a Deus a Sua intervenção
activa nas nossas vidas e fortalecermo-nos no Senhor, de modo a sermos
capazes de nos manter firmes contra as artimanhas do diabo (Efés.
6:10-12).
Especialmente no “dia da tentação” (Efés. 6:13) quando Satanás
vai desencadear forte ataque contra nós para nos ferir, enganar
espiritualmente ou levar a tomar a decisão errada, devemos estar
fortes no Senhor e não sucumbir aos seus ataques e tentações.
Devemos submeter-nos ao Senhor em oração (Tiago 4:7), e ver como Êle,
como autoridade final o subjugará, e evitará a realização dos seus
vis propósitos. Isto é verdadeira guerra espiritual, mas sem a
intervenção de Deus, sem a nossa diligente obediência à Sua
Palavra e sem a orientação do Espírito Santo, as coisas poderão
correr horrivelmente mal.
Trabalho sacerdotal
Como um santo sacerdócio, temos de aprender o que é interceder com
perseverança pela salvação de almas perante o trono da graça de
Deus. Um sacerdote vive apenas para glória de Deus e para a salvação
de pessoas. As suas orações não são principalmente dirigidas aos
seus próprios interesses. A êste respeito devemos aprender com o
nosso fiel Sumo Scerdote. Da mesma maneira que Cristo se sacrificou
por nós, nós também nos devemos sacrificar em oração pelas
necessidades espirituais dos outros.
O grande significado da oração é-nos explicado por Charles Finney
como segue: “Às vezes, aqueles que estão mais atarefados a prègar
a verdade, não são os que são mais dedicados à oração. Isto é
de lamentar – porque, a não ser que êles ou qualquer outra pessoa
tenham o espírito de oração, a verdade por si só nada mais fará
além de endurecer as pessoas em falta de arrependimento.
Creio que no dia do julgamento verificaremos que nada foi jamais
conseguido pela verdade, embora ela tenha sido prègada com muito zêlo,
se algures não houver alguém a ligar a oração à apresentação da
verdade. Para se conseguirem os resultados desejados, a prègação e
a oração devem andar de mãos dadas.”
O Espírito Santo e a oração
A direcção na oração, vem do Espírito Santo: “Da mesma maneira,
o Espírito também ajuda nas nossas fraquezas. Pois nós não sabemos
pelo que devemos orar, como deviamos, mas o Próprio Espírito faz
intercessão por nós” (Rom. 8:26). Nós devemos dedicar-nos contìnuamente
a ser guiados pelo Espírito Santo, para controlarmos os nossos
pensamentos, orações e toda a nossa vida. Sem isso não seremos
capazes de orar a oração fervente da pessoa recta, que serve de
muito (Tiago 5:16).
Clareza nos pedidos de oração
Os pedidos de oração devem ser muito específicos e descritos com
clareza. O Senhor Jesus pediu: “O que desejas que Eu faça por
ti?” (Marcos 10:36). As nossas orações nunca devem ser vagas e sem
finalidade real. Não devemos fazer apenas pedidos gerais ao Senhor,
como perdoar todos os nossos pecados, mas sim mencionar os nossos
pecados e iniquiddes pelo seu nome.
No nosso trabalho de interceder pelos outros, devemos evitar as orações
generalizadas para a salvação de pessoas, bem assim como pedidos a
Deus para abençoar toda a gente da Terra. Essas orações não são
dirigidas especìficamente a um país, comunidade, grupo, família,
indivíduo ou problema pessoal, pelo que uma pessoa não tem maneira
de saber onde procurar a resposta às nossas orações.
Orações individuais
Todos os cristãos deviam manter um relacionamento pessoal com o
Senhor Jesus por meio da oração. Pensem em arranjar um lugar onde
possais falar a sós com o Senhor: “Mas vós, quando orardes, ide
para o vosso quarto, e quando tiverdes fechado a porta orai ao vosso
Pai que está no lugar secreto; e o vosso Pai, que vê em segredo, vos
recompensará abertamente” (Mat. 6:6).
