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10/09/2007 21:57:37
Notícias Urgentes - Notícias do Papa

08.09.2007 - O Papa Bento XVI defendeu tenazmente o direito à vida de todas as pessoas, especialmente dos nascituros, e destacou que "o aborto, em conseqüência, não pode ser um direito humano, é totalmente oposto. É uma ‘grande ferida na sociedade’".

No discurso que ofereceu ao corpo diplomático no Palácio de Hofburg em Viena, o Papa recordou que "foi na Europa aonde a noção de direitos humanos foi formulada pela primeira vez" e destacou que "o direito humano fundamental, o antecedente de qualquer outro direito, é o direito à vida em si. Isto é verdade do momento da concepção até a morte natural".

Bento XVI indicou que isto não expressa "especificamente uma preocupação eclesiástica. Em vez disso, estamos atuando como advogados por uma profunda necessidade humana, falando pelas crianças não nascidas que não têm voz. Não fecho os olhos às dificuldades e conflitos que muitas mulheres experimentam, e me dou conta que a credibilidade do que dizemos também depende do que a Igreja faça para ajudar às mulheres com problemas".

"Chamo, então, aos líderes políticos a não permitir que as crianças sejam consideradas como uma espécie de doença, nem abolir na prática de seus sistemas legais que o aborto está mal", exortou o Papa.

Em seguida o Papa exortou aos presentes a que "alentem aos matrimônios jovens a estabelecer famílias e converter-se em mães e pais! Não só os assistirão mas sim se beneficiarão como sociedade inteira".

"Também apoiamos decididamente seus esforços políticos para favorecer as condições que permitam aos casais jovens criar seus filhos. Mas tudo isto não teria sentido, a menos que se possa ter êxito para criar uma vez mais em nossos países um clima de alegria e confiança na vida, um clima em que as crianças não sejam vistas como uma carga, mas sim como um dom acima de tudo", adicionou.

Faz algumas semanas, a organização Anistia Internacional decidiu respaldar a promoção mundial do aborto como direito humano. Embora o Papa não tenha se referido diretamente a esta decisão na Áustria, diversas autoridades da Igreja em todo mundo chamaram aos católicos a desvincular do grupo que, paradoxalmente, foi baseado há décadas por um católico converso com o apoio da Santa Sé.

Contra o suicídio assistido

O Papa expressou em seguida sua preocupação pelo suicídio assistido. "Temo que em algum momento as pessoas gravemente doentes sejam pressionadas tácita ou explicitamente para solicitar a morte ou administrar-lhe eles mesmos. A resposta adequada ao sofrimento do término da vida é o amor e o acompanhamento no caminho para a morte –especialmente com a ajuda dos cuidados paliativos– e não a ‘morte assistida ativamente’".

Faz falta "urgentes reforma estruturais necessárias em cada área do sistema social e de assistência em saúde, assim como estruturas organizadas para o cuidado paliativo. Também se deve tomar medidas concretas: no acompanhamento espiritual e psicológico dos gravemente doentes e moribundos, suas famílias, e os médicos e pessoal de saúde", animou o Papa.

Fonte: ACI

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Lembrando...

Ser católico e pró-aborto é fazer um "pacto com o diabo", diz Arcebispo

EUA - DENVER, 22 Set. 2004 - Em uma coluna publicada no semanário da Arquidiocese, o Arcebispo de Denver, Charles Chaput, fustigou duramente os políticos que se declaram católicos e apóiam doutrinas contrárias como o aborto; e assinalou que tal postura é "fazer um pacto com o diabo". Em sua coluna, o Arcebispo de Denver recorda que faz quarenta e quatro anos neste mês (12 de Setembro de 1960), John F. Kennedy pronunciou sua histórica –e fatídica- mensagem à Associação de Ministros Evangélicos de Houston, onde na prática, “separou sua identidade católica de seu serviço público”.

