www.paideamor.com.br

 

06/04/2008 16:53:54
Notícias Urgentes - Guerras e rumores


Guerra e rumores

Jesus nos avisou, que em nosso tempo começariam muitas guerras, e que este era um sinal. Mas as pessoas não acreditam nas que existem, e sempre pedem mais sinais, pois acham tudo normal. Entra por um ouvido e sai pelo outro. É por isso que a humanidade será apanhada de surpresa.

Está em Mateus 24, 6 Ouvireis falar de guerras e de rumores de guerra. Atenção: que isso não vos perturbe, porque é preciso que isso aconteça. Mas ainda não será o fim. 7 Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome, peste e grandes desgraças em diversos lugares. 8 Tudo isto será apenas o início das dores.

Como está em > http://www.library.com.br/Filosofia/conflito.htm > O relatório Prioridades Mundiais, publicado anualmente por um grupo sediado em Washington, define uma grande guerra como sendo um conflito envolvendo um governo, ou mais de um, que resulta na morte de pelo menos mil pessoas por ano. Por esse critério "técnico", desde o final da Segunda Guerra Mundial até o ano de 1992 haviam ocorrido 149 guerras, onde morreram mais de 23 milhões de pessoas.
No nosso século, o número de enfrentamentos militares cresceu substancialmente. Se nos atermos apenas a esses conflitos propriamente, sem considerar rebeliões curtas, golpes militares e mesmo genocídios, verificaremos que em todo o século passado ocorreram 107 guerras. Já no século XX, até 1995, sem considerar a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, houve, pelo mesmo critério, um total de 241 guerras, das quais 166 eclodiram a partir de 1950. Nada menos que 70 países envolveram-se em guerras de 1994 a 1997. (...) Em 1992 havia 29 guerras em curso na Terra; em 1994 o número de guerras em andamento era de 34; o balanço de 1997 mostrava 60 zonas de conflito. Dos 192 países com assento na Organização das Nações Unidas em 1994, pelo menos 108 deles tinham registro de um ou mais golpes militares ou tentativas de golpes ao longo de sua história, que redundaram quase que invariavelmente em guerras civis. Em 1995 houve golpes militares em Comores e São Tomé e Príncipe; em 1996 foi a vez de Serra Leoa e Níger; em 1997 mais um golpe em Serra Leoa , um no Camboja e outro no ex-Zaire, batizado de República "Democrática" do Congo.
Vejamos alguns exemplos catalogados por Francisco... Lembramos que estes são apenas alguns, pois existem disputas por terras, que são centelhas de guerra, como por exemplo, entre Bolívia e Chile, entre Colômbia e Equador, entre Argentina e Inglaterra. Lembramos também a questão entre China e Japão, Rússia e Japão, China e Taiwan entre centenas de outros atritos, que podem descambar em violência, pois desde séculos alimentam ódios e rancores.

1 - Afeganistão: A guerrilha afegã é cruel e mudanças são necessárias, diz ONU_ A insurgência afegã tem sido muito pior do que o esperado e, para que os esforços internacionais no Afeganistão tenham sucesso, é preciso que o papel da ONU seja mais intenso, disse um alto oficial das Nações Unidas na quarta-feira.
"Nós estamos enfrentando uma insurgência que provou ser mais resiliente do que o esperado e mais cruel do que jamais poderíamos imaginar", disse o sub-secretário geral das Nações Unidas para as Operações de Manutenção de Paz, Jean-Marie Guehenno, ao Conselho de Segurança, em debate aberto para estender o mandato da ONU no Afeganistão.
 
2 - ARGÉLIA: A Igreja Perseguida na Argélia.
O islamismo de tradição sunita é a religião oficial do país e testemunhos cristãos não são permitidos. Com freqüência, trabalhadores cristãos são ameaçados e atacados por extremistas, muitos sendo martirizados. Talvez o caso mais notório na história recente seja o seqüestro e assassinato de sete monges trapistas por muçulmanos fundamentalistas. Estes monges viviam e ministravam na Argélia desde a II Guerra Mundial.
Um cristão argelino escreveu:
"Todo mundo sabe a respeito do terrorismo que acorrenta nosso país. Foram poucas as mortes entre os cristãos evangélicos até agora, e louvamos a Deus por isso. É difícil estimar o número exato de evangélicos no país, mas acredito ser algo entre 6 e 12 mil pessoas. A grande maioria descende de berberes e são poucos os que descendem de árabes. Muitos vivem em pequenas cidades e vilas, o que dificulta o contato e comunicação com eles.
"Devido ao terrorismo, viajar pelo país é muito perigoso, o que faz com que as igrejas fiquem isoladas. Recebemos poucos visitantes ocidentais e não somos autorizados a viajar ao exterior.
"Não há grande disponibilidade de literatura cristã em berbere e árabe, nem é permitida a sua livre distribuição. Mas apesar de todas as nossas dificuldades, a igreja continua a crescer."
 