A oração individual é uma fonte secreta de poder na nossa vida. Se
ela fôr prática regular na nossa vida, o Senhor Jesus nos compensará
pùblicamente. Quando estivermos entre público e tivermos de
enfrentar tentações e ataques espirituais, Êle nos dará o poder
para obter a vitória. Os nossos amigos e parentes vão notar que
possuimos certo auto-domínio, calma, confiança, perseverança,
honestidade de propósito e firmeza de princípios que só podem vir
de Deus.
Oração em grupo
Há uma bênção especial para as reuniões de oração: “Se dois
de vós concordardes na Terra em algo que êles peçam, ser-lhes-á
concedido por Meu Pai no céu. Pois onde dois ou três estiverem
reunidos juntos em Meu nome, Eu aí estou no meio dêles” (Mat.18:19-20).
Um filho de Deus sente não só a necessidade da oração pessoal em
segredo, como também da oração pública com outros cristãos. Nós
estamos unidos como membros de um corpo pelo mesmo Espírito, e por êsse
motivo devemos também funcionar como grupos de crentes para atingir
objectivos específicos.
Da escritura em Mateus 18, torna-se evidente que devemos estar de acôrdo
quanto a um particular pedido. Devemos descobrir o segrêdo da oração
corporativa, que requere a concordância de todos os corações
presentes enquanto um membro ora. Uma reunião de oração, não é
portanto constituida pela acumulação de orações individuais, mas
sim pela participação partilhada numa oração.
A oração em grupo deve ter um fim específico em vista e um ponto
focal, o que exige que os temas e pedidos de oração devem ser
escolhidos de antemão em acôrdo comum. Os membros devem então
limitar-se a tais temas, evitando assim repetições desnecessárias.
Se uma pessoa mencionar um assunto especial e os outros concordarem
com êle em espírito, êsse pedido não precisa de ser repetido no
mesmo formato por outra pessoa. Se o assunto é muito grave e
necessita de ser abordado de novo, então a oração seguinte deve
complementar a anterior, frizando aspectos diferentes do problema.
É preferível usar orações curtas e concisas, de forma a não fazer
perder o interesse e a participação na oração aos outros presentes
no grupo. Uma pessoa não deve dominar uma reunião de oração orando
por todos os assuntos que foram levantados ao princípio. É preferível
orar mais de uma vez, de maneira a que a oração dessa pessoa possa
ser junta a outras orações, numa corrrente que englobe todas as orações
individuais numa oração conjunta do grupo.
A certeza da resposta à oração
O próprio Senhor Jesus é a garantia das orações feitas em Seu
nome: “E o que quer que peçais em Meu nome Eu o farei, para que o
Pai possa ser glorificado no Filho” (João 14:13; Ver João 16:23).
No entanto, as promessas bíblicas sôbre a resposta à oração são
condicionais, e é no interesse de todos nós estudarmos as condições
seguintes e adoptá-las meticulosamente:
· Os pedidos de oração devem ter por fim sempre a glorificação do
Pai (João 14:13; Mateus 6:9-10).
· Devem estar de acôrdo com a Sua vontade ( 1 João 5:14; Rom.
8:27). Por tal motivo devemos determinar na Bíblia qual é a vontade
de Deus nos vários assuntos (Rom., 12:2; Col. 1:9).
· Todos os obstáculos de pecado e desobediência devem ser
confessados e abandonados, antes de confiar no Senhor para outros
assuntos (1 João 3:22).
· As nossas vidas e desejos devem estar em Cristo e as Suas palavras
nos nossos corações, de forma a não alimentarmos motivos egoístas
(João 15:7; Tiago 4:3).
· Nós estamos dispostos a perdoar aos soutros quando oramos ao Pai
pelo perdão dos nossos próprios pecados, pois essa é a condição
de Deus para perdoar os nossos (Mat. 6:12; Marc. 11:25-26).
· As orações devem ser dirigidas à promoção de vidas santas que
produzam muito fruto (1 Tess. 4:3-7; João 15:16). Não deve haver
quaisquer pecados que nos separem de Deus e prejudiquem as nossas orações
(1 Pedro 3:7).
· Uma vida santa agradável a Deus é condição para orações
respondidas (1 João 3:22). As nossas vidas têm de estar em ordem,
antes de orarmos pelos outros.
