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25/03/2009
13:59:48
Diversos - Sobre muçulmanos
Segue abaixo o texto que me foi enviado por Julio Severo, um evangélico
muito ativo, do qual lamento apenas uma coisa: não ser ele católico!
Se Júlio fosse uma católico de verdade, convertido para a verdade,
Para a única a Igreja de toda a verdade, seria um apóstolo dos
mais valentes que conheço. Assim se torna apenas meio apóstolo.
Mesmo assim admiro a sua valentia, a o verdadeiro denodo com que se
bate contra o aborto e em especial contra a causa gay. Mesmo sendo
evangélico ele vale na batalha mais que algumas dezenas de bispsos da
nossa Igreja, que se tornaram "cães mudos", como diz Isaías.
Isso quando não latem contra o próprio rebanho, eis porque Zacarias
diz: comem a carne das ovelhas gordas e lhes arrancam até as unhas.
No artigo abaixo está a conversão de um muçulmano ao evangelismo, o
que já é um passo importante. Ele dirá claramente que Alá não é
Deus, mas um ídolo. Dirá que a Palestina não existe, o que existe
é um povo palestino sedento de ódio, ensinado no ódio eterno
contra os judeus. Dirá que Jerusalém pertence a Deus, nãos aos
palestinos. Dirá também que aprendeu a amar os judeus e sabe
que a aliança de Deus é com a casa de Jacó, unicamente com ela.
Isso porque ele certamente também é Judeu, do sangue de Isaac não
de Ismael, emborea no meio do povo de Alá.
Pena é que também este Ergun Caner, embora reconheça a genealogia
desde Abraão até Jesus Cristo, e reconheça Jesus Cristo como
Messias, não teve a rara felicidade de perceber que este Jesus fundou
apenas uma Igreja, e esta é a Católica Apostólica Romana. Ou seja,
ele pula de Abraão até Jesus e depois pula de Jesus até o
"josé das quantas" que fundou a igreja que ele frequenta e
na qual prega como pastor. Ou seja, a igreja dele, não é a de Jesus.
Do verdadeiro Jesus da Igreja Una. No mais o artigo serve para reflexão.
O autor que se prepare para levar os ferros dos seguidores de Alá.
Muçulmanos Convertidos ao Cristianismo
Ergun Caner
Você nunca leu uma história como esta
Era uma reunião como centenas de outras de que tínhamos participado
durante vinte anos. Meu irmão estava envolvido num debate amistoso
com um outro árabe cristão, num seminário sobre os melhores métodos
de pregar o Evangelho de Cristo aos muçulmanos. Os "pontos de
discordância" eram praticamente os mesmos de sempre. De fato, já
tínhamos discutido os mesmos assuntos em incontáveis reuniões e de
várias maneiras. Tudo estava dentro dos padrões normais, até que um
inocente estudante levantou-se para fazer a pergunta fatídica:
Como podemos proclamar fielmente o Evangelho a Israel? Os judeus estão
envolvidos numa guerra horrível e pagando um preço tremendo. Como a
experiência de ex-muçulmanos os ajuda a falar de Cristo aos judeus?
Meu irmão sorriu consigo mesmo. Embora ele soubesse a resposta, até
aquele momento não sabia qual era a posição de seu colega. Seu
companheiro de debates nesse fórum era um cristão evangélico muito
culto que, como nós, se convertera do islamismo. Ele já havia falado
inúmeras vezes a milhares de evangélicos americanos e era
considerado um especialista em evangelização do Oriente Médio. O
homem se ajeitou na cadeira, quase imperceptivelmente, e arrumou seus
papéis, esperando que Emir respondesse a pergunta. Mas meu irmão
ficou quieto e deixou que o silêncio pesado forçasse o outro a
responder.
Lentamente, sem levantar os olhos, ele disse: "Bem, com relação
à evangelização dos judeus, devemos sempre apresentar Jesus como o
Messias. Isto é ponto pacífico. Entretanto... no que se refere ao
conflito entre palestinos e israelenses... acho que devemos
permanecer... neutros".
Bem-vindo ao nosso mundo!
"Abrindo o jogo"
Esta história poderá ser um choque ou uma surpresa para os leitores.
Em todo caso, decidi contá-la, e "seja o que Deus quiser".
Levei vinte anos para escrever este artigo. Estou prestes a trair meus
irmãos segundo a carne. Estou prestes a revelar nosso terrível
segredinho.