“Ao comprometer-se a pôr o, o ‘interesse nacional’ acima das pressões ou ditados religiosos’ Kennedy criou um molde para toda uma geração de candidatos católicos: seja norte-americano primeiro, católico depois”, adiciona o Arcebispo.

“Este foi um cálculo fácil para Kennedy –assinala a coluna-, que de todas maneiras vivia sua fé com muita lassidão. E isto era certamente o que o público norte-americano, com seu histórico preconceito anti-católico queria escutar”.

Entretanto, conforme assinala Dom. Chaput, “a partir de 1973, como resultado da legalização do aborto, os funcionários católicos eleitos enfrentavam uma opção. Podiam trabalhar quer seja para mudar ou pelo menos mitigar as leis permissivas do aborto ao mesmo tempo em que tratavam de repovoar as cortes com juizes pro-vida. Ou podiam abandonar ao não-nascido e procurar maneiras de justificar moralmente sua decisão”.

O Arcebispo assinala também em sua mensagem que faz vinte anos em 13 de Setembro de 1984, o então governador de Nova Iorque Mario Cuomo pronunciou uma conferência na Universidade do Notre Dame que pretendia dar força intelectual à concessão realizada pelo Kennedy.

Cuomo, conforme explica o Arcebispo de Denver, argumentou que “ele podia opor-se privadamente ao aborto, mas, segundo seu ponto de vista, não tinha o direito de ‘impor’ sua fé a outros”.

“Ao final –explica Dom. Chaput-, Cuomo argumentou que ‘a aprovação ou o rechaço às restrições legais ao aborto não se deveriam converter na vara de medição exclusiva da lealdade católica”.

Para o Prelado de Denver, “com essas palavras, escreveu o álibi para qualquer católico ‘pró-eleição’ que desempenhou uma função pública após”.

“Em síntese”, para essa doutrina, “está bem ser católico no âmbito público sempre que se esteja disposto a eliminar tudo o que seja inconvenientemente ‘católico’”.

Mas segundo o Arcebispo, “Essa não é uma concessão. Esse é um pacto com o diabo, e tem um custo tão astronômico que nenhuma nação, nenhum servidor público e nenhum votante pode permitir-se”.

Fonte Aci
Europa não deve negar suas raízes cristãs, recorda o Papa ante diplomatas
08.09.2007 - Em um intenso discurso dirigido aos representantes do corpo diplomático presente na Áustria, o Papa Bento XVI recordou que "a Europa não deve negar suas raízes cristãs" já que estas foram "modelado profundamente este continente".

Em seu discurso breve em alemão no Palácio de Hofburg em Viena, o Santo Padre destacou que a Europa "será para todos um bom lugar para viver sozinho se construir sobre sólidas bases culturais e morais de valores comuns tirados de nossa história e tradições".

"Mariazell, o grande santuário da Áustria, é também um lugar de encontro para os diferentes povos da Europa. É um desses lugares aonde os homens e mulheres obtêm, e seguem fazendo-o ‘força do alto’ para uma vida correta", prosseguiu.

Depois de reconhecer que "a Europa também experimentou e sofreu terrivelmente inapropriados cursos de ação" como "restrições ideológicas impostas pela filosofia, a ciência e também a fé, o abuso da religião e a razão para propósitos imperialistas, a degradação do homem como resultado do materialismo prático e teórico; e finalmente a tolerância e indiferença sem referência a valores permanente", o Papa insistiu que "a Europa também esteve marcada por uma capacidade de autocrítica que dá um lugar distinto no vasto panorama das culturas do mundo".

Depois de destacar a necessidade de continuar o processo de unificação no continente, Bento XVI assinalou que "para os países na Europa Central e Europa Ocidental em particular, participar deste processo é um incentivo para a consolidação da liberdade, o estado constitucional e a democracia dentro de suas fronteiras. Aqui devo recordar a contribuição de meu predecessor, o Papa João Paulo II neste histórico processo (a queda do comunismo). Áustria também, como país-ponte situada ao centro do oeste e leste, contribuiu muito a esta unificação e além –não devemos esquecê-lo se beneficiou grandemente dela".