3 - BOLIVIA: Separatistas se armam na Bolívia.
O fim dos trabalhos da Assembléia Constituinte da Bolívia, previsto para agosto, pode se transformar no estopim de uma das mais graves crises da história recente da América do Sul. A parte do país conhecida como Meia Lua, formada principalmente pelos departamentos de Santa Cruz, Pando, Beni e Tarija, se prepara para deflagrar um confronto separatista armado de grandes proporções, caso as exigências de maior autonomia para a região não sejam atendidas pela nova Carta Magna.
Segundo líderes regionais e analistas políticos, o movimento, chamado Nação Camba, tem milícias de cerca de 12 mil homens, armadas secretamente por lideranças locais. Fontes militares brasileiras temem que, em caso de conflito, o governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez, intervenha a favor de Evo Morales.
 
4 - CHADE: Rebeldes controlam parte da capital do Chade após confrontos
Os rebeldes tomam conta de parte da capital do Chade, Ndjamena, neste sábado, afirmam testemunhas no local. Durante todo o dia, os grupos rebeldes enfrentaram tropas do governo próximo ao palácio presidencial. Segundo testemunhas que estão na cidade, apenas tiroteios esporádicos são ouvidos na capital no momento.
 
5 - CHINA: O conflito no Tibete
Os protestos de monges tibetanos contra o domínio chinês no Tibete já se estendem por semanas, com as ruas de Lhasa tendo se tornado um palco de violência. Recentemente, o governo chinês expulsou os dois últimos jornalistas estrangeiros e reforçou a presença militar na cidade. Segundo a China, houve até agora 20 mortes, mas o governo tibetano no exílio afirma que a repressão já custou a vida de 135 pessoas.
 
6 - CHIPRE: Abertura de passagem simbólica aproxima cipriotas gregos e turcos
Nicósia deixa de ser a última capital dividida do mundo graças a nova etapa nos esforços de reunificação do Chipre. Esta quinta-feira, foi dado mais um passo simbólico para a reunificação de Chipre. No centro de Nicósia, a capital da ilha, foi aberto um ponto de passagem, na rua Ledra, permitindo o contacto entre cipriotas gregos e turcos
  05/04/2008 - 01:05 7 - COLOMBIA: Colombianos pedem liberação de reféns das Farc
Em Bogotá e várias outras cidades colombianas, milhares de pessoas saíram nesta sexta-feira (04) às ruas para demonstrar sua rejeição às ações violentas da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e exigir um acordo humanitário que permita a imediata libertação da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt e dos demais reféns do grupo. Portando faixas e cartazes e gritando slogans como "A Colômbia quer paz!", a marcha na capital ocupou boa parte da Carreira 7º, a principal avenida da cidade.
 
8 - CONGO: INSTABILIDADES NO CONGO.
Questionado sobre se as eleições na República Democrática do Congo são suficientes para estabilizar este país, Konaré afirmou que são "um bom ponto de partida", mas ressalvou que a instabilidade "dura há muito tempo e não se podem esperar soluções milagrosas de um dia para o outro".
A RDCongo saiu em 2002 de quatro anos de guerra civil entre os rebeldes, apoiados pelo Ruanda, Uganda e Burundi, e as forças governamentais, apoiadas pelos exércitos angolano, namibiano e zimbabueano, um conflito que provocou cerca de três milhões de mortos e mais de quatro milhões de deslocados.
As eleições gerais acabam assim com quase quatro anos de um período de transição, tendo sido eleito um parlamento e um Presidente pela primeira vez em 40 anos.
 
