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20/02/2008 23:09:14
Notícias Urgentes - Desafiam ao Papa

DESAFIAM AO PAPA

(Inicialmente a carta de um bom sacerdote que lamenta tudo isso)

O texto anexo, conclusivo do 12o. ENP (Encontro Nacional de Presbíteros) é uma demonstração clara do profundo desprezo da CNBB e de seus organismos em relação ao Magistério do Papa Bento XVI, sobretudo se levarmos em consideração seus pronunciamentos no Brasil, claramente contraditos nesta carta.

Realmente, é preciso rezar pelos sacerdotes brasileiros. Como disse Nossa Senhora em Fátima: "a Rússia espalhará os seus erros pela Terra". Aqui, além de tudo isso ser patente, testemunhamos a total obstinação no gravíssimo pecado de rejeitar a verdade, em promoção da Telogia da Libertação.

Miserere nobis, Domine. Miserere nobis.

Padre José Eduardo
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Veja agora a notícia ESTARRECEDORA:

Jornal Zero Hora RS: Padres brasileiros pedirão ao Vaticano o fim do celibato

20.02.2008 - O documento final do 12º Encontro Nacional de Presbíteros, encerrado na terça-feira no Mosteiro de Itaici, município de Indaiatuba (SP), propõe ao Vaticano a busca de alternativas para o celibato sacerdotal — o que significaria a ordenação de homens casados e a readmissão de padres que deixaram suas funções para se casar. Aprovado por 430 delegados que representavam os 18.685 padres das 269 dioceses brasileiras e 9.222 paróquias, o pedido será enviado à Sagrada Congregação para o Clero, em Roma, atualmente presidida pelo cardeal dom Cláudio Hummes, ex-arcebispo de São Paulo.

Os padres pedirão também à Santa Sé “orientações mais seguras e definidas sobre o acompanhamento pastoral de casais de segunda união”, os católicos que se divorciaram e tornaram a se casar. Unidos pelo casamento civil, esses fiéis podem participar da vida da Igreja, mas não podem se confessar nem comungar.

As duas reivindicações contrariam normas em vigor na Igreja que, conforme dom Cláudio afirmou no plenário do Encontro de Itaici, a Igreja não tem a intenção de alterar. Os padres não sugerem a abolição total do celibato, que continuaria sendo uma opção, por exemplo, nas ordens e congregações religiosas, mas que haja outras “formas de ministério ordenado”.

Outra reivindicação ousada do documento aprovado pelo Encontro de Presbíteros refere-se à nomeação de bispos. Proposta a ser encaminhada à Congregação para os Bispos pedirá uma revisão das nomeações “dentro de um espírito mais transparente, democrático e participativo junto dos presbitérios, dioceses e regionais da CNBB” (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Fonte: ACI
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Agora a arenga molambenta dos "presbíteros" na verdade dos desafiadores da Igreja e do Papa, que mostram a profunda fratura que existe dentro da Igreja Católica do Brasil e da América latina. esta gente abaixo NÃO ESTÁ COM O PAPA BENTO XVI, eles já são cismáticos embora insistam em se dizer católicos.
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CARTA DO 12° ENCONTRO NACIONAL DE PRESBÍTEROS
Estimado Irmão Presbítero!

Nós, 430 presbíteros delegados vindos das Dioceses do Brasil, reunidos de 13 a 19 de fevereiro de 2008, em Itaici - Indaiatuba (SP), no 12° Encontro Nacional de Presbíteros nos dirigimos fraternalmente a você. Refletimos, à luz da Conferência de Aparecida, o tema: “Presbíteros, Discípulos e Missionários de Jesus Cristo na América Latina”, e o lema: “chamou-os para estar com Ele e enviá-los em missão” (cf. Mc 3,13-14). O encontro foi um momento oportuno de partilha de experiências e sonhos que acalentam nossa vida e ministério presbiteral.

Além dos delegados, tivemos a presença de representantes: dos alunos do Pontifício Colégio Pio Brasileiro, dos seminaristas, dos diáconos, do Instituto Mariama, da Associação Nacional de Presbíteros do Brasil, da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil, da Associação Rumos - padres casados, da Comissão Nacional dos Diáconos, da Conferência Nacional dos Institutos Seculares, bem como de assessores, de bispos referenciais, do presidente da CMOVC, Dom Esmeraldo Farias Barreto, de Dom Dimas Lara Barbosa, secretário geral da CNBB e do cardeal Dom Cláudio Hummes, Prefeito da Congregação para o Clero, que ajudaram no aprofundamento da reflexão. Menção especial merece o querido Dom Moacyr Grechi que orientou o dia de retiro.

Vivemos numa sociedade capitalista e globalizada que se expressa em vários contextos complexos, dinâmicos, envolventes e que ocasionam uma grande angústia, pois nossos irmãos e irmãs, em número muito elevado, não têm acesso à cidadania e aos bens essenciais para a vida com dignidade. Com relação à ecologia, sentimos uma grande indignação com o processo de destruição da natureza. A nossa Igreja, não raro, aparece com estruturas “pesadas” e com dificuldade para ser fiel à dinâmica de Jesus e ao projeto do Reino de Deus e a sua justiça (cf. Mt 6,33).

Reportamo-nos à Conferência de Aparecida, que confirmou o caminho traçado no Concílio Vaticano II e nas Conferências de Medellín e Puebla (eles são sedevacantistas, não fazem nenhuma menção ao papa e ao magistério pontifício), nos interpelando para sermos discípulos missionários. Neste sentido, reconhecemos a necessidade de uma conversão pessoal e pastoral que nos possibilite ser:

Presbíteros-discípulos abertos para acolher o chamado do Deus Trindade e compassivos aos clamores dos irmãos e irmãs, que solicitam posturas semelhantes às do Bom Samaritano (cf. Lc 10, 25-37). A renovação da Igreja exige que sejamos autênticos discípulos de Jesus Cristo, porque só um presbítero apaixonado por Jesus poderá renovar uma paróquia e toda a sua ação pastoral (cf. DA 201).

