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07
Junho 2006
A
SANTA MISSA Apresento
aqui as visões de Catalina Rivas, sobre a Santa Missa. Na Bolívia
também se fazem ouvir os profetas de Deus. Desta vez na cidade de
Cochabamba, onde uma "humilde serva de Deus" de nome
Catalina Rivas, recebe os estigmas de Jesus. Os ferimentos são eloqüentes,
autênticos, a ciência não tem explicação para eles. Aparecem na
quinta-feira à noite, manifestam-se na sexta-feira com grandes dores,
e desaparecem no sábado. As autoridades da Igreja já as viram.
Diversos bispos e sacerdotes a acompanham.
Testemunho
de Catalina
Propriedade
registrada © 2004, “Não
Encontro nada contrário à fé ou aos costumes da Igreja.“ Não
é minha função confirmar seu caráter sobrenatural. No entanto,
recomendo-o por sua inspiração espiritual.
Disseram-lhe:
Senhor, dá-nos sempre deste pão! Jesus replicou: “Eu
sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que
crê em mim jamais terá sede”. Então
Jesus lhes disse: “Em
verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do
Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós
mesmos.Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna;
e eu o ressuscitarei no último dia.” “Pois
a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue,
verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu
sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai que me enviou
vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne
viverá por mim.” “Quem
come deste pão viverá eternamente.” TESTEMUNHO
DE CATALINA Na
maravilhosa catequese com a qual o Senhor e a Virgem Maria nos têm
instruído - em primeiro lugar mostrando-nos o modo de rezar o Santo
Rosário, de rezar com o coração, de meditar e desfrutar os momentos
de encontro com Deus e com nossa Mãe bendita; a maneira de se
confessar bem - está a do conhecimento do que acontece na Santa Missa
e o modo de vivê-la com o coração. Este
é o testemunho que devo e quero dar ao mundo inteiro, para maior Glória
de Deus e para a salvação de todo aquele que queira abrir seu coração
ao Senhor. Para que muitas almas consagradas a Deus reavivem o fogo do
amor a Cristo - as que são donas das mãos que têm o poder de
trazê-Lo à terra para que seja nosso alimento, e as outras, para que
percam o "costume rotineiro" de recebê-Lo e revivam o
assombro do encontro cotidiano com o amor. Para que meus irmãos e irmãs
leigos do mundo inteiro vivam o maior dos Milagres com o coração: a
celebração da Santa Eucaristia. Era
a vigília do dia da Anunciação e os componentes do nosso grupo tínhamos
ido confessar. Algumas das senhoras do grupo de oração não
conseguiram fazê-lo e deixaram sua confissão para o dia seguinte,
antes da Santa Missa. Quando
cheguei no dia seguinte à igreja um pouco atrasada, o senhor
Arcebispo e os sacerdotes já estavam saindo do presbitério: Disse a
Virgem com aquela voz tão suave e feminina que imediatamente enche a
alma de doçura: “Hoje
é um dia de aprendizagem para ti e quero que prestes muita atenção,
porque do que fores testemunho hoje, tudo o que viveres neste dia, terás
que dar a conhecer à humanidade”. Fiquei surpresa e sem
compreender, mas procurando estar bem atenta. A
primeira coisa que percebi é que havia um coro de vozes muito belas
que cantavam como se estivessem longe, aproximando-se às vezes e logo
se afastava a música como se fosse com o barulho do vento. O
senhor Arcebispo começou a Santa Missa e, ao chegar a Oração
Penitencial, disse a Santíssima Virgem: “Do
fundo de teu coração, pede perdão ao Senhor por todas as tuas
culpas, por tê-Lo ofendido, assim poderás participar dignamente
deste privilégio que é assistir à Santa Missa.” Certamente
que por uma fração de segundo pensei: “Mas se estou na Graça de
Deus, pois acabo de me confessar à noite passada”. Ela
replicou: “E
crês que desde a noite passada não ofendeste ao Senhor? Deixa-me que
te recorde algumas coisas. Quando saías para vir aqui, a moça que te
ajuda se aproximou para te pedir algo e, como estavas atrasada, com
pressa, não respondeste de bom modo. Isso foi uma falta de caridade
de tua parte e dizes não ter ofendido a Deus?...” “No
caminho para cá, um ônibus atravessou o teu caminho, quase se
chocando contigo, e te expressaste de modo pouco conveniente contra o
pobre homem, em lugar de vires fazendo tuas orações, preparando-te
para a Santa Missa. Faltaste com a caridade e perdeste a paz, a paciência.
