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17/09/2007 22:01:40
Notícias Urgentes - Quiseram me matar

QUISERAM ME MATAR

Testemunho comovente de uma mulher que escapou de um aborto salino. Está em português de Portugal, mas entende-se bem.
Gentileza, Pedro!

Segunda feira 12 de fevereiro de 2007 10:27 PM
Testemunho de uma abortada
http://sol.sapo.pt/blogs/ppaul2005/default.aspx

Giana Jessen, sobrevivente de um aborto Se o aborto é um direito das mulheres quais são os meus direitos ?
Não existiam protestos feministas a protestar contra o facto dos meus direitos estarem a ser violados no dia em que a minha mãe me abortou.
A minha Mãe biologica hà 28 anos atrás estava convencida de que tinha direito a escolher , de que tinha direito a uma escolha que só a afectaria a ela.
Porém em cada dia da minha vida eu carrego as consequencias da sua escolha.
A minha mãe biológica estava grávida de sete meses e meio quando decidiu abortar-me.
Não sei porque é que ela tomou essa decisão.Estavamos em 1977.
Ela e o meu Pai biológico tinham 17 anos na altura e não estavam casados.
Ela decidiu abortar numa clinica de Los Angeles e realizou um aborto salino.
Uma solução com sal é injectada no ventre materno e o bébé bebe-a e ficando queimado por dentro e por fora.
Nesse tipo de aborto o bébé é expelido morto em 24 horas mas eu sobrevivi.
O Aborcionista não estava de serviço quando eu vim ao mundo porque se isso tivesse acontecido ele tinha-me estrangulado, algo que era considerado perfeitamente legal até 2002.
A única pessoa preocupada comigo foi a enfermeira . Ela chamou uma ambulância e fui transportada para o hospital.
Fui colocada numa incubadora. Não se esperava que eu sobrevivesse. Porém sobrevivi.
Devido a ter estado 18 horas sem hoxigénio sendo queimada viva no ventre da minha mãe fiquei com problemas .
Não me conseguia mover por mim mesma e os medicos afirmavam que eu iria viver num estado vegetativo o resto da vida.
A minha mãe adoptiva- Penny - decidiu que não obstante aquilo que os médicos afirmavam ela tentaria recuperar-me.
Com 3 anos e meio comecei a conseguir andar. Foi quando a filha de Penny me adoptou.
Tenho 28 anos e trabalho como musica em Nashville, Tennesse.
Ainda coxeio e por vezes caio mas já participei numa maratona e irei participar para o ano numa maratona, em londres, para jovens deficientes.
A minha mãe adoptiva falou-me do meu passado.
Sempre senti que havia algo que faltava contar. Perguntava-lhe muitas vezes porque tinha problemas e ela respondia-me que eu havia nascido prematura.
Aos 12 anos perguntei-lhe de novo e ela disse-me o que havia acontecido.
Eu respondi que tinha este problema devido a um facto interessante.
A minha mãe adoptiva disse-me que eu em vez de ficar amargurada deveria alegrar-me por ter sobrevivido.
Quando eu tinha 17 anos a minha mãe adoptiva encontrou-se com a minha mãe biológica e disse-lhe que eu a perdoava.
Sou cristã. Acredito que a revolta nos pode consumir a vida.
A minha mãe adoptiva amou-me tanto que eu não sinto necessidade de me encontrar com a minha mãe biológica.
Não sei muito do que se passou no encontro entre elas. Só sei que a minha mãe biológica não pediu perdão e fez outro aborto depois do meu.
Comecei a falar contra o aborto quando tinha 14 anos e na terça Feira falarei na camara dos comuns.
Eu penso que é importante mostrar o que aconteceu comigo não só para mostrar a verdade do aborto mas também para mostrar as potencialidades que cada um de nós tem dentro de si.
Não creio que o assassinio seja um direito . Sou completamente contra o aborto, seja em que circunstancia fôr mesmo em casos de violação.
Embora a violação seja um crime horroroso não deve ser a criança a pagar por esse crime.
De facto encontrei-me com pessoas produto de violações e elas estão gratas por estar vivas.
Se o aborto é um direito das mulheres quais são os meus direitos ?
Não existiam protestos feministas contra o facto dos meus direitos estarem a ser violados no dia em que fui queimada viva .
Todos os dias agradeço a Deus.
Não me considero um monte de celulas nem nenhum dos nomes que se costumam dar ao que a mulher carrega no seu ventre.
Hoje um bebê é um bebê quando isso convém. Mas quando não convém, quando não chega no momento certo é chamado de um monte de celulas.
Um bébé é chamado de Bebe quando um aborto não provocado ocorre aos 2 , 3 ou 4 meses.
Um bébé é chamado de monte de celulas quando um aborto ocorre aos 2, 3 , ou 4 meses.
Eu não vejo diferença entre os 2 .
Acredito que sou prova viva de que o aborto é o assassinio de um ser humano.
A minha Mãe biológica hà 28 anos atras estava convencida de que tinha direito a escolher, de que tinha direito a uma escolha que só a afectaria a ela.
Porém em cada dia da minha vida eu carrego as consequencias da sua escolha.
Embora eu nada tenha contra ela acho importante as pessoas reflectirem antes de tomarem determinadas decisões.
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OBS: Quem somos nós para julgar uma mãe que aborta? NUm sociedade podre que se deixou enganar e cegar pelo demônio, uma vida pulsante é um monte de células, como se fosse possível chegar a nascer sem ser vida. Laranjas não nascem maduras, mas são laranjas desde que se inicia o ciclo de formação. Milhões de vezes mais extraordinária é a vida humana, pois ao corpo é dada uma alma, e um espírito de Deus. É vida pulsante e complexa desde a concepção.

Bem, os homens estão decidindo sob a lei de satanás, e como já aqui compactuam com ela e seguem seu silvo de serpente, não custa-lhes nada seguir pela eternidade ouvindo os gritos dos pequeninos que eles sufocaram. Sim, misturados aos urros da serpente! Lá saberão que a vida humana é eterna, mas então é tarde!

Ai dos donos de clínicas de abortos! Ai das parteiras e médicos que os praticam! Os gemidos de pessoas como esta jovem que escapou da morte, os irão aterrorizar pela eternidade! Eles que ouçam os sons do inferno, e já terão um uma pitadinha do que os espera!

Fonte: Recados do Aarão

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