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14/04/2009
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Diversos - Túnica de Jesus
CIÊNCIA CONFIRMA A AUTENTICIDADE DA
SANTA TÚNICA DO REDENTOR DA HUMANIDADE.
Repartiram entr si as minhas vestes, lançaram sortes sobre a
minha túnica.
A ciência moderna tem comprovado de múltiplos modos a autenticidade
do Santo Sudário, o lençol que envolveu o Corpo de Nosso Senhor
Jesus Cristo morto. Agora, recente obra de cientista francês comprova
a veracidade também da túnica usada por nosso Divino Salvador quando
carregou a cruz até o Calvário, como sempre se acreditou.
Quem chega à cidadezinha de Argenteuil – hoje absorvida pela
periferia urbana de Paris – não faz idéia do imenso tesouro que
sua igreja paroquial encerra. Em relicário dourado, num templo
habitualmente deserto, nada mais nada menos que a preciosa Túnica de
Nosso Senhor Jesus Cristo!
A
mesma que, segundo tradição milenar da Igreja, foi tecida por Nossa
Senhora para o menino Jesus. E a piedade popular afirma que foi
crescendo com Ele no transcurso dos anos. A mesma que Ele usou na sua
Paixão, quando foi entregue pelos fariseus a Pilatos, e que portou até
o alto do Calvário, esmagado sob o peso da cruz. A mesma que os cruéis
algozes romanos, vendo que era inconsútil – isto é, formando uma só
peça, sem costuras – lançaram à sorte, para não ter que
dividi-la entre eles. Assim fizeram, cumprindo o que fora anunciado
pelos Profetas.
Na
Igreja paroquial de Argenteuil, o ambiente é de desolação. Os
sacerdotes, há tempos, tornaram-se padres-operários, e não há quem
atenda bem o visitante ou peregrino.
Já
se foram os tempos – e entretanto os fatos que vamos relatar
pressagiam próximo o dia em que eles voltarão – em que as multidões
vinham cheias de fé, transidas(Impregnado, repassado) de amor
sobrenatural, venerar a Túnica encharcada do Sangue do Cordeiro de
Deus derramou em abundância para a Redenção da humanidade pecadora.
Voltaram-se contra a preciosa relíquia os protestantes, com ódio
furibundo(Furioso, enfurecido, colérico). Tentou destruí-la a
sanha(Ira, fúria, rancor, ódio) ímpia da Revolução Francesa, ébria(Que
se acha em estado de anormalidade por efeito de paixão ou de qualquer
intensa perturbação emocional; alucinado) de impiedade, ceticismo e
furor anticristão. Desferiu-lhe um tremendo golpe de desprestígio o
mito do progresso que, penetrando na Igreja , favoreceu o naturalismo.
E com o advento do “progressismo” dito católico, adverso às devoções
tradicionais, a relíquia foi relegada a um olvido ainda maior. Até
que, por fim, a tendência de fazer da Religião preponderantemente
uma experiência sensível, num ambiente de excitação e festa,
pretendeu sepultar para sempre aquele despojo sacratíssimo da Paixão
e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Confirmado pela ciência moderna fato
ocorrido a 2000 anos.
A Túnica permanecia em Argenteuil lembrando, apesar do esquecimento a
que era relegada, a bondade infinita do Redentor, desprezada pelos séculos
de pecado e de Revolução. E, por isso mesmo, era uma increpação
muda em relação a tanta recusa e dureza de coração. Ela apesar de
ser ignorada e menosprezada, incomodava. Aos fatores do caos na Igreja
– denunciava-lhes o desvario. Às almas fieis, inspirava profunda
compaixão e contrição enternecida. E naqueles que tinham notícia
dela – em número aliás maior do que se crê -, a graça alimentava
uma esperança.
Para esse abandono tão marcante, contribuía também o fato de que,
no passado, haviam desaparecido as provas da autenticidade da relíquia.
E sabe-se bem quanto o espírito moderno é ávido de demolir todo
objeto religioso que não se cerca de atestados, até de clareza matemática...
