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23/9/2009 10:41:46 Verdadeira fonte do amor é presença de Deus na alma, diz Bento XVI 16.09.09 - Vaticano.- Em sua habitual catequese das quartas-feiras na Audiência Geral, o Papa Bento XVI falou sobre Simão o Novo Teólogo, um santo monge oriental da Ásia Menor do século X, cuja contribuição está na reflexão sobre a presença do Espírito Santo nos batizados e como "a verdadeira fonte do amor é a presença divina na alma".Na Sala Paulo VI e diante de milhares de fiéis reunidos, o Papa explicou que Simão nasceu em 949 em Galatai (Ásia Menor) e abandonou sua carreira civil em Constantinopla ao serviço do Imperador para empreender "o caminho da união com Deus, sob a guia espiritual de Simão o Piedoso, em um monastério de Constantinopla". Morreu em 1022.Sua reflexão, afirmou o Santo Padre, "centra-se na presença do Espírito Santo nos batizados, que têm que ser conscientes desta realidade espiritual. A vida cristã é comunhão íntima e pessoal com Deus", e insistiu em que "o verdadeiro conhecimento de Deus nasce de um caminho de purificação interior e passa através de um profundo arrependimento e dor sincera pelos próprios pecados, para chegar à união com Cristo, fonte de alegria e de paz".O Papa sublinhou logo que "este santo monge oriental estimula a todos a prestar grande atenção à vida espiritual. Se nos preocuparmos justamente de cuidar nosso crescimento físico, humano e intelectual, é ainda mais importante não descuidar o crescimento interior, que consiste no conhecimento de Deus e na comunhão com Ele, para experimentar sua ajuda em todo momento e em toda circunstância".Depois de ressaltar que Simão "teve a prova segura de que a fonte da presença e da ação de Cristo em uma alma é o amor", Bento XVI destacou que "o amor de Deus cresce em nós se permanecermos unidos a Ele com a oração e com a escuta de sua palavra. Somente o amor divino nos abre o coração a outros e nos faz sensíveis às suas necessidades, levando considerar a todos como irmãos e nos convidando a responder com o amor ao ódio e com o perdão à ofensa".O Papa indicou que assim como Simão, quando era jovem, "encontrou um diretor espiritual que lhe ajudou muito e de quem conservou uma grande estima, segue sendo válido para todos –sacerdotes, pessoas consagradas e leigos, e especialmente para os jovens– o convite a recorrer aos conselhos de um bom pai espiritual, capaz de acompanhar a cada um no conhecimento profundo de si mesmo, e conduzi-lo à união íntima com o Senhor, para que sua existência se conforme cada vez mais ao Evangelho"."Para ir até o Senhor temos sempre necessidade de um guia, de um diálogo; não podemos fazê-lo sozinhos com nossas reflexões e este é também o sentido da eclesialidade de nossa fé, encontrar este guia", concluiu.Em sua saudação em espanhol, o Papa Bento XVI se dirigiu de maneira particular às carmelitas missionárias, em sua Assembléia Intercapitular, ao grupo do Bacharelado Humanista Moderno da Arquidiocese de Salta, assim como a outros grupos procedentes da Espanha, El Salvador, Chile, Argentina e outros países latino-americanos. "Que a vida e ensinamentos de Simão nos ajudem a descobrir cada dia mais a inefável beleza do Amor de Deus em nós. Muito obrigado por sua atenção", finalizou.Fonte: ACI Livro para crianças chama Cristo de canalha e o apresenta como fantasia de São Paulo17.09.2009 - LONDRES.- O escritor inglês Philip Pullman, que nos últimos anos ganhou fama e fortuna com romances anti-católicos para crianças, preparou suas baterias contra Jesus Cristo e anunciou o próximo lançamento de um novo livro no que apresenta o Senhor como um "canalha" e a São Paulo como um fantasioso que lhe adjudicou poderes sobrenaturais.O livro, que será posto à venda na próxima Semana Santa, titula-se "Jesus o Bom Homem e o Cristo canalha" ("The Good Man Jesus and the Scoundrel Christ"). Seu argumento de fundo é que São Paulo transformou a personalidade do Jesus e, usando seu "fervente imaginação" adjudicou atributos divinos a um homem normal.Pullman, que se proclama ateu e forma parte da Sociedade Nacional Secular, justificou