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28/03/2007
10:24:32 Outros Autores - Barbudo insano LEONARDO BOFF NA TV BANDEIRANTES (Por Felipe Aquino) Recebi vários emails pedindo que escrevesse algo sobre a entrevista do ex frei Leonardo Boff na TV – BAND , programa Canal Livre, no domingo, 25/03/2007; quando Boff pôde sozinho, sem ninguém para contestá-lo, mais uma vez, sob os aplausos do público, massacrar a Igreja Católica e o Papa Bento XVI. Em primeiro lugar é de se lamentar que a BAND tenha “colocado o cabrito para cuidar da horta”; isto é chamar um declarado inimigo da Igreja e do Papa Bento XVI para falar sobre a Exortação do Papa “Sacramentum Caritatis”. Seria o mesmo que chamar o senador Bornhaussen para avaliar o presidente Lula. Visivelmente a BAND tentou “faturar” em cima do polêmico Boff e da Igreja Católica; pois ela sabe que atacar a Igreja dá IBOPE, já que a Igreja tem 73% de seguidores no país, e continua a ser a Instituição mais respeitada no país segundo as pesquisas.. Foi uma violência e uma covardia deixar que Boff fosse entrevistado sozinho sem alguém que pudesse contestá-lo. Assim ele pode, livremente, bater na Igreja e no Papa, indefesos no Programa. Senti como se Cristo fosse novamente julgado e condenado por um Pilatos eletrônico, diante de todo o Brasil. O povo precisa saber que Boff está “cuspindo no santo prato que o alimentou” durante toda a sua vida; a Igreja Católica. Tudo o que ele hoje é, teólogo, escritor rico, conferencista, etc., ele deve à Igreja. Ele não precisou trabalhar para pagar a sua Faculdade de Filosofia, a Igreja lhe deu de graça; ele não precisou pagar sua Faculdade de Teologia, a Igreja lhe deu de graça; ele não precisou pagar o seu doutorado em Teologia na Alemanha, a Igreja lhe deu de graça... A Igreja lhe deu uma editora católica (Vozes) para ele lançar os seus livros e ficar famoso, e agora ele cospe no prato que o alimentou tão bem. O povo precisa saber que Boff foi suspenso pela Congregação da Fé na década de 80 porque estava ensinando heresias. No seu livro “Igreja, Carisma e Poder”, ele diz que o Dogma não é perene, que não foi Cristo quem instituiu a Igreja, que a Sagrada Hierarquia constituída por Jesus não existe, e outros erros crassos que negam 2000 anos da vida da Igreja e que a destroem até os alicerces. No seu livro “Jesus Cristo Libertador”, ele mostra um Cristo tão humano que já não é divino; não sabia que ia morrer na Cruz e passar pela Paixão... Que Cristo é esse? Chamado pela Congregação da Fé, cujo Prefeito era o atual Papa, ele não se emendou, não voltou atrás, preferiu ficar no seu orgulho espiritual do que obedecer a Santa Mãe Igreja, assistida pelo Espírito Santo desde Pentecostes (cf. Mt 20,28; Jo 1,15.25; 16,12-13; 1Tm 3, 15; Lc 10,16, Mt 16,17; 18,18). O pior de tudo é que ainda levou dois cardeais brasileiros, que tinham sido seus professores, para defendê-lo na Santa Sé: D. Evaristo Arns e D. Aloísio Lorscheider; pouco adiantou, e mais desgaste trouxe para a Igreja. Foi doloroso. Boff afrontou tremendamente o Papa atual e o Papa João Paulo II na época; correu o mundo difamando a Igreja e os Papas, como continua a fazer. Ora, para manter a “sã doutrina”, é obrigação sagrada do Magistério da Igreja coibir esses erros de doutrina de seus filhos, especialmente dos que ensinam a fé. Quando uma perna está com gangrena o médico não pode deixar de cortá-la, mesmo que isto doa muito ao paciente; senão ele morre. Na Constituição Apostólica “Fidei Depositum” (Depósito da Fé), com a qual o Papa João Paulo II aprovou o Catecismo da Igreja Católica, em 11 de outubro e 1992, ele disse na primeira frase: “Guardar o depósito da fé é a missão que Cristo confiou à Igreja e que ela