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18/05/2008
15:50:20
Uma
proposta polêmica pauta a eleição de amanhã do conselho gestor
do parque Ibirapuera. Inspirado numa experiência holandesa, o
candidato a uma das seis vagas de conselheiro Douglas Drumond quer
criar áreas de exclusão em que relações sexuais seriam
permitidas a céu aberto, nos arbustos ou sob a copa das árvores.
A idéia tem sido divulgada por e-mail, em forma de convite para que pessoas votem na eleição de domingo. De maneira eufêmica, a mensagem diz que o objetivo do candidato, um militante do movimento gay paulistano, "é criar pequenas áreas no parque destinadas somente ao homem e somente à mulher". Drumond explica: "Sendo mais ousado e acompanhando as tendências dos parques da Europa, entendo que isso é um atrativo turístico de grande potencial. Quando se fala que numa cidade as pessoas podem ficar no parque peladas ou fazendo sexo na praça, atrai. Quero atrair o turismo para São Paulo de uma forma mais moderna, oficializando uma coisa que já existe". Sexo ao ar livre O sexo ao ar livre no Ibirapuera não é novidade. Como já revelou reportagem da Folha, os encontros ocorrem geralmente perto do portão 7 (avenida República do Líbano), ao lado da Casa da Leitura e atrás da caixa-d'água, perto do estacionamento do MAM (Museu de Arte Moderna). As pessoas aproveitam a falta de iluminação e o abrigo dos troncos e transam em pleno parque. "Já existe esse fato, as pessoas fazem sexo mesmo", diz Drumond. Representante da Secretaria do Verde no conselho do Ibirapuera, Helena Magozo diz que a implantação da zona de sexo livre "depende de outras esferas, como a Secretaria do Verde e a prefeitura". "A política é de inclusão e nunca de exclusão ou de segregação do público. O espaço é de convivência dentro dos princípios legais", afirma. Curiosamente, o projeto de Drumond não prevê áreas para sexo entre homens e mulheres. O Ibirapuera tem pouco mais de 1,5 milhão de metros quadrados e recebe 20 mil pessoas durante a semana. Aos domingos, o público é de 130 mil. O parque funciona das 5h à meia-noite. As eleições para o conselho gestor dos 38 parques paulistanos acontecem amanhã, das 10h às 16h. Qualquer pessoa pode votar, basta apresentar um documento de identidade. ============================================================= OBS: Lembram-se de que quando noticiamos que se praticava sexo livre, em um parque de Amsterdam eu comentei que logo chegaria aqui? O salafrário ainda tem a petulância de alegar que se trata de uma "tendência dos parques da Europa". Bem se realmente ele tem razão, e esta é uma tendência, então ele que espere para ver como ficará o mapa da Europa, depois que o Juiz Eterno passar por lá.
Tal
proposta não poderia partir de outra pessoa que um militante da
causa gay, cujo desejo ensandecido e único, parece querer
afrontar a sociedade, mais que tudo ao próprio Deus. Sim, quando
ele fala em criar áreas só para homem, de fato admite que não
será o sexo hetero ali praticado, mas homossexual.
Mas algumas outras coisas soam loucura também. Dizer que política de inclusão é permitir que se pratiquem relações sexuais em certas zonas de uma praça pública, é dizer que esta tal de Secretaria do Verde é realmente uma zona. Ou é da prefeitura de São Paulo que devemos selar com este selo de maldição? Outra coisa: Se já existem animais - vou mostrar isso no parágrafo seguinte - que transam ali compete à polícia ambiental capturá-los e trancafiá-los no zoológico. A não ser que eles assumam publicamente que já deixaram mesmo de ser gente. Viram o artigo que coloquei na semana passada "Homem Macaco"? Bem ali eu disse que muitos hoje, ao que parece, estão vivendo uma nostaligia de retorno à floresta, com pessoas realmente sonhando em voltar a serem macacos. Pois o que se propõem para o Ibirapuera - pasmem - é transar em cima das árvores. Meus Deus, então já viraram micos mesmo? Então devem ser daquela espécie de macacos que noutro dia também apontei, que por uma inversão assombrosa da natureza começaram a transar machos com machos, furiosamente, ali incluídos os recém nascidos - pedofilia - de ambos os sexos. Como o macaco é conhecido com um bicho que copia, se pergunta: foi dos que se dizem ainda seres humanos que aprenderam isso? Pois se alguém tiver oportunidade de fazer isso, diga ao senhor Drumond de que quando o Juiz São Paulo passar por, exatamente por causa de gente como ele, e de propostas como as dele, e por causas de paradas gays como ali se fazem, milhões de inocentes serão levados junto. Porque do Ibirapuera não sobrará, nem as belas árvores que ali se encontram nem os "macacos" que transam em público, nas suas copas. Fonte: Recados do Aarão |
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