seu insólito argumento alegando que "São Paulo começou a transformar a história de Jesus em algo distinto e extraordinário no tempo em que escreveram os Evangelhos e parte de sua versão influiu no que escreveram os evangelistas".Para Pullman, "Paulo era um literato e um gênio da imaginação que teve mais influencia em seu mundo que qualquer outro, incluindo Jesus. Teve a grande habilidade de persuadir a outros e suas habilidades retóricas convenceram às pessoas por 2,000 anos".O novelista, autor de "A bússola dourada", acrescenta que sua história parte da "tensão na natureza dual de Jesus Cristo" e tem partes de "história e partes de conto de fadas".O Bispo Auxiliar de Birmingham, Dom David McGough, criticou o livro e em uma coluna do jornal The Catholic Herald, recordou que "não há evidência alguma de que São Paulo tenha influenciado os Evangelhos. Nenhum acadêmico respeitável poderia ter escrito algo sobre a teoria" de Pullman.Fonte: ACI Bispo espanhol denuncia perseguição religiosa oculta em campanha anti-crucifixo 16.09.2009 - O Bispo de Tarazona, Dom Demetrio Fernández, saiu ao encontro dos grupos que promovem o retiro dos crucifixos dos espaços públicos e advertiu que estas campanhas vêem a Deus como um estorvo, formam parte da "perseguição religiosa oculta" que afeta a Espanha e confundem o conceito de estado laico, porque pretendem fazer deste um país ateu.Com ocasião da festa da Santa Cruz que a Igreja celebra esta semana, o Bispo difundiu uma carta pastoral em que adverte que "quando querem tirar Deus da praça pública, quando querem prescindir de Deus, como se Deus fora um estorvo, quando querem arrancar do coração de nossas crianças e jovens a Jesus Cristo, tira-se o crucifixo da escola, dos hospitais, de todo âmbito da vida pública".Do mesmo modo, respondeu a "aqueles que pretendem tirar o crucifixo argumentam com razões de laicidade" e explicou que "essa laicidade, que tem que suprimir a Deus para afirmar-se a si mesmo, é uma laicidade sem futuro, é uma laicidade que não faz bem ao homem. É uma laicidade que tem que arrasar toda uma história, uns costumes, uma cultura cristã em suas raízes e em suas expressões"."Que o Estado é laico quer dizer que oficialmente não confessa nenhuma religião, mas ao mesmo tempo favorece a religião de seus cidadãos, porque considera a religião como um bem para o homem, para os cidadãos aos que serve. Mas quando suprime todo símbolo religioso, se adota uma postura direta de ataque ao religioso, que contradiz a sã laicidade", esclareceu.Neste sentido, assinalou que "uma Estado verdadeiramente laico respeita as crenças e convicções de seus cidadãos, as favorece e as apóia sempre, porque a religião é uma dimensão fundamental da pessoa. Quando, pelo contrário, ataca as convicções religiosas de seus cidadãos (sejam os que sejam), deixa de ser um Estado laico para converter-se em um Estado confessionalmente ateu. Porque só aos ateus incomodam Deus e os símbolos religiosos".Dom Fernández considerou que "na Espanha, encontramo-nos com uma situação de verdadeira perseguição religiosa oculta, com este e com outros muitos atos concretos. É uma perseguição que recorta a liberdade religiosa, particularmente a liberdade dos católicos, porque a outras religiões possivelmente não se atrevam a perseguir pelo que pode passar. Está gerando-se a nova lei de liberdade religiosa. Veremos por onde sai, mas, com estes preâmbulos, tememos o pior, sobre tudo no âmbito da objeção de consciência".Depois de destacar os eloqüentes testemunhos "de católicos coerentes, que respeitando todas as leis, oferecem o rosto a esta perseguição oculta, e têm uma eficácia insuspeitada", pediu aos crentes seguir estes exemplos."Possivelmente necessitamos que nos belisquem para reagir positivamente. Tome um crucifixo em suas mãos, pendure-o em seu peito, leve-o sempre consigo. O sinal do cristão é a Santa Cruz. Tendo a Jesus Cristo, temos tudo. Não se envergonhe nunca de ser discípulo dele. Com sua ajuda e seu evangelho, e só assim, poderá melhorar você mesmo e poderá construir um mundo melhor", concluiu.Fonte: ACI Donos de discotecas são mercadores sem alma, denuncia Arcebispo argentino 16.09.2009 - BUENOS AIRES.