E dizes não ter ferido o Senhor?” “Chegas
no último minuto, quando a procissão dos celebrantes está saindo
para celebrar a Missa... e vais participar dela sem uma preparação
prévia...” -Ah,
minha Mãe, não me digais mais, não me recordeis mais coisas porque
morrerei de pesar e vergonha - respondi. “Por
que tendes que chegar no último minuto? Deveríeis estar antes para
poder fazer uma oração e pedir ao Senhor que envie Seu Espírito
Santo, que vos dê um espírito de paz que lance para fora o espírito
do mundo, as preocupações, os problemas e as distrações para
serdes capazes de viver este momento tão sagrado. Mas chegais quase
ao começar da celebração, e participais como se participásseis de
um evento qualquer, sem nenhuma preparação espiritual. Por quê? É
o maior Milagre, ides viver o momento do maior dom da parte do Altíssimo
e não sabeis apreciar.” Era
bastante. Sentia-me tão mal que tive mais do que o suficiente para
pedir perdão a Deus, não somente pelas faltas desse dia, mas por
todas as vezes em que, como muitíssimas outras pessoas, esperei que
terminasse a homilia do sacerdote para entrar na igreja. Pelas vezes
que não soube ou me neguei a compreender o que significava estar ali,
pelas vezes que talvez tendo minha alma cheia de pecados mais graves,
tinha me atrevido a participar da Santa Missa. Era
dia de Festa e se devia recitar o Glória. Disse Nossa Senhora: -“Glorifica
e bendiz com todo o teu amor à Santíssima Trindade em reconhecimento
como Sua criatura”. Como
foi diferente aquele Glória! Logo me vi em um lugar distante, cheio
de luz ante a Presença Majestosa do Trono de Deus, e com todo amor
fui agradecendo ao repetir: “...Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai
Todo-Poderoso: nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos
adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças por Vossa
imensa Glória. (e evoquei o rosto paterno do Pai, cheio de
bondade...) Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus,
Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai...” e Jesus estava diante de
mim, com esse Rosto cheio de ternura e Misericórdia: “...Só Vós
sois o Santo, só Vós, o Senhor, só Vós, o Altíssimo, Jesus
Cristo, com o Espírito Santo...” o Deus do formoso Amor, Aquele que
neste momento estremecia todo o meu ser... E
pedi: “Senhor, libertai-me de todo mau espírito; meu coração Vos
pertence, Senhor meu. Enviai-me Vossa paz para conseguir tirar o
melhor proveito desta Eucaristia e que minha vida dê seus melhores
frutos. Espírtio Santo de Deus, transformai-me, agi em mim, guiai-me.
Oh Deus, dai-me os dons de que necessito para Vos servir melhor...!” Chegou
o momento da Liturgia da Palavra e a Virgem me fez repetir:
“Senhor, hoje quero escutar Vossa Palavra e produzir fruto
abundante, que o Vosso Santo Espírito limpe o terreno de meu coração,
para que Vossa Palavra cresça e se desenvolva; purificai meu coração
para que esteja bem disposto.” “Quero
que estejas atenta às leituras e a toda a homilia do sacerdote.
Recorda que a Bíblia diz que a Palavra de Deus não volta sem ter
dado fruto. Se estiveres atenta, ficará algo em ti de tudo o que
escutares. Deves tratar de lembrar-te o dia todo essas Palavras que
deixaram marca “E
agora, diz ao Senhor que estás aqui para escutar o que Ele quiser
dizer hoje ao teu coração”. Novamente
agradeci a Deus por me dar a oportunidade de ouvir Sua Palavra e Lhe
pedi perdão por ter tido o coração tão duro por tantos anos, e por
ter ensinado a meus filhos que deviam ir à Missa aos domingos porque
assim a Igreja mandava, não por amor, por necessidade de encher-se de
Deus... Eu
que havia assistido a tantas Eucaristias, mais por compromisso; e com
isso acreditava estar salva. Vivê-la, nem sonhar; prestar atenção
às leituras e à homilia do sacerdote, muito menos. Quanta
dor senti por tantos anos de perda inútil, por minha ignorância!
Quanta superficialidade nas Missas a que assistimos porque é um
casamento, uma Missa por um defunto ou porque temos que ser vistos com
a sociedade! Quanta ignorância sobre nossa Igreja e sobre os
Sacramentos! Quanto desperdício em querer instruir-nos e sermos
cultos nas coisas do mundo, que em um momento podem desaparecer sem
ficarmos com nada, e que no final da vida não nos servem nem para
aumentar em um minuto a nossa existência! E
no entanto, daquilo que nos vai dar um pouco do céu na terra, e
portanto a vida eterna, nada sabemos. E nos consideramos homens e
mulheres cultos!... Um
momento depois chegou o Ofertório e a Santíssima
Virgem disse “Reza
assim: (e eu a acompanhava) «Senhor,
eu Vos ofereço tudo o que sou, o que tenho, o que posso, tudo coloco
em Vossas mãos. Edificai Vós, Senhor, com o pouco que sou. Pelos méritos
de Vosso Filho, transformai-me, Deus Altíssimo. Peço-Vos por minha
família, por meus benfeitores, por cada membro de nosso Apostolado,
por todas as pessoas que nos combatem, por aqueles que se encomendam
às minhas pobres orações... Ensinai-me a pôr meu coração no chão
para que o caminhar deles seja menos penoso.»