9 - CORÉIA DO NORTE /SUL: Coréia do Norte ronda Coréia do Sul com aviões bombardeiros
SEUL (Reuters) - A Coréia do Norte enviou bombardeiros em vôos de reconhecimento à Coréia do Sul pelo menos 10 vezes desde que o presidente conservador Lee Myung-bak foi empossado no mês passado, levando Seul a responder com seus próprios aviões, disse o jornal Chosun Ilbo na segunda-feira.
Os vôos fazem parte de uma lista de atos provocativos vindos da Coréia do Norte, desde que o governo de Lee ameaçou Pyongyang, dizendo que, se quisesse continuar recebendo ajuda, teria de estender os direitos humanos, continuar seguindo um acordo nuclear internacional e começar a libertar mais de mil sul-coreanos sequestrados ou presos desde a Guerra da Coréia ( 1950 a 1953).
Os jatos se aproximaram da Coréia do Sul cerca de dez vezes desde o dia 25 de fevereiro, quando o novo governo chegou ao poder, disse o jornal.
"O Ministério da Defesa sul-coreano está monitorando de perto as investidas, por acreditar que o Norte cria de propósito tensões via terra, mar e ar", disse o jornal, citando autoridades da Defesa.
 
10 - ESPANHA: Espanha vai negociar paz com separatistas bascos

O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, anunciou nesta quinta-feira, em Madri, (29/06) que pretende iniciar conversações de paz com o grupo separatista basco ETA. Ele não citou uma data para os primeiros contatos. Zapatero acredita ser possível dar fim ao terrorismo.
 O anúncio do chefe de governo da Espanha estava sendo esperado desde que a ETA declarou cessar-fogo "duradouro", em março último. Desde 1968, a organização clandestina se bate pela independência do País Basco. A luta já matou aproximadamente 800 pessoas.
 

11 - FILIPINAS: Chefe da polícia filipina eleva alerta contra ataques
FILIPINAS - O diretor-geral da Polícia Nacional das Filipinas, Oscar Calderón, elevou neste sábado o alerta contra ataques no país depois que uma equipe de negociadores do governo foi retida por membros da Frente Moro de Libertação Nacional (FMLN) na ilha de Jolo.
Calderón destacou que a ordem tem como objetivo intensificar a segurança em torno de instalações vitais, centros econômicos-chave, áreas de convergência e outros pontos que possam ser considerados alvos de grupos ilegais.
O diretor-geral também ordenou a intensificação das operações de vigilância contra a guerrilha do Novo Exército do Povo, braço armado do Partido Comunista das Filipinas, e contra o grupo terrorista Abu Sayyaf, dada a possibilidade de os dois tentarem aproveitar a situação.
"Mandei os diretores regionais aumentarem o alerta em suas áreas de responsabilidade, dependendo da situação", acrescentou Calderón. A medida é uma resposta à retenção de uma equipe de negociadores do governo, que na sexta-feira visitou um acampamento da FMLN no povoado de Panamao, na ilha de Jolo


15/03/2008 - 20h49

12 - GEORGIA: Geórgia descarta uso da força para reprimir separatismo
TBILISI, 15 Mar 2008 (AFP) - O presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, descartou neste sábado o uso da força militar nas duas províncias separatistas pró-russas de Abkházia e Ossétia do Sul.
"A Geórgia é um país pacífico, e já dissemos várias vezes que resolvemos os conflitos de forma pacífica", declarou o presidente neste sábado, durante uma visita a uma base militar.
A Rússia lançou esta semana uma ameaça velada à Geórgia, dizendo que ela poderia perder as duas repúblicas separatistas se continuasse tentando aderir à Otan.
No dia 5 de março passado, a Ossétia do Sul pediu à Rússia, à ONU e à união Européia que reconheçam sua independência, baseando-se no precedente do Kosovo.
Dois dias depois, a Abkházia formulou o mesmo pedido à comunidade internacional.
A Rússia apóia a Sérvia em sua negativa de reconhecer a independência unilateral do Kosovo, proclamada em 17 de fevereiro
 