Mas
eis que, nesta passagem de milênio, lançando mão de equipamentos os
mais avançados, a ciência moderna veio rasgar esse cerco de
isolamento, afirmando, com base em complicados exames: “Essa é a Túnica
com que Nosso Senhor Jesus Cristo carregou a Cruz até o alto do Calvário,
como sempre se acreditou!”
As
tais conclusões conduz, notadamente, o trabalho intitulado “Jesus e
a ciência – a verdade sobre as relíquias”, do engenheiro André
Marion, pesquisador do mundialmente reputado Centre National de
la Recherche
Scientifique
– CNRS (Paris). Esse professor é especialista no processamento numérico
de imagens, leciona na Universidade de Paris-Orsay e é autor de
numerosas publicações científicas e técnicas. Ele já fez
descobertas surpreendentes a respeito do Santo Sudário de Turim, com
base em métodos ótico-digitais ultra-modernos.
Há
poucos e parcos registros do destino da Santa Túnica de Nosso Senhor
Jesus Cristo logo após a Crucifixão e nos primeiros séculos.
Sabemos pelo Evangelho que foi tirada a sorte para indicar quem
tomaria detentor da Túnica do Divino Redentor, tendo a relíquia
ficado na posse de um soldado romano. Provavelmente ela foi recuperada
pelos primeiros cristãos, voltando talvez a Nossa Senhora ou aos apóstolos.
Tudo indica que a veneração da Túnica ficou restrita aos discípulos.
Com efeito, após Pentecostes, a Sinagoga desatou impiedosa e
exterminadora perseguição aos cristãos.
Nossa Senhora foi residir em Éfeso, fora da Terra Santa com João
Evangelista.
O
ódio persecutório dos judeus de então – que entrou num recesso após
a destruição de Jerusalém – logo cedeu lugar às perseguições
romanas iniciadas por Nero no ano 64. Até que, em 312, o Imperador
Constantino, aboliu o culto pagão e passou a favorecer o
Cristianismo.
Em
326, Santa Helena – mãe do próprio Constantino – viajou à Ásia
Menor e a Terra Santa e trouxe as relíquias da Paixão, que foram
expostas a veneração pública. Assim a Santa Cruz, a Coroa de
Espinhos, os pregos da Paixão, a Túnica de Nosso Senhor, o Véu da
Verônica e outras relíquias de incomensurável valor foram sendo
levados a Constantinopla, nova capital do Império Romano.
No
início do século IX, Irene, Imperatriz do Oriente, ofereceu a Santa
Túnica de Nosso Senhor como presente ao Imperador Carlos Magno, que
acabara de ser sagrado Imperador do Ocidente pelo Papa São Leão III.
Carlos Magno, por sua vez, confiou a custódia da relíquia à Abadia
de Nossa Senhora da Humildade, localizada em Argenteuil,
30 quilômetros
de Paris. Esse mosteiro estava reservado para as grandes damas da
corte que se afastavam do mundo. A Abadessa Théodrade, era uma das
filhas do grande Carlos, e célebre por sua beleza e pelo zelo em
implantar a regra de São Bento nos mosteiros do Império carolíngio.
Porém,
mais um espectro ameaçador ergueu-se contra a Túnica embebida no
Sangue Redentor. Os vikings, ferozes guerreiros pagãos da Escandinávia,
assolaram nos séculos IX e X as costas da França e entraram pelos
rios massacrando as populações, destruindo as cidades e pilhando os
templos. Paris foi atacada seis vezes, sendo que, em 845, por cerca de
120 navios vikings. O perigo era iminente. A Abadessa Théodrade e as
religiosas tiveram que abandonar o mosteiro.
Surgiu então o dilema: o que fazer da divina Túnica? Era arriscado
às religiosas transportarem-na, pois poderiam ser surpreendidas na
estrada. Solução encontrada: guarda-la num cofre, junto com os
certificados de autenticidade da relíquia. O cofre por sua vez, foi
murado no interior da igreja, numa altura que não chamaria atenção
dos bárbaros.
Os
anos transcorreram. A princesa imperial que se tornara abadessa e as
demais religiosas faleceram no exílio. E levaram consigo o segredo.