- O Arcebispo de La Plata, Dom Héctor Rubén Aguer, questionou a atitude dos pais e de alguns empresários de estabelecimentos noturnos, a quem qualificou de "mercadores sem alma", ao referir-se à problemática do excesso de álcool que deriva em gestos de violência protagonizados por jovens de distritos portenhos."São os pais os que descuidaram uma responsabilidade fundamental, logo estão esses mercadores sem alma, que são os donos discotecas, todo mundo sabe que isso é um negócio onde se põe em risco a saúde física, psicológica e espiritual dos jovens", advertiu em declarações radiais.O Prelado platense assegurou que "este é um fenômeno que está saindo do leito e terá que retornar para seu lugar devido". Do mesmo modo, considerou que "o problema fundamental passa por como se pensa a vida de um jovem", embora admitisse que "não se deve generalizar, porque não acredito que todos os jovens estejam apanhados pela cultura das discotecas".Depois de afirmar que "isso de passar a noite em claro, dois ou três dias por semana, é uma coisa insana", opinou: "não acredito que logo se possa trabalhar ou estudar em forma". Dom Aguer qualificou de "complexa" a problemática derivada da noturnidade, embora insistiu em que "terei que colocar as coisas em seu devido lugar".Entretanto, reconheceu que "não sei se será tão simples [fazer] que estes negociantes reconheçam que não devem vender álcool ou outras 'coisinhas' que todos sabemos que circulam em algumas discotecas”."A noite não é para divertir-se todo o tempo, é uma questão educativa que depende, acima de tudo, da família. Eu suspeito que muitos pais de família são tão adolescentes como seus filhos", asseverou.As críticas do Arcebispo platense se conhecem quando o governador portenho, Daniel Scioli, decide intensificar os controles ao consumo de álcool na via pública e busca acordar com os empresários da noite medidas para restringir o consumo destas bebidas.Fonte: ACI Episcopado rechaça projeto de lei secularista e anti-católica na Costa Rica17.09.2009 - A Conferência Episcopal da Costa Rica deu a conhecer hoje um comunicado no qual rechaça "em todos seus extremos" o projeto de lei que busca uma modificação constitucional que deixa de estabelecer que a religião do país é a religião católica; assim como a intenção de eliminar a palavra "Deus" dos juramentos oficiais.Os bispos explicam que este projeto de lei proposto pelo "Movimento por um Estado Laico na Costa Rica" se "'enuncia' como remédio para guardar a liberdade religiosa dos habitantes do país" quando em realidade o que estão fazendo os que pertencem a este grupo é aproveitar "esta oportunidade para impulsionar sua própria agenda".Alguns deles e de forma insistente, indicam os prelados, "manifestaram-se opostos aos valores do Evangelho e da ética cristã que a Igreja ensina. Seu marcado interesse particular, obstaculiza-lhes a busca do autêntico bem comum e lhes desautoriza como supostos defensores da liberdade religiosa no país".Os bispos asseguram logo que a atual Constituição "permitiu, historicamente, uma sã, respeitosa e equilibrada colaboração entre o Estado e a Igreja em aras do desenvolvimento integral de nosso país. Afirmar o contrário é ignorar a história".Ao comentar o desejo deste grupo de suprimir o nome de Deus do juramento constitucional, os prelados indicam que esta pretensão "evidencia um doloroso secularismo, totalmente oposto ao conceito de justa autonomia da comunidade política e da Igreja, e entendido como a exclusão de Deus e da fé dos âmbitos públicos, reduzindo esta a um simples intimismo".Por isso, acrescentam, "os preconceitos anti-religiosos, os interesses particulares e o relativismo moral são expressão de uma miopia que nega todo valor à dimensão transcendente e vivencia da fé cristã".Finalmente e antes de recordar que sempre denunciarão e se oporão a qualquer projeto que "fira o nosso povo", os bispos da Costa Rica afirmam que "nossa oposição ao chamado projeto se fundamenta na defesa de princípios e valores que favoreçam uma autêntica democracia, e não na busca