18.09.04  - HAITI: Confirmada perspectiva de novos confrontos no Haiti
As forças de paz da Organizações das Nações Unidas (ONU), comandadas pelo Brasil, começam a trabalhar com a possibilidade de confrontos com grupos armados haitianos que se opõem a presença da coalizão internacional. Se acumulam incidentes e ameaças envolvendo ex-militares haitianos, que estão atacando representantes civis da missão de estabilização e mesmo guarnições das tropas dos países convocados para atuar na nação caribenha.  
O último confronto ocorreu neste final de semana quando em Gonaives, foco da rebelião que resultou na queda de Jean-Bertrand Aristide no início deste ano, antigos membros das forças armadas haitianas ocuparam prédios municipais guardados por soldados argentinos. Na ocasião, os invasores armados instaram o restante da população a se juntarem a eles na tentativa de "livrar o local da presença estrangeira". Depois de negociações, as instalações voltaram ao controle das tropas sul-americanas.
  Sábado, 5 de abril de 2008, 05h00 14 - IEMEN: Desconhecidos atacam postos militares no Iêmen
Desconhecidos atacaram dois postos militares iemenitas na província de Hadramaut com projéteis RPG na noite desta sexta-feira, sem que até o momento se conheça a existência de vítimas, informaram à Agência Efe testemunhas.
Segundo seu relato, os ataques foram lançados simultaneamente contra os pontos de controle estabelecidos na área de Al Moadaq e de Wadi Duaan.
Várias ambulâncias foram para os locais atacados, sem que até agora as autoridades militares tenham informado dos ataques nem se causaram vítimas entre os soldados.
O lugar fica a cerca de 900 quilômetros ao sudeste de Sana.
Em janeiro passado, dois turistas belgas morreram em Hadramaut em um ataque atribuído pelas autoridades iemenitas a membros da rede terrorista Al Qaeda.
O Iêmen, considerado um reduto de grupos extremistas islâmicos supostamente vinculados com a Al Qaeda, foi um dos primeiros países árabes que se incorporaram à luta antiterrorista, anunciada pelos Estados Unidos, após os atentados do dia 11 de setembro de 2001 em Nova York.
EFE
 
15- ÍNDIA - PAQUISTÃO: Caxemira em disputa
Disputam, desde a independência de ambos países, a região conhecida por Caxemira. A guerra pelo território resultou em aproximadamente 22.900 mortos, sendo a maior parte das baixas do lado paquistanês. Hoje a região é controlada por ambos os países e, também, pela China.
 
19/03/2008 - 14h03 16 - IRAQUE: Guerra no Iraque já custa mais de US$ 500 bilhões
Embora a violência tenha caído no Iraque, os recursos gastos com a segurança do país só aumentam. Segundo a ONG National Priorities Project, um grupo independente que visa medir os gastos governamentais em diversas áreas, os conflitos já consumiram mais de US$ 504 bilhões [R$ 859,82 bilhões] dos cofres públicos americanos.
Em 2008, a guerra vai iniciar seu sexto ano, com gastos de aproximadamente US$ 12 bilhões [R$20,47 bilhões] por mês, segundo informações do prêmio Nobel de economia Joseph E. Stiglitz e da professora Linda J. Bilmes, no livro "The Three Trillion Dollar War" ("A Guerra de Três Trilhões de Dólares", em tradução livre).

  17 - IRLANDA DO NORTE: IRA organiza ataques contra homossexuais na Irlanda Segunda-feira, 14 Março 2005
Homossexuais estão sendo vítimas de integrantes do Exército Republicano Irlandês (IRA) na Irlanda.
Enquanto o braço político do IRA concentra seus esforços na busca por diálogos com o governo em Londres, membros do braço armado resolveram roubar bancos e espancar homossexuais.
Um estudante gay que vive em Londonderry, no nordeste da Irlanda, teve que se esconder após receber ameaças de homens que se identificaram como integrantes do IRA.
 
