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Diversos - Papa condena

Papa condena a teologia maldita..
 
Papa Bento XVI critica disseminação da teologia da libertação no Brasil

05.12.2009 - CIDADE DO VATICANO - O papa Bento XVI lamentou hoje que nas escolas e universidades brasileiras ainda estejam presentes os "princípios enganosos da teologia da libertação", e pediu "aos que estão atraídos, implicados e tocados" por ela que retornem à "via reta da doutrina".

Segundo o Pontífice, que recebeu no Vaticano um grupo de bispos brasileiros, as escolas não são de propriedade dos teólogos críticos, mas da Igreja Católica.
Bento XVI retomou algumas das indicações que ele mesmo já havia feito quando era Prefeito da Congregação para a Fé no documento "Liberatis Nuntius", de agosto de 1984.

No texto, o Papa chamava a atenção para "os perigos de uma apropriação sem críticas, feita por alguns teólogos, de teses e metodologias provenientes do marxismo".

A teologia da libertação é uma corrente desenvolvida primeiramente na América Latina que incorpora questões sociais e teorias, algumas de inspiração marxista, para defender um papel mais ativo da Igreja Católica na luta contra a pobreza e pela libertação das populações menos favorecidas.
Fonte: UOL notícias

Neste sentido, amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55). Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz. (Jonas)

Fonte: Recados do Aarão

 

 

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