de supostos privilégios pois, 'uma democracia sem valores…se torna facilmente em uma ditadura e termina traindo o povo'". Fonte: ACI Papa recorda que sacerdotes não devem participar da política17.09.2009 - Tampouco os leigos podem assumir as funções de um presbíteroPor Inma Álvarez CASTEL GANDOLFO,- Os sacerdotes devem favorecer a unidade e a comunhão de todos os fiéis e, por isso, devem manter-se afastados da política, que é um campo de ação dos leigos, considera Bento XVI.Assim o afirmou nesta quinta-feira, ao acolher o segundo grupo de bispos brasileiros, procedente da Região Nordeste, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, por ocasião de sua visita ad limina apostolorum.O Papa dedicou toda a sua intervenção a prevenir contra a “secularização dos sacerdotes e a clericalização dos leigos”, além de insistir em que a figura do sacerdote na Igreja é insubstituível.“O aprofundamento harmônico, correto e claro da relação entre sacerdócio comum e ministerial constitui atualmente um dos pontos mais delicados do ser e da vida da Igreja”, sublinhou o Papa.“É na diversidade essencial entre sacerdócio ministerial e sacerdócio comum que se entende a identidade específica dos fiéis ordenados e leigos.”O Papa admitiu que o número escasso de sacerdotes é um problema importante, especialmente nestas regiões, onde a atenção pastoral “deve ser organizada com poucos presbíteros”, mas acrescentou que esta situação “não deve ser considerada normal ou típica do futuro”.Por outro lado, afirmou, “a falta de presbíteros não justifica uma participação mais ativa e numerosa dos leigos. Na verdade, quanto mais os fiéis forem conscientes de suas responsabilidades na Igreja, mais se sobressairá a identidade específica e o papel insubstituível do sacerdote”.Recordou aos bispos que este Ano Sacerdotal supõe uma boa ocasião para refletir sobre o exemplo do Santo Cura de Ars.“Ele continua sendo um modelo atual para vossos presbíteros, especialmente na vivência do celibato como exigência do dom total de si mesmos, expressão daquela caridade pastoral que o Concílio Vaticano II apresenta como centro unificador do ser e do agir sacerdotal.”Neste sentido, o Papa explicou quão necessário é buscar mais vocações, como também que “os sacerdotes manifestem a alegria da fidelidade à própria identidade com o entusiasmo da missão”.Também é importante que os presbíteros “vivam com coerência e plenitude a graça e os compromissos do Batismo”, que celebrem a Missa e rezem o ofício divino diariamente.“Deveis concentrar os esforços em despertar novas vocações sacerdotais e encontrar os pastores indispensáveis para as vossas dioceses, ajudando-vos mutuamente, para que todos disponham de presbíteros melhor formados e mais numerosos para sustentar a vida de fé e a missão apostólica dos fiéis”, concluiu o Papa.Fonte: www.zenit.org Após 50 anos de proibição, Missas retornam às prisões cubanas17.09.2009 - Evangélicos também poderão realizar funções religiosas nestes centros HAVANA.- Após 50 anos de proibição à celebração de Missas nas prisões de Cuba, o governo de Raúl Castro Ruz suspendeu nesta quarta-feira este embargo e deu via livre à celebração da Eucaristia nos presídios da ilha caribenha, onde existem milhares de presos católicos.A Igreja Católica manifestou sua satisfação com esta iniciativa do governo, que havia proibido as Missas quando chegou ao poder em Cuba há 50 anos. O secretário executivo da Conferência do Episcopado Cubano, o sacerdote José Félix Pérez, disse que era um tema que já estava sendo trabalhado e que existe um canal aberto de comunicação com o governo que facilitou a decisão.Ainda que a medida tenha detalhes que não foram resolvidos, o secretário executivo do episcopado cubano destacou que a suspensão da proibição “é real e nos alegramos que seja assim”. A possibilidade de realizar funções religiosas nas prisões de Cuba também estende-se às Igrejas evangélicas.Nos últimos meses tem sido trabalhado, sobretudo pela pastoral penitenciária da Igreja Católica, a abertura de serviços religiosos aos presos –alguns deles de consciência.Alguns bispos e sacerdotes já haviam celebrado missas nos presídios, mas somente em datas específicas. A restrição de fazê-lo semanalmente é a que estaria a ponto de ser derrogada.