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05/03/2008
08:21:44
Notícias Urgentes - Fala a CNBB
Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir
segunda: 03 de março de 2008
FALA A CNBB
(Sobre a polêmica quanto as tais de "católicas pelo direito de
decidir".)
Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil –
CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo
Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários
pontos contrários à doutrina e à moral católicas.
Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no
Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários
parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização
norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre
esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos
já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido
publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o
respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é
contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não
é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica.
Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país.
A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso
compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais
indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria
gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são
as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe
condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los.
“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19). Ainda que em determinadas
circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente,
reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que
somos filhos e filhas do Deus da Vida.
Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se
unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a
todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande
sempre mais.
Brasília, 03 de março de 2008
http://www.cnbb.org.br/index
.php?op=noticia&subop=17365
(Gentileza Cesar)
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obs> Faltou à CNBB, dar mais ênfase ainda aos termos já
colocados, dizendo bem claro, alto e bom som: tais mulheres NÃO SÃO
MAIS CATÓLICAS. Elas não têm o direito de usar este nome, porque
qualquer pessoa que defende o aborto, está em oposição contumaz à
Doutrina da Igreja Católica Romana, e portanto, automaticamente
excomungado dela. Não precisa decreto papal.
Este
verdadeiramente é um grande mal dentro de nossa Igreja: a falta de
decisão firme, de posição enérgica e intransigente em relaçâo à
verdade, além de colocar todos os pingos nos iis. Se você deixa de
explicar a coisa até o fim, fica sempre um sentimento de falta, de
mornidade, de frouxidão, de onde os maus tirarão forças e
argumentos para aos poucos minar a verdade.
E se a
Igreja decidiu que elas não são católicas, então
os padres que alugam sala para elas em São Paulo, devem,
imediatamente, convidá-las a arrumar outro espaço, quem sabe numa
igreja de satanás pai e instrutor delas? Bota sua sede num centro destes
onde se oferecem vidas humanas de crianças em holocausto ao demônio,
que realmente é o pai do aborto!
Condiziria
bem mais com a sua realidade, pois é torpeza insidiosa agarrar-se
junto aos padres para dar pose de beatitude, a quem de fato é
assassino.
Assumir
posições em defesa da vida e de dar condições às mulheres que
tenham seus filhos, significa também agir rapidamente nos pulpitos e
na catequese, evitando que milhares de meninas católicas fiquem
grávidas, quando deveriam ainda estar brincando de bonecas.
Se a nossa Igreja,
de fato tivesse se preocupado com a vida, sempre, em luta
incessante e com defesa intransigente, milhões de abortos teriam
sido evitados, pois as mães - também pais - e meninas - também
meninos - teriam mais consciência da vida e teriam noção do
pecado, coisa que não se fala mais em nossas igrejas. Pesa pois sobre
eles, uma espada, esta sim vingadora, porque "aos mornos cuspo
fora de minha boca", diz o Apocalipse.
Ainda mais:
se for para realmente assumir uma posição decidida em favor da
cultura da morte, vamos pedir à CNBB que começe a agir contra os
padres e os bispos que instigam a violência no campo, também contra
a tirania gay que quer impor o pecado como forma de vida, e defende
aquilo que a Bíblica condena como sendo uma abominação. São mais
alguns campos para atividade de nossos Bispos e sacerdotes.
Óbviamente,
não com espadas, facões e foices, mas com Orações e o
Rosário de Maria! Com a Catequese Santa e os Sacramentos,
especialmente a Confissão e a Eucaristia. É somente por aqui
que caminha uma verdadeira IGREJA!
Fonte: Recados
do Aarão
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