A maioria dos artigos e livros que escrevi em parceria com meu irmão
foram trabalhos acadêmicos ou obras que falavam sobre como entender e
alcançar os muçulmanos. Em 2002, quando nosso livro Unveiling Islam
(O Islã Sem Véu) tornou-se um best-seller, ficamos sob os holofotes
da mídia. Nossos debates, sermões e palestras passaram a ser
assistidos por milhares de pessoas. Por duas vezes falamos aos
milhares de pastores presentes à reunião anual da Convenção
Batista do Sul dos EUA. Aparecemos em incontáveis programas de
televisão, entrevistas e programas de rádio transmitidos em todo o
país.
Em 2003, O Islã Sem Véu conquistou o Gold Medallion, prêmio
concedido anualmente às melhores publicações cristãs dos Estados
Unidos. Além disso, nossos livros More Than a Prophet (Mais Que Um
Profeta) e Voices Behind the Veil (Vozes Detrás do Véu) – ainda não
publicados no Brasil – também foram sucessos de venda e concorreram
a vários prêmios. Atualmente, estamos escrevendo nosso maior livro,
um manual de referência de um milhão de palavras que será o
primeiro comentário cristão abrangendo todos os versos do Corão.
Nosso editor vendeu todas as cópias de nosso último livro, Christian
Jihad (Jihad Cristã), numa só conferência, em meados de 2004. Isso
basta para mostrar quanto gostamos de escrever.
Porém, esses livros foram fáceis de escrever, se comparados com este
artigo. O que escrevi aqui é algo extremamente pessoal e pensei e
orei a respeito durante semanas.
Entretanto, por mais difícil que fosse, senti que, finalmente,
deveria contar a história. Porém, isso significava que meu irmão e
eu, ambos professores em universidades cristãs, seríamos objeto de
escárnio. Na verdade, já estamos acostumados com o desprezo dos muçulmanos.
Eles vivem atrás de nós e nos ameaçam toda semana por e-mail, por
carta ou pessoalmente. Eles protestam quando aparecemos em programas
de TV e fazem escândalos nas igrejas onde pregamos.
Mas esse escárnio seria de um tipo completamente diferente. Ele viria
de nossos próprios irmãos cristãos. Seríamos desprezados porque
revelamos o segredo daqueles que, como nós, são crentes [em Cristo]
de origem muçulmana.
Finalmente, decidi "me expor" na revista Israel My Glory.
Conhecendo os editores como conheço, eu sabia que eles ficariam ao
nosso lado. Pelo menos, Emir e eu não estaríamos sozinhos.
Um ódio residual
Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos
convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.
Leia de novo essas palavras, com atenção. Deixe seu significado e
importância penetrar na sua mente. Com certeza, você já conheceu
centenas de pessoas como nós durante sua vida. Os ex-muçulmanos saíram
do segundo plano e subiram ao palco central de muitas conferências e
reuniões denominacionais [nos EUA]. Embora todos nós sejamos
questionados sobre assuntos ligados à apresentação do Evangelho aos
muçulmanos, raramente nos perguntam a respeito de Israel, da nação
judaica e das alianças entre Deus e Seu povo, narradas nas
Escrituras.
Muitos de nós, cujos nomes você conhece e cujos livros já leu,
ficam agradecidos porque ninguém os questiona sobre isso. Por quê?
Porque muitos ex-muçulmanos que hoje são cristãos ainda sentem desdém,
desprezo e ódio pelos judeus. Entre estes, estão muitos que falam em
conferências, escrevem livros e pregam nas igrejas. Realmente, este
é o nosso segredinho terrível.
Emir e eu chamamos isso de vestígios do islamismo. Quando éramos
crianças, aprendemos nas madrassas (escolas religiosas islâmicas)
que os judeus bebiam o sangue das crianças palestinas. As mensagens
pregadas pelos imãs destilavam ódio aos judeus e à nação judaica.
Para nós, eles eram os "porcos" e "cães" que
tinham roubado nossa terra e massacrado nosso povo.