Assim rezavam os santos, assim desejo que façais”. É
que assim pede Jesus, que ponhamos o coração no chão para que eles
não sintam a dureza, mas que os aliviemos com a dor daquele pisão.
Anos depois li um livrinho de orações de um Santo a quem muito
quero: Josemaría Escrivá de Balaguer - e ali pude encontrar uma oração
parecida com a que me ensinava a Virgem. Talvez esse Santo a quem me
encomendo agradava à Virgem Santíssima com aquelas orações. Logo
começaram a ficar em pé umas figuras que nunca tinha visto antes.
Era como se ao lado de cada pessoa que estava na Catedral, saísse
outra pessoa, e o lugar se encheu de uns personagens jovens, belos.
Vestiam-se com túnicas muito brancas e foram saindo até o caminho
central, dirigindo-se para o Altar. Disse
nossa Mãe: “Observa,
são os Anjos da Guarda de cada uma das pessoas que estão aqui. É o
momento em que vosso Anjo da Guarda leva vossas oferendas e pedidos
ante o Altar do Senhor.” Naquele
momento eu estava completamente assombrada, porque esses seres tinham
rostos tão formosos, tão radiantes como não se pode imaginar.
Ostentavam rostos muito lindos, quase femininos, no entanto a compleição
de seus corpos, suas mãos, sua estatura, era de homens. Os pés
descalços não pisavam o solo, mas era como se deslizassem,
escorregassem. Aquela procissão era muito bonita. Alguns
deles tinham como uma fonte de ouro com algo que brilhava muito com
uma luz branco-dourada; disse a Virgem: “São
os Anjos da Guarda das pessoas que estão oferecendo esta Santa Missa
por muitas intenções, aquelas pessoas que estão conscientes do que
significa esta celebração, aquelas que têm algo a oferecer ao
Senhor...” “Oferecei
neste momento..., oferecei vossas penas, vossas dores, vossos sonhos,
vossas tristezas, vossas alegrias, vossos pedidos. Lembrai-vos de que
a Missa tem um valor infinito, portanto, sede generosos em oferecer e
em pedir.” Atrás
dos primeiros Anjos vinham outros que nada tinham nas mãos,
levavam-nas vazias. Disse a Virgem: “São
os Anjos das pessoas que, estando aqui, nunca oferecem nada, que não
têm interesse em viver cada momento litúrgico da Missa e não têm
oferecimentos para levar ante o Altar do Senhor.” Por
último iam outros Anjos que estavam meio tristonhos, com as mãos
unidas em oração, mas com os olhos baixos. “São
os Anjos da Guarda das pessoas que, estando aqui, não estão, isto é,
das pessoas que vieram forçadas, que vieram por obrigação, mas sem
nenhum desejo de participar da Santa Missa. E os Anjos vão tristes
porque não têm o quê levar diante do Altar, salvo suas próprias
orações.” “Não
entristeçais o vosso Anjo da Guarda... Pedi muito, pedi pela conversão
dos pecadores, pela paz do mundo, por vossos familiares, vossos
vizinhos, por aqueles que se encomendam as vossas orações. Pedi,
pedi muito, não somente por vós, mas pelos outros.” “Lembrai
que o oferecimento que mais agrada ao Senhor é quando ofereceis a vós
mesmos como holocausto, para que Jesus, ao descer, vos transforme por
Seus próprios méritos. Que tendes a oferecer ao Pai por vós mesmos?
