|
7/8/2009 05:02:57 RIOS DE SANGUE Como sempre temos afirmado, os bilhões de abortos praticados nas ultimas décadas em todo mundo, tem produzido o efeito de uma passagem do livro do Apocalipse, que mostra os rios e mares tintos de sangue. Abaixo um texto que mostra isso. Micro ou macro abortos, bilhões deles, abacarão por acender a santa e justa ira de Deus. O mundo não perde por esperar. Julio
Severo Bem
no começo dos tempos da humanidade, Caim matou Abel e o enterrou, e a
Bíblia relata que o sangue de Abel clamava desde o chão. O
assassinato de Abel não ficaria impune nem esquecido. No
fim dos tempos, a Bíblia relata que os rios, os mares e as fontes de
água “se transformariam em sangue como de um morto” (Apocalipse
16:3-4), explicando que o derramamento de sangue inocente (veja
Apocalipse 16:5-6) trará juízo sobre as sociedades. Do
começo ao fim, a Bíblia deixa claro que nenhum assassinato de
inocentes fica impune, pois o sangue clama por justiça. Independente
do tipo de interpretação que se escolha dar para o relato do livro
do Apocalipse para o sangue nos rios, o fato é que se o sangue de
Abel significava uma vida injustamente aniquilada, então o sangue nos
rios representa uma grande multidão de vidas injustamente
aniquiladas. Mesmo
que não existisse nenhum aviso bíblico sobre sangue nos rios, não dá
para escapar da realidade de que há muito sangue nos rios. A vida vem
sendo descartada nos rios, sem que ninguém se importe. O sangue
inocente vem sendo descartado nos rios, sem que ninguém dê atenção. Hoje,
os rios se transformaram não somente em latrina, mas também em depósito
de vidas aniquiladas. Centenas de milhões de mulheres usam pílulas e
outros dispositivos “anticoncepcionais” que ocasionam
micro-abortos que acabam se escoando na descarga dos banheiros
diretamente para os rios. Filhos micro-abortados: Quem se importa?Quantas
usuárias da pílula anticoncepcional sabem que a contracepção
hormonal não só impede a concepção, mas também impede um embrião
recém-concebido de se implantar no útero da mãe? Um novo ser
humano, minúsculo demais para se ver, morre de fome, e é expulso do
corpo da mãe no próximo ciclo menstrual dela. A pílula
anticoncepcional não só representa a rejeição ao presente da nova
vida que vem de Deus, mas efetivamente a destrói. A
geração atual foi condicionada a não conhecer nem se importar com o
fato de que uma das funções da contracepção é provocar
micro-abortos imperceptíveis. A
atual geração vive uma vida planejada e condicionada, onde a
prioridade é o conforto material e o prazer. Nessa realidade, filhos
se tornam pesos e obstáculos. Com a contracepção, eles se tornam opções
e itens descartáveis, onde tanto governos quanto indivíduos impõem
controles e limites. Numa
era de planejamento, se tornou fácil descartar a vida humana. Até
mesmo aqueles que se chamam pelo nome de cristãos usam os próprios
meios do mundo que escoam o sangue inocente nos rios. A
Bíblia não tem razão quando diz que o povo de Deus sofre destruição
porque lhe falta o conhecimento? Quantos, no meio do povo de Deus,
sabem que Margaret Sanger (1879-1966), a inventora do termo
“controle da natalidade”, tinha ligações fortes com a Nova Era,
com o socialismo e com a libertinagem sexual? Sanger foi literalmente
a responsável pela criação das modernas pílulas
“anticoncepcionais”. Em
seu primeiro jornal, The Woman Rebel (A Mulher Rebelde), ela
confessou: “O controle da natalidade atrai os radicais mais avançados
do socialismo porque sua prática mina a autoridade das igrejas cristãs.
