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11/12/2007 07:28:34
Notícias Urgentes - Estupro e aborto

ESTUPRO E ABORTO
(gentileza Wilmor)

PROJETO PREVÊ AUXÍLIO PARA VÍTIMA DE ESTUPRO QUE ENGRAVIDA

http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=115120

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1763/07, apresentado pelos deputados Henrique Afonso (PT-AC) e Jusmari Oliveira (PR-BA), que dá assistência às mulheres vítimas de estupro que engravidarem e desejarem manter a gravidez. O texto garante às mães que queiram assumir o cuidado do recém-nascido o benefício mensal de um salário mínimo até que a criança complete 18 anos. O pagamento será efetuado pelos conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente, com recursos oriundos do Fundo Nacional de Amparo à Criança e ao Adolescente.

A proposta também obriga o poder público a colocar à disposição das vítimas assistência social, psicológica e pré-natal, bem como orientá-las sobre os programas de adoção, no caso de a mãe rejeitar a criança. A proposta prevê pena de reclusão de um a quatro anos para quem fraudar o benefício, declarando que sofreu estupro, sem que o crime tenha, de fato, ocorrido.

Os autores argumentam que "o aborto é mais monstruoso que o estupro", e que a Constituição afirma, em seu artigo 5º, que "nenhuma pena passará da pessoa do condenado". Eles ainda afirmam que, sem se dar conta, muitas pessoas transferem a "hediondez do crime para a criança inocente".

Aniquilamento psíquico

Os autores avaliam que, em caso de estupro, o aborto é um agravante, e não a solução para o problema. "Após a violência, a mulher está psicologicamente abalada e terá dificuldade em resistir à sugestão dos 'aborteiros'. Esses causarão não apenas a morte do inocente, mas o aniquilamento psíquico da mãe, que carregará para sempre o trauma da morte do filho", argumentam.

Henrique Afonso e Jusmari Oliveira ainda lembram que o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) dispõe que "a criança e o adolescente têm direito à proteção à vida e à saúde mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento".

Segundo os deputados, a norma técnica que garante o direito ao aborto no caso de estupro é a antítese deste dispositivo legal. "O Ministério da Saúde efetivou uma política pública com o fim de não permitir o nascimento de crianças, mas de abortá-las com o dinheiro público", destacam os autores.

Tramitação

O projeto será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.


Reportagem - Roberto Seabra
Edição - Renata Tôrres

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
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obs: Interessante em que alguns deputados concordam que a mulher que aborta seu filho, mesmo e caso de estupro, sofre um tremendo aniquilamento espiritual, e adquire um trauma pelo resto da vida, outros tratam insanamente de fazer com se aniquile a vida humana, e se ponha em risco nossa própria raça.

Este aniquilamento esmagador da mulher acontece porque no momento em que o feto se instala na parede do utero da mãe, ele passa imediatamente a comandar toda a vida dela. Torna-se um pequeno e doce tirano, que toma o corpo da mãe para si, e lhe dita todo o ciclo vital.

Esta maravilhosa engenharia de Deus é sem dúvida a mais poderosa força que existe, capaz de evitar o abortamento, porque somente a mãe que se violenta primeiro, consegue ter forças para matar e expulsar de seu corpo o pequeno ser indefeso. De fato, olhando por este lado, se o pequeno ser fosse de fato ditador, num caso destes a mãe estaria fadada a morrer junto.

E é o que deveria acontecer, para apagar a pena deste crime. Mas se assim fosse, Deus afrontaria a liberdade da mãe, de matar. E da parteira, ou da clínica... de assassinar! Assim, a conta deles fica para depois! Ai, ai, ai!....

outro > SOBRE CLONAGEM

Novas descobertas genéticas dão razão aos médicos católicos. A clonagem humana deixa de ser interessante, reconhece o pai da ovelha Dolly

ROMA, quarta-feira, 28 de novembro de 2007 - As novas descobertas científicas sobre células tronco (ou estaminais) adultas, que não implicam a eliminação de vidas humanas, deram razão à batalha ética liderada há anos pelos médicos católicos.

O Dr. Josep Maria Simón, presidente da Federação Internacional de Associações Médicas Católicas (FIAMC), elogia os resultados de uma equipe japonesa e uma equipe americana que conseguiram transformar células de pele humana em células tronco, que são capazes de evoluir em células nervosas, cardíacas ou em qualquer dos 220 tipos de células do corpo humano.

A nova técnica, ainda que exija aperfeiçoamento, é tão promissora que o cientista que conseguiu clonar a primeira ovelha do mundo, Ian Wilmut, anunciou que deixará de lado a clonagem de embriões para focalizar-se nas células tronco derivadas de células da pele.

«Parece que a Providência está nos indicando o caminho dos médicos e demais pesquisadores. Deus aperta, mas não enforca. Fecha-se uma porta e se abre outra», reconhece o Dr. Simón em declarações à Zenit.

«Os médicos católicos ainda têm algumas dificuldades para que muitas pessoas compreendam e aceitem que a vida humana nascente é digna de todo respeito. Contudo, só a pesquisa e os tratamentos com base nas células tronco adultas estão dando resultado», acrescenta.

«Ao tratar com elas não se destroem embriões e temos resultados – constata. E os resultados são muito valorizados em nossas sociedades ocidentais desenvolvidas e eficazes.»

O presidente dos médicos católicos confessa: «Não sei o que teria sido de nossa capacidade para comunicar se as embrionárias tivessem dado resultado! A Providência nos economizou a dureza de ter que dizer: 'Você poderia curar com embriões, mas deve continuar assim, já que sua destruição é imoral'».