No
século XII, quando o Abade Suger, de Saint Denis, restaurou o antigo
Mosteiro de Argenteuil, pairava um mistério sobre o local. Sabia-se
que a Túnica estava lá. Mas... Em que lugar? O Abade ordenou que se
efetuassem restaurações. Assim em 1156 – em virtude de uma visão,
segundo uns; devido a providencial acaso, segundo outros – os
pedreiros descobriram que uma parte da parede da igreja abacial era
oca. Vasculhando, encontraram um cofre dentro da qual estava a Santa Túnica,
com os certificados de autenticidade.
Ao
tomar conhecimento do fato, um frêmito de fé e devoção perpassou
toda a França. No mesmo ano, os Arcebispos de Sens e Rouen, os Bispos
de Paris, Chartres, Orléans, Troyes, Auxerre, Châlons, Èvreux,
Meaux e Senlis procederam ao reconhecimento da relíquia e dos
documentos anexos, e lavraram famoso atestado conhecido como Charte de
1156. E, numa cerimônia memorável, apresentaram a Túnica para uma
multidão de fiéis, entre os quais figurava o Rei Luís VII.
Sucederam então séculos em que gerações de nobres, burgueses e
plebeus peregrinavam em grandíssimo número, recebendo graças
extraordinárias e sendo favorecidos por milagres, que indiretamente
confirmavam a autenticidade de relíquia tão venerável.
No
fim da idade média, uma perseguição indizivelmente mais encarniçada
desatou-se contra a Túnica de Argenteuil. A Revolução protestante.
Em 1544 as guerras de Religião atingiram o clímax, e o Rei Francisco
I mandou fortificar Argenteuil. Mas não foi suficiente. Em 1567 os
protestantes invadiram a cidade, incendiaram a igreja e enforcaram o pároco.
Mas foi como se a Santa Túnica tivesse desaparecido de entre os muros
do santuário. Os huguenotes nem sequer a viram, e nada puderam fazer
contra ela. Depois do massacre “ela reapareceu intacta,
misteriosamente como tinha sumido”.
Reis e Rainhas continuaram a peregrinar a Argenteuil com freqüência.
Os milagres se multiplicaram, os Papas cobriam a santa relíquia com
inúmeros privilégios, os nobres enriqueciam o santuário e os
historiadores elaboravam seus primeiros estudos.
Em
1790, a
Revolução Francesa, herdeira do furor anticatólico protestante,
voltou-se contra a sagrada Túnica. O Pároco da basílica, Padre Ozet,
procurou um meio termo com os revolucionários e jurou a Constituição
Civil do Clero, ficando excomungado ipso facto. Os revolucionários
radicalizavam-se, tendo então o sacerdote juramentado doado o relicário
em vermeil, todo o ouro e a prata da Igreja á Convenção Nacional,
na ocasião empenhada na eliminação de nobres e opositores. Em 18 de
novembro de 1793 o pároco, na sua política de concessões, concebeu
uma idéia desesperada e insana: rasgou a Túnica inconsútil,
enterrou a parte principal no jardim e distribuiu outros pedaços
entre alguns paroquianos. Aquilo que os sádicos carrascos de Nosso
Senhor não fizeram, fez um sacerdote de Cristo, preocupado em
estabelecer acordos com a iniqüidade.
As
tentativas de se tornar simpático a Revolução de nada adiantaram. O
Padre Ozet foi preso e passou dois anos no cárcere, tendo sido
libertado no fim do terror. Logo desenterrou o pedaço principal e foi
procurar os outros fragmentos esparsos. Mas só recuperaram alguns.
Com eles reconstitui a Túnica, faltando até hoje uma parte
importante da frente. Por sua vez, as “autênticas” (documentos)
da relíquia desapareceram para sempre.
Primeiros exames científicos.
Os
trabalhos de 1892 permitiram efetuar a primeira investigação científica
a qual constatou:
a) Tratar-se de túnica inconsútil;
b) Esteve em contato direto com apele;
c) Fora marcado com grandes manchas de
sangue;
d) Era tecida com fio de lã de ovelha, fino
como pelo de camelo, com uma trama em espinha de peixe;
e) Era de cor marrom escuro avermelhado,
lembrando o hábito franciscano ou carmelita.