18 - Israel e Palestina: a vitória da insensatez.
A atual política de Israel é um desastre. A promoção de uma carnificina na Palestina – sem esquecer a do Líbano – é uma tragédia humana. É também estúpido. Israel nasceu como a esperança de vida após uma das maiores tragédias da história humana. É uma esperança que o governo da coligação Kadima e Partido Trabalhista, hoje no poder, trai por incompetência, insensibilidade e a mais pura estupidez. Os facínoras estão no comando. Saudades de Yithzak Rabin.
O debate está ficando difícil. Na semana passada, meu amigo Marcos Guterman – que sempre argumentou pela linha da esquerda pacifista israelense – pediu o boné. Perdeu a graça para ele fazer o blog. Entre pessoas que defendem a causa palestina sempre há um jeito de os bons e velhos anti-semitas se misturarem. E raramente são condenados.
Não tenho qualquer pretensão – e jamais tive – de isenção nesta história. Laços de sangue e amizade me aproximam de Israel. Faz parte da minha identidade. Mas é justamente por querer o bem de Israel que quero o bem da Palestina. A Palestina faz parte da identidade de Israel como Israel faz parte da identidade da Palestina. É uma relação que existe desde que há civilização no mundo. O judaísmo está entranhado em cada esquina de Jerusalém; está marcado na ausência do Templo acima de seu monte. O Islã está igualmente em cada esquina, igualmente entranhado – assim como a pedra de onde subiu aos céus o profeta, perto de onde a belíssima cúpula dourada de al-Aqsa se ergue. Israel não será possível sem a Palestina. E a Palestina não será possível sem Israel.
Já achei, noutros tempos, que havia legitimidade para o argumento de que sequer havia palestinos ali – eram todos árabes sem uma identidade nacional própria. Besteira. Mas ainda há muita gente que não percebe o quanto a identidade judaica faz parte daquela terra, o quanto é íntima de sua cultura que sempre rezou pelo ano que vem em Yeroshalaim.
O Hamas se recusa a aceitar a existência de Israel. O governo de Israel, traindo sua história milenar de sofrimento pela opressão, reage com destruição e a mesma opressão. No meio do processo, o diálogo se perde de vez.
O sinal de que o diálogo se perdeu de vez está no ato do Guterman de pedir o chapéu. E está na resposta agressiva que um amigo querido escreveu para meu último post. Discordar é do jogo. Quando você vem com virulência, ao menos é de praxe alertar antes com uma mensagem. Um gesto ao menos de cortesia se espera no debate. Mas nem isso. A irracionalidade venceu de vez a partida quando um sujeito cordial e literato do quilate do Idelber Avelar perde até a capacidade de interpretar texto.
Uma de suas críticas ele pesca de uma frase minha: Enquanto isso, os árabes 
  
19 - JAPÃO/RUSSIA: Japão e Rússia discutem soberania das ilhas Curilas
Os ministros dos Negócios Estrangeiros do Japão, Masahiko Komura, e da Rússia, Serguei Lavrov, reúnem-se hoje em Tóquio para reafirmar a disposição dos dois países para encontrar uma solução satisfatória na disputa territorial sobre as ilhas Curilas, noticiou a agência japonesa Kyodo.
Komura e Lavrov vão analisar também formas de fortalecer as trocas económicos entre o Japão e a Rússia.
«Resolver o conflito territorial é um requisito para concluir o tratado de paz que constitui o pilar do Plano de Acção Japão-Rússia», disse hoje Komura aos jornalistas.
«Sem progressos neste ponto, o plano não poderá ser desenvolvido facilmente», explicou.
O Japão designa as ilhas como Territórios do Norte, enquanto a Rússia os designa de Curilas do sul. Os constantes desentendimentos sobre a respectiva posse impediram os dois países de assinar um tratado de paz definitivo depois da Segunda Guerra Mundial.
As ilhas de Etorofu, Kunashir, Shikotan e Habomai ficam perto da costa norte japonesa, fazendo parte do arquipélago que se estende de norte a sul entre a península russa de Kamtchatka e a ilha japonesa de Hokkaido.Pertencem administrativamente à região russa de Sakhalin, desde 2 de Fevereiro de 1946. 
20 - KOSOVO: Kosovo abre precedente para separatistas, diz Rússia
23/01 - 10:02 - Reuters


A eventual independência da província sérvia de Kosovo criaria um precedente para separatistas de outros lugares do mundo, disse na quarta-feira o chanceler russo, Sergei Lavrov. Em entrevista coletiva, ele afirmou que a Rússia nunca disse que a independência de Kosovo levaria Moscou a reconhecer como países as províncias georgianas da Abkházia e Ossétia do Sul, ambas governadas por grupos pró-russos.

