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09/05/2008
09:22:18 Notícias Urgentes - Mais um tempo MAIS UM TEMPO... Foi o que o nosso país o Brasil ganhou ontem, com a estrondosa vitória - e com a acachapante derrota - do maldito PL 1135/91, que pretendia em última análise introduzir no país o DIREITO DE MATAR, em contraponto ao direito de nascer. Damos nossos parabéns a todos os que se plantaram na linha de frente da defesa da vida, e que nestes longos 17 anos de luta se empenharam e se bateram contra as trevas e seus humanos sequazes, que insanamente, loucamente, lutam em última análise para derrubar a Deus, como autor da vida. Dizem eles que o estado é laico, mas isso não implica em que deva obedecer ao demônio e seguir suas leis de morte. O estado é laico, e até pode ser, mas o povo brasileiro, que constitui este mesmo estado, não é ateu, nem atoa, muito pelo contrário. E sendo absoluta maioria, este povo sabe e sente que existe uma moral que vem de Deus, a qual, se for descumprida, coloca toda a nação em risco de desaparecimento, não somente dos seus filhos, se aprovarmos que possam ser sufocados nos ventres maternos. E se pergunta: se o estado é laico, por qual motivo não segue ao menos os mais elementares princípios da LEI NATURAL, aquela que está impressa no coração do ser humano? NÃO MATAR! O que acontece é que as pessoas que defendem princípios contrários à Lei de Deus, já rebelaram suas almas contra este mesmo Deus e Senhor. E porque querem deliberadamente servir ao maldito senhor da morte, ao anjo negro - sendo minoria - não se curvam diante da maioria que pugna pelos direitos da vida, e vida aos nascituros! Por que não se curvam? A resposta é simples: na realidade os "temporões" e outros algozes que lutam pela morte dos pequenos inocentes, já colocaram o aborto como "questão de saúde pública", um eufemismo diábolico, que na verdade coloca a vida humana e inocente no mesmo nível do lixo e do esgoto, também isso "questão de saúde pública". Lixo e esgoto que são o destino e sepultura de milhões de fetos abortados, isso caso também aqui não virem sabonetes!... Aí não nos resta perguntar senão o seguinte: Não deverá também nosso governo, que defende com tanta ênfase tais projetos de morte, ser tratado como "questão de saúde pública", falo ao nível de lixo e de esgoto? Sabem por que isso ainda não aconteceu? Porque temos ainda, felizmente, alguns legisladores valentes que não têm medo das caras feias dos odiosos defensores da morte, que querem impor seus nefandos princípios a uma maioria esmagadora do nosso povo, um povo que não quer o aborto, com elevado índice de reprovação que além do mais cresce a cada ano. Sim, legisladores e também leigos atentos, vida longa a eles, Senhor! De fato, nenhuma nação, nehuma raça, nenhum povo consegue ficar por muitos anos, décadas, matando sua vida mais preciosa e a fortaleza de sua posteridade sem que algum sentimento natural - até mesmo animal - de preservação instintiva da vida fale mais alto em seu coração. Tem que haver uma reação e ela aconteceu! Todas as infelizes pessoas que perderam esta noção instintiva de preservação, algo natural até mesmo nas bestas mais vís e sanguinárias, já desceu infelizmente abaixo deste nível. É então uma alma que precisa de muitas orações. É uma alma que grita no silêncio, no mesmo silêncio em que morrem milhões de inocentes. Eu já vi os leões machos, matarem as crias novas dos machos antigos, quando se tornam líderes de algum bando. Mas jamais soube que uma leoa, um fera das mais furiosas, tivesse algum dia não defendido suas crias até o limite de suas forças. E se as leoas, que são feras, agem assim, que título se pode dar a uma humana criatura, que tira de seu ventre por indesejável, sua prória vida em formação? Vejam: pelas notícias que nos chegam, devagar mas cada vez mais alto temos ouvido vozes que clamam devido aumento assustador da síndrome pós aborto, que leva milhares de mães ao desespero, a ansiedade, à depressão especialmente ao remorso, que pode levar milhares de mulheres a uma morte lenta e sofrida. E posso dizer sem medo: se o mundo continuar nesta escala abortista, chegará o dia em que morrerão mais mulheres de remorso, do que abortos praticados. Enfim, toda planta tem seu tempo de germinar e crescimento até a maturação. Não há como segmentar este caminho, nem tirar dela o processo de germinação, quando vinda de semente, sem o que ela jamais irá se tornar adulta e plena. Da mesma forma não se pode pular etapas, ou interromper o processo formador de uma vida humana: ela começa desde a concepção, tal como uma planta da semente! Esta a Lei da Vida, e vida que pertence ao Criador dela. Abaixo o leitor verá um bem formulado relatório de tudo o que aconteceu dia 07 passado, um dia a ser gravado nos anais da história de nosso povo. Com isso nós ganhamos mais alguns dias, alguns meses? Sim, certamente! Resta agora, que o mesmo pessoal que defende a vida, a moral que vem de Deus - não essa ética falsa, bandida e mentirosa em nome da qual, "legalmente" se mata - ficarem atentos não somente aos passos e táticas do dragão abortista, mas também quanto aos projetos nefandos da tirania gay, que na outra ponta da cadeia, defendem a cultura da morte, pela esterelidade da vida. Todas estas coisas nós dizemos, e sobre isso tudo alertamos, não com ódio ou com algum sentimento de vingança, mas sim por um amor exacerbado pela eterna salvação destas pobres almas. De fato, nós defendemos a vida em toda a sua plenitude, tanto a vida terrena, quanto a vida eterna. Mas se fosse possível metralhar o pecado, poupando o pecador, com certeza alguns atos humanos de hoje não merecem apenas fogo de metralha, mas de bombas atômicas. Vejam este relatório abaixo, de uma pessoa que esteve presente. "FOI UMA VITÓRIA E TANTO! NUNCA VI ISSO ACONTECER NO CONGRESSO NACIONAL!" Impressões da histórica Sessão de 7 de maio de 2008, quando - por unanimidade (33 x 0), foi discutido, votado e rejeitado o PL 1135/91 Prof. Hermes Rodrigues Nery Foi uma vitória e tanto. Nunca vi isso acontecer no Congresso Nacional!" Exclamou o Prof. Humberto Vieira, Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, assim que o Deputado Jofran Frejat (PR-DF) anunciou o resultado da histórica Sessão na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) do Congresso Nacional, que colocou em votação o PL 1135/91, visando despenalizar o aborto no Brasil, em tramitação há quase 17 anos no parlamento brasileiro. O aborto foi rejeitado pela esmagadora maioria dos deputados presentes na CSSF, com o resultado de 33 x 0, pois a reduzida tropa de choque abortista, capitaneada pela Deputada Cida Diogo (PR/RJ), retirou-se soltando cobras e lagartos, vociferando impropérios em alta voz. As feministas gritavam a todo pulmão: "O Estado é laico, o estado é laico", ao que o Deputado Nazareno Fonteles esclareceu que o estado é laico, mas não é ateu, e o povo brasileiro tem o sentido de Deus. Histéricas ficaram também as feministas com os deputados Henrique Afonso (PT/AC) e Luiz Bassuma (PT/BA), que juntamente com os deputados Miguel Martini (PHS/MG), Leandro Sampaio (PPS/RJ), Dr. Talmir Rodrigues (PV/SP), José Linhares (PP/CE) e João Campos (PSDB/GO) lideravam a corrente pró-vida que se formou na sala de Sessões da CSSF, em que os demais deputados, um a um, foram se posicionando, todos em favor da vida. Um José Genoíno enfurecido, de cara fechada e arrogante, foi contundente na defesa das feministas, afirmando que "o legislador não é eleito para grupos morais, mas para a liberdade e a