As análises do Dr. Philippe Lafon, diretor do Laboratório de
Pesquisa Aplicada à Medicina e Higiene, e do Dr. J. Roussel, membro
da Sociedade de Química de Paris, corroboraram (Dar força a;
fortificar, fortalecer) que as manchas eram de sangue. Em 1983,
estudos microscópios da famosa Manufatura dos Gobbelins indicavam
tratar-se de tecido com todas as características dos primeiros séculos
da era cristã no Oriente Médio.
O Parecer foi ratificado em 1931 por numerosos especialistas
consultados pelo Pe. Parcot.
Na época de Nosso Senhor, a indumentária masculina compunha-se
habitualmente de várias peças: a primeira, mais interior, envolvia a
cintura; a segunda era uma túnica de baixo, que ia até os joelhos
(este é o caso da Túnica de Argenteuil); a terceira, uma túnica que
ia até os pés; e, por fim, o manto, ou capa, dobrada sobre os
ombros, além de sandálias.
A Túnica é inconsútil. Esse tipo de túnica era pouco freqüente e,
de modo geral, indicava posição social. Também sobressai a excelência
do fio e a perfeição do feitio. Ela é sedosa ao tato. A trama é tão
delicada que pode até passar despercebida. Segundo o costume da época.
Nossa Senhora deve ter, Ela própria fabricado o fio, fiando
continuadamente quatro ou cinco fibras de ovelha; e depois tecido a túnica
num tear caseiro. A cor avermelhada ou arroxeada da tintura é comum,
não sendo própria dos ricos, que usavam púrpuras. Bem podemos
imaginar o amor insondável com que Ela se empenhou na tarefa, quiçá
já antevendo o destino sublime, trágico e grandioso que teria aquele
tecido. Sob este ponto de vista, a Santa Túnica de Argenteuil também
é uma relíquia indireta da Mãe de Deus.
Os rigorosos exames do Professor Marion.
A Santa Túnica fica normalmente dobrada num relicário, onde pode ser
vista através de um vidro protetor. Ela é desdobrada e exposta
solenemente a cada 50 anos. Por ocasião da exposição solene de
1934, ela foi submetida a exaustivo estudo fotográfico, incluindo o
uso de raios infravermelhos e ultravioletas. Em 1984 houve a exibição
pública, sendo tirada fotos só por amadores.
Em 1997, o Professor Marion, que havia feito sensacionais descobertas
no Santo Sudário de Turim com técnicas computacionais não
destrutivas, solicitou ao Bispo de Pontoíse, custódio oficial da relíquia
para praticar análogos testes na Santa Túnica de Argenteuil. A
resposta foi negativa. O Professor Marion encaminhou outro pedido ao
Vaticano e recebeu da Secretária de Estado igual recusa.
Enquanto isso, o especialista localizou nos arquivos da Diocese de
Versailles as chapas tiradas em 1934. Estavam bem conservadas. Sobre
elas aplicaram as técnicas de digitalização de imagens, baseadas em
scanners e computadores poderosos. É de salientar a precisão do método,
que chega a ser de
10 a
20 milésimos de milímetro.
Assim ele pode mapear as manchas de sangue, que não são facilmente
perceptíveis num primeiro olhar. Por fim, comparou o mapa obtido com
as manchas de sangue -aliás, minuciosamente estudadas- do Santo Sudário
de Turim.
Porém, desde logo surgia uma dificuldade. O Santo Sudário envolveu o
Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo esticado e imóvel no Santo
Sepulcro, enquanto a Santa Túnica de Argenteuil fora portada por Ele
vergado sob a Cruz. Caminhando com passo cambaleante,
desequilibrando-se e caindo na ruela pedregosa, imensamente
enfraquecido por desapiedadas torturas.
Se imaginarmos Nosso Senhor segurando com suas mãos a extremidade da
Cruz na altura do ombro, é fácil supormos que a Túnica deve ter
formado pregas. Essas pregas raspavam nas chagas abertas nas divinas
costas, enquanto a parte da frente da Túnica ficava solta por efeito
da curvatura geral do corpo. Todos esses fatores faziam com que o
sangue se espalhasse no pano de um modo irregular.