  21 - LIBANO: A guerra espreita o Líbano
Sábado, 15 março 2008
Presença de barcos de guerra dos EUA e provocações de Israel podem sinalizar que Telavive quer vingar derrota de 2006 
As tensões profundas do Oriente Médio podem manifestar-se em breve no Líbano, revela matéria muito relevante da jornalista Rebbecca Murray, publicada pela Agência IPS.
Tendo como fonte principal o analista Alistair Crooke, coordenador da ONG Conflicts-Forum, em Beirute (http://conflictsforum.org), o texto enxerga sinais de que o Líbano pode estar se tranformando no principal foco de tensão do Oriente Médio. Num país historicamente dividido, marcado por guerras civis e com presidência vaga, Israel e EUA estariam movimentando-se para fustigar forças políticas e sociais como o Hezbollah e seus aliados internacionais — especialmente Síria e Irã.
Os dois fatos concreto mais marcantes são: a) o assassinato em Beirute, num ataque aéreo de Israel, de  Imad  Mughniyeh, líder do Hezbollah e possível comandante da resistência do grupo contra a invasão do sul do Líbano por Israel, em setembro de 2006 — um combate que terminou com grave derrota dos israelenses; b) a presença, em águas do Líbano, do destróier norte-americano USS Cole — substituído em seguida por seis fragatas — a pretexto de “preservar a estabilidade política do país”. É a primeira vez que os EUA enviam embarcações ao Líbano desde 1983, auge da guerra civil.
Estes movimentos se dão num cenário de crise interna. O Parlamento adiou há dias, pela 16ª vez, a elição do presidente do país, um posto vago desde o ano passado, quando terminou o mandato de Emile Lahoud. Legislativo e opinião pública dividem-se entre o apioio ao governo do primeiro ministro Fouad Sinoira, visto com pró-ocidental e a coalizão entre o Hezbollah e o grupo cristão comandado pelo general Michel Aoun. Ambos têm laços com a Siria e o Irã.
A matéria da IPS sugere que Israel não digeriu a derrota de 2006, e que as provações impostas à população palestina na Faixa de Gaza poderiam ter por objetivo a deflagração de um incidente qualquer: por exemplo, o disparo de foguetes contra território israelense a partir do Líbano. Numa nova guerra, comenta-se, Israel ocuparia de maneira muito mais dramática a região libanesa ao sul do rio Litani, próxima a sua fronteira. O Hezbollah reagiria também com vigor e poderia haver envolvimento de Síria e Irã.
A principal garantia contra a guerra seria, no momento, a presenca, na fronteira, de 13 mil soldados de uma força de paz da ONU — formada principalmenhte por italianos, franceses e espanhóis.
 
22 - MEXICO: Exército pressiona a guerrilha zapatista.
México, 10/01/2008(IPS) - A guerrilha zapatista e seus simpatizantes assentados no Estado mexicano de Chiapas suportam a maior investida do Estado dos últimos 10 anos, ignorada por quase todos neste país, denunciou o não-governamental Centro de Análise Política e Pesquisas Sociais e Econômicas (Capise), de Chiapas.
“Acabamos de resgatar, ontem mesmo, na região zapatista um indígena base de apoio da guerrilha ferido a bala por paramilitares. A situação é grave”, disse à IPS Ernesto Ledesma, diretor do Centro.

Segundo o Capise, que há cinco anos mantém brigadas que registram os movimentos militares em territórios de influência do insurgente Exército Zapatista de Libertação Nacional, nas ultimas semanas foi detectada uma crescente presença de soldados e ação concertada com grupos paramilitares. Além disso – segundo o Centro – instituições agrárias realizaram uma “irregular” divisão das terras que foram ocupadas por indígenas quando o EZLN pegou em armas, em janeiro de 1994.

  23 - NEPAL:Maoístas dificultam eleições no Nepal
27/03/2008
O chefe da Missão das Nações Unidas no Nepal, Ian Martin (foto), afirmou que a realização das eleições gerais, marcadas para abril, está sendo dificultada pela ação de grupos maoístas no país.
Segundo Martin, eles estariam por trás de atos de violência contra outros partidos que também concorrem no pleito.
Confrontos - Ian Martin disse à Rádio ONU que os maoístas teriam causado "obstrução" às campanhas eleitorais de adversários políticos. O representante especial adiantou que os maoístas têm dificuldades com aceitar o direito dos partidos monárquicos de fazer campanha eleitoral. Segundo ele, isso estaria causando violência.
 