democracia". A tropa de choque abortista fez de tudo para ganhar tempo, insistindo - desde o início - no adiamento da Sessão, utilizando-se de todos os recursos protocolares para minar, pelo cansaço, os deputados pró-vida, o que irritou os demais deputados, alguns deles que ainda estava indecisos e que acabaram votando pelo relatório do Deputado Jorge Tadeu Mudallen (DEM/SP), de birra contra os excessos de Cida Diogo. "Assim não dá, essa mulher extrapolou, eu vou é votar contra ela", esbravejou um deles, para lá das duas da tarde, quando a deputada abortista resolveu puxar um "parabéns a você", para a Deputada Íris de Araújo (PMDB/GO), que aniversariava naquela dia. Logo no começo da Sessão, às 9h30, Jaime Ferreira Lopes afirmara para nós: "Temos garantidos 16 votos". Mas aos poucos, no desenrolar das horas, com a performance dos abortistas, os indecisos foram se convencendo, aos poucos, a discernir o joio do trigo. Os deputados conversavam entre si, trocavam olhares, faziam gestos, acenavam a cabeça, concordavam um com o outro. O milagre aconteceu, pois foi um milagre a confirmar a ação de Deus em nosso meio. É a pedagogia divina, que nos agrega, tão cheios de fragilidades que somos, para a obra é de Deus, a vitória é Sua. Os 33 votos votos foram se consolidando ao longo daquelas horas, que pareciam intermináveis. Acuados, os abortistas se diziam vítimas de um golpe, queixavam-se de que os deputados pró-vida estavam sendo duros com eles, principalmente depois que o Deputado Ronaldo Caiado fez uso da palavra, pulverizando-os impiedosamente. Pierondi não se conformava. Clodovil Hernandez (PR/SP) também apareceu por ali no afã de um holofote disponível. Logo foi embora, alegando ser apenas um suplente. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), que tradicionalmente comparece a essas ocasiões, só para sentir o clima da Sessão, e depois desaparece na hora da votação, mais uma vez fez prevalecer sua praxe. Chegamos a fotografá-lo sentado na mesa, bem estiloso, ao lado do Presidente da CSSF, o tempo suficiente para que seus assessores registrassem a sua presença na reunião. Na hora da votação, sumiu, de repente. O Dr. Pinotti (DEM/SP) tentou socorrer a colega Cida Diogo, com mais um daqueles discursos mentirosíssimos com que costuma iludir as platéias, defendendo com veemência um referendo popular sobre a legalização do aborto. Começou dizendo que era uma estrela internacional, esnobando os pares, o que irritou mais ainda os demais. Cida Diogo ficou cada vez mais transtornada, especialmente com a forma equilibrada e firme, como o Presidente da CSSF conduziu a Sessão, com bom humor e elegância, tendo que explicar várias vezes as regras do Regimento Interno à recalcitrante deputada; mostrando-se bem preparado para a difícil Sessão, de ânimos bem exaltados, em que ele se ancorou nas regras da Casa, para não perder o controle da situação, em meio às retóricas dos abortistas, que queriam pegá-lo num deslize protocolar, para posteriormente solicitar a anulação da Sessão. Mas Frejat foi incansável em afirmar: "o Regimento Interno é o meu limite." Não podendo vencê-lo, pois que ele estava com as regras na ponta da língua, a comandante abortista Cida Diogo partiu para a demagogia, dizendo que eles estavam sendo cerceados no seu direito de falar, o que nem na ditadura ocorreu. Frases de efeito que eles gostam de repetir quando estão com a batalha perdida! O Presidente Jofran Frejat lhe explicou - com a calma com quem conta a uma criança um sonho - dizendo que colocada uma questão em discussão e posteriormente em votação, sendo aprovada por unanimidade, ele não poderia voltar atrás, pois o plenário era soberano, e - insistia - tinha o Regimento Interno como seu limite. Mesmo assim, a deputada insistiu em apresentar