O nada e o pecado; mas ao vos oferecer unidos aos méritos de Jesus,
esse oferecimento é agradável ao Pai.” Aquele
espetáculo, aquela procissão era tão bela, que dificilmente seria
comparável à outra. Todas aquelas criaturas celestes fazendo uma
reverência diante do Altar, umas deixando sua oferenda no chão,
outras prostrando-se de joelhos com o rosto quase ao solo e, assim que
ali chegavam, desapareciam de minha vista. Chegou
o momento final
do Prefácio e quando a assembléia dizia: “Santo,
Santo, Santo”, imediatamente tudo o que estava atrás dos
celebrantes desapareceu. Do lado esquerdo do senhor Arcebispo para trás,
em forma diagonal, apareceram milhares de Anjos, pequenos, Anjos
grandes, Anjos com asas imensas, Anjos com asas pequenas, Anjos sem
asas, como os anteriores; todos vestidos com umas túnicas como as
albas brancas dos sacerdotes ou dos coroinhas. Todos
se ajoelhavam com as mãos unidas em oração e em reverência
inclinavam a cabeça. Escutava-se uma música maravilhosa, como se
fossem numerosíssimos coros com vozes diferentes e todos diziam em uníssono
com o povo: Santo, Santo, Santo… Havia
chegado o momento da Consagração,
o momento do mais maravilhoso Milagre... Do lado direito do Arcebispo
para trás, também em forma diagonal, uma multidão de pessoas vestia
túnicas em tons pastel: rosa, verde, azul, lilás, amarelo; enfim, de
diferentes cores suaves. Seus rostos também eram luminosos, cheios de
alegria, pareciam ter todos a mesma idade. Podia-se ver (e não
consigo dizer como) que havia pessoas de diferentes idades, mas todos
se assemelhavam nos rostos, sem rugas, felizes. Todos também se ajoelhavam
no canto de “Santo,
Santo, Santo, é o Senhor...” Disse
Nossa Senhora: “São
todos os Santos e Bem-aventurados do céu, e entre eles também estão
os vossos antepassados que já gozam da Presença de Deus”. Então
eu A vi. Ali justamente à direita do senhor Arcebispo... um passo atrás
do celebrante, estava um pouco suspensa acima do solo, ajoelhada sobre
tecidos muito finos, transparentes mas luminosos, como água
cristalina, a Santíssima Virgem, com as mãos unidas, olhando atenta
e respeitosamente para o celebrante. Falava-me dali, mas
silenciosamente, diretamente ao coração, sem olhar para mim. “Chama
a tua atenção o fato de Me ver um pouco atrás do Monsenhor, não é
verdade? Assim deve ser... Com todo o amor que Me tem o Meu Filho,
não Me deu a dignidade que dá a um sacerdote de poder trazê-Lo em
Minhas mãos diariamente, como o fazem as mãos sacerdotais. Por
isso sinto tão profundo respeito por um sacerdote e por todo o
milagre que Deus realiza através dele, que Me obriga a ajoelhar-Me
aqui.” Deus
meu, quanta dignidade, quanta graça derrama o Senhor sobre as almas
sacerdotais e nem nós, talvez nem muitos deles estão conscientes
disso! Diante
do altar, começaram a sair umas sombras de pessoas de cor cinza que
levantavam as mãos para cima. Disse a Virgem Santíssima: “São
as almas benditas do Purgatório que estão à espera das vossas orações
para se refrescarem. Não deixeis de rezar por elas. Pedem por vós,
mas não podem pedir por elas mesmas, sois vós quem deveis pedir por
elas para ajudá-las a sair para encontrarem-se com Deus e Dele gozar
eternamente”. “Vê,
aqui estou o tempo todo... As pessoas fazem peregrinações e procuram
os lugares de Minhas aparições, e é bom por todas as graças que
ali recebem, mas em nenhuma aparição, em nenhum lugar estou mais
tempo presente do que na Santa Missa. Ao pé do Altar onde se celebra
a Eucaristia, sempre ireis encontrar-Me; ao pé do Sacrário permaneço
com os Anjos, porque estou sempre com Ele”. Ver
esse rosto formoso da Mãe naquele momento do “Santo”, igual a
todos eles, com o rosto resplandescente, com as mãos juntas à espera
daquele milagre que se repete continuamente, era estar no próprio céu.
E
pensar que há gente, pessoas que ficam nesse momento distraídas,
falando... Com pesar digo que há muitos homens, mais do que mulheres,
que de pé cruzam os braços como se rendessem homenagem ao Senhor de
pé, de igual para igual. Disse
a Virgem: “Diz
ao ser humano, que nunca um homem é mais homem do que quando dobra os
joelhos diante de Deus”. O
celebrante disse as palavras da “Consagração”.
Era uma pessoa de estatura normal, mas imediatamente começou a
crescer, a ficar cheio de luz, uma luz sobrenatural entre branca e
dourada o envolvia e se fazia muito forte no rosto, de modo que não
podia ver seus traços. Quando elevava a hóstia vi suas mãos e elas
tinham umas marcas no dorso, das quais saía muita luz. Era Jesus!...
Era Ele que com Seu Corpo envolvia o do celebrante como se rodeasse
amorosamente as mãos do senhor Arcebispo. Nesse momento a Hóstia
começou a crescer e crescer, enorme, e nela, o Rosto maravilhoso de
Jesus olhando para Seu povo. Por
instinto quis baixar a cabeça e Nossa Senhora disse: “Não
baixes os olhos, levanta-os, contempla-O, cruza olhares com Ele e
repete a oração de Fátima: Senhor,
eu creio, adoro, espero e Vos amo, peço-Vos perdão por aqueles que não
crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam. Perdão e Misericórdia...
