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19/03/2008 08:49:38
Notícias Urgentes - A terra morre

 Satélites da Nasa confirmam degelo na calota polar ártica
19.03.2008 - A espessura de trechos de gelo ártico mais antigos continuou diminuindo em decorrência do aumento das temperaturas globais, revelaram as últimas fotografias por satélite divulgadas pela Nasa, a agência espacial americana.

De acordo com dados fornecidos pela agência, há alguns anos o gelo perene cobria entre 50% e 60% do Ártico. Neste ano, cobre menos de 30%.

"A diminuição do gelo perene reflete a tendência de aquecimento climático a longo prazo e é resultado de um maior degelo no verão (hemisfério norte) e de um maior afastamento do gelo mais antigo" da zona polar, disse a Nasa em comunicado.

Segundo dados fornecidos pelo satélite ICESat da Nasa, "o Ártico perdeu ao redor de 2,5 milhões de quilômetros quadrados de gelo perene devido ao derretimento, a metade entre fevereiro de 2007 e fevereiro de 2008", disse em entrevista coletiva por telefone Walt Meier, do Centro Nacional de Dados sobre o Gelo e a Neve.

"A maior espessura é um indicador da saúde durante um longo lapso do gelo, e neste momento (sua redução) não é um bom indício", acrescentou.

Por outro lado, essas mesmas imagens da Nasa indicam que o último inverno no hemisfério norte, que foi mais frio que o habitual na zona, produziu um aumento do gelo marinho.

Esse gelo novo impede que o Ártico seja um mar aberto durante o inverno, mas é frágil e muito mais suscetível ao vento e ao aumento das temperaturas que se mantém inalterável durante muitos anos, segundo os cientistas.

Meier assinalou que, atualmente, a região mais parece um cenário de filme no qual se vê um Ártico coberto de gelo jovem.

"Está muito bonito, mas além não há nada. Está o vazio. O que se vê é um revestimento de gelo, e nada mais", indicou.

Em uma aparente tentativa de reduzir o alarme, os cientistas indicaram que na Groenlândia e na Antártida o nível do mar não aumenta.

No entanto, poderia contribuir ao aquecimento global, porque a água, diferente do gelo, absorve a radiação solar.

Segundo os cientistas, a diferença ocorre porque o Ártico é um oceano cercado de terra, enquanto que a Antártida é um continente cercado por um oceano.
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OBS: É realmente muito grave a situação apontada nesta reportagem, porém ninguém se deve alarmar quanto ao absurdo de dizerem que o derretimento do gelo dos polos aumentar o nivel dos mares em um metro ou mais. Isso é coisa de quem quer apenas tumultuar. Deus Onipotente, em sua infinita sabedoria, tem poder até de diminuir o nível do Oceano, caso isso seja necessário, ainda que ali desaguem como rios, todos os glaciares do planeta. Ele é quem comanda tudo!

Na semana passada assisti a um documentário que passava na net, mostrando uma cidade da Groenlandia que até há 5 anos atrás tinha sido coberta por neve milenar, pois ali nem no verão aparecia o solo. Pois bem, hoje a cidade é cheia de ruas, e passam carros por ali, pois o gelo está regredindo a razão de 5 e até 15 km por ano.

Somente naquela cidade os veterinários acham que precisarão sacrificar mais de 4 mil cães que antes eram usados para puxar trenós, e hoje não servem mais para nada. Centenas morrem de fome e de doenças. Também os ursos polares estão ficando agressivos aos homens, porque não mais conseguem alimento devido a mudança do ciclo do gelo.

Bem, estes desastres estão anunciados desde há séculos e tem fonte exclusiva na ganância do homem, que destrói toda a natureza em busca de enriquecer com fúria. Vejam que, na sua infinita sabedoria, Deus construiu todo este planeta e colocou em cada canto da terra um mineral, ou vários, capazes de sustentar a vida aqui por milênios, em fartura e vida plena, entretanto a ganância fez com que ele extraísse do solo tudo em excesso, de modo a desequilibrar todo o planeta. Então, sem dúvida o homem pagará a conta, e já começa.

Impressionaram-me, na reportagem, duas coisas em especial. A primeira foi ver rios se formando sobre o gelo Ártico uma coisa que nunca imaginei. Estes riachos furam a camada de gelo, e de repente penetram no solo, formando cachoeiras internas que assustam. O segundo foi ver os cientistas colocar um pedacinho de gelo junto da filmadora, e perceber que, além de ele estar furado, estala o tempo inteiro, como se fosse um grito de morte. E isso está acontecendo em todo o Ártico.

Bem: não adianta se alarmar com isso, e sabendo que "todas estas coisas se hão de desagregar", como previu São Pedro, pensemos não na brancura do gelo, mas na brancura das almas, só isso o que importa agora. Até porque o processo acelerado de destruição do planeta, já não pode ser sustado por mão humana, ainda que parem todas as fábricas poluentes e deixem de circular todos os automóveis e máquinas movidos a combustíveis fósseis. Se isso acontecesse, nem em 100 anos a vida voltaria ao normal.

Assim, e como não é somente nas regiões geladas que a natureza se extingue, não nos devemos agora preocupar com os animais em extinção, porque mesmo que façamos todo o possível por eles, ainda assim o desaparecimento de milhares de espécies está marcado para um tempo e uma data. Isso não tem volta!


Depois, a seu tempo, Deus reconstruirá tudo, ao tempo da Jerusalém Celeste. E, se Ele tem poder para extrair das pedras os filhos de Adão, tem poder para repovoar o planeta com novas espécies, segundo a sua vontade e necessidade.

O problema é grave, e o homem está sem dúvida na linha de extinção. De fato, ao inferno em fúria não interessam nem um pouco os cágados e o lobo guará, e sim as pessoas, com suas almas.

Cuidemos delas! Das nossas, e das almas dos nossos! Só delas Deus nos pedirá conta!

Fonte: Recados do Aarão

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