"Dado o único de seu chamado, Europa também tem uma responsabilidade única no mundo. Antes que nada, não deve render-se ante si mesmo. O continente que demograficamente está envelhecendo, não deve tornar-se velho de espírito. Além disso, a Europa crescerá mais segura de si se aceitar a responsabilidade no mundo que corresponde a sua singular tradição intelectual, seus extraordinários recursos e seu grande poder econômico", continuou.

"A União Européia deve então assumir o rol de liderança para lutar contra a pobreza global e deve esforçar-se por promover a paz", animou o Papa.

Depois de ressaltar que "outra parte da herança européia é a tradição do pensamento que considera como essencial e substancial a correspondência entre fé, verdade e razão", o Pontífice destacou que "muito do que a Áustria é e possui, se deve à fé cristã e a seus efeitos benéficos nas mulheres e homens individualmente".

"A fé modelou profundamente o caráter deste país (Áustria) e seu povo. Conseqüentemente, deve ser uma preocupação de todos assegurar que nunca chegue o dia em que apenas as pedras falem do Cristianismo! A Áustria sem a vibrante fé cristã não seria mais a Áustria", manifestou o Papa Bento XVI

"Sobre vocês e todo o povo da Áustria, especialmente os idosos e os mais frágeis, assim como nas jovens vidas que estão a seu lado, invoco a esperança, a confiança e a alegria, assim como a bênção de Deus!", concluiu o Santo Padre.

Fonte: ACI

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Lembrando...

Problemas da Europa têm solução no Cristianismo, diz Cardeal Rouco

13.07.2007 - O Arcebispo de Madri, Cardeal Antonio María Rouco Varela, afirmou que os problemas que afligem a Europa, como a baixa demografia, terão solução se retornar às raízes cristãs da cultura européia que a converteram em "um ponto de referência luminoso".

Durante seu discurso breve na cadeia COPE, o Cardeal recordou sua exposição "a Europa cristã, herança e identidade", dada recentemente na Catedral de Ratisbona (Alemanha), onde ao referir-se a Europa "do presente e das perspectivas de futuro", afirmou que seus graves problemas ou interrogantes não terão solução "se não se olhar a essa memória que nos leva a um passado de séculos, para não dizer, de milênios, de história cristã".

Esclareceu que reconhecer as raízes cristãs não implicaria a confissão das instituições, e indicou a necessidade de tomar consciência dos graves problemas europeus, como a demografia catastrófica que gerou uma sociedade envelhecida, a onda migratória que "estão nos fazendo uma sociedade complexa aonde o problema da integração é evidente", assim como a falta de critérios morais, espirituais e religiosos "com os quais resolver esse problema".

O Cardeal disse que na Europa há uma tendência a esquecer "os valores centrais de uma ética natural inspirada no cristianismo", e outra –dentro do panorama cultural, intelectual e político– a reconhecer novamente "que esses valores fundamentais" da dignidade e direitos da pessoa "voltam a ser naturalmente concebidos como a forma de resolver os problemas".

"E para isso há que voltar para as raízes, às fontes onde nasceram todas essas grandes idéias e esses grandes valores, onde foram ao longo de toda a história da Europa, inclusive através do século XVIII, um século muito racionalista, e chegaram até hoje mesmo, até este início do século XXI", afirmou o Arcebispo de Madri, quem reafirmou a necessidade de retornar ao diálogo da fé com a razão.

Pelo caminho do retorno às raízes cristãs, reafirmou, "sim há presente e futuro para a Europa. Por outras vias distintas a esta ou, o que seria pior, opostas a esta, os caminhos seriam muito difíceis de encontrar e o futuro seria não precisamente rosado


Atentado: Bomba destrói parte de paróquia na Irlanda
08.09.2007 - DUBLIN - A paróquia Nossa Senhora Estrela do Mar de Nunsquarter–Kircubbin na cidade de Down (Irlanda) foi recentemente atacada com uma bomba caseira, informou o Serviço de Polícia da Irlanda do Norte (PSNI por suas siglas em inglês).