Então, quando um muçulmano se converte e abandona o islamismo,
convencido de que Isa (Jesus) não era um profeta de Alá, mas sim o
próprio Messias, ele se defronta com a mesma ameaça que nos atinge a
todos. Muitos de nós fomos repudiados, expulsos de casa, deportados,
presos, ou sofremos algo pior. Os que sobrevivem, começam vida nova
separados da tradição de seus ancestrais e de sua família. Não
resta quase nada de nossa vida antiga – exceto uma tendenciosidade
que teima em não ir embora. Nós ainda odiamos os judeus. Tenho que
confessar uma coisa: isso também aconteceu com meus irmãos e comigo.
No início da década de oitenta, após nossa conversão, meus irmãos
e eu começamos uma nova vida em Jesus Cristo. Em muitos aspectos, a
igreja tornou-se nossa família, já que nosso pai nos renegou. Eu
estava ávido por conhecer nosso Senhor e a Sua Palavra, e lia a Bíblia
apaixonadamente, às vezes durante três ou quatro horas por dia. Eu
gastava muitas canetas marcadoras de texto à medida que ia estudando
o Antigo Testamento.
Quando cheguei à aliança abraâmica, em Gênesis 12, tropecei.
"Antigo Testamento" – resmunguei – "Jesus acabou
com isso". Em pouco tempo, comecei a ficar aborrecido com a
constante repetição do refrão: Abraão... Isaque... Jacó... José.
Eu tinha sido ensinado a acreditar no que Maomé tinha escrito: Abraão...
Ismael... Jesus... Maomé.
No Corão está escrito que Ismael, e não Isaque, foi levado para ser
sacrificado no Monte. Essa é a doutrina central de nossas celebrações
(Eid). Agora, eu estava sendo confrontado com o fato de que, 2200 anos
depois de Moisés ter escrito Gênesis 22 e quase 2700 anos depois do
evento ter ocorrido, Maomé mudou a história.
Rapidamente, pulei para o Novo Testamento. Eu tinha certeza de que
iria descobrir que Jesus, meu Salvador, havia repudiado o Antigo
Testamento e que meu preconceito poderia permanecer intocado.
Foi aí que cheguei a Romanos 9-11. "E o prêmio vai
para"... os judeus, como a nação sacerdotal de Deus. Eu comecei
a fazer perguntas. Comecei a ler livros. Cheguei até a assistir
cultos de judeus messiânicos.
Então, lentamente... muito lentamente... comecei a amar os judeus com
o mesmo amor que nosso Pai celestial tem por eles. Eles são os
escolhidos de Deus – e a terra de Israel lhes pertence.
Levou algum tempo até que isso acontecesse comigo e com meus irmãos,
e nós achávamos que todos os ex-muçulmanos passavam pela mesma
experiência e chegavam à mesma conclusão que nós. Aparentemente,
estávamos errados.
O mito da substituição
Pouco depois que apareci no programa de TV de Zola Levitt pela
primeira vez, recebi uma enxurrada de e-mails de muçulmanos furiosos.
Eu já esperava por isso. O que eu não esperava era um número tão
grande de e-mails indignados vindos de cristãos anglo-saxões.
"Meu caro irmão em Cristo" – escreviam eles – "a
Igreja substituiu Israel!".
Um dia, depois de uma reunião, um ex-muçulmano, que na época
pastoreava uma comunidade cristã egípcia, me chamou num canto e
disse: "Você está prejudicando seu testemunho, meu amigo".
Sua repreensão não muito amigável continuou: "As alianças de
Deus com Israel através de Abraão, Davi e Ezequiel eram
condicionais. Ele veio para os Seus, mas eles O rejeitaram. A Igreja
agora é o novo Israel".
Depois disso, ele me indicou vários livros evangélicos para provar
seu argumento. Comecei a ler esses estudos teológicos e sei que você,
caro leitor, tem muitos deles em sua estante. Seus autores são
protestantes reformados, escritores evangélicos e até pregadores
muito conhecidos no rádio e na televisão. Todos eles diziam a mesma
coisa: Israel foi substituído pela Igreja.
Bem, agora, vinte anos depois, permitam-me ser enfático, para que não
haja nenhum mal-entendido:
A aliança de Deus com Israel foi incondicional. Israel continua sendo
a nação escolhida por Deus.
Embora os judeus sejam, em termos bíblicos, um povo
"teimoso" e de "dura cerviz", Deus não os
abandonou. Qualquer outro ensino é anti-bíblico, ímpio, racista e
anti-semita. Não me importa o quanto esses autores sejam respeitados
nem o que isso vai me custar, em termos de amizades. Eu não posso
abandonar o povo de Deus nem mudar o plano divino. Romanos 9 a 11
ainda fazem parte da Bíblia.