todos os requerimentos que lhe era permitido pelas regras do jogo, que chegou não apenas a cansar, como enervar os demais parlamentares. Até que, por final, Caiado apresentou um requerimento solicitando que fosse colocado em votação o PL 1135/91. Cida Diogo já havia feito uso da palavra para a leitura do seu voto em separado, ao que foi rejeitado o seu requerimento para que, já quase ao meio da tarde, os mais de 19 deputados inscritos, com cada um tendo direito a quinze minutos de fala pudessem expressar suas opiniões, o plenário soberanamente votou e aprovou por grande maioria, que era preciso por um ponto final naquilo e a hora era de votar. "O povo brasileiro anseia por essa hora, pelo sim à vida", exclamou o heróico Luiz Bassuma. Até mesmo a deputada Rita Camata (PMDB/ES), cansada do extremismo adotado por Cida Diogo, votou pelo requerimento de Caiado, para que os deputados pudessem votar (muitos estavam morrendo de fome), ao que foi vaiada pelas feministas que a chamaram de "Rita Casaca". O Deputado Dr. Rosinha (PT/PR) - que havia redigido à mão, em letras trêmulas, um longo discurso e ficara privado de falar por conta da aprovação do requerimento pela votação -, passou a bufar e a andar de um lado para outro, enquanto as feministas vinham cochichar-lhe ao ouvido. Num ímpeto, chamou os seguranças e ordenou que fossem retirados todos os pró-vida que chegaram ás 7h30 da manhã e ocuparam as mesas da última fileira, pois, segundo ele, havia parlamentares de pé na Sessão e precisavam ser acomodados. Foi então que o Deputado Jorge Tadeu Mudallen ocupou a mesa da última fileira, sentando-se ao meio, e convidando para sentar-se ao seu lado a pró-vida Nadir Pazin, a contragosto do segurança, que havia dito há pouco que as ordens da mesa eram para ser cumpridas. Ao que falei para Dolly, que era melhor ela sentar também, na ponta, pois as costas já estavam doendo depois de cinco horas, e aos poucos, os pró-vida foram reocupando os lugares, onde reinava, triunfante, o relator Jorge Tadeu Mudallen. A ira dos abortistas aumentou quando crescia a adesão dos deputados pela apoio ao relatório de Mudallen, não deserdando de suas cadeiras durante toda a Sessão, e - mais ainda - quando começaram a chegar os suplentes, ávidos por votar em favor da vida. Foi então que o Dr. Rosinha, num chilique beirando a falta de decoro, comunicou ao Presidente da Sessão, que estaria se retirando do plenário, por estarem sendo vítimas de uma estranha orquestração, que ele queria saber exatamente entender o que estava acontecendo, mas que daquele jeito ele não aceitaria participar mais da votação. Ao que os companheiros Darcísio Pierondi (PMDB/RS) - Dr. Pinotti e Genoíno já haviam saído - e Cida Diogo, resolveram acompanhar o Dr. Rosinha, aos brados, enquanto as feministas, uivando feito hienas ferozes, chingavam a todos de "pedófilos e estupradores", ao que o Deputado Jorge Tadeu Mudallen arregalou os olhos de espanto, por ver a que nível baixo de ofensa gratuita elas poderiam chegar, por não aceitarem as regras da democracia que tanto defendem. Enquanto as feministas saiam, como almas trevosas e barulhentas, o ambiente da sala de Sessão foi adquirindo, aos poucos, uma tal calmaria, um tal alívio, que o Deputado Jorge Tadeu Mudallen, fazendo um sinal ao Presidente Jofran Frejat, solicitou encarecidamente que fossem logo votar, pois os deputados estavam com apenas um suquinho de frutas que os assessores lhes trouxeram da lanchonete. Enfim, às 14h13 deu-se início à histórica votação. Um a um foram dando o seu "sim" à vida. Todos - inacreditavelmente todos - foram votando pela aprovação do Relatório Mudallen, até que, por último, o próprio Presidente Jofran Frejat, fazendo côro aos demais deputados que diziam: "Pela vida, voto sim", deu