Algum dia espero ver a humanidade livre da tirania do
Cristianismo…” [1] Reprodução humana na mira do esoterismo e do nazismoAntes
da 2 Guerra Mundial, Sanger mantinha estreita relação com
autoridades da Alemanha nazista, porque o sistema nazista de total
planejamento e controle social era muito mais aberto às idéias dela
de controle total sobre a reprodução humana. Enquanto Sanger lutava
para promover o polêmico conceito de controle da natalidade nos EUA,
na Alemanha não havia nenhuma oposição. O nazismo acolheu de braços
abertos a ideologia do planejamento familiar promovida por Sanger. Com
sua visão brutalmente baseada na teoria da evolução, o governo
nazista via o controle da natalidade como item normal de sua política
de planejamento e controle sobre o “animal” humano. Na
Alemanha nazista, a medicina estava a serviço da ideologia do chamado
“bem coletivo”. Qualquer medida era válida para se alcançar um
bem maior. Podia-se sacrificar vidas “insignificantes”, desde que
o resultado fosse melhorar a qualidade de vida de seres humanos
produtivos e úteis… Assim, o nazismo em nada diferia do comunismo
em que ajudou a inspirar a cultura materialista de hoje, onde a
chamada ciência e avanço tecnológico pouco ou nada se preocupam com
ética ou o valor da vida humana. Embora
os governos atuais não imponham todas as políticas nazistas de
controle social, é inegável o papel e empenho dos governos na
doutrinação das massas para que vivam conforme um planejamento
contraceptivo. O nazismo morreu, porém não morreram nos governos as
intenções de controle na área da reprodução. Entretanto,
além do puro planejamento tecnológico sobre os humanos e sua reprodução,
há o fator espiritual. Antes de Margaret Sanger, Annie Besant
(1847-1933), a famosa teósofa inglesa, já distribuía panfletos
ensinando os casais a ter menos filhos. Não, ela não atuava na África
pagã ou Índia pagã, mas na Inglaterra majoritariamente evangélica.
Com sua nova ideologia, Besant pregava que bênção era ter uma família
menor. Besant,
cujo trabalho influenciou Sanger, havia vindo de um casamento
fracassado com um pastor evangélico, se envolvendo em seguida com o
socialismo, a teosofia, a Nova Era e o lesbianismo. Mas a Inglaterra
dita cristã não se importou com o lesbianismo dela, nem com o
ocultismo dela nem com o fato de que na Bíblia Deus diz que filhos são
bênçãos e que abençoado é o homem que se enche deles. A
ideologia de Besant, com todas as suas conseqüências, prevaleceu
sobre o Cristianismo superficial do povo inglês. A heresia de Besant
não começou nas igrejas cristãs nem atingiu primeiramente as
igrejas cristãs. O alvo dela era um lugar intocável pelos púlpitos
das igrejas: a cama dos casais cristãos. Dessa intimidade longe dos
templos religiosos, propagou-se uma ideologia que com o tempo engoliu
a verdade dos púlpitos, jogando para o esquecimento a idéia bíblica
de que uma família grande é uma bênção grande. Planejamento familiar que custa sangueO
resultado é que a geração atual, inclusive a maioria dos cristãos,
confia nos meios tecnológicos da contracepção do mesmo jeito que o
povo alemão confiava na tecnologia e planejamento social da Alemanha
nazista e do mesmo jeito que o povo soviético confiava no
planejamento estatal da comunista União Soviética. Ambos os sistemas
socialistas pregavam a “religião” contraceptiva. O
resultado é que a geração atual, inclusive a maioria dos cristãos,
planeja suas famílias em busca de conforto material e prazer, sem
perceberem que seu planejamento contraceptivo produz micro-abortos,
enchendo os rios de sangue inocente. O
nazismo, o comunismo, o socialismo e toda ideologia de controle social
usurpa o lugar de autoridade de Deus sobre as sociedades. O controle
da natalidade, também conhecido como planejamento familiar, usurpa o
lugar de autoridade de Deus sobre o aumento das famílias. Ambos os
