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20/06/2009
Diversos - Educação
Sexual
Governo
da Índia diz: A educação sexual “não tem absolutamente lugar
algum” em nossas escolas, pois promove a promiscuidade - Hilary
White
NOVA DELHI, ÍNDIA, 12 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) —
O governo da Índia rejeitou os programas de educação sexual ao
estilo ocidental, dizendo que não fazem nada para resolver o problema
da gravidez entre adolescentes, mas só agrava o problema de promover
a promiscuidade sexual.
Um relatório do governo sobre o assunto foi divulgado em resposta a
uma petição lançada pelos cidadãos contra uma decisão do Ministério
Federal de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DRH) para iniciar
educação sexual nas escolas. O programa havia sido elogiado como um
meio de impedir a propagação da AIDS e outras doenças sexualmente
transmissíveis. Os materiais para professores e facilitadores da Índia
incluíam detalhes explícitos sobre “métodos alternativos” de
sexo, inclusive sexo anal e oral, apresentados como meios de evitar a
AIDS.
De acordo com o governo, o currículo preparado com material do
UNICEF, havia “chocado a consciência” do país e foi descrito
como “muito alarmante”. Se implementado, o relatório disse,
“promoveria promiscuidade da pior espécie”. O relatório foi
divulgado em março por uma comissão do senado do Parlamento Indiano,
e diz que a introdução da educação sexual nas escolas da Índia
deve pelo menos ser adiada até que a questão seja totalmente
debatida em público.
A posição do governo indiano contrasta fortemente com a posição do
Ocidente, que, em reação às crescentes taxas de gravidez e doenças
sexualmente transmissíveis entre adolescentes, vem invariavelmente
aumentando o acesso a anticoncepcionais e aborto grátis e expondo
crianças cada vez mais novas a uma educação sexual mais explícita.
O testemunho de testemunhas e peticionários em que se baseou o relatório
foi uma crítica pungente dos efeitos que tais programas estão tendo
nos países que os adotaram. Os peticionários disseram para a comissão
que o proposto currículo “seria um golpe na raiz da estrutura
cultural de nossa sociedade nutrida durante milênios”.
Se implementado, disseram os peticionários, o programa “corromperia
os jovens indianos e levaria ao colapso do sistema educacional”. Em
grande parte, disseram eles, tais programas não são nada mais do que
uma “educação para vender camisinhas” que levará à criação
de uma “sociedade imoral” e a um aumento de famílias de mães
solteiras.
O relatório acusou o Ministério DRH, em seus esforços de suprimir a
petição, de usar “jargão técnico e eufemismo” a fim de
minimizar os temores dos peticionários.
Tão explícito era o material em questão que no processo de sua
apresentação à comissão, pediu-se aos peticionários que não
fizessem uma apresentação de PowerPoint porque a comissão “não
estava se sentindo à vontade com ela e poderia ser vergonhoso,
principalmente para as senhoras membros e outras mulheres
presentes”.
Os peticionários haviam apontado para a crescente taxa de gravidezes
entre adolescentes de outros países, observando que na França, as
escolas são equipadas com enfermeiras para distribuir “pílulas
anticoncepcionais” para meninas na manhã após um “sexo
inseguro”. O relatório também notou a situação na Grã Bretanha,
onde as escolas estão “ligadas a centros de aborto para eliminar as
gravidezes das adolescentes.
Pratiba Naitthani, um co-peticionário e professor, disse para a
comissão que “nada é mais seguro do que a abstinência sexual até
o casamento”.
Para ler o relatório complete em inglês, clique aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061202.html
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OBS: O que me deixa alarmado e boquiaberto nesta situação é que um
país onde imperam ainda as castas e a segregação desde os milênios chega
a níveis do absurdo, seja capaz de compreender que a "educação
sexual" que se prega no ocidente seja na verdade IMORAL, enquanto
aqui se chega as raias do infernal.
De fato a Índia surpreende por exportar ao mundo os melhores
professores e coisa começa extamente na escola. Na Índia os alunos
aprendem a realidade, o essencial, e vão para as escolas com apenas
um caderno e um lápis, doado este pelo governo, enquanto aqui nosso
pequeninos vão às aulas cada vez mais parecendo burros de
carga, carregados de material, e saem delas cada vez mais inaptos,
extamente por causa do infernal sistema e de ensino. Porque aqui não
ensinam a realidade, mas o absurdo.
O ensino sexual nas escolas, tem sido em muitos lugares um escola de
pornografia e liberação sexual, tanto que nossas escolas já
oferecem camisinhas gratis para as crianças, o que é algo demoníaco.
Quem defende uma coisa destas já tem a alma nas garras de satanás, e
dificilmente se livra delas. Pior ainda é quando tais aulas imorais,
são dadas exatamente nas aulas de religião, como se o sexo
fosse o deus do mundo. Como se a coisa mais importante da vida fosse
transar, o que transforma o mundo numa verdadeira orgia.
Parabéns a India... Neste sentido! Vemos assim que existe mais moral,
e mais alma, num povo sem alma, pois tem seu deus nas vacas, nos
elefantes e ratos. Porque na outra ponta do absurdo se poderá dizer
que a Índia que adora aos macacos é a nação que pratica a
"evolução". Pelo menos lá adoram seus parentes
ancestrais, aqui já adoram novamente a Dinosio ou Baco, ou Anuket
os míticos deuses da luxúria. Que horror!
Fonte:
Recados do Aarão
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