· Devemos pedir com fé e sem dúvidas (Hebr. 11:6; Tiago 1:6-8).
Para o podermos fazer, devemos estar estabelecidos na nossa santíssima
fé, orando no Espírito Santo (Judas 1:20). A nossa fé deve ter como
base as promessas garantidas do Senhor na Sua Palavra, que nos
permitirão orar com confiança.
Temas de oração
O que segue são guias para temas de oração:
Louvor: Louvar o Senhor pela Sua grandeza, bondade e favor. Glorificar
o Seu Nome, que é maravilhoso acima de tudo. Usar porções dos
salmos para êste fim, por exemplo Salmo 103.
Agradecimento: Agradecer ao Senhor pelo que Êle fez para a salvação
da humanidade caída e por nós pessoalmente. Agradecer-Lhe pelas
maravilhosas promessas da Sua Palavra. Êle prometeu nunca nos deixar
ou abandonar, satisfazer todas as nossas necessidades de acôrdo com a
Sua riqueza em glória e estar sempre connosco, mesmo até ao fim do
mundo.
Limpeza contínua: Os cristãos evem obedecer à regra de não pecar.
No entanto, a possibilidade de pecarmos existe sempre, e, depois de
quebrarmos esta regra devemos dirigir-nos imediatamente ao trono da
graça do Senhor pela oração, para obtermos perdão. “Meus
pequeninos, estas coisas Eu vos escrevo para que possais não pecar. E
se algum pecar, nós temos um advogado junto do Pai, Jesus Cristo o
Justo. E Êle Próprio é a propiciação pelos nossos pecados” (1João
2:1-2).
Os pecados cometidos depois da nossa salvação Não são perdoados
automàticamente – devem ser confessados e abandonados em oração.
Se caminharmos na luz e confessarmos todos os pecados cometidos em
fraqueza e ignorância, então beneficiamos da lavagem contínua pelo
sangue do Cordeiro: “Se caminharmos na luz como Êle está na luz, nós
temos convívio um com o outro, e o sangue de Jesus Cristo Seu Filho
limpa-nos de todo o pecado” (1 João 1:7).
Embora estejamos a viver sob o sangue, a oração e a confissão contínuas
são necessárias para mantermos tal relacionamento. Se um crente peca
conscientemente e não o confessa, refazendo assim tal relacionamento,
êle ou ela retrogradam espiritualmente (Hebr. 3:12-13). Os pecados não
confessados endurecem o coração, tornando-o insensível à convicção
do Espírito Santo.
As necessidades dos santos: Em Efésios 6:18 é-nos dado o seguinte
comando: “… orando sempre com toda a oração e súplica no Espírito,
dando atenção a isto com toda a perseverança e súplica por todos
os santos”. Orai pela satisfação de todas as necessidades dos
santos. Orai pela sua protecção contra os ataques de Satanás. Orai
para que o Senhor lhes abra portas de oportunidade para o ministério
da Sua Palavra, e lhes dê muita ousadia para proclamarem os mistérios
do evangelho à humanidade perdida.
As nossas próprias necessidades: “Não estejais inquietos por coisa
alguma, mas em todas as coisas com oração, súplica e gratidão, dai
a conhecer a Deus os vossos pedidos” (Fil.4:6). Agradecei a Deus por
Êle cuidar de vós. Mas lembrai-vos que as orações pelas
necessidades pessoais nunca devem ter prioridade sôbre as orações
para a expansão do reino de Deus na Terra (Mat. 6:33).
Salvação de pecadores: “Porque o Filho do Homem veio para procurar
e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10). Êste é o motivo
principal da vinda do Senhor Jesus ao mundo, e portanto deve-se fazer
muita oração pela proclamação do evangelho e salvação dos
pecadores. Devemos também orar para que o Senhor envie obreiros para
fazer a colheita: “Então Jesus disse aos Seus discípulos, a
colheita é de verdade abundante, mas o obreiros são poucos. Portanto
pedi ao Senhor da seara que envie obreiros para a Sua colheita” (Mat.
9:37-38).
