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18/02/2008 10:11:09
Notícias Urgentes - Uma boa notícia

UMA BOA NOTÍCIA

Encontro de clérigos: sacerdotes precisam sair da sacristia em busca de seus fiéis.

17.02.2008 - Os 450 padres que estão reunidos, nesta semana, no 12º Encontro Nacional de Presbíteros em Itaici, no município de Indaiatuba (SP), voltarão às suas paróquias convencidos de que terão de sair da sacristia se quiserem manter o rebanho e conquistar novos fiéis. Para serem discípulos e missionários de Jesus, sacerdotes e leigos terão de bater de porta em porta, a exemplo dos evangélicos, num esforço permanente, como aconselha o Documento de Aparecida, aprovado pelos bispos latino-americanos em maio do ano passado.

“Foi-se o tempo em que bastava tocar o sino para atrair as pessoas”, observou d. Esmeraldo Barreto de Farias, bispo de Santarém (PA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, à qual está subordinada a Comissão Nacional de Presbíteros. Essa advertência reforça a pregação do cardeal d. Cláudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, do Vaticano, entusiasta e incentivador da Missão Continental, uma das principais conclusões da Conferência de Aparecida. “Temos de correr atrás dos católicos que abandonaram a prática religiosa, porque nós (a Igreja) os batizamos e somos responsáveis pela sua fé”, disse ele em Itaici, na quinta-feira.

Os padres aplaudiram o discurso e aproveitaram para discutir o que devem fazer na prática. “Alguém vai avisar as conferências episcopais e as nunciaturas apostólicas que o papa Bento XVI quer bispos afinados com a linha de Aparecida?”, perguntou padre Paulo Jackson, da diocese de Patos (PB). A questão agitou o plenário, porque outro padre havia observado que muitos bispos só dizem o que é proibido, sem abrir espaço para a criatividade.

QUEIXAS

O prefeito da Congregação para o Clero acatou as queixas, mas advertiu que a Santa Sé não pretende ceder em questões importantes. Uma é a proibição de acesso à confissão e à eucaristia para os católicos que se divorciaram e tornaram a se casar. Outro problema intocável para o Vaticano é a exigência do celibato sacerdotal. D. Cláudio ouviu com atenção, mas sem fazer promessa, os argumentos do professor Armando Holocheski, um padre casado que defendia a readmissão dos sacerdotes que abandonaram suas funções.

“A Igreja não tem a intenção de reintegrar aqueles que se casaram”, insistiu d. Cláudio. O celibato é uma discussão recorrente, mas uma opção tranqüila para boa parte do clero. É uma dificuldade, porque há pessoas com vocação para o sacerdócio, mas não para o celibato.

Para o padre José Pietrobom Rotta, presidente da Comissão Nacional de Presbíteros e vigário-geral da Diocese de São Miguel Paulista, é dolorido negar os sacramentos a católicos em segunda união, muitos de vida exemplar. “Não temos solução para esse caso”, disse.

O perfil do padre é diferente de 30 anos atrás. Os candidatos entram no seminário após o curso médio ou a universidade - ao contrário dos anos 70, quando os meninos se matriculavam ao término do grupo escolar ou curso fundamental. Como não estudam em regime de internato, e freqüentam colégios mistos e faculdades, muitos até namoram antes de optar pela vocação.

“O padre deve abraçar o sacerdócio com as exigências da Igreja”, diz o responsável pelo clero na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Quem se sujeitar ao celibato terá de manter a castidade. Em seu discurso, d. Cláudio Hummes disse que “o celibato não deve ser vivido como imposição, mas como dom de Deus”.

Os novos padres têm o desafio de abandonar o discurso social e slogans ideológicos para dar ênfase ao eclesiástico e ao espiritual. As vocações aumentaram principalmente entre os movimentos de visibilidade, como carismáticos da Canção Nova e pobres da Toca de Assis, grupo de padres e leigos de carisma franciscano.
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OBS: Finalmente uma boa notícia, finalmente um caminho correto em nossa Igreja. Desde que se parta realmente para isso, na unidade de todas as paróquias do Brasil. Desde que não seja mais um destes temas de discussão e discussão lamuriante, mas coisa "para inglês ver".