O mito da Palestina
Atualmente, os conflitos sobre a posse de Jerusalém estão todos os
dias no noticiário. Diariamente, vemos bombas e balas voando para
todos os lados, enquanto ressoa uma luta que já dura cinqüenta anos.
E eu pergunto: "Onde está a voz dos cristãos?"
Infelizmente, muitos estão emudecidos pelo resíduo do ódio a Israel
que trazem em seu coração.
Já perdi a conta de quantas vezes Emir e eu pedimos que outros ex-muçulmanos
nos mostrassem onde fica a "Palestina" no mapa. Perguntamos
também quando foi que os palestinos tiveram um governo estabelecido,
uma capital, uma embaixada?
É claro que a resposta é "nunca". O conceito de um país
chamado "Palestina" só surgiu depois que Israel se tornou
uma nação. Trata-se de um país inteiramente hipotético, baseado não
numa origem étnica comum, mas sim num ódio comum a Israel. Conforme
ilustrei no início deste artigo, nossos colegas árabes e persas têm
encontrado companheiros entre os teólogos ocidentais que adotaram
todo um esquema teológico e escatológico baseado nesse ódio comum.
Meu irmão e eu estamos agora na irônica posição de sermos ex-muçulmanos
e turcos persas defendendo Israel contra cristãos anglo-saxões e
europeus de raça branca. Que mundo estranho!
Concordo com o ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu:
"Jerusalém é a eterna e indivisível Cidade de Deus".
Esperamos, um dia, encontrá-lo e dizer-lhe isso.
O mito de Alá
Outro componente estranho dessa questão é o uso da palavra "Alá".
Recentemente, ouvimos um missionário evangélico falar sobre o
movimento "Alá-leuia", em que os missionários estão
usando a palavra árabe "Alá" para proclamar o Evangelho.
Alguns chegam ao cúmulo de entrar nas mesquitas e ficar na posição
de oração (rakat), mas orando a Jesus em pensamento. Alá, concluem
eles, é só o nome árabe de Deus. Adonai e Alá seriam o mesmo Deus.
Mesmo correndo o risco de ofender mais alguns leitores, quero deixar
uma coisa registrada: Alá não é o nome árabe de "Deus".
Alá é um ídolo.
Em todos os debates de que participamos em universidades e entre
colegas, meu irmão e eu nunca encontramos um ulema muçulmano que
acredite que o Alá do Corão e o Deus da Bíblia sejam o mesmo Deus.
Nunca. Se o monoteísmo é o único critério para distinguir a
verdade neste caso, então deixe-me dizer uma coisa: se Alá é o
mesmo deus que o Deus vivo, então Elias deve desculpas aos profetas
de Baal (que também eram monoteístas).
Então, por que usar essa palavra? Perguntei a um árabe cristão por
que ele continuava usando o termo "Alá" quando orava, e ele
me respondeu baixinho: "Eu não consigo me convencer a usar os
nomes hebraicos, sabe?"
Sim. Eu sei. Infelizmente, eu sei.
Estou ciente das implicações deste artigo. Eu as aceito. Numa única
crítica dura, de poucas páginas, ataquei a teologia da substituição,
a escatologia puritana, os teólogos modernos e denominações
inteiras. Entretanto, meus vinte anos de silêncio acabaram. Nosso
segredinho terrível foi revelado.
Emir e eu continuaremos do lado de Israel no conflito contra nossos
parentes segundo a carne. Continuaremos contestando a teologia da
substituição sempre que necessário.
Também continuaremos a defender Israel como nação escolhida por
Deus, porque Ele nos manda fazer isso no Antigo e no Novo Testamento.
Os judeus precisam aceitar Jesus como o Messias, isto é certo. Mas
eles também precisam que a comunidade cristã – a Igreja – fique
ao lado deles num mundo que quer a sua destruição. Isso começa
agora. (Israel My Glory - Ergun Caner - http://www.beth-shalom.com.br)
O Dr. Ergun Mehmet Caner é professor de Teologia e História da
Igreja na Liberty University, em Lynchburg, Virginia (EUA). O livro O
islã sem véu, escrito em co-autoria com seu irmão, Dr. Emir Fethi
Caner, pode ser pedido em nossa livraria virtual.
Fonte: Beth Shalom
Fonte:
Recados do Aarão
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