o seu voto "pela vida" que, finalmente, depois de tantos anos, encerrara a tramitação do PL 1135/91, arquivando-o naquela Comissão. Foram estes os deputados federais que votaram a favor da vida: Titulares da comissão: Aline Corrêa (PP-SP) Armando Abílio (PTB-PB) Eduardo Barbosa (PSDB-MG) Geraldo Resende (PMDB-MS) Germano Bonow (DEM-RS) Henrique Afonso (PT-AC) João Bittar (DEM-MG) Jofran Frejat (PR-DF) José Linhares (PP-CE) Leandro Sampaio (PPS-RJ) Maurício Trindade (PR-BA) Mauro Nazif (PSB-RO) Nazareno Fonteles (PT-PI) Rafael Guerra (PSDB-MG) Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) Rita Camata (PMDB-ES) Roberto Britto (PP-BA) Rodrigo Maia (DEM-RJ) Ronaldo Caiado (DEM-GO) Solange Almeida (PMDB-RJ) Talmir Rodrigues (PV-SP) Tonha Magalhães (PR-BA) Suplentes da comissão: Carlos Mannato (PDT-ES) Costa Ferreira (PSC-MA) Gorete Pereira (PR-CE) Íris de Araújo (PMDB-GO) Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) Luiz Bassuma (PT-BA) Miguel Martini (PHS-MG) Neilton Mulim (PR-RJ) Simão Sessim (PP-RJ) Tadeu Filippelli (PMDB-DF) Valtenir Pereira (PSB-MT) Encerrada a Sessão, foram os cumprimentos, as lágrimas emocionadas de muitas lideranças pró-vida, deputados se confraternizavam, num clima de "abraço da paz", como numa celebração eucarística. Jaime Ferreira Lopes, Coordenador do Brasil Sem Aborto, pôs-se a cantar, enquanto muitos passaram a ligar seus celulares e a espalharem a notícia: "33 - a idade de Cristo!" De lá, liguei para Dom Carmo João Rhoden, da Diocese de Taubaté, que recebeu a notícia como um presente neste mês de festividades pelo centenário da nossa Diocese. Dolly avisou Pe. Berardo e D. Dimas, Nadir, Rodrigo Pedroso, João Pinheiro Neto, Humberto Vieira, Daniela Sá, Jennifer, Susy Gomes, Paulo Fernando, Gabriel, Bassuma, Leandro Sampaio, Talmir, Miguel Martini, e tantos outros ficamos por ali em cumprimentos e abraços, outros dando entrevistas às tevês, tirando fotografias, muitos ainda sem acreditar no que viviam. "Foi um momento único: 33 x 0", sem precedentes na história, e que a imprensa, no dia seguinte, iria simplesmente ignorar, registrando o fato em notas de rodapé, ou mesmo silenciando. Logo após, tínhamos que comemorar: fomos então ao restaurante da Câmara, no 10º andar, e ainda antes do almoço, Paulo Fernando fez a oração de ação de graças, e tudo fluiu serenamente. Dolly lembrou-se dos muitos que participaram na construção da história dessa importante vitória, ao que Rodrigo Pedroso destacou o trabalho de Antonio Donato e seu grupo de São Paulo, ao que concordei com a feliz menção. Após a sobremesa, por causa do meu horário de vôo, Dolly acompanhou-me até o elevador, onde fui até a portaria do anexo IV, em que Humberto Vieira aguardava para levar-me ao aeroporto. No caminho, fomos conversando e ele contando-me sobre tantas Sessões que presenciara, participara, contando-me que no começo era ele sozinho a fazer o que hoje muitos já fazem, ao que lhe confirmei o importante que ele exerce como pai dos pró-vida que vão surgindo, a cada dia, por todo o Brasil. Lembrou também de Pe. Lodi, e agora Dolly, Paulo Fernando, Susy, e tantos outros, e tantos deputados que vão entendendo o significado e o sentido da cultura da vida, crescendo, aos poucos, a rede da solidariedade com a especialíssima missão de proteger a vida (principalmente em sua fase mais indefesa) e a família, em sua estrutura natural, primeira e principal instituição humana. Nunca vi coisa igual aqui no Congresso! Foi uma vitória e tanto!" Exclamou Humberto Vieira. Até mesmo o vôo da Gol foi um dos mais tranqüilos, sem nenhuma turbulência nos ares. Prof. Hermes Rodrigues Nery é Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté. Fonte: Recados do Aarão |
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