BUSCAR AS OVELHAS PERDIDAS, este é um grande desafio. Foi para isso que Jesus veio e foi isso que ele nos ensinou e pediu. Há anos menciono este como um dos caminhos da nossa Igreja, para resgatar as pessoas que demandam outros credos e seitas. E não são poucos, são milhares! Mas não é difícil o trabalho, com Deus é fácil!

Aqui em nosso meio, anos atrás convidei um sacerdote para que fizessemos isso: vamos de casa em casa, de todas as pessoas que largaram a Igreja Católica rumo às seitas, e vamos lá com humildade e respeito, ver, sentir, e compreender os motivos que a fizeram deixar nossa Igreja, e tantas vezes a religião de seus pais, avós e bisavós. Ver onde erramos, até para nos corrgir! Infelizmente ele disse assim: eles saíram, que voltem se quiserem: eu é que não vou correr atrás!

É que aqui, em nossa comunidade tão religiosa e tradicional, facilmente se percebe quando alguém deixa de participar da Igreja. E em todos os casos, sempre existe um motivo que as leve a tomar esta decisão radical, embora sempre, com 100% de certeza, motivo fútil. Em geral, porque não compreenderem a doutrina e se deixarem levar por enganos e mentiras, pois se dafo conhecessem a verdade, esta os libertaria.

Então, em cada caso, compete sim ao sacerdote fazer o papel de Bom Pastor, e ir atrás desta ovelha perdida, reconduzindo-a ao verdadeiro rebanho. Milhares delas voltariam, depois de uma visita do padre do BISPO - sim eles também - onde se sentiriam prestigiadas, pois muitas vezes o motivo da saída é que em nosso meio são ignoradas. Gostariam de participar da Igreja, mas são sempre preteridas, e assim acabam se afastando, até porque acham que ali não são bemvindas.

Milhares partem para outros credos, devido a questão das imagens de culto, de nosso culto à Maria e da ignorância sobre os sacramentos, especialmente a Confissão e a Eucaristia. Com certeza absoluta, de 100% eu afirmo: qualquer pessoa, que entenda, ainda que minimamente a Eucaristia e seu valor infinito, JAMAIS deixará a Igreja Católica, seja por qual motivo for. Tal pessoa jamais se irá querer ficar longe de Alimento Eterno, nem sob ameaça de morte.

Então, seria a hora de lhes explicar isso com precisão, para que entendessem e se fortalecessem na fé. E acreditem, milhares voltariam felizes, porque se nota hoje um crescente sentimento de tristeza, de infelicidade, de angústia, de muitos que abandonaram a Igreja Católica.

De fato, pode-se perceber claramente estes sinais. As pessoas acabam percebendo o vazio das seitas, a sua falta de base, e sentem que a barca deles está prestes a afundar. Não resta dúvida de que o Espírito Santo está agindo no meio deles, para os trazer de volta à unidade. Porque não existe segurança longe da Barca de Pedro.

É preciso então, que os sacerdotes saiam realmente das sacristias. Mas não façam isso para ir as periferias distribuir cestas básicas, porque já vimos este filme, e não dá certo. Hoje, mais do que nunca, o povo tem FOME DE DEUS. Isso está bem claro no profeta Amós, que falou para este nosso tempo.

Como está em 8, 11: "Virão dias - oráculo do Senhor Javé - em que enviarei fome sobre a terra, não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas (fome e sede) de ouvir a palavra do Senhor. 12 Andarão errantes de um mar a outro, vaguearão do norte ao oriente; correrão por toda parte buscando a palavra do Senhor, e não a encontrarão". Ele disse bem: não encontrarão, porque aqui lhe dão o alimento estragado da teologia maldita, e falsamente libertadora.