“Agora será (a celebração da Missa) de maneira permanente, só que essa permanência vai depender um pouco dos lugares”, afirmou Pe. José Felix Pérez, que acrescentou que “os sistemas de prisões provisórias têm seus próprios regulamentos. Vai depender de onde estão os reclusos que pedem estas celebrações de Missas”.Por sua parte, José Aurelio Paz, porta-voz do Conselho de Igrejas de Cuba (CIC), disse na terça-feira aos meios que a decisão lhes foi informada no dia 10 de setembro. Ele assinalou que nesse dia diretores do CIC se reuniram com funcionários da área religiosa do Partido Comunista e com responsáveis pelo sistema penitenciário.Fonte: www.zenit.org Obra que representa Hitler no colo de santa católica causa polêmica na Itália 20.09.2009 - VENEZA – Uma obra de arte que retrata o ditador nazista Adolf Hitler criança com o uniforme militar no colo de uma santa católica, no estilo das pinturas do artista renascentista Rafael, está gerando polêmica na cidade de Verona, no norte da Itália, onde foi exposta. A pintura é do artista italiano Giuseppe Veneziano e foi apresentada em uma galeria durante o evento ArtVerona, uma feira que apresenta obras de arte modernas e contemporâneas, gerando críticas das comunidades judaica e católica, que as julga como uma provocação e dizem que é um trabalho que só merece “o desinteresse e o silêncio”.O rabino de Verona, Crescenzo Piattelli, disse ao jornal Corriere del Veneto, que esta “é uma obra blasfematória e ofende profundamente os cristãos, e também os judeus, visto como a imagem de Hitler é retratada”.O prefeito da cidade, Flavio Tosi, disse, por sua vez, que “naquele quadro não existe nada de artístico e de bonito. Se dependesse de mim, eu mandaria cobrir a pintura”.“Desta forma o autor conseguiu obter o resultado que ele queria, buscando, de forma provocatória, a divulgação de seu trabalho através da ofensa à religião cristã. Quem organizou a manifestação, a feira de Verona, não deveria ter permitido tal exposição”, declarou Tosi.O prefeito acredita ainda que a escolha de mostrar a obra “se deve a uma falta de controle preventivo ou a um grande erro” e explicou que “a prefeitura só patrocinou o evento como todos os outros que acontecem no espaço de exposição e não tem nenhuma possibilidade de fazer uma triagem” antes.Por sua parte, Giuseppe Veneziano explicou que este é um trabalho que nasce da crise religiosa que caracteriza a época atual, defendendo que “destaca o fato de que Hitler também era filho de Deus e que o monstro existe de forma potencial em todos nós”.Fonte: ANSA/UOL/O Verbo Europa precisa reencontrar as razões da fé e da esperança, diz Bento XVI20.09.2009 - Vaticano)- Ao recordar a viagem apostólica que realizará a República Tcheca de 26 a 28 de setembro, o Papa Bento XVI assinalou que este país, assim como todo o continente europeu, precisa “reencontrar as razões da fé e a esperança”.Depois da oração do Ângelus dominical, o Santo Padre assinalou que “sobre os rastros de meu amado predecessor João Paulo II, que visitou este país três vezes, também eu renderei comemoração aos heróis que testemunharam o Evangelho, antigos e recentes, e alentarei a todos a seguirem adiante na caridade e na verdade”.“Agradeço a partir de agora a quantos me acompanharão com a oração nesta viagem, para que o Senhor o abençoe e o faça frutífero”, concluiu.Fonte: ACI Injusta relação com Deus é causa de violência na Nigéria, dizem bispos20.09.2009 - Os bispos da Nigéria emitiram um comunicado em que consideram imperdoável o pretexto da "liberdade religiosa" por parte de alguns grupos para "perseguir a outros nigerianos de diversas convicções religiosas" e assinalaram que "na raiz de nossos sofrimentos está a ausência de uma justa relação entre nós e Deus".Conforme informou a agência vaticana Fides, os prelados emitiram o comunicado logo depois de finalizada a segunda reunião plenária da Conferência Episcopal da Nigéria, realizada em Kafanchan, Kaduna, de 7 a 12 de setembro, sobre