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28/08/2008
Mulher & lar
MULHER
E O LAR
Coloco este artigo abaixo, que trata de
um assunto premente do nosso tempo, e causa de imensos transtornos na
sociedade. Versa sobre a mulher e o lar. Longe de ser inimigo da
mulher longe do lar, meu coração se entristece mil vezes ao ter de
tratar com tantos casos de desavenças e separações, quando muitas
vezes o casal não percebe que está ali a fonte da ruina de seu
casamento.
Espero, para breve, um
novo texto, de uma autora desconhecida, que com certeza deve trazer
muitas luzes sobre este tema. O enfoque dado pelo autor, entre as
mulheres católicas e muçulmanas, lança um brado de alerta a mundo
cristão. Ou as mulheres católicas voltam a dirigir o mundo do altar
de seus lares, ou seus filhos e netos poderão ter que prostrar-se
diante de Alá e Maomé.
As mulheres e o futuro da humanidade
Julio Severo
A Europa pode hoje se orgulhar de uma sofisticação e modernidade sem
paralelo em sua história. As mulheres européias agora ocupam mais do
que nunca posições de chefia e liderança no mundo dos negócios.
Cuidar de casa e de uma família? Nem pensar.
Mulher européia: planos e interesses empresariais
O índice de casamentos na Alemanha vem caindo, deixando para os
homens alemães a opção de esquecerem completamente essa instituição
"falida" ou casarem-se com mulheres do terceiro mundo. As
alemãs estão ocupadas demais no mundo dos negócios.
Na Alemanha em particular e na Europa em geral, o pensamento padrão
é: o lugar da mulher não é no lar. É na empresa. Com tal participação
ativa das européias no mercado de trabalho, o feminismo europeu pode
se gabar de uma grande conquista: o casamento na Europa está
acabando, trazendo como conseqüência menos filhos e menos cidadãos
europeus para o futuro. As crianças muçulmanas enchem as escolas
alemãs, enquanto as crianças alemãs são uma população estudantil
cada vez menor.
É a contagem regressiva para o fim da Europa. Mulher muçulmana: ela
está decidindo o futuro da Europa. Apesar da realidade óbvia, os
europeus são incapazes de ver o seu próprio fim. As mulheres muçulmanas
são muito mais realistas. Elas, que ainda seguem o papel feminino
"tradicional" de cuidar do lar, do marido e dos filhos,
dizem claramente: "Vamos ganhar a Europa!"
Especialistas já alertam que em menos de 100 anos a maior parte da
Europa será muçulmana. Os sinais já estão aí. Hoje, Berlim é a
segunda maior cidade muçulmana do mundo. Na famosa Bruxelas, capital
da Bélgica, o nome mais comum dado aos bebês agora é… Maomé. E
Londres, na Inglaterra, está para construir uma mesquita com
capacidade para 40 mil pessoas. Tal revolução se tornou possível
porque as muçulmanas estão comprometidas com sua religião e com
suas funções naturais.
A "religião" da mulher européia é o individualismo, o
carreirismo e a contracepção. Carreirismo é colocar carreiras
profissionais acima de qualquer outro interesse. O futuro da menina
européia hoje está programado: no mercado de trabalho. A menina
européia é educada desde cedo para não pensar em família e filhos,
mas para focar sua vida inteiramente no carreirismo e na contracepção.
Entretanto, por mais que programem e eduquem, o futuro da Europa não
está nas mãos das mulheres européias, que estão nas empresas. Os
muçulmanos sabem muito bem disso. Só os europeus é que estão
dormindo. Nas próprias reuniões muçulmanas, as mulheres muçulmanas
falam abertamente para as outras: "Fiquem em casa e gerem bebês!
Assim, conquistaremos a Europa!" Quem pensou que a mulher
profissional está acima da mulher do lar, enganou-se. No final das
contas, é a mulher do lar que vai decidir o destino da própria
civilização européia.
Na verdade, mesmo com todas as suas questões religiosas polêmicas,
as muçulmanas praticam a valorização máxima do lar, da família e
dos filhos. Apesar de sua humilde posição, são elas que estão
fazendo diferença muito maior e mais importante do que as européias
que chefiam empresas.
Num certo sentido, parece que as muçulmanas atenderam ao chamado de
Paulo em Tito 2, onde ele instrui as mulheres mais velhas a ensinar as
mulheres mais jovens a se dedicarem ao lar e à família. Na questão
da dedicação ao lar e aos filhos, as muçulmanas estão seguindo
muito melhor a Bíblia do que as cristãs da Europa. E sua obediência
a princípios tão básicos está decidindo o próprio futuro da
Europa.