Agora diz a Ele o quanto O amas, rende homenagem ao Rei dos reis”. Como
disse, parecia que a enorme Hóstia olhava somente para mim, mas soube
que assim contemplava cada pessoa, cheio de amor... Logo abaixei
a cabeça até ter a testa no chão, como faziam todos os Anjos e
bem-aventurados do Céu. Por uma fração de segundo talvez, pensei o
que era aquilo, que Jesus tomava o corpo do celebrante e ao mesmo
tempo estava na Hóstia que, quando o celebrante baixava, tornava-se
novamente pequena. Eu tinha as faces cheias de lágrimas, não podia
sair de meu assombro. Imediatamente
o Monsenhor disse as palavras da consagração do vinho e, junto com
suas palavras, começaram uns relâmpagos no céu e ao fundo. A igreja
não tinha teto nem paredes, estava tudo escuro, somente aquela luz
brilhante no Altar. Logo
vi, suspenso no ar, Jesus crucificado, da cabeça até a cintura.
A haste transversal da cruz estava sustida por umas mãos grandes,
fortes. Do meio daquele resplendor se desprendeu uma luzinha como de
uma pomba muito pequena e muito brilhante; velozmente, deu uma volta
em toda a igreja e foi pousar no ombro esquerdo do senhor Arcebispo
que continuava sendo Jesus, porque eu podia distinguir Seus cabelos e
Suas chagas luminosas, Seu corpo grande, mas não via Seu Rosto. Acima,
Jesus crucificado estava com o rosto caído sobre o ombro direito. Eu
podia contemplar o rosto e os braços machucados e descarnados. Do
lado direito tinha uma ferida no peito e saía aos borbotões, para a
esquerda, sangue e à direita penso que água, mas muito brilhante;
eram mais jorros de luz que se iam dirigindo para os fiéis,
movendo-se à direita e à esquerda. Espantava-me a quantidade de
sangue que fluía para dentro do Cálice! Pensei que iria transbordar
e manchar todo o Altar, mas não caiu uma só gota! Nesse
momento, disse a Virgem: “Este
é o milagre dos milagres; já te repeti, para o Senhor não existe
tempo nem distância e, no momento da consagração, toda a assembléia
é transportada ao pé do Calvário no instante da crucificação de
Jesus”. Alguém
pode imaginar isso? Nossos olhos não podem ver, mas estamos todos lá,
no momento A
partir daquele dia, não me importa se me tomam por louca, mas peço a
todos que se ajoelhem, que tratem de viver com o coração e toda a
sensibilidade de que são capazes, aquele privilégio que o Senhor nos
concede. Quando
íamos rezar o Pai
Nosso, o Senhor falou pela primeira vez durante a celebração,
e disse: “Espero,
quero que rezes com a maior profundidade de que sejas capaz, e que
neste momento, tragas a tua memória a pessoa ou as pessoas que mais
mal te hajam feito durante tua vida, para que as abraces junto a teu
peito e lhes digas de todo coração: Em
Nome de Jesus eu te perdôo e te desejo a paz”. Em Nome de Jesus te
peço perdão e desejo minha paz.” Se essa pessoa merecer a
paz, recebê-la-á e lhe fará muito bem; se essa pessoa não for
capaz de se abrir para a paz, essa paz voltara ao teu coração. Mas não
quero que recebas e dês a paz a outras pessoas quando não fores
capaz de perdoar e sentir essa paz primeiro em teu coração.” “Cuidado
com o que fazeis” –
continuou o Senhor - “Vós
repetis no Pai Nosso: perdoai-nos assim como perdoamos a quem nos têm
ofendido. Se vós sois capazes de perdoar e não esquecer, como alguns
dizem, estais condicionando o perdão de Deus. Estais dizendo:
perdoa-me somente como eu sou capaz de perdoar, e não mais que
isso.” Não
sei como explicar minha dor, ao compreender o quanto podemos ferir ao
Senhor e quanto podemos ferir a nós mesmos com tantos rancores,
sentimentos maus e coisas feias que nascem dos complexos e das
suscetibilidades. Perdoei, perdoei de coração e pedi perdão a todos
os que me haviam machucado alguma vez, para sentir a paz do Senhor. O
celebrante dizia: “...dai-nos a paz e a unidade”... e então: “a
paz do Senhor esteja convosco...” Imediatamente
vi que entre algumas pessoas que se abraçavam (não todas), aparecia
uma luz muito intensa; soube que era Jesus e praticamente me atirei
para abraçar a pessoa que estava ao meu lado. Pude sentir
verdadeiramente o abraço do Senhor nessa luz, era Ele que me abraçava
para me dar Sua paz, porque nesse momento eu havia sido capaz de
perdoar e de tirar de meu coração toda dor que sentia contra outras
pessoas. É isso o que Jesus quer, compartilhar esse momento de
alegria abraçando-nos para desejar-nos Sua Paz. Chegou