«Este era o pensamento do Papa quando nos dirigiu o famoso discurso há um ano, aos participantes do congresso organizado pela FIAMC e pela Pontifícia Academia pela Vida», recorda o doutor em referência ao encontro que ainda pode ser visitado em www.stemcellsrome2006.org .

«Não queremos medalhas, mas então dissemos que havíamos convidado os melhores. E agora foi a equipe japonesa que convidamos que demonstrou os grandes resultados com as células adultas», conclui o Dr. Simón.

O bispo Elio Sgreccia, presidente da Academia Pontifícia para a Vida, tem a mesma opinião.

«Agora que não há necessidade de embriões nem da clonagem terapêutica – supostamente terapêutica –, fecha-se uma página de polêmicas agudas», reconhece.

«A Igreja a havia enfrentado por motivos éticos, alentando os pesquisadores a continuar com as células-tronco adultas e declarando ilícita a imolação do embrião», explicou Dom Sgreccia nos microfones de «Rádio Vaticano».

«A ética que respeita o homem é útil também para a pesquisa e confirma que não é verdade que a Igreja esteja contra a pesquisa: está contra a má pesquisa, que é nociva para o homem», conclui Sgreccia, constatando que todos os milhões destinados a pesquisar com células embrionárias se converteram em um «esbanjamento».
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Outro:
"O início da vida humana individualizada, para a Ciência e para o Direito, começa na concepção"

Audiência pública na COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA (CSSF) da Câmara Federal

Audiência pública sobre projeto de lei que cria o Estatuto do Nascituro, proibindo a manipulação, o congelamento, o descarte e o comércio de embriões humanos.

Foram convidados, entre outros, o professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) Cláudio Bernardo Pedrosa de Freitas; a bioquímica e professora de Biologia Celular da UnB, Lenise Aparecida Martins Garcia; e a psicóloga da Faculdade Evangélica do Paraná e do Instituto Marilza Mestre, Marilza Mestre.

Plenário 7
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=115131 Outra: LIBERDADE PARA A MORTE? LÍLIAN PIÑERO EÇA * (http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=494303) A descriminalização do aborto, diferentemente do que vem sendo apregoado pelos defensores da legalização da prática, não reduzirá o número de mortes de mulheres no País. Muito pelo contrário. Caso a prática venha a ser legalizada, as mortes aumentarão em conseqüência das graves agressões que o aborto ocasiona ao corpo feminino. Por desinformação, muitas mulheres acreditam que a retirada de seus filhos do útero é um procedimento simples, sem conseqüências. Sinto informá-las que não! Está comprovado que o aborto pode ocasionar, entre outros, perfuração uterina, hemorragia uterina grave, infecções, placenta prévia, infertilidade, futura gravidez ectópica (nas trompas), parto prematuro, sem falar na depressão e tendência ao suicídio. A explicação para isso está na própria natureza: o corpo se prepara para receber o feto. Quando a mulher fica grávida é secretado um hormônio para a manutenção da gravidez, a progesterona. Esse hormônio adapta o corpo feminino à nova realidade biológica por meio de sinais que interagem as 75 trilhões de células, tornando a mulher mãe do ser em seu ventre concebido. Por meio das substâncias secretadas, o corpo da mulher começa a sofrer modificações desde o encontro do espermatozóide e o óvulo, na fecundação. Ela imediatamente percebe as alterações em sua sensibilidade. Para poder “formar o ninho”, sente mais sono, visando armazenar energia e contribuir para o desenvolvimento do ser que se forma a partir de uma célula, o zigoto, a fim de que em nove dias se transforme em 150 células, o blastocisto. Quando a gravidez é interrompida abruptamente, ocorre uma diminuição repentina de alguns neurotransmissores secretados pelas células nervosas. Isso pode levar a um desequilíbrio nos sinais celulares e ocasionar a depressão, originada por motivos moleculares, podendo ser causa também do aumento da taxa de suicídio e infertilidade. Desafio as mulheres que tenham intenção em se submeter a esta prática a assistirem ao filme ´O Grito Silencioso´, que mostra o procedimento da cabeça do feto sendo esmagada e triturada dentro do útero materno para que possa ser sugado. Não haverá maior liberdade para a mulher com a legalização do aborto, e sim o direito de escolher a própria morte. O Brasil ressente-se de investimentos para medicina preventiva e educação familiar. Essa é a discussão que deveria estar sendo feita. Qual o caminho a seguir? Diga sim à vida e não à morte! * Professora biomédica, PhD em Biologia Molecular e pesquisadora, apóia o Movimento em Defesa da Vida - Brasil sem Aborto ***** VIDA E PAZ PARA TODOS... MDV - Movimento em Defesa da Vida - mdv@defesadavida.com.br Jerson L. F. Garcia - joicejerson@defesadavida.com.br Porto Alegre - RS - Brasil 1981/2007 - 26 anos em Defesa da Vida "Defenda a Vida desde a sua concepção" - clique www.defesadavida.com.br 08/OUTUBRO - DIA NACIONAL PELO DIREITO À VIDA ---------------------------------------------------------------------------------------------------- OBS. Conheço duas mulheres que abortaram várias vezes quando solteiras, em vida muito desregrada, e depois que quiseram ter filhos não conseguiram mais. Hoje vivem em profundíssima depressão, numa vida de horrores, uma delas agarrada aos seus cães furiosamente... São os seus "filhos!...ai ai... Será que DEUS aceita esta troca? arnaldo

Fonte: Recados do Aarão

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