As européias seguem princípios mais modernos e a Bíblia, em todos
os sentidos, é descontextualizada de sua realidade transformadora,
por meio de interpretações que mudam a verdade em mero costume
cultural, enfraquecendo as famílias, os lares e destruindo assim o
Cristianismo europeu e a própria civilização européia.
Contudo, a Europa é só um exemplo menor do que está para vir ao
mundo. O nome mais comum hoje dado aos bebês no mundo inteiro é…
Maomé.
Governo dos EUA e ONU ativamente envolvidos na promoção dos
"direitos das mulheres". Como explicar o fato de que
enquanto as muçulmanas seguem suas funções naturais, as mulheres
européias seguem tendências empresariais? Os teólogos mais liberais
atribuem o carreirismo como mover de Deus entre as mulheres de hoje. São
eles também que defendem a contracepção, o aborto e o
homossexualismo.
Pondo de lado a questão bíblica, é possível avaliar as causas do
sucesso do carreirismo entre as européias e mulheres de outros
lugares do mundo. Quase vinte anos atrás, tive oportunidade de
estudar e traduzir um documento secreto do governo dos EUA. Esse
importante material, de décadas atrás, estipulava que o governo
americano, com a manipulação da ONU e poderosos órgãos
internacionais, deveria se empenhar na promoção sistemática dos
direitos das mulheres: do direito à contracepção e ao aborto e a
entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho.
Desde então, o governo americano fez investimentos bilionários em
políticas voltadas às mulheres. Mas sua intenção nunca foi ajudar
as mulheres. O propósito dessas políticas era afastar as mulheres do
lar e de sua função natural. Foi assim que, por várias décadas, o
governo americano se ocupou em estratégias para incentivar as
mulheres a se dedicarem a carreiras, como forma de desviá-las de
realizar sonhos de construir um lar com vários filhos.
Os resultados são espantosos. Sob a influência da ONU, a maior parte
da legislação moderna de cada nação dá "incentivos" ao
carreirismo e à contracepção. As mulheres do mundo estão aos milhões
caindo na sedução dos reluzentes direitos oferecidos por meio da
ONU, sem saberem que estão entrando assim nos esquemas cuidadosamente
planejados décadas atrás pelo governo dos EUA, que conseguiram
vender ao mundo a visão da mulher fora do lar. Por sua vez, o governo
americano foi cooptado por poderosos grupos de interesses de controle
populacional e engenharia social.
Socialismo e capitalismo doente: de mãos dadas na promoção dos
"direitos das mulheres".
É dessa forma que o moderno capitalismo americano se tornou nas
sombras o melhor aliado do socialismo na destruição da família e
seus valores.
A ONU, o maior símbolo de dominação socialista mundial, não
promove os direitos das mulheres por interesse no bem-estar das
mulheres. A ONU recebeu dinheiro capitalista para pregar a mesma
mensagem que se tornou pensamento padrão das sofisticadas européias:
lugar da mulher é na empresa — de preferência na liderança.
Qual vai ser o futuro da família e dos papéis sexuais sob a influência
da ONU? No que depender da ONU, as mulheres do mundo deverão seguir
na fila as mulheres européias. Mas no final, quem vai decidir o
destino do mundo não é a mulher que dirige e lidera, mas a mulher
que cuida bem do seu lar, seja ela muçulmana ou cristã.
Desconhecendo o que está por trás "dos direitos das
mulheres", mesmo mulheres cristãs se deixam levar pela
correnteza politicamente correta, onde as carreiras profissionais são
ambições mais elevadas do que família e lar. Enquanto isso, as
mulheres muçulmanas resistem, insistindo em colocar os ensinos de sua
religião acima dos planos da ONU disfarçados de "direitos das
mulheres".
Tal uso e abuso dos "direitos das mulheres" não significa
que a mulher não tenha de ter direitos, mas que é preciso verificar
atentamente o que está por debaixo do embrulho atraente dos presentes
que são oferecidos supostamente para ampliar os horizontes das
pessoas. A escravidão moderna, ou neo-escravidão, muitas vezes se
esconde em capas refinadas, prometendo liberdade, mas enjaulando com
seduções e enganos.
Reduzindo a população mundial: carreiras para as mulheres e
homossexualismo para os homens.
Enquanto uma poderosa máquina de engenharia social leva as mulheres a
entrar em massa no mercado de trabalho — e abandonar suas funções
naturais —, o número de homens entrando em massa no homossexualismo
— e igualmente abandonando suas funções naturais — está
aumentando assustadoramente.