planejamentos resultam em derramamento de sangue inocente. Reprodução humana na mira do socialismo, da ONU e da IPPFNão é a toa que Sanger fundou na Índia (a mesma Índia adorada pelos místicos esotéricos como Besant) a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa IPPF), a maior e mais antiga organização de aborto no mundo inteiro. Hoje, a ONU e a IPPF trabalham juntas para implantar políticas de planejamento contraceptivo nas nações. Essas organizações tratam o aborto e o homossexualismo não como assassinato e perversão, mas como direitos humanos inalienáveis. Tal trabalho está em plena sintonia com os objetivos e vontades de ideologia socialista. Na
visão de Besant, de Sanger, do socialismo, da ONU e da IPPF, a
contracepção é a rejeição dos “indesejados” e a aceitação
do planejamento teosófico, tecnológico, nazista e socialista sobre a
reprodução humana. Na visão da Bíblia, a contracepção é a rejeição
do planejamento de Deus na vida sexual do casal, numa autonomia
moderna onde prega-se orgulhosamente a independência do indivíduo à
custa de Deus, mas nunca à custa do Estado. Direitos e liberdade ilusórios ao preço de sangueA
cultura contraceptiva estabelece o direito de homens e mulheres serem
livres de planejamentos de Deus nas suas vidas, mas jamais abre espaço
para eles serem livres do sorrateiro planejamento estatal. No final,
com tantos direitos adquiridos — direitos sexuais, direitos
reprodutivos, etc. —, o indivíduo fica embriagado com a ilusão de
que, vivendo debaixo do planejamento contraceptivo da ONU, do Estado e
até de esforços esotéricos, ele é livre. A
ilusória liberdade oferecida pela contracepção hormonal tem custado
o preço de vidas que são tecnologicamente impedidas e rejeitadas de
um natural e justo acolhimento no ventre materno. O útero da mulher
moderna, por vontade de elevados planejadores sociais, passou a ser um
breve campo de concentração nazista, onde a vida concebida, forçada
a uma triagem contraceptiva micro-abortiva, é logo descartada. É o
planejamento estatal e esotérico invadindo o santuário da vida e
trazendo destruição. Quem
poderia imaginar que nos últimos dias aquele que veio para roubar,
matar e destruir conseguiria promover suas ofertas por meio de uma
propaganda em defesa do prazer, da liberdade, do conforto material e
até do bem-estar familiar? No altar do deus tecnológico e científico,
úteros têm sido “consagrados” e vidas têm sido sacrificadas.
Por trás da máscara, esse deus nada mais é do que Baal e outros
deuses pagãos que sempre exigiram os mesmos sacrifícios das novas
gerações. É o mesmo deus, com diferentes máscaras, mas com a mesma
sede de sangue inocente. Um
pecado tende a levar a outros pecados. Os países que primeiramente
acolheram o controle da natalidade foram também os primeiros a
legalizar o aborto. As nações hoje que mais praticam a contracepção
são exatamente as nações onde o aborto se tornou um direito tão
sagrado quanto era considerado sagrado o direito de os selvagens pagãos
do passado sacrificarem bebês recém-nascidos aos seus deuses. A
diferença é que os novos deuses sanguinários são respeitados por
sua capa de sofisticação científica. Nas
religiões pagãs do passado, o sacerdote era predominantemente
homossexual. Por pura coincidência, os países mais contraceptivos são
também ardentemente pró-homossexualismo. A “religião”
contraceptiva reviveu, de forma sofisticada e “científica” o
paganismo, onde seu sacerdócio homossexual e sacrifício de bebês
eram sagrados. O “direito” ao homossexualismo e ao aborto é
sagrado hoje nos países contraceptivos. Pura coincidência? “Religião” contraceptiva X cultura pró-vida do Reino de DeusOs
EUA, a Europa e a ONU estão exportando e impondo a “religião”
contraceptiva no mundo inteiro. Nenhuma religião tem hoje mais
adeptos e praticantes fiéis do que a religião da contracepção. Aliás,
a religião contraceptiva tem forte presença nas grandes religiões
mundiais, como o cristianismo, o hinduísmo, o budismo e vem fazendo
penetração gradual no islamismo. Entretanto,