cumpre em todos os tempos”. Por causa disso, para cortar as heresias, a Igreja teve de enfrentar muitos cismas em sua História, como o dos pelagianos no século IV após o Concilio de Nicéia (em 325); o cisma dos monofisitas, monoteletistas e dos nestorianos no século V, dos velhos católicos no século XIX, e muitos outros. A mãe Igreja sofre ao punir os seus filhos desencaminhados, mas tem de fazer isto para não deixar sofrer e se perder o grande “Rebanho que o Senhor conquistou com o seu Sangue”, como disse S.Paulo aos bispos de Efeso (cf. At 20,28). Se o Magistério da Igreja não fizer isso, ele é omisso diante do Senhor. Jesus disse aos Apóstolos: “Quem vos houve a Mim ouve, quem vos rejeita, a Mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lc 10,36). O Pai enviou o Filho e o Filho enviou os seus Apóstolos (os bispos hoje), o Magistério da Igreja, formado pelo Papa e pelos bispos em comunhão verdadeira com ele. Depois de inúmeras oportunidades que a Igreja deu a Boff para se emendar, para vestir a túnica da penitência, ele preferiu deixar o ministério sacerdotal, para o qual a Igreja carinhosamente o formou com tanto investimento; deixou a Casa Sagrada, a família de Deus, batendo as portas como um menino mal educado. Às suas teses inaceitáveis sobre Jesus, juntou a famigerada teologia da libertação, unindo-se a Jon Sobrino, recém punido pela Congregação da Fé, a frei Betto e outros contestadores da Igreja e do Papa. Boff mais uma vez foi contra o ensino da Igreja e defendeu o uso da camisinha, do casamento dos divorciados, e outras práticas inadmissíveis moralmente. Como disse o Salmista; “um abismo chama outro abismo”. Lamento que diante de Deus cresça o débito desse irmão tresmalhado como aquela ovelha da parábola, e, pior ainda, lamento pelo prejuízo que continua causando ao povo de Deus. Prof. Felipe Aquino – 26 /03/07 Fonte: Editora Cleofas ================================================================ OBS: Sempre, em todos estes anos, e desde que surgiu, e já muito antes de entrar neste Movimento, combati tenazmente a teologia da libertação, principalmente devido ao seu envolvimento direto com o comunismo ateu e vermelho, assassino e canceroso. Para minha grande tristeza via envolvidos neste câncer, cada vez um maior número de bispos e de cardeais da Igreja, eles que foram os responsáveis diretos diante de Deus por todo este caos em que nós estamos metidos. Devo dizer que temos cardeais brasileiros já no inferno por causa desta maldição teológica, e também padres, porque este horror não vem de Deus, antes O afronta. E tanto afronta que numa entrevista a Veja, o herege Leonardo Boff disse textualmente: “Se eu morrer, e se eu ver a Deus, tenho muito mais perguntas a fazer a Ele, do que Ele a mim”. Tamanha blasfêmia não ficará sem a devida punição. Podem acreditar, rezem por Boff, e pela sua mãe, que falava assim de João Paulo II: “Aquele velho burro!” Sim, porque o Papa o condenou. De fato, tem razão o professor Aquino, quando lamenta que o demônio continue a abrir espaços a este herege, que pode assim, livremente, maldizer a Igreja e cuspir em Cristo, na pessoa do Santo Padre. Mas ele que aproveite agora, ou se converta imediatamente! O inferno é dos rebeldes, dos escarnecedores, dos mal agradecidos e daqueles que desafiam a Deus. Se ele não acredita que o inferno existe, caberia então devolver a ele, as palavras ofensivas de sua mãe, dirigidas ao nosso querido João Paulo II: Barbudo, burro e cego! De fato, Jesus diria dele: Pai, perdoai-o, porque não sabe o que faz! Boff não faz nem idéia de quantas cusparadas já deu na face de Jesus! Ele e seus seguidores! Fonte: Recados do Aarão |
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