Quando o governo dos Estados Unidos decidiu usar a ONU para conduzir
as mulheres ao mercado de trabalho, seu alvo era reduzir a população
mundial. Com uma população menor, vários países estratégicos não
gastariam tanto de seus recursos naturais em si mesmos, mas os
guardariam para o futuro — um futuro onde, estrategicamente, os EUA
planejam usá-los.
Contudo, quase ninguém fica desconfiado quando a ONU prega que existe
uma explosão demográfica e que por isso todos os casais devem se
entupir de drogas contraceptivas, etc. Essa propaganda vem embalada em
rótulos elegantes como "direitos reprodutivos",
"direitos sexuais", "direitos das mulheres", etc.
Resultado: a propaganda está dando certo. As mulheres de hoje são
condicionadas a não pensar em família e filhos — e elas estão
adorando esse condicionamento. Pergunte às alemãs.
Quanto ao fenômeno moderno da explosão de homossexualismo na população
masculina, o que esperar? Além dos fatores espirituais e psicológicos,
o homossexualismo também vem sendo promovido como estratégia para
deter a explosão demográfica. Homens homossexuais não casam com
mulheres. E, o mais importante, homens fazendo sexo com homens jamais
geram bebês.
Mulheres e homens abandonando suas funções naturais — é o sacrifício
que o governo americano, o socialismo e a ONU planejaram para
controlar a população mundial. O uso das mulheres foi decisivo, pois
é bem mais fácil os homens abandonarem suas funções naturais depois
que as mulheres abandonam as delas.
"Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até
as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E,
semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher,
se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com
homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que
convinha ao seu erro". (Romanos 1:26-27 ACF) Maria: ela disse
"sim" a Deus, não aos sistemas humanos.
No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor,
não eram necessárias placas "Preferência para mulheres grávidas".
A própria responsabilidade social impunha respeito e proteção às
mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham
direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações
de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade
absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo
suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver. Hoje, com
direitos iguais, mulheres e homens poderiam igualmente entrar em
primeiro lugar nos botes salva-vidas?
E por falar em salvação de vidas, devemos ser gratos a Deus que
Maria não era uma moderna mulher européia. Se fosse, em vez de dizer
"sim" a Deus, ela diria "sim" à contracepção e
ao carreirismo. Se fosse, ela iria querer muito mais a liderança de
uma empresa do que um bebê. Graças a Deus, ela escolheu o bebê, que
se tornou a única esperança de salvação para o mundo inteiro.
Até para vir ao mundo, Deus precisou de uma mulher com sua função
natural. Aliás, tal função natural foi inspirada, criada e
planejada pelo próprio Deus, mas por causa da propaganda sistemática
da ONU, cada vez menos pessoas se lembram para que serve essa função.
Entretanto, não estamos completamente perdidos. A Palavra de Deus,
que é luz no meio da escuridão imposta pela ONU e por políticas
estatais traiçoeiras e entidades dos Estados Unidos, diz que, assim
como Maria acolheu bebê Jesus em seu ventre, assim também toda
mulher que se abre para seu papel de mãe está recebendo não apenas
uma criancinha, mas também acolhendo a presença de Jesus. O próprio
Jesus diz:
"Quem recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e
quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele
que me enviou". (Marcos 9:37)
A missão de gerar bebês não envolve mais trazer a presença física
de Jesus à terra, como ocorreu no caso de Maria. Mas sem dúvida
alguma, quando uma mulher cristã abraça sua missão em nome de
Jesus, ela estará acolhendo muito mais do que um bebê. A Mulher
européia carreirista x muçulmana dedicada ao lar
Enquanto as européias quer empresas cada vez maiores em números de
empregados e clientes, as muçulmanas querem famílias maiores. O
resultado previsível não é só que as muçulmanas já podem
vislumbrar a conquista da Europa "cristã" de mentalidade
contraceptiva, feminista e carreirista, mas também que o Islamismo é
a religião que mais cresce na Europa e no mundo.
A Bíblia diz que a
mulher sábia edifica seu lar. A edificação do lar tem tudo a ver
com filhos. Se uma mulher sábia edifica o seu lar, as mulheres sábias
edificam um país. Com seus muitos filhos, as muçulmanas já estão
"edificando" a Europa inteira. E as mulheres cristãs,
ocuparão seu tempo edificando o que?
A Bíblia também diz que a mulher tola
destrói sua família com as próprias mãos. Por amor ao carreirismo,
ao feminismo e à contracepção, é exatamente isso o que as européias
estão fazendo com suas famílias, igrejas e nações.
Fonte: Recados do Aarão
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