Santificação e reavivamento: “Pois isto é a vontade de Deus, a
vossa santificação” (1 Tessal. 4:3). ”Como crianças obedientes,
não vos conformeis com as antigas concupiscências da vossa ignorância;
mas da mesma maneira que Aquele que vos chamou é Santo, sêde também
santos em toda a conduta, pois está escrito “Sêde santos porque Eu
sou santo” (1Pedro 1:14-16). Orai por uma vida santa e vitoriosa, e
também por reavivamento em congregações retrógradas.
O Senhor disse à congregação retrógrada de Efeso: “Tenho isto
contra ti, que tu abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te portanto
de onde caíste; arrepende-te e faz as primeiras obras, ou então Eu
virei a ti de repente e tirarei o teu candelabro do seu lugar – a
menos que te arrependas” (Apocal. 2:4-5).
Cura: O Senhor Jesus também deseja curar os nossos males físicos (Mat.
8:16-17), e assim temos a responsabilidade de orar pelos doentes:
“Está alguém doente entre vós? Que êle chame os anciãos da
igreja; e que êles orem por êle” (Tiago 5:14). O Senhor às vezes
cura pessoas milagrosa e instantâneamente, mas noutras ocasiões usa
a ciência médica para isso. O apóstolo Lucas era médico, havendo
assim claramenete lugar para uma profissão dessa natureza. As pessoas
doentes e os seus médicos devem encomendar-se ao Senhor em oração.
Vitória na batalha espiritual: “Dai atenção e orai, para que não
entreis em tentação. O espírito deseja na verdade não entrar, mas
a carne é fraca” (Mat. 26:41). “Liberta-nos do iníquo” (Mat.
6:13). “Portanto, submetei-vos a Deus. Resisti ao diabo e êle se
afastará de vós” (Tiago 4:7). Confiai no Senhor em oração,
pedindo-Lhe para vos dar fôrça para vencer o diabo.
O govêrno: “Peço-vos primeiro que tudo que façais súplica, orações,
intercessão e acções de graças por todos os homens, por reis e por
todos os que estão em autoridade, para que possamos viver uma vida
sossegada e pacífica em toda a rectidão e reverência. Pois isso é
bom e aceitável aos olhos de Deus nosso Salvador, que deseja que
todos os homens sejam salvos” (1 Tim. 2:1-4).
Desta escritura vemos ser óbvio não precisarmos pedir bençãos para
dirigentes malignos, mas que o Senhor fará com que êles não causem
condições árduas aos seus súbditos. O Senhor pode intervir e fazer
com que tais dirigentes tomem decisões que estejam de harmonia com as
orações dos Seus filhos: “O coração do rei está na mão do
Senhor, e como os rios de água Êle vira-o para onde desejar” (Prov.
21:1).
A salvação de Israel e a paz em Jerusalém: “Diz à casa de
Israel… Tirar-vos-ei de entre as nações, juntar-vos-ei de todos os
países, trazendo-vos para a vossa terra. E então aspergirei água
limpa sôbre vós e ficareis limpos” (Ezeq. 36:22-25). A restauração
de Israel constitui parte do conselho de Deus; por consequência,
deviamos orar pelo seu regresso à sua terra e também pelo seu
reavivamento espiritual. Devemos também orar pela paz de Jerusalém,
porque os ataques dos seus inimigos são dirigidos especialmente
contra esta cidade: “Orai pela paz de Jerusalém” (Salmo 112:6;
ver também Isa. 62:6-7).
Chuva e bençãos materiais: O Senhor manda a chuva (Jeremias 14:22) e
também a retira quando o Seu povo Lhe vira as costas (Jeremias
3:2-3). Quando estivermos a orar por chuva, devemo-nos ajoelhar
perante o Senhor e confessar os nossos pecados.
A Segunda Vinda de Cristo: “Venha a nós o Vosso reino” (Mat.6:10).
Deve ser a oração e o desejo de todo o crente, que Jesus Cristo
venha em breve para estabelecer o Seu reino de justiça na Terra (Apocal.
22:17; Actos 15:16-17; Jeremias 3:17).
OBS: Sem oração, ninguém resistirá ao impacto do que vem...
Fonte:
Recados do Aarão
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