o momento da comunhão dos celebrantes e voltei a notar a presença de
todos os sacerdotes junto ao Monsenhor. Quando ele comungava, disse a
Virgem: “Este
é o momento de pedir pelo celebrante e por todos os sacerdotes que o
acompanham; repete Comigo: Senhor,
bendizei-os, santificai-os, ajudai-os, purificai-os, amai-os, cuidai e
sustentai-os com Vosso Amor... Lembrai de todos os sacerdotes
do mundo, rezai por todas as almas consagradas...” Queridos
irmãos, esse é o momento em que devemos pedir porque eles são
Igreja, como também somos nós os leigos. Muitas vezes os leigos
exigimos muito dos sacerdotes, mas somos incapazes de rezar por eles,
de entender que são pessoas humanas, de compreender e avaliar a solidão
que muitas vezes pode rodear um sacerdote. Devemos
compreender que os sacerdotes são pessoas como nós e que precisam de
compreensão, cuidado, que precisam de afeto, atenção de nossa
parte, porque estão dando suas vidas por cada um de nós, como Jesus,
consagrando-se a Ele. O
Senhor quer que as pessoas do rebanho que Deus lhe recomendou, reze e
ajude na santificação de seu Pastor. Algum dia, quando estivermos do
outro lado, compreenderemos a maravilha que o Senhor fez ao nos dar
sacerdotes que nos ajudem a salvar nossas almas. As
pessoas começaram a sair dos bancos para ir comungar. Havia chegado o
grande momento do encontro, da “Comunhão”;
o Senhor me disse: “Espera
um momento, quero que observes algo...” por um impulso
interior levantei os olhos até a pessoa que ia receber a comunhão na
língua, das mãos do sacerdote. Devo
esclarecer que esta pessoa era uma das senhoras de nosso grupo que na
noite anterior não tinha conseguido se confessar e o fez naquela manhã,
antes da Santa Missa. Quando o sacerdote colocava a Sagrada Forma
sobre sua língua, como um flash de luz, aquela luz muito
dourada-branca atravessou essa pessoa pelas costas primeiro e foi
pelos lados nas costas, nos ombros e na cabeça. Disse o Senhor: “É
assim que Me comprazo em abraçar uma alma que vem com o coração
limpo para Me receber” O
tom da voz de Jesus era de uma pessoa feliz. Eu estava atônita vendo
essa amiga voltar para seu assento rodeada de luz, abraçada pelo
Senhor, e pensei na maravilha que perdemos tantas vezes por ir com
nossas pequenas ou grandes faltas receber Jesus, quando deve ser uma
festa. Muitas
vezes dizemos que não há sacerdotes para confessar-se a todo
momento, e o problema está em outro lado: o problema está em nossa
facilidade para voltar a cair no mal. Por outro lado, assim como nos
esforçamos para encontrar um salão de beleza ou os senhores um
barbeiro quando temos uma festa, temos que nos esforçar também em
procurar um sacerdote quando precisamos que tire todas essas coisas
sujas de nós, mas não ter a desfaçatez de receber a Jesus em
qualquer momento com o coração cheio de coisas feias. Quando
me dirigia para receber a comunhão, Jesus repetia: “A
última ceia foi o momento de maior intimidade com os Meus. Nessa hora
do amor, instaurei o que diante dos olhos dos homens poderia ser a
maior loucura: fazer-me prisioneiro do Amor. Instaurei a Eucaristia.
Quis permanecer convosco até a consumação dos séculos, porque Meu
Amor não podia suportar que ficassem órfãos aqueles a quem amava
mais do que a Minha vida...” Recebi
aquela Hóstia, que tinha um sabor diferente, era uma mistura de
sangue e incenso que me inundou inteira. Sentia tanto amor que me
corriam as lágrimas sem poder detê-las... Quando
cheguei ao meu banco, ao ajoelhar-me disse o Senhor: “Escuta...”
E num instante comecei a escutar dentro de mim as orações de uma
senhora que estava sentada à minha frente e que acabava de comungar. O
que ela dizia sem abrir a boca era mais ou menos assim: “Senhor,
lembra-te que estamos no final do mês e que não tenho dinheiro para
pagar o aluguel, a mensalidade do automóvel, a escola das crianças,
tens que fazer algo para me ajudar... Por favor, faz com que meu
marido deixe de beber tanto, não posso suportar mais suas bebedeiras
e meu filho menor vai perder o ano outra vez se não o ajudares, ele
tem provas nesta semana....... E não te esqueças da vizinha que
precisa se mudar de casa, que se mude de uma vez porque eu não a agüento...
etc., etc. ” Logo
o senhor Arcebispo disse: “Oremos”
e obviamente toda a assembléia se pôs de pé para a oração
final. Jesus disse em um tom triste: “Percebeste?
