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16/11/2007 12:07:50
Notícias Urgentes - A onda abortista

O aborto não é nosso: governo britânico libera 146 milhões de Euros para ONU promover onda abortista pelo mundo
Edição de Quinta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

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Por Jorge Serrão

Os ingleses vão, literalmente, investir na campanha internacional para a aprovação do aborto em países subdesenvolvidos, como é o caso do Brasil. O governo britânico promete subvencionar com 100 milhões de libras (146 milhões de Euros) o Fundo de População das Nações Unidas contra “gravidez indesejada”. Por trás dos pretextos de proteger a saúde e do direito de liberdade de escolha da mulher, esconde-se o lucrativo negócio do incentivo ao aborto em países miseráveis e ignorantes, para que uma ONG inglesa e seus parceiros locais faturem alto com as cirurgias e com a coleta de material para futuras pesquisas com células tronco.

A subvenção inglesa não vem de graça. A grande interessada no lucrativo negócio abortista é a ONG britânica International Planned Parenthood Federation. A IPPF é a primeira e principal entidade promotora do aborto no mundo. Na década de 70, liderou o grande lobby político que levou os legisladores dos Estados Unidos da América a flexibilizarem a permissão legal para o aborto, em 1973. A IPPF administra clínicas abortistas legalizadas. O Brasil é considerado um “importante mercado” para a ONG inglesa. No País, embora a legislação proíba, ocorrem mais de 1 milhão de abortos induzidos por ano, praticados por mulheres de 15 a 49 anos.

A ignorância sobre meios para se prevenir uma gravidez é prática e objetiva. Mas o jogo econômico do lobby abortista é pesado. Só no ano passado, o UNFPA da ONU recebeu US$ 360 milhões de dólares. A grana foi procedente de 180 países. Foi um ingresso de recursos recorde na história do “fundo humanitário” (que, no fundo, joga contra a vida, ao incentivar o aborto). Agora, com a injeção dos 146 milhões de Euros do Reino Unido, o Fundo e seus parceiros diretos se converterão nas principais entidades que intervêm na saúde reprodutiva mundial – principalmente promovendo campanhas em favor do aborto provocado.

Agentes inconscientes defendem a descriminalização do aborto como bandeira ideológica de libertação da mulher. Mas os agentes conscientes do lobby inglês – como o ministro da Saúde, José Gomes Temporão – jogam os números para convencer a platéia. Alegam que pelo menos 20% das mulheres que induziram um aborto tiveram que ser hospitalizadas em conseqüência de complicações.

O Sistema de Informações Hospitalares do Data SUS registra uma média anual de 250 mil internações provocadas por abortos. No Brasil, em 2005, era de 2,73 a taxa anual de abortamentos induzidos por cada grupo de 100 mulheres na faixa etária de 15 a 49 anos. Os números são do Alan Guttmacher Institute. Ao ser lançada a Política Nacional de Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, em 22 de março de 2005, a agência de notícias do Ministério da Saúde afirmou: “Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde), no Brasil, 31% das gravidezes terminam em abortamento”.

Mas a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil adverte: “Os números que vêm sendo utilizados pelo Governo Federal em sua campanha pela legalização do aborto no país são inadequados, pois misturam abortos espontâneos com provocados, realidades inteiramente distintas e inassimiláveis tanto do ponto de vista jurídico, como ético, moral e médico; além disso, não são confiáveis, pois não explicitam a base estatística, sendo já conhecidos e documentados casos anteriores de indevida e desautorizada utilização do nome da OMS – Organização Mundial da Saúde na campanha abortista”

No governo petista, vigora o documento Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. Este Plano de Ação 2004 – 2007, elaborado pelo Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde se apresenta com o objetivo específico de “Promover a Atenção Obstétrica e Neonatal Qualificada e Humanizada, Incluindo a Assistência ao Abortamento Em Condições Inseguras, para Mulheres e Adolescentes”. Em tese, o governo mostra preocupação e reconhece a gravidade dos riscos associados ao abortamento. Mas, na prática, o lobby para praticar o “aborto seguro e legal” é da IPPF inglesa – que deseja assumir o lucrativo negócio no Brasil.

Guerra religiosa e televisiva

A CNBB define que “o aborto é um crime covarde e trágico que implica em matar um ser humano inocente no seio de sua mãe, trazendo para essa graves conseqüências físicas e psicológicas, que repercutem em sua família e na sociedade atentando contra a garantia constitucional da inviolabilidade da vida e a dignidade da pessoa humana (vide arts. 5º, caput e 1º, III, da Constituição Federal)”.

Mas, como mote de oposição á Igreja Católica, a Igreja Universal do Reino de Deus, sob a liderança do Bispo Edir Macedo Bezerra, e usando a máquina de marketing da Rede Record resolveu contrariar a visão de outros segmentos protestantes ou pentecostais e partiu na defesa da proposta do governo de legalizar o aborto no Brasil.

O próximo capítulo da batalha do aborto será o ingresso no ringue da Rede Globo – sempre ligada á cúpula católica, e hoje adversária direta da Record e dos “investidores” ingleses que tentam assumir o controle da complicada dívida externa (em Eurobônus) da Globopar (a holding das Organizações Globo).

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Todo aborto é um sacrifício a satanás. A princípio, esse é o principal motivo pelo qual a besta, usando de seus meios de comunicação, incentiva tanto a aprovação de leis abortistas.
Infelizmente, além disso, como podemos ver no artigo, há um agravante por trás desses assassinatos em série: o aborto é uma atividade muito rendosa, principalmente em países subdesenvolvidos.

Então, a pergunta é: se realmente a única preocupação dessas organizações abortistas é a saúde e o bem-estar das mulheres, como eles costumam tanto alardear, por que então não se investe em planejamento familiar, que seria muito mais barato e com menos risco à saúde das mulheres? Por que essa insistência em utilizar a "solução final"?

Em termos técnicos não se tem muita diferença em fazer um aborto numa casinha com uma agulha de crochet fervida em água quente e fazê-lo em uma clínica especializada. O aborto, em qualquer circunstância, é um procedimento de altíssimo risco, e isso se explica pelo fato da região perineal, tanto do homem quanto da mulher, ser uma região contaminada. Não há diferença entre usar um aspirador estéril e uma agulha "contaminada", pois a contaminação vem da própria flora bacteriana presente normalmente na mãe. O fato dos objetos e o ambiente onde se pratica o aborto serem esterilizados ou não, não garante que o procedimento será isento de riscos. E mesmo utilizando-se do artificio técnico da cesariana, que é feito em bebês a termo, pasmem, o indice de complicações é o mesmo!

O que existe são mentiras pró-aborto, utilizando principalmente o argumento de dar "melhor assistência" a mãe, sendo que a propria ciência atéia atesta que tal procedimento é insuficiente para garantir que o aborto será seguro. Isso foi demonstrado em estudos em paises onde é liberado o aborto.

Quanto à possível queda de braço entre a Rede Globo e à Rede Record, suas motivações prol ou contra o aborto não são ideológicas ou religiosas, mas principalmente mercenárias.

A Globo se nega a apoiar a causa abortista agora, apenas para aumentar o valor de seu cachê. Já o governo brasileiro, pelas notícias, demonstra que está plenamente "convencido", e ao que tudo indica, a aprovação da Lei Pró-Aborto é apenas questão de tempo.

comentários: Eduardo Paiva e Maria Rogado

Fonte: Recados do Aarão

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