24 - Nigéria : Separatistas e Exército em confrontos no Delta do NIGER.
UM agente da Marinha foi morto, um outro ficou ferido e vários militantes separatistas morreram, segunda- feira, após confrontos entre soldados governamentais e presumíveis elementos do Movimento para a Emancipação do Delta do Níger (MEND), no rio Bonny, nesta região petrolífera da Nigéria, anunciou ontem a Polícia.
O incidente teve lugar numa altura em que marinheiros escoltavam um navio pertencente à “Nigerian Liquefied Natural Gas (NLNG)” de Rivers, capital de Port Harcourt, para a ilha de Bonny, explicou à Imprensa o comandante da Polícia do Estado de Rivers.
Félix Ogbaudu indicou que presumíveis militantes separatistas saíram abruptamente das enseadas a bordo de quatro vedetas, para desencadear uma troca de tiros.
“Durante o tiroteio, um marinheiro foi morto, um outro ferido, enquanto militantes separatistas morreram igualmente. No entanto, não conseguimos contar o número de vítimas porque eles partiram novamente nas enseadas com os corpos”, declarou o oficial.
Nenhum grupo reivindicou este ataque, o último de uma série de confrontos entre os soldados, estacionados na região petrolífera para proteger o pessoal e as instalações petroleiras, e os militantes separatistas.   25 - PAQUISTÃO:  Exército paquistanês intensifica operações no Waziristão
Três dias de operações das forças regulares paquistanesas na região semi-autónoma do Waziristão provocaram pelo menos 70 baixas entre as fileiras de militantes islamitas. A intensificação dos combates nas zonas tribais do noroeste do Paquistão, sobre a linha de fronteira afegã, coincide com a visita a Islamabad do subsecretário de Estado norte-americano John Negroponte.
As mais recentes movimentações do exército paquistanês na região fronteiriça foram desencadeadas na passada terça-feira. Com recurso a helicópteros de assalto Cobra e meios de artilharia, as forças paquistanesas começaram por efectuar bombardeamentos ininterruptos sobre posições da guerrilha no cume de uma montanha do distrito do Waziristão do Sul. Quarenta combatentes islamitas terão sucumbido à primeira vaga de bombardeamentos, de acordo com um balanço avançado já na quarta-feira pelo exército.
 
03/02/2008 - 04h58

26 - SIRI LANKA: Choques entre Exército e guerrilheiros no Sri Lanka matam 46 rebeldes
Pelo menos 46 rebeldes dos Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) morreram nas últimas 24 horas em confrontos com o Exército do Sri Lanka travados no terço norte da ilha, indicou hoje o Ministério de Defesa cingalês.
Em comunicado, o ministério afirma que vinte membros da guerrilha morreram no sábado em confrontos com as tropas cingalesas em vários pontos do distrito de Mannar (norte).
Os soldados apreenderam minas antipessoais, granadas de mão e artefatos explosivos.
Segundo outra nota do ministério, outros 19 guerrilheiros foram mortos no sábado no distrito de Vavuniya (norte), onde os choques entre os dois grupos são constantes.
 
27 - SOMÁLIA: CONFLITOS NA SOMÁLIA.
Em relação ao conflito na Somália, entre fundamentalistas islâmicos, que apelam à guerra santa, e apoiantes do governo de transição, que devido à instabilidade na capital, Mogadíscio, foi obrigado a instalar-se numa cidade mais pequena, depois de ter funcionado cerca de um ano a partir do Quénia.
A Somália vive em anarquia e numa guerra civil intermitente desde a queda do regime do ditador Siad Barre, em 1991.
"Se queremos um diálogo equilibrado, devemos apoiar o Governo federal de transição. Não apoiá-lo para fazer a guerra contra os islamitas, mas deixar claro que se do lado dos islamitas houver uma vontade de tomar o poder pela força, isso não pode acontecer", disse Konaré.
  28 - SUDÃO: CONFLITOS EM DANFUR.
"Estamos à procura de um compromisso com o Sudão para reforçar a força da UA no terreno", afirmou Konaré, referindo-se à tentativa da comunidade internacional de convencer o Presidente sudanês, Omar El- Beshir, a aceitar uma força das Nações Unidas no terreno.
"Tudo tem a ver com a liderança dessa força e a fórmula para a qual nos preparamos para avançar é com tropas africanas, sob comando africano, mas com o apoio técnico e a participação das Nações Unidas na gestão dos meios", adiantou.
O conflito em Darfur começou em Fevereiro de 2003, quando dois grupos rebeldes pegaram em armas contra as forças governamentais, apoiadas pelas milícias árabes janjawid, para exigirem mais meios para a região. Desde então, o conflito, considerado pela ONU a pior crise humanitária no mundo, provocou já cerca de 200.000 mortos e mais de 2,5 milhões de deslocados e refugiados.
O presidente da Comissão da UA manifestou a esperança de que seja possível colocar em prática os acordos de Abuja, assinados em Maio mas apenas por um dos grupos rebeldes, e defendeu que "a situação não pode ser resolvida com uma solução militar, é preciso haver soluções políticas".
"É preciso promover o diálogo Darfur/Darfur para reaproximar as populações e evitar o risco de um agravamento da situação por acontecimentos que possam ocorrer no Chade e na República Centro Africana. Não podemos aceitar a tomada do poder pela força nestes países porque isso conduzir-nos-ia a uma catástrofe", considerou.
 