A agência também indicou que está "tentando averiguar o motivo do incidente". Por sua parte o pároco, Pe. Colm McBride, indicou que a pessoa que perpetrou o atentado teve que atuar sozinho. "É o trabalho de um só indivíduo quem não representa a ninguém exceto as suas próprias opções perturbadas" assegurou o presbítero e adicionou que "as relações aqui estão muito bem".

O explosivo, empacotado em balas de pequeno calibre dentro de um cartucho de escopeta, prendeu fogo à janela da paróquia.

Fonte: ACI

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Lembrando...

Papa afirma que sempre haverá perseguições à Igreja Católica

10.01.2007 - Cidade do Vaticano - O Papa Bento XVI afirmou hoje na audiência pública de quarta-feira que "nunca faltarão perseguições e paixões na vida da Igreja Católica".

Para Bento XVI, "na vida da Igreja não faltarão nunca as paixões e as perseguições, mas o sangue dos cristãos se transformará em semente".

O Papa pronunciou estas palavras lembrando a vida do primeiro mártir da Igreja Católica, São Estevão, a quem dedicou a catequese.

"A cruz é uma bênção para cada um de nós. Nas dificuldades, encontra-se a alegria de ser cristão", acrescentou o Papa.

Da vida de São Estevão, o Pontífice lembrou sua determinação ao ter dito "não" ao templo e ao culto que se praticava. Bento XVI também recordou que, após sua morte, "aconteceu a perseguição local contra os discípulos de Jesus, a primeira na história da Igreja" Diante disso, o Pontífice explicou que "a perseguição dos cristãos se transforma em uma missão", pois foi por causa de seu exílio que "o Evangelho chegou a Antioquia, onde pela primeira vez foi anunciado aos pagãos o som do nome de Cristo".

O Papa lembrou que São Estevão era um de "sete diáconos", aos quais os Apóstolos impuseram as mãos, indicando que a eles correspondia uma missão.

Citando as palavras de São Paulo, Bento XVI disse que "não se deve ter pressa em impor as mãos a alguns para não serem implicados no pecado do outro".

Esta foi uma clara referência do Papa à Igreja para que seja prudente na ordenação e nomeação dos prelados, depois da polêmica surgida após a renúncia de Stanislaw Wielgus como arcebispo de Varsóvia devido à publicação de seu passado como colaborador da Polícia do regime comunista.

Bento XVI recebeu hoje duas camisas de futebol com seu nome escrito nas costas após a audiência. Uma delas foi dada por um grupo de sacerdotes que jogam na Seleção Internacional de Sacerdotes, formada por religiosos estrangeiros e italianos que promovem a difusão do futebol para ajudar os mais pobres.

Fonte: UOL notícias

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Papa Bento XVI diz que Ocidente é incapaz da verdade
08.09.2007 - O Papa Bento XVI disse hoje que o Ocidente, e especialmente a Europa, está em crise porque é incapaz da verdade, e por isso é impedido de saber distinguir entre o bem e o mal, e se resignou.

O Pontífice acrescentou que, se para um homem não existe uma verdade, este não pode distinguir entre o bem e o mal, e então as grandes descobertas da ciência se tornam ambíguas, "já que podem abrir perspectivas importantes para o bem do homem ou ser uma terrível ameaça".

Bento XVI fez estas declarações na homilia pronunciada diante de cerca de 30 mil pessoas que assistem no santuário de Mariazell, cerca de 150 km ao sudeste de Viena, à missa solene que oficia por ocasião dos 850 anos da fundação deste templo, centro do catolicismo da Europa Central.

O Papa afirmou que a fé cristã é decididamente contra a resignação que considera o homem incapaz, "como se esta fosse grande demais para ele".

Fonte: Terra notícias

Fonte: Recados do Aarão

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