É isso meus amigos, estamos vivendo exatamente este tempo, os dias preditos chegaram. Está aí um povo sedento e faminto das coisas de Deus, e temos um exército de sacerdotes que se esqueceu de lhes dar aquele único alimento que desejam e buscam: o da alma!

O povo já está cansado desta arenga de CEBs, de grupos de reflexão, de discutir situações que devem ser resolvidas em sindicatos e em partidos: o povo quer Deus! Quer Sacramentos santos! O povo quer pastores santos e guias seguros, não "guias cegos conduzindo cegos". O povo quer boa e santa catequese, da Sã Doutrina de Pedro, e não a catequese ecológica, que se deve aprender nas escolas públicas, NUNCA nas catequese.

Sim, de cada um de nós também, feitos pelo batismo um povo de sacerdotes, é dever levar aos que sofrem de fome espiritual, o alimento verdadeiro e Eterno, da verdadeira Doutrina e verdadeira Igreja. Ai de nós se não formos atrás destas ovelhas! Pagaremos a conta delas!

Volto a enfatizar: CATEQUESE, verdadeira, elementar, voltada exclusivamente para as almas. Basta isso! Basta que as pessoas saibam das coisas de sua Igreja, que entendam bem a fé que vivem, e não haveria esta fuga para outros credos. Porque somente católicos ignorantes das verdades eternas é que buscam abrigo naquelas portas de engano.

Larguem os catecismos diocesanos, muitos deles totalmente corrompidos e voltem a educar as crianças pelo Pequeno Catecismo antigo. Voltem a aplicar o Sacramento da Eucaristia nas crianças de sete anos, para que sintam o gosto de Jesus, antes de sentirem o gosto pelo pecado e contaminem suas almas com as coisas do mundo e de satanás.

De fato, a comunhão feita aos 10 anos, com catequese mal feita, faz com que no mínimo 70% das crianças não esteja bem preparada para este tão profundo e essencial mistério, que é o Sacramento da Eucaristia. Eles já beberam no mínimo por três anos o veneno do mundo, e, acreditem, a maioria vai à 1ª comunhão em pecado grave. Sim, proque temos hoje muitas paróquias onde se desobedece a Confissão obrigatória antes da 1ª Eucaristia.

Porque não seguir o exemplo de Dom Bosco, que frequentemente administrava a comunhão a crianças de cinco anos de idade, bastava que compreendessem a diferença entre pão comum e Jesus presente na Eucaristia? Dizem que se deve deixar primeiro a criança entender este mistério, mas tal alegação pífia bate na testa do padre que pensa assim, porque ele mesmo, com tantas teologias, não entende coisa alguma do Sacramento da Eucaristia.

Tudo fruto da má catequese. É destes católicos despreparados porque mal catequisados, que saem os futuros transfugas, que demandam estas portas de engano, porque aqui em nossa Igreja não aprenderam a diferenciar a "esquerda da direita", o santo do profano, a verdade da mentira. Temos aí pelo menos duas gerações já mal formadas, de pais maus catequistas, que forma filhos mal preparados, base de futuras famílias destruídas!

Enfim, eles sabem do problema há tempos, mas ficam por aí mencionando isso e lamentando, quando deveriam há décadas ter reagido desta forma, num combate corpo a corpo, como o fazem os crentes. Vamos junto com nossos sacerdotes. Cada um de nós sabe de pessoas e até tem entre os amigos, aqueles que deixaram a Igreja. Levemos o padre lá! O bispo! Vamos procurar, humildemente, saber no que erramos em relação a eles! E então, no mínimo nos poderemos CORRIGIR, para evitar que tais problemas se avolumem e alastrem.

Se todos agirmos assim, haverá um grande resgate. E certamente o braço de Deus poderá ser bem mais brando sobre nossas cabeças, quando chegar o dia da prestação de contas.

Parabéns pela iniciativa! Mas que ele pegue firme, e não fique apenas no blá, blá, blá!

Fonte: Recados do Aarão

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