O Professor Marion solicitou então a ajuda de um voluntário com as
proporções anatômicas do Santo Sudário. Ele simulou os movimentos
da via Crucis, utilizando uma túnica do mesmo tamanho da de
Argenteuil. Os movimentos foram repetidos várias vezes e em várias
formas, tendo sido sistematicamente fotografados.
A seguir com base nessas fotos e por métodos computacionais, o
Professor Marion criou um primeiro modelo virtual do corpo de Nosso
Senhor Jesus Cristo carregando a Cruz. No monitor do computador esse
modelo aparece como o desenho de um manequim. Sobre ele aplicou então
as imagens da Túnica de Argenteuil. Dessa maneira reproduziu as
pregas, que naturalmente se formam pelo ajuste do corpo, e a difusão
das manchas de sangue provocada pelos movimentos dolorosíssimos sob a
Cruz. Da mesma maneira aplicou a imagem da Santa Túnica a um segundo
modelo virtual com base no Santo Sudário de Turim.
E EIS A ADMIRÁVEL SURPRESA!
Na primeira experiência, a distribuição das manchas sanguíneas na
Túnica correspondeu perfeitamente aos ferimentos e às posturas próprias
ao carregamento da Cruz. Na segunda, as manchas ficaram posicionadas
de modo a se superporem exatamente com as chagas do Santo Sudário.
Em ambas as experiências, na tela do computador aparecem às feridas
– as mais sangrentas de todas - provocadas pelo madeiro, bem
diferenciadas das horríveis dilacerações dos açoites da flagelação,
indicando a posição da Cruz.
Até pormenores históricos que intrigavam os cientistas ficaram
esclarecidos. Um deles é que os romanos - executores materiais da
Crucificação, sob a pressão do ódio judeu - não costumavam
obrigar o condenado a carregar a Cruz inteira. Eles já deixavam o
tronco principal encravado no local do suplício - no caso, o Calvário
-, mas forçavam o sentenciado a levar a trave da Cruz, chamada
patibulum.
Em sentido contrário, os quatro Evangelhos não falam do patibulum,
mas só da Cruz: “Et baiulans sibi crucen exivit in eum” (João
19, 17). São Mateus e São Marcos e São Lucas mencionam o cruzeiro
no episódio
em que Nosso
Senhor
Jesus Cristo a carregá-lo.
Ora, na análise computadorizada das fotografias da Túnica aparecem
com toda clareza possível às chagas e tumefações provocadas por
uma cruz, e não por um mero patibulum. As manchas de sangue indicam
que a Via Sacra os dois madeiros cruzaram-se na altura da omoplata
esquerdo de Nosso Senhor.
Na iconografia tradicional, na Via Sacra Nosso Senhor aparece
habitualmente com um cíngulo, ou cordão cingindo os rins. Tal cordão
não deixara nenhum vestígio conhecido. Mas, no ensaio digital, a
presença do cordão, de que nos fala a tradição, aparece
perfeitamente identificada!
A conclusão do Professor Marion é a seguinte: “O procedimento
praticado foi de longe, muito mais preciso que os que tiveram lugar no
passado. Segundo nossos antepassados, era necessário acreditar que um
só e mesmo supliciado tinha manchado com seu sangue a túnica (de
Argenteuil) e o Sudário (de Turim). Essas repetidas afirmações
requereriam um estudo aprofundado: desejamos então verificar, por nós
mesmos, se tal comparação pode se justificar. Os resultados
aparecem, entretanto conclusivos. “As correspondências das feridas
é um argumento a favor da autenticidade das duas relíquias, que
devem se referir bem ao mesmo supliciado”. È muito difícil
imaginar que falsários tenham tentado correlacionar de modo tão
perfeito os dois objetos...”.
Fonte: André Marion, Jésus et la science-La v du Chriti.
OBS. Segundo a grande Mística alemã Anna Catarina Emerich, que teve
as visões da vida Paixão e morte de Jesus, a túnica e todas as
outras vestes de Jesus, foram todas compradas imediatamente por José
de Arimatéia e Nicodemos, passando a fazer parte do tesouro dos
primeiros cristãos. Nada ficou com os soldados pagãos.
Fonte:
Recados do Aarão
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