o tema "Conversão para a justiça e a reconciliação".Os bispos assinalaram que "alguns nigerianos interpretam mal seu direito à religião como o direito de perseguir a outros nigerianos de diversas convicções religiosas”; e advertiram que "o direito a propagar uma religião não se deve exercer de modo que viole os direitos de pessoas de outras religiões. Deploramos o uso e abuso da religião para pisar nos direitos de outros".Os bispos lamentaram "a perda de vidas humanas e os enormes danos materiais causados pela seita religiosa Boko Haram" que briga em particular contra as instruções de tipo ocidental; e criticaram a inação das autoridades.Os prelados expressam também sua “tristeza e desilusão" porque "a pesar do conhecimento da existência e os planos da seita Boko Haram, e apesar das relações apresentadas às autoridades competentes, a inércia do governo permitiu à seita de destruir mais de 2000 vidas antes que a insurreição fora suprimida"."Não temos uma democracia digna deste nome se o governo não consegue proteger a vida e as propriedades dos cidadãos", acrescentam.Depois de recordar que a origem do mal está no pecado, os bispo nigerianos asseguram que "sem a força que vem do alto não pode haver uma verdadeira conversão. Temos que confiar nosso país nas mãos de Deus"."Rezemos, por intercessão da Beata Virgem Maria, Reina da Nigéria, e de São João Maria Vianney, agente e exemplo de conversão, que aos nigerianos nos conceda a graça de colaborar com Deus, em solidariedade uns com os outros para transformar nossa nação", concluíram.Fonte: ACI A pureza é o reflexo transparente de Deus na alma humana, diz o Papa20.09.2009 - Vaticano,- Milhares de fiéis e peregrinos se encontraram este meio-dia na Praça de São Pedro para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem ao introduzir a oração Mariana fez um chamado a procurar a sabedoria do coração que nos purifica da escória da mentira e do egoísmo.Meditando na Epístola de São Tiago, o Papa fez notar a “descrição da verdadeira sabedoria” ressaltando os sete atributos que a esta vêm dados: “pura; e além disso, pacífica, benévola e conciliadora; está cheia de misericórdia e disposta a fazer o bem; é imparcial e sincera… sete qualidades que ressaltam a perfeição da autêntica sabedoria e os efeitos positivos que esta produz”.“Como primeira e principal qualidade, qual premissa das outras, Santiago cita a 'pureza', quer dizer a santidade, o reflexo transparente de Deus na alma humana”, continuou.Bento XVI adicionou que esta “não precisa impor-se com a força, porque possui o vigor invencível da verdade e do amor, que se afirma em si. Por isso é pacífica, benévola e conciliadora; é imparcial, não recorre a mentiras; é indulgente e generosa, reconhece-se por seus frutos de bondade que suscita em abundância”.Mais adiante, o Santo Padre exortou aos que estão chamados a “serem promotores de paz nas comunidades religiosas e civis, nas relações sociais e políticas e nas relações internacionais” a procurar e tirar da “fonte descontaminada do amor de Deus a sabedoria do coração que nos desintoxica da escória da mentira e do egoísmo”.“Em nossos dias, talvez por certas dinâmicas próprias das sociedades de massa, constata-se uma falta de respeito pela verdade e pela palavra dada, junto a uma difundida tendência à agressividade, ao ódio e à vingança”, adicionou.O Pontífice recordou que “para fazer obras de paz é necessário ser homens de paz, ficando à escola da sabedoria que vem do alto”, para assimilar as qualidades e produzir os efeitos.