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27/03/2009 11:51:51
Diversos - Pedradas no Papa
MAIS PEDRADAS NO PAPA
É impressionante a campanha de difamação em curso, empreendida
pela mídia nojenta a soldo de satanás, contra Sua Santidade nosso
Papa Bento XVI. Ele não pode pronunciar uma só palavra que não seja
distorcida, nem dizer nada que não seja combatido e execrado. Tudo
isso visa indispor até mesmo os católicos contra ele, quando
lhes deveria servir de mais um sinal dos tempos: querem expulsar
o Papa do Vaticano, para o susbtituir por um antipapa.
Sabemos que isso acontecerá, porque aos poucos estes filhos das
trevas acabarão por tornar o magistério dele insustentável. Mas
eles não perdem por esperar, pois todos lamentarão aos gritos de
desespero,TODOS os que atacam nosso valente papa Bento XVI, terão em
breve de suportar o braço da Justiça eterna, eles que se fazem
gritar agora pela boca de satanás.
De fato, este Papa será obrigado a fugir, porque o ódio contra
ele explodirá de tal forma que o quererão matar - como os fariseus
queriam fazer com Jesus - antigamente. Ele não punham a mão Nele,
porque tinham medo do povo. Como hoje a maioria do povo católico se
acovarda, se cala, e pior que isso ajuda a bater em seu Lider máximo,
os inimigos do novo Sinédrio acabarão por colocar as mãos sujas no
Papa.
Um aviso porém: quando a Igreja começar a subir o Calvário, com a
fuga do Papa, no mesmo instante as trevas da morte começarão a
descer sobre o mundo. Não só da morte, como o inferno em peso se
derramará sobre a terra. Eles irão fustigar os inimigos de Deus, com
saldos de sobra aos católicos infiéis que colaboraram com sua
mornidade para que a Igreja chegasse a tamanho desvario. Virá então
o Calvário dos povos, os anjos executores do Apocalipse darão curso
aos vaticínios relativos à espada vingadora de Deus. Que aguardem!
Vejam as considerações dos malvados: está em: http://oblatvs.blogspot.com/2009/03/ridendo-castigat-mores.html
Como reza o velho adágio, celebrizado por Molière: ridendo
castigat mores. Não nos resta alternativa senão expor ao ridículo
os ilustrados críticos do Sumo Pontífice.
O blog Messa
in Latino traduziu para o italiano e adaptou uma paródia que
circula na internet, cuja versão portuguesa damos abaixo:
Uma nova tempestade midiática contra o Papa
Retornando da África, tão logo desembarcou em Roma em uma tarde
ensolarada, o Papa teria exclamado aos jornalistas: “Que
belo tempo, hoje!”
Esta frase imprudente despertou em todo o mundo grande comoção e
perplexidade e está alimentando uma polêmica crescente. Recolhemos
algumas reações mais significativas.
Do arcebispo de Salisburgo: “Reafirmamos a plena
fidelidade da Igreja austríaca ao Pontífice e estamos unidos a ele.
Mas é espontâneo perguntar-se se por acaso ele não queira fazer a
Igreja regredir a uma seita animista de adoradores do sol. Depois
desta frase, o número de pessoas que pedem o cancelamento dos
registros fiscais que sustentam a Igreja católica aumentou
consideravelmente”.
De Alain Juppé, ex-primeiro ministro francês e atual prefeito de
Bordeaux: “No instante em que o papa pronunciava
estas palavras, em Bordeaux chovia aos cântaros. Esta contra-verdade,
próxima ao negacionismo, mostra que o papa vive em um estado de total
autismo. Isto destrói, se ainda fosse necessário fazê-lo, o dogma
da infalibilidade pontifícia”.
Do Rabino-chefe de Roma: “Como se pode ainda imaginar
que faça um belo tempo depois da Shoah? Somente no dia em que decidir
visitar-me na Sinagoga de Roma, talvez, poderemos verificar juntos
como estará o tempo”.
Margherita Hack, astrônoma e astrofísica: “Afirmando
sem meios termos e sem provas objetivas indiscutíveis ‘que belo
tempo hoje’, o papa demonstra o desprezo bem conhecido da Igreja
pela Ciência, que desde sempre combate o dogmatismo. O que há de
mais subjetivo e relativo do que esta noção de ‘belo’? Sobre
quais provas experimentais indiscutíveis se apoia? Os meteriologistas
e os especialistas na matéria não chegaram a um acordo sobre a questão
no último Colóquio Internacional em Caracas. E agora Bento XVI,
‘ex cathedra’, pretende decidir por si mesmo com tamanha arrogância.