embora consigam penetrar todas as religiões, nem a maçonaria nem a
religião contraceptiva conseguem fazer uma mínima infiltração no
Reino de Deus. A
cultura do Reino de Deus é pró-vida, pró-concepção, pró-criança
e pró-família e totalmente contra o aborto, o micro-aborto e a
sexualidade estéril e pervertida, inclusive homossexual. Contudo,
aqueles que rejeitam essa cultura não são obrigados a recorrer ao
aborto ou a métodos contraceptivos micro-abortivos. Eles não
precisam encher os rios de sangue. Aqueles que rejeitam filhos como bênçãos
de Deus podem optar pela esterilização, que não causa aborto nem
micro-aborto. Para
os homens e mulheres que estão sintonizados na cultura do Reino de
Deus, filhos são bênçãos e cada novo nascimento é como se fosse
um Natal, aumentando e enriquecendo a família. Natal,
que é comemorado como a data do nascimento de Jesus Cristo, é tempo
de alegria e felicidade. A Palavra de Deus, que é luz no meio da
escuridão contraceptiva imposta pela teosofia, pela ONU e pelo
socialismo, diz que, assim como Maria acolheu o bebê Jesus em seu
ventre, assim também toda mulher que se abre plenamente para seu
papel de mãe está recebendo não apenas uma criancinha, mas também
a própria presença de Jesus. Jesus diz: “Quem
recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e quem me
recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me
enviou”. (Marcos 9:37) A
felicidade e alegria do Natal são multiplicadas com cada nascimento
que se acolhe no nome de Jesus. Quando uma mulher cristã abraça sua
missão de mãe em nome de Jesus, ela acolhe não só um bebê que vem
como presente planejado por Deus, mas também mais do poder do Reino
de Deus. O Deus que planejou a vida sexual e reprodutiva de Maria sabe
muito bem planejar o tamanho e número de suas bênçãos em cada útero
e família, sempre que lhe dão oportunidade. O
exemplo belo de Maria contrasta fortemente com o exemplo de hoje, onde
o útero das mulheres se fecha para a total extensão das bênçãos
de Deus e se abre para a ilusão contraceptiva, com todas as suas
conseqüências micro-abortivas que enchem os rios de sangue. Sangue, justiça e castigoO
sangue derramado da vida aniquilada pela contracepção hormonal e
despejado nos rios tem alguma ligação com o sangue dos rios relatado
no Apocalipse? Não sabemos. O
que sabemos é que há um cenário apocalíptico real de centenas de
milhões de mulheres que, percebendo ou não, micro-abortam por meio
da contracepção seus bebês recém-concebidos. Em seguida, com uma
simples descarga de banheiro, esses minúsculos bebês micro-abortados
terminam nos rios, tornando-os rios de sangue. O
que sabemos também é que o Apocalipse deixa claro que o juízo virá.
E há milhares de anos a Bíblia explica que o sangue inocente
derramado faz com que uma terra seja profanada: “Portanto,
não profanem com crimes de sangue a terra onde vocês vivem, pois os
assassinatos profanam o país. E a única maneira de se fazer a cerimônia
de purificação da terra onde alguém foi morto é pela morte do
assassino.” (Números 35:33 NTLH) Assim
como ocorreu no fenomenal avanço tecnológico e científico da
Alemanha nazista, o preço do moderno progresso da tecnologia e ciência
na área da reprodução humana é a ilusão e o derramamento de
sangue inocente. A contracepção hormonal tem transformado modernos
homens e mulheres sexualmente ativos em derramadores de sangue
inocente, deixando a sociedade sob a maldição de incontável número
de assassinatos que trarão juízo. Onde
estão os profetas para alertar a sociedade das conseqüências de
seus atos? Onde
estão os profetas para alertar sobre os enganos da contracepção? Onde
estão os profetas para alertar que o sangue inocente derramado clama
por justiça e expõe a sociedade inteira a um juízo de destruição? [1]
George Grant, Grand Illusion:
The Legacy of Planned Parenthood (Adroit Press: Franklin-EUA,
1992), pp. 64, 65. Fonte: Recados do Aarão |
|
Copyright © Pai de Amor - Todos os direitos reservados |