Nem uma só vez Me disse que Me ama, nem uma só vez agradeceu o dom
que lhe fiz de baixar Minha Divindade até sua pobre humanidade, para
elevá-la até Mim. Nem uma só vez disse: obrigada, Senhor. Foi uma
ladainha de pedidos... e assim são quase todos os que vêm Me
receber.” “Morri
por amor e estou ressuscitado. Por amor espero a cada um de vós e por
amor permaneço convosco..., mas vós não percebeis que preciso de
vosso amor. Lembrai que sou o Mendigo do Amor nesta hora sublime para
a alma.” Percebeis
que Ele, o Amor, está pedindo nosso amor e não o damos? E mais,
evitamos ir a esse encontro com o Amor dos Amores, com o único amor
que se dá em permanente oblação. Quando
o celebrante ia dar a bênção, a Santíssima Virgem disse: “Atenção,
cuidado... Vós fazeis um rabisco em lugar do sinal da Cruz. Lembra
que esta bênção pode ser a última que recebes em tua vida,
das mãos de um sacerdote. Tu não sabes se, saindo daqui, vais morrer
ou não, e não sabes se terás a oportunidade de que outro sacerdote
te dê uma bênção. Essas mãos consagradas estão te dando a bênção em
Nome da Santíssima Trindade, portanto, faz o sinal da Cruz com
respeito e como se fosse o último de tua vida.” Quantas
coisas nós perdemos ao não compreender e não participar todos os
dias da Santa Missa! Por que não fazer um esforço de começar o dia
meia hora antes para correr à Santa Missa e receber todas as bênçãos
que o Senhor quer derramar sobre nós? Estou
consciente de que nem todos, por suas obrigações, podem fazê-lo
diariamente, pelo menos duas ou três vezes por semana sim, e no
entanto, tantos se esquivam da Missa do domingo com o pequeno pretexto
de que têm uma criança pequena ou duas ou dez e portanto não podem
assistir à Missa... Como fazem quanto têm outro tipo de compromissos
importantes? Levam todos os filhos ou se revezam e o esposo vai uma
hora e a esposa outra hora, mas cumprem o compromisso com Deus. Temos
tempo para estudar, para trabalhar, para nos divertir, para descansar,
mas NÃO TEMOS TEMPO PARA IR AO MENOS NO DOMINGO À SANTA MISSA. Jesus
me pediu que ficasse com Ele ainda uns minutos depois de terminada a
Missa. Ele disse: “Não
saiais às pressas assim que terminada a Missa; ficai um momento Eu
tinha ouvido alguém dizer, quando era criança, que o Senhor
permanecia conosco até uns 5 ou 10 minutos depois da comunhão.
Perguntei a Ele nesse momento: -
Senhor, na verdade, quanto tempo permaneces depois da comunhão
conosco? Suponho
que o Senhor deve ter rido de minha tolice, pois respondeu: “Todo
o tempo que quiseres ter-Me contigo. Se me falares o dia todo,
dedicando-me umas palavras durante tuas tarefas, Eu te escutarei. Eu
estou sempre convosco, sois vós que Me deixais. Vós saís da Missa e
acabou o dia de guarda, compriram a obrigação com o dia do Senhor e
fim, não pensais que gostaria de compartilhar de vossa vida familiar,
ao menos nesse dia.” “Vós
tendes em vossas casas um lugar para tudo e um cômodo para cada
atividade: um para dormir, outro para cozinhar, outro para comer, etc.
etc. Qual é o lugar que fizestes para Mim? Deve ser um lugar não
apenas onde tendes uma imagem que está empoeirada o tempo todo, mas
um lugar onde ao menos 5 minutos por dia a família se reúna para
agradecer pelo dia, pelo dom da vida, para pedir por suas necessidades
do dia, pedir bênçãos, proteção, saúde... Tudo tem um lugar em
vossas casas, menos Eu”. “Os
homens programam seu dia, sua semana, seu semestre, suas férias, etc.
Sabem que dia vão descansar, que dia ir ao cinema ou a uma festa,
visitar a avó ou os netos, os filhos, os amigos, suas diversões.
Quantas famílias dizem uma vez ao mês, pelo menos: “Este é o dia
em que visitamos Jesus no Sacrário” e vem toda a família conversar
Comigo, sentar-se diante de Mim e conversar Comigo, contar-Me como
foram desde a última visita, contar-Me os problemas, as dificuldades
que têm, pedir-Me o que precisam... Fazer-Me participar de suas
coisas? Quantas vezes?” “Eu
sei tudo, leio até o mais profundo de vossos corações e mentes, mas
Me agrada que Me conteis vós mesmos vossas coisas, que Me participeis
como a um familiar, como ao amigo mais íntimo. Quantas graças perde
o homem por não Me dar um lugar em sua vida!”