29 - TIMOR LESTE: Governo condena atentado no Timor Leste
O governo federal condenou nesta segunda-feira (11) o atentado contra o presidente do Timor-Leste, José Ramos-Horta.
No ataque, Ramos-Horta foi ferido e está internado em um hospital na cidade de Darwin, na Austrália. Seu estado é considerado estável, mas grave.
“O Brasil condena veementemente o recurso à violência e conclama todas as forças políticas e de segurança de Timor-Leste a envidarem renovados esforços para a manutenção da ordem e a solução das questões políticas pela via do entendimento e do diálogo pacífico”, informou o Itamaraty em nota.
No
comunicado, o governo disse ter recebido a notícia com grande preocupação. “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Celso Amorim enviaram mensagens de solidariedade ao Governo e ao povo timorenses, desejando pronto restabelecimento ao presidente Ramos-Horta”, consta da nota.

22 Fevereiro, 2008 - Publicado em 14:52 GMT
 
30 - TURQUIA: Turquia invade norte do Iraque
Milhares de soldados turcos, apoiados por blindados, atravessaram a fronteira com o Iraque, numa operação contra guerrilheiros curdos do PKK.
A invasão começou na 5ª feira ao fim do dia, depois de bombardeamentos aéreos e de artilharia contra supostas bases de rebeldes curdos. Sábado, 5 de abril de 2008, 14h02
  31 - ZIMBABUE: Mugabe prepara onda de violência, diz oposição A oposição do Zimbábue voltou a afirmar hoje que venceu as eleições presidenciais do sábado passado e acusou o regime de Robert Mugabe de preparar uma onda de violência para se manter no poder." A violência vai a ser a nova arma para conter a vontade do povo", afirmou aos jornalistas o líder do Movimento para Mudança Democrática (MDC), Morgan Tsvangirai.
A oposição diz que saiu da vitoriosa das eleições presidenciais do último sábado com 50,3% dos votos. Porém, as autoridades eleitorais ainda não divulgaram o resultado oficial do pleito.
Tsvangirai, que concorreu pela segunda vez à Presidência, disse que, com a vitória que obteve nas urnas - não confirmada oficialmente -, não será necessário segundo turno, já que recebeu mais da metade dos votos. "Ganhamos a eleição sem necessidade de segundo turno", disse Tsvangirai aos jornalistas trajando terno e gravata, algo pouco comum para o líder político.
 
MIANMAR – ANTIGA BIRMÂNIA
 
da BBC Brasil - Liderados por monges budistas, dezenas de milhares de manifestantes tomaram as ruas de Mianmar [antiga Birmânia] pedindo democracia e o fim da repressão militar. Os protestos, realizados há vários dias consecutivos, já são considerados o maior levante popular dos últimos anos contra a junta militar que governa o país do Sudeste Asiático. O governo já impôs um toque de recolher nas duas principais cidades do país, Yangun e Mandalay, proibiu a reunião de grupos de mais de cinco pessoas e colocou tropas para patrulhar ruas e templos. Há temores de que se repitam os episódios de 1988, quando as últimas manifestações pró-democracia realizadas em Mianmar foram reprimidas violentamente pela junta militar, em confrontos que deixaram cerca de 3.000 mortos.
 
ENFIM, são milhares de focos de ódio, seja entre países, seja entre tribos diferentes, seja entre povos que vivem até mesmo dentro de um país. O que vemos hoje, são os demônios das nações atiçando todos estes focos, que num dado momento explodirão em cascata. Isso levará a centenas de guerras civis, especialmente na Europa, levando ao desaparecimento de muitas nações pois disso advirá a grande guerra final, e realmente a ÚLTIMA que o homem fará.
 
O cenário se arma, e como Jesus diz: este é somente o início das dores.
OBS> Nem todas estão anotadas, mas para ver que em grande parte é o ódio religioso que explode, dentre as 34 principais guerras em curso, 20 são ligadas aos povos de Maomé. Infelizmente! É a "guerra santa"...

Fonte: Recados do Aarão

Voltar

 

Copyright ©  Pai de Amor - Todos os direitos reservados.