Ver-se-ão fogueiras acesas para todos aqueles que não concordam
inteiramente com a noção papal de belo e mau tempo?”
Da Associação das Vítimas do Aquecimento Global: “Como
não ver nesta declaração provocativa um insulto a todas as vítimas
passadas, presentes e futuras dos caprichos do clima, das inundações,
dos tsunamis, da seca? esta aquiescência ao ‘tempo que faz’
mostra claramente a cumplicidade da Igreja com estes fenômenos
destrutivos, nos quais pretende ver sinais ‘providenciais’ de um
Deus vingador e punitivo. E, o que é pior, tal atitude não faz senão
encorajar aqueles que causam o aquecimento do planeta, porque poderão
agora fazer valer o aval do Vaticano.”
Do Conselho Mundialista: “O papa finge esquecer que
enquanto esplende o sol em Roma, uma parte do planeta mergulha na
obscuridade noturna. Eis um sinal intolerável de desprezo por vastíssimas
partes do mundo e um claro sinal, embora não fosse mais necessário,
do eurocentrismo neocolonial deste papa alemão”.
Do Comitê americano das Associações feministas: “Por
que o papa quis dizer ‘que belo tempo’ usando termos que, na frase
original em italiano, estão no masculino? Poderia ter utilizado
belissimamente palavras femininas como ‘que bela tarde’, ou melhor
ainda ‘que tempo atraente’, usando assim um adjetivo
‘inclusivo’, uma vez que não se flexiona diferentemente seja no
masculino como no feminino. É evidente que este papa, que outrora
condenou a fórmula do batismo e de bênçãos não machista (‘In
the name of the Creator, the Redeemer and the Sanctifier’), mostra
em cada ocasião a sua adesão aos princípios mais retrógados. É
desanimador que em 2009 alguém ainda esteja a tal ponto atrasado”.
Da Liga dos Direitos do Homem: “Este tipo de declaração
não pode senão ferir profundamente todas as pessoas que têm da
realidade uma visão diferente da do papa. Pensamos, em particular,
nas pessoas imobilizadas no hospital, ou aprisionadas, cujo horizonte
se limita às quatro paredes; e também nas vítimas de doenças raras
cujos sentidos não permitem que percebam o estado da situação
atmosférica. Há aqui, é evidente, uma vontade de discriminação
entre o ‘belo’, segundo o cânone helenizante que se deseja impor
a todos (em detrimento das minorias, dos afroamericanos e de todo
conceito de ‘inculturação’), e aqueles que, por escolha ou por
impossibilidade percebem as coisas de maneira diferente. Nós
proporemos, a título de exemplo, ações judiciais por discriminação
contra este papa”.
De Alberto Melloni, da escola de Bolonha: “Bem se vê
a profunda diferença entre este papa introvertido e fechado em si e
no seu mundo ultrapassado, que se limita a uma observação climática
sem lhe tirar as devidas consequências, e a paterna abertura ao mundo
do Papa João XXIII que, depois de haver observado a lua no céu,
convidava todos a levar a seus filhinhos a carícia do Papa. Quando
enfim um João XXIV retomará a causa do Espírito conciliar, que os
últimos papas tentaram sufocar?”
De Beppe Severgnini, jornalista: “O Papa é o Papa.
Ponto. Mas não se pode não pensar com um pouco de nostalgia que João
Paulo II teria dito as mesmas palavras, talvez em romanesco (‘ggiornata
bbona!), e agitando o solidéu branco aos fiéis que o acompanhavam de
casa”.
O L’Osservatore Romano publicou uma versão
ligeiramente diferente das palavras precisas do Papa (ele teria dito,
segundo o L’Osservatore: “alguém poderia dizer
que faz um belo tempo”). Mas os registros de áudio e vídeo dos
jornalistas desmentiram a versão edulcorada. Muitos atacaram a
ingenuidade do Pe. Lombardi que, embora estivesse ao lado do Papa, não
interveio para impedir a afirmação ou imediatamente explicar melhor
seu sentido.
Membros influentes da Cúria tentaram atenuar a gravidade da frase do
Papa, destacando o seu cansaço depois da viagem africana, tendo em
consideração a avançadíssima idade do Pontífice, declarando ainda
que a frase incriminada foi mal compreendida e desejava ter um
significado teológico-metafísico e não climático, como
grosseiramente foi interpretada.
Mas a polêmica não dá sinais de esgotamento.
Gentileza Rodrigo
Fonte: Recados do Aarão
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