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- Aborto é crime!
ABORTO INTENSIONAL: CRIME HEDIONDO
Recentemente o Brasil ficou comovido com o assassinato de uma criança
que foi jogada pela janela do apartamento que morava e de uma
adolescente que foi seqüestrada e finalmente morta pelo ex-namorado.
É normal que nos comovamos com tais atos. Porém não nos
comovemos quando uma criança indefesa é esquartejada ainda no ventre
de sua mãe. E são milhares de esquartejamentos cometidos a cada dia.
Pés e mãozinhas ensangüentadas e olhos esbugalhados são jogados
todo dia nas latas de lixo dos hospitais e clínicas assassinas.
E não me venham dizer que não havia vida ali. A vida começa a se
formar e desenvolver no útero da mãe, e continua fora dele, porém,
já é vida. Jesus criança, exultou no ventre de sua mãe, quando
esta visitou sua prima Isabel, que estava grávida de João Batista
(Lucas 1-41). E os médicos sérios, afirmam que as crianças têm reações
e sentimentos, já no ventre de suas mães.
(E mesmo que não houvesse ainda sentimentos - quando os há -
importa é que toda vida tem um princípio e um fim. E a vida humana não
começa apenas na 16ª semana, mas no momento da fecundação. Uma
casa não começa pelo telhado, mas pelo fundamento! Uma ponte pênsil
não começa pelos cabos de sustentação, mas deve ter antes colunas
profundamente fincadas na rocha! Como se irá mentir dizendo que
justamente o ser mais perfeito criado por Deus comece a exisitir pela
metade? Somente dos demônios parte uma idéia maligna destas. E é
assecla do demônio quem defende esta idéia.)
Deus autorizou a vida. Deus deu a vida no início de sua formação,
portanto não temos o direito de tirá-la, pois estamos infringindo o
sexto mandamento da Lei de Deus, que é não matar. Algumas mulheres
alegam que não tem condições financeiras para manter seus filhos.
Sim, pode acontecer. Porém para cada mãe sem condições financeiras
de criar seu filho existem centenas ou talvez milhares de casais que
querem adotá-lo. O que existe muitas vezes é lentidão da Justiça
nestes processos, e chego a pensar que também a “justiça”
prefere o aborto.
Se uma mulher ama realmente seu filho, faz como a mãe que diante do
rei Salomão (Reis 3.24-27), preferiu doar o seu filho à vê-lo
morto. Mas o que realmente nos leva a viver em uma sociedade tão
abortista e criminosa? O problema é que estamos voltados somente para
o prazer e a vaidade. O Sexo deixou de ser a expressão do amor para
se tornar mais uma diversão moderna. Fazer sexo hoje é como ir ao
cinema, assistir a um DVD, ir ao teatro, à praia, ao shopping, a um
bom restaurante, etc. Quando uma criança por nascer ameaça este
prazeiroso - mas louco - modo de vida, mandam exterminá-la para
que não os prejudique, esta é a verdade.
As garotas, por vaidade, não querem ver seus corpos “deformados”
pela gravidez. Entretanto transam adoidadas! Desde criança são
ensinadas mais a serem fêmeas que mulheres e futuras mães. Depois
quando se vêem diante de uma gravidez, optam pelo mais fácil: matam!
Mas será isso o mais fácil? Penso que mil vezes antes carregassem o
peso da gravidez, que levarem o brutal peso de consciência. Os
rapazes acham que ainda têm muito para se divertir na vida e não
querem assumir responsabilidades. São jovens, descompromissados, têm
seus estudos pela frente, mas matam junto. E embora o peso de consciência
seja menor devido ao fato que na mulher o vínculo não somente é
espiritual, mas carnal, no fundo o vermezinho do remorso não deixará
de carcomer.
O amor e a responsabilidade são realidades inerentes, já dizia o
Papa João Paulo II. Quem ama a Deus, luta pela vida humana! Quem
odeia mata, cultua o deus da morte. Presta-lhe homenagem! Sexo não é
área de lazer, como diz certo apresentador de televisão. Quem faz
dos genitais uma área de lazer, pode mais adiante fazer do corpo
inteiro área de sofrer, depois que chegar o Juiz, com a espada da
Justiça. Quem ama assume. Quem não ama some, ou manda matar. Esta é
a triste realidade dos tempos ditos modernos.
E o pior fica para a mulher. Os psicólogos alertam para as graves
conseqüências emocionais que o aborto provoca na mulher, muitas
vezes para toda a vida. Os (bons) médicos alertam para as graves
conseqüências para a saúde da mulher, sendo que muitas se tornam
estéreis.
A sociedade atual se tornou tão ávida por prazer, que nos Estados
Unidos, um candidato abortista está na frente nas pesquisas,
justamente porque promete melhorar a economia dos EUA, que vai de mal
a pior. Quanto às crianças que serão assassinadas com o apoio deste
possível presidente, ninguém liga para elas, desde que os bolsos
estejam cheios de dinheiro.
Quando se ofende um ser humano, deve-se uma reparação. Quando se
ofende um Presidente da República, deve-se uma reparação maior.
Quando se ofende à Deus, deve-se uma reparação infinita, pois Deus
é infinito.
Abortar não é só uma ofensa à Deus. É uma afronta. Pois se
extermina uma vida que o Criador havia concebido antes dos séculos.
Antes até mesmo que houvesse a matéria, a criança abortada já
existia no coração de Deus. Tirou-se o direito de Deus de ver um
novo filho seu nascendo, e tirou-se o direito do nascituro à vida. Na
verdade uma dupla afronta.
Você sabia que a cada criança abortada é a Cristo que se mata? Pois
foi o próprio Jesus quem falou: “Quem recebe uma criança em meu
nome, é a Mim que recebe” (Mateus 18.5). Cristo está na pureza
angelical de uma criança, logo quando se mata uma criança, é a
Cristo que se mata.
E Maria sabia disso, quando fugiu com Jesus recém nascido pelo
deserto nas costas de um burrinho, para escapar da matança de Herodes
aos inocentes. Mais uma vez ela nos ensina o que é ser mãe.
A justiça divina realmente é lenta, pois Deus espera pacientemente
pela volta de seus filhos. Porém, a justiça do Criador não têm
faltado ao longo dos séculos, que o digam Sodoma e Gomorra.
E é o próprio Jesus que nos dá uma noção do julgamento dos
abortistas: “Se alguém fizer mal à uma criança, é melhor fora
que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo
do mar” (Mateus 19-6).
À Deus pertence a vingança. À Deus a justiça (Deuteronômio
32,35). E como é terrível cair nas mãos do Senhor dos exércitos.
É melhor assumir à Cristo que nasce ou ficar devendo (e muito) ao
Criador?
Reflita nisso.
haroldoburle@hotmail.com
Fonte:
Recados do Aarão
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