Presbíteros-profetas que, em comunhão, assumamos continuamente os valores fundamentais da vida, do projeto de Deus e da dignidade humana e denunciemos tudo o que destrói a imagem de Deus nos irmãos e irmãs mais pobres. Neste sentido, surge o grande desafio de “trabalhar para que nossa Igreja Latino-americana e Caribenha continue sendo, com maior afinco, companheira de caminho de nossos irmãos mais pobres, inclusive até o martírio” (DA 396).

Presbíteros-missionários movidos pelo Mestre Jesus na perspectiva do Reino de Deus para que possamos cuidar do povo, procurando os afastados e construindo relações fraternas. Isto implica que a Igreja saia de uma pastoral de manutenção com estruturas pesadas e ultrapassadas e passe para uma pastoral renovada, missionária, ministerial, servidora do povo, acolhedora e misericordiosa (cf. DA 365).

O poeta nos ensina: “caminheiro não há caminho, o caminho se faz...” Em nossa vida presbiteral, encontramos muitos testemunhos de evangelizadores, profetas, mártires, missionários como Pe. Alberto Antoniazzi, Pe. Cícero, Pe. Ibiapina, Pe. Josimo Moraes Tavares, D. Helder Câmera, Dom Ivo Lorscheiter, Dom Aloísio Lorscheider, Dom Luciano Mendes de Almeida, Ir. Dorothy Stang..., que nos enchem de esperança. E, em cada Diocese, encontramos grandes referenciais igualmente significativos. Celebramos, ainda, os 80 anos do poeta-profeta-pastor Dom Pedro Casaldáliga e expressamos a solidariedade aos perseguidos na pessoa do Pe. Júlio Lancelotti e do Dom Luis Flávio Cappio.

Nossa formação de presbíteros, inicial e permanente, mereceu atenção no encontro. Há uma necessidade de definir melhor o perfil e o rosto de nossa Igreja para qualificar a identidade presbiteral. Há preocupação de formar padres para os grandes centros urbanos, favelas, grupos de espiritualidades diferentes (ninguém se preocupa com a fé raquítica do povo, fruto da falta de formação doutrinal; todos preocupados com o homem, ninguém preocupado com Deus, ultrajado cada dia pelo relaxo de seus padres)... Com mesma intensidade sentimos o apelo que vem dos leigos, que esperam formação, estímulo e participação nas decisões e serviços da Igreja.

A Pastoral Presbiteral foi fortalecida no encontro e tem um grande desafio de continuar promovendo a sintonia e a fraternidade entre os padres. Devemos nos encontrar mais, partilhar a vida, reconhecer os diferentes carismas, sermos mais irmãos, amigos e solidários. E para que esse trabalho seja desenvolvido foi eleita a nova coordenação da Comissão Nacional dos Presbíteros, assim constituída: Pe. Francisco dos Santos, presidente; Pe. Lázaro Silva Muniz, vice-presidente e Pe. Mário Spaki, secretário. É fundamental que em cada Diocese a Pastoral Presbiteral também esteja organizada.

O 12º ENP foi muito importante, um momento privilegiado da busca de nossa identidade e desejo de melhor compreender a nossa missão no mundo de hoje. Defendemos a vida como um dom de amor que não tem fim, por isso, acreditamos que somos capazes de transformar as relações entre as pessoas e as relações do ser humano com a natureza e transformar a sociedade excludente. Essa luta é constitutiva da missão.

Animados pelas grandes intuições de Aparecida, nos sentimos chamados a ser cada vez mais presbíteros discípulos missionários. Por isso, conclamamos todos os irmãos presbíteros deste país, para que com coragem, ânimo e ousadia vivamos nosso ministério presbiteral, assumindo a opção pelos pobres, a caminhada das mulheres nas comunidades e o jeito CEBs de ser Igreja. Agradecemos a todos que estiveram unidos a nós, nestes dias com suas orações. Renovamos a esperança de que Maria, Estrela da evangelização, continue sendo a modelo de discípula missionária a nos incentivar e encorajar nosso ser e ministério presbiteral.

Caro irmão presbítero, receba nosso abraço fraterno!
Presbíteros participantes do 12º ENP

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OBS: Embora as notícias nos informem que segundo Dom Cláudio Hummes a Igreja não mudará sua posição quanto a quebra do celibato e quanto a qualquer volta dos padres casados a administração dos sacramentos da Igreja, a simples presença dele ali, como a máxima autoridade nesta área dentro do Vaticano, nos atiça o espírito da dúvida.

De fato, se ele tivesse mesmo a segurança do que afirma, simplesmente ali, naquele ato, já sustaria qualquer proposta neste sentido. Como isso não foi feito, fica contra ele a profecia que diz: Dom Cláudio aprofundará ainda mais o cisma na Igreja...

O leitor é inteligente, e tire daí suas conclusões. Procedimentos assim nos fazem ter plena certeza de que o Santo Padre realmente NÃO PODE MAIS CONFIAR na maioria absoluta dos que o cercam no Vaticano.

Com certeza é como vi em sonhos: uma criança indefesa, no meio de um bando de hienas uivantes e com dentes arreganhados e pelos eriçados... Cheias de ódio..

Como esta gente que enfrenta o Papa com este tipo de pedido ainda tem coragem em falar em "amor" em "fraternidade"...

Fonte: Recados do Aarão

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