Quando
fiquei aquele dia com Ele e em muitos outros dias, Ele nos passou vários
ensinamentos e hoje quero compartilhar convosco nesta missão que me
deram. Jesus disse: “Quis
salvar Minha criatura, porque o momento de vos abrir a porta do céu
foi concebido com demasiada dor...” “Lembra que nenhuma mãe
alimentou a seu filho com sua carne; Eu cheguei a esse extremo de Amor
para vos comunicar meus méritos.” “A
Santa Missa seu Eu mesmo prolongando a Minha vida e Meu sacrifício na
Cruz entre vós. Sem os méritos de Minha vida e de Meu sangue, que
tendes para apresentar-vos diante do Pai? O nada, a miséria e o
pecado...” “Vós
deveríeis exceder em virtude aos Anjos e Arcanjos, porque eles não têm
a dita de Me receber como alimento, e vós sim. Eles bebem uma gota do
manancial, mas vós que tendes a graça de Me receber, tendes todo o
oceano para beber.” Outra
coisa que o Senhor disse com dor foi das
pessoas que fazem de seu encontro com Ele um hábito. Daquelas que
perderam o assombro de cada encontro com Ele. Que a rotina torna
certas pessoas tão tíbias, que não têm nada novo para dizer a
Jesus ao recebê-Lo. Das não poucas almas consagradas que perdem o
entusiasmo de se enamorar pelo Senhor e fazem de sua vocação um ofício,
uma profissão à qual não se entregam mais do que lhe é exigido,
mas sem sentimento... Logo
o Senhor me falou dos frutos que cada comunhão deve dar em nós. É
que acontece que há muita gente que recebe o Senhor diariamente e que
não muda de vida. Que tem muitas horas de oração e faz muitas
obras, etc. etc. Mas sua vida não se vai transformando, e uma vida
que não vai se transformando não pode dar verdadeiros frutos para o
Senhor. Os méritos que recebemos na Eucaristia devem dar frutos de
conversão em nós e frutos de caridade para com nossos irmãos. Nós
os leigos temos um papel muito importante dentro de nossa Igreja, não
temos nenhum direito de nos calar diante do envio que o Senhor nos
faz, como a todo batizado, para ir anunciar a Boa Nova. Não
temos nenhum direito de absorver todos estes conhecimentos e não os
dar aos demais e permitir que nossos irmãos morram de fome tendo
conosco tanto pão em nossas mãos. Não
podemos ver que nossa Igreja esteja desmoronando, porque estamos
cômodos Em
outras palavras, estamos recebendo tanto e não temos a coragem de
sair de nossas comodidades, de ir a uma prisão, a um instituto
correcional, falar ao mais necessitado, dizer-lhe que não se
entregue, que nasceu católica e que sua Igreja precisa dele, ali,
sofredor, porque essa sua dor vai servir para redimir a outros, porque
esse sacrifício vai lhe ganhar a vida eterna. Não
somos capazes de ir onde estão os doentes terminais nos hospitais e,
rezando o terço da Divina Misericórdia, ajudá-los com nossa oração
nesse momento de luta entre o bem e o mal, para livrá-los das
armadilhas e tentações do demônio. Todo moribundo tem medo e só
tomar a mão de um deles e falar-lhe do amor de Deus e da
maravilha que o espera no Céu junto a Jesus e Maria, junto aos seus
entes queridos que partiram, já os reconforta. O
momento que estamos vivendo não admite filiações com a indiferença.
Temos que ser a grande mão dos nossos sacerdotes para ir onde eles não
podem chegar. Mas para isso, para ter a coragem, devemos receber
Jesus, viver com Jesus, alimentarmos-nos de Jesus. Temos
medo de nos comprometer um pouco mais e, quando o Senhor diz: “Buscai
primeiro o Reino de Deus e tudo o mais lhe será acrescentado”,
é tudo, irmãos! É buscar o Reino de Deus por todos os meios e
com todos os meios e... abrir as mãos para receber TUDO por acréscimo;
porque é o Patrão que melhor paga, o único que está atento a tuas
menores necessidades! Irmão,
irmã, obrigada por me haveres permitido cumprir com a missão que me
foi confiada: fazer chegar estas páginas até ti. Na
próxima vez que assistires à Santa Missa, vive-a. Sei que o Senhor
cumprirá contigo a promessa de que “Nunca mais tua Missa voltará a
ser como antes”; e, quando O receberes: Ama-O! Experimenta
a dulçura de te sentir repousando entre as dobras de Seu lado aberto
por ti, para deixar-te Sua Igreja e Sua Mãe, para te abrir as portas
da Casa de Seu Pai, para que sejas capaz de comprovar Seu Amor
Misericordioso através deste testemunho e trates de corresponder a
ele com teu pequeno amor. Que
Deus te abençoe nesta Páscoa da Ressurreição. Tua
irmã Catalina Missionária
leiga do Coração Eucarístico de Jesus |
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