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10/10/2009
11:11:42
Diversos - Besta premia
besta
BESTA PREMIA BESTA
Obama ganhando o Prêmio Nobel da Paz choca jornalistas e líderes pró-vida
Jornal Times da Inglaterra declara: “Absurda decisão sobre
Obama faz com que o prêmio Nobel da Paz pareça algo ridículo”
Patrick B. Craine e Steve Jalsevac
OSLO, Noruega, 9 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Hoje
cedo de manhã, o Comitê Nobel premiou o presidente americano Barack
Obama com o Prêmio Nobel da Paz de 2009, provocando choque tanto de
jornalistas quanto de líderes pró-vida.
O prêmio, diz o comitê, foi dado ao presidente Obama “por seus
esforços extraordinários para fortalecer a diplomacia e a cooperação
internacional entre os povos”. O comitê diz que “deu importância
especial à visão e esforço de Obama em prol de um mundo sem armas
nucleares”.
Além disso, ele recebeu o crédito por ter “criado um novo clima
nas políticas internacionais”. “Só muito raramente uma pessoa na
mesma posição de Obama capturou a atenção do mundo e deu para seu
povo a esperança de um futuro melhor”, disse o comitê.
Especialistas apontam que a pressa do comitê Nobel para dar o prêmio
para Obama provavelmente não tem precedentes, pois quando o prazo
final para a indicação do prêmio terminou em fevereiro, Obama
estava na presidência apenas 12 dias. “O prêmio parece ser mais
pela promessa de Obama do que pelo que ele fez”, comenta Jennifer
Loven da Associated Press. “O trabalho da ambiciosa agenda do
presidente, tanto nacional quanto internacionalmente, mal está em
andamento, muito menos terminado. Ele não tem nenhum momento de
destaque e vitória que pareceria justificar uma decisão tão
abrangente quanto a que o comitê Nobel fez”.
Um comentário muito mais duro do jornal UK Times online, escrito por
Michael Binyon, foi intitulado “Absurda decisão sobre Obama faz com
que o prêmio Nobel da Paz pareça algo ridículo”. Binyon declara:
“O prêmio Nobel da Paz deste ano para o presidente Obama será
recebido com incredulidade e consternação geral em muitas capitais e
provavelmente profunda vergonha pelo próprio presidente Obama.
Raramente um prêmio teve tanta intenção política e partidária óbvia”.
O jornalista explica o resultado de tal situação declarando: “Em
vez disso, o prêmio corre o risco de parecer absurdo em suas afirmações,
praticando favorecimentos em suas intenções e rebaixando-se em sua
tentativa de construir um homem que mal começou seu mandato de
presidente, sem mencionar que ele não realizou nenhum resultado tangível
em prol da paz”.
Salienta-se, por exemplo, que Obama está atualmente envolvido em duas
guerras — no Afeganistão e no Iraque — e, embora tenha indicado
um desejo de se retirar do Iraque, ele fez pouco até o momento.
Além disso, a notícia do Nobel chega num momento em que Obama está
envolvido numa controvérsia nacional acerca do financiamento federal
ao aborto em sua reforma do sistema de saúde. Líderes pró-vida há
muito tempo alertam acerca da radical agenda de aborto de Obama.
Essa não é a primeira vez que o comitê Nobel mostrou sua preferência
por conhecidos defensores do aborto. Em 2007, o comitê deu seu Prêmio
Nobel para o ex-presidente dos EUA Al Gore. Os líderes pró-vida do
mundo responderam que o forte apoio de Gore ao controle de população
e ao aborto de forma especifica o desqualificava para receber o Prêmio
Nobel.
Quando Madre Teresa de Calcutá recebeu o prêmio em 1979, conforme
indica Catholic.org, ela declarou em seu discurso de recebimento:
“Sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, pois o aborto
é uma guerra direta, uma matança direta — assassinato direto
perpetrado pela própria mãe… Pois se uma mãe pode matar seu próprio
filho — o que me impede de matar você e você me matar — não há
nada impedindo”.
Obama negou repetidamente que sua reforma financiaria o aborto, mas
conforme FactCheck.org declarou em agosto, “quanto ao projeto de lei
conforme está hoje na Câmara dos Deputados, é claro que ele
permitiria tanto um ‘plano público’ quanto novos planos
particulares recentemente subsidiados para cobrir todos os abortos”.
A linguagem que garantiria que o plano não financiasse abortos
recebeu freqüentes votos contrários na Câmara e no Senado. Os
bispos dos EUA divulgaram ontem uma carta expressando seu
“desapontamento” de que o problema do financiamento do aborto
ainda não foi tratado no projeto de lei, e insistindo em que eles farão
oposição “vigorosa” à legislação, até que o problema tenha
sido tratado.
Joe Scheidler da Liga da Ação Pró-Vida chamou a premiação de
Obama como “política do faz-de-conta”, concordando com outros que
ele não fez nada para merecer o prêmio. “Desvaloriza o prêmio ao
ponto de que não significa nada, é só um símbolo”, disse ele.
“Ele não fez nada, a não ser falar… Assim isso desvaloriza o prêmio
ao ponto de que não tem significado. É uma vergonha porque faz pouco
caso de todas as pessoas que receberam o prêmio antes”.
Concordando com Madre Teresa de que o aborto é “o maior destruidor
da paz hoje”, disse ele, “É exatamente isso. E esse homem é um
dos maiores promotores do aborto. Consequentemente… é simplesmente
uma aberração.
“Estou totalmente chocado”, disse Judie Brown, da Liga da Vida
Americana. “Parece simplesmente para mim que isso é uma das maiores
medidas políticas já feitas e que isso justifica o fato de que Obama
pode ser pró-aborto, a favor de matar milhões de pessoas, e ainda
ser reconhecido como líder da paz, o que é simplesmente ridículo”.
“Ao dar o prêmio para Obama, o comitê Nobel está anunciando que o
aborto é o alicerce da paz ‘infernal’”, disse ela”, o silêncio
incriminador de 51 milhões de crianças abortadas nos Estados Unidos
apenas. O comitê Nobel concedeu o ‘Prêmio da Paz’ a um homem
dedicado à guerra contra o útero”.
No ano passado, depois que foi anunciado que a mais elevada condecoração
cívica do Canadá iria ser dada ao maior médico aborteiro da nação,
Henry Morgentaler, dez pessoas que haviam recebido a condecoração no
passado acabaram dando de volta as medalhas ao Governador Geral do
Canadá. Em seus comentários, indicou-se que a condecoração havia
sido aviltada com a concessão do mesmo elevado reconhecimento a um
aborteiro que matou um grande número de crianças.
Fonte Julio Severo
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