“Peçamos a Deus com confiança a sabedoria do coração, por intercessão daquela que acolheu em seu ventre e gerou a Sabedoria feita carne, Jesus Cristo, nosso Senhor”, concluiu o Papa. A seguir rezou o Ângelus e seguidamente saudou os presentes em diversos idiomas.Fonte: ACI Bispo denuncia massacre anti-cristão no Sudão e pede ajuda internacional 21.09.2009 - O Bispo de Tombura-Yambio (sul do Sudão), Dom Eduardo Hiiboro Kussala, denunciou um massacre anti-cristão neste país aonde nos últimos dias a guerrilha seqüestrou a 20 pessoas assassinando 7.Em declarações à organização católica Ajuda à Igreja Necessitada (AIN), o Prelado explicou que para deter os ataques do "Lord Resistance Army" (Exército da Resistência do Senhor) necessita-se definitivamente a ajuda internacional, depois da irrupção deste grupo em uma igreja de sua diocese aonde seqüestraram 17 jovens.Logo do ataque à Igreja Nossa Senhora da Paz na localidade de Ezo, um dos jovens que tinha sido seqüestrado foi encontrado morto amarrado a uma árvore e mutilado. Do grupo cativo, três puderam liberar-se o dia seguinte.Menos de uma semana depois desse incidente, perto de outro povado, Nzara, seis pessoas foram introduzidas na zona florestal e cravadas sobre o chão. Os corpos foram encontrados vários dias depois em uma "espécie de cena de crucificação", explica a nota da AIN. Em Nzara, outras 12 pessoas foram também seqüestradas.Como resposta a estes ataques em Ezo e Nzara, Dom Hiiboro animou um especial evento de oração de três dias para cristãos no qual 20 mil pessoas caminharam mais de 5 quilômetros descalços e cobertos de cinzas em protesta contra inação do governo ante a violência.O Prelado assinalou à AIN que "ninguém vem em nossa ajuda. Pedimos aos responsáveis na comunidade internacional que façam algo sobre este delicado assunto".Dom Hiiboro descreveu que em Ezo, ao momento do ataque, centenas de pessoas participavam da novena pela Festa da Assunção. "Os criminosos claramente queriam agredir aos que estavam ali porque sabiam que estavam rezando", acrescentou.Os guerrilheiros perseguiram o pároco, o Pe. Justin, quem teve que fugir e esconder-se na selva até o dia seguinte. "O que aconteceu em agosto foi muito duro para nós. Era muito ter que fazer frente à semelhante risco. Ao final de tudo as pessoas vinham e me rogavam que fizesse algo a respeito: recuperar os seus netos e filhos que tinham desaparecido", assinalou o Bispo.Ao referir-se aos três dias de oração, o Prelado comentou que pôde reunir a uma surpreendente quantidade de pessoas para "protestar silenciosamente e dizer ao governo que as coisas estão muito mal".AIN contribui com a Igreja no Sudão de maneira prioritária. Em 2008 outorgou à comunidade local mais de um milhão e meio de euros.Fonte: ACI Sinal dos Tempos: No Afeganistão, uma criança-bomba vale 7 mil dólares 21.09.2009 - Hoje, uma multidão lotou, em Roma, a praça e a enorme basílica de San Paolo fuori mura (fora da marulha). Isto para a última homenagem aos seis paraquedistas dinamitados em Cabul: Matteo Mureddu, 26 anos, Davide Ricchiuto, 26 anos, Giandomenico Pistomani, 28 anos, Massimiliano Randino, 32 anos, Antonio Fortunato, 35 anos e Roberto Valente, 37 anos.A emoção fez-se acompanhar de outro sentimento, ou seja, da inutilidade da presença de militares italianos no Afeganistão. Isto porque a população está consciente do insucesso da “missão Isaf” no Afeganistão. E pelos dados recém-revelados, os italianos sabem que novas tragédias acontecerão.A carga explosiva estava no interior de um automóvel Toyota, estacionado na rua onde passariam os dois blindados italianos Lince, com os seis paraquedistas.A explosão provocou a abertura de um buraco com 70 metros de diâmetro e dois metros de profundidade. Além dos seis paraquedistas, faleceram 15 civis afegãos.Com a presença do presidente Georgio Napolitano e a leitura de mensagem do papa Bento XVI, o monsenhor Pelvi, responsável pela celebração, lembrou que os seis paraquedistas integravam uma missão de paz, de apoio aos cidadãos afegãos.No final do toque de silêncio na basílica de San Paolo ecoou, no meio da multidão, uma voz que deixou o premier Berlusconi sem ação, emparedado: -“ Retire-os logo. Por quantos mortos devemos esperar ainda ?”.Em junho de 2008, consumaram-se 308 atentados suicidas com emprego de dinamite. Já em junho de 2009, foram 736 atentados. Isso mostra que os talebans já estão plenamente reorganizados, depois das baixas e dos recuos a que foram obrigados em 2002 e 2003.E os talebans, nos ataques sucidadas, usam crianças. Cada criança-kamicase é vendida numa faixa entre US$7,0 mil a US$14,0 mil. Fonte: Recados do Aarão
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