|
02/05/2008
Haverá fome
Jesus
falou assim, em Lucas 21,11 Haverá grandes
terremotos por várias partes, FOMES e pestes, e
aparecerão fenômenos espantosos no céu.
Acaso não isso que hoje se noticia em todo mundo?
Já o profeta Jeremias, havia dito em 12,12.... A espada do Senhor
dizima a terra inteira, e para ninguém haverá salvação. 13
Semearam trigo, e só colheram espinhos, fatigando-se
inutilmente. Foi-lhes decepcionante a colheita, por causa da grande cólera
do Senhor.
Acaso não é hoje que está faltando trigo?
E também em 14, 4 Fende-se o solo todo, porque a
chuva não rega a terra. Decepcionam-se os lavradores e cobrem suas
cabeças. 5 Até a corça no campo
abandona a cria, por falta de pastagem. 6
Mantêm-se nos montes os asnos selvagens, aspirando o ar como chacais.
Seus olhos perderam o brilho, pois que não há erva.
Acaso não é em nossos dias que estão se frustrando todas as
colheitas?
Ainda o profeta Joel dizia em 1, 16 Acaso não
foi sob os nossos olhos que desapareceu todo o mantimento
e se desvaneceram do templo de nosso Deus a alegria e o regozijo? 17
As sementes secaram sob os torrões, os celeiros estão vazios, os
armazéns, arruinados, porque falta o trigo. 18
Como geme o rebanho, e como anda errante o gado por falta de
pastagens! Até mesmo os rebanhos de ovelhas padecem. 19
Clamo a vós, Senhor, porque o fogo devorou a erva do deserto, a chama
queimou todas as árvores do campo;
Porventura não é hoje que se clama por falta de grãos e alimentos?
Bem, tudo isso deveria acontecer próximo ao DIA DO SENHOR, que é na
realidade o TEMPO DA JUSTIÇA divina, onde o Pai Eterno deixará o
homem rebelde agir livremente, até que tenha quase se auto
exterminado. Sim, por dar ouvidos ao demônio, que mais uma vez o
engana, como enganou a Adão e Eva. Sofrem homens e animais.
Vejam estas noticias, enviadas de Portugal por Antonio...
Lisboa, 30 Abr (Lusa) - Uma menina de oito anos tenta atravessar a
fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão de forma clandestina por
transportar "ilegalmente" dois quilogramas de farinha. Um
guarda do Paquistão empurra-a, a criança cai e acaba esmagada por um
camião.
A situação foi testemunhada pelo presidente da Assistência Médica
Internacional (AMI), Fernando Nobre, que hoje a utilizou numa
entrevista à agência Lusa para ilustrar o drama da falta de
alimentos que tende a aumentar por todo o mundo.
O médico, contactado por telefone em Londres, onde estava em trânsito
para Lisboa, manifesta-se chocado pelo drama a que assistiu, causado
indirectamente pela proibição imposta pelo Paquistão à exportação
de farinha para o Afeganistão, onde aquele alimento básico aumentou
120 por cento nos últimos dez dias.
Nobre foi ao Afeganistão inaugurar uma escola e um centro de saúde,
a funcionar já há sete meses numa aldeia dos arredores de Jalalabad,
construídos com 250 mil dólares (160.000 euros) em donativos
reunidos pela AMI, e que proporcionam já a escolaridade a 600 crianças:
rapazes de manhã e raparigas à tarde.
Como a miúda que morreu, muitas outras crianças tentavam iludir a
vigilância policial para conseguir atravessar a fronteira na estrada
que liga Peshawar (Paquistão) a Jalalabad (Afeganistão), como
assistiu o presidente da AMI durante as quatro horas que esteve retido
devido ao corte da estrada causado pela morte da criança.
"A situação [de escassez de alimentos] preocupa-nos imenso em
termos internacionais", disse Fernando Nobre, que lidera uma
organização com representação em 44 países, muitos deles em África
e na Ásia, continentes onde o drama causado pelo disparo do aumento
dos preços dos alimentos base tem maiores efeitos.
Outro exemplo do drama alimentar: um salário médio no Bangladesh dá
para comprar quatro quilos de arroz, o que significa que, feitas as
contas, em média, cada elemento da família desse assalariado dispõe
de 25 gramas do cereal por dia.
"A comer assim, quanto tempo é que as pessoas sobrevivem",
interroga-se Fernando Nobre, para quem o problema vai ganhar
"proporções dantescas", "nos próximos meses e nos próximos
anos".
Esta realidade acontece enquanto "passam por cima das nossas cabeças
[nas redes de telecomunicações internacionais] biliões de dólares
por segundo resultantes de actividades especulativas que não pagam um
tostão de impostos", considera.
A solução, defende Fernando Nobre, passa pela regulamentação, num
"mundo que está desregulamentado" e onde a especulação
com alimentos tem que "sofrer uma intervenção
rapidamente".
"Os grandes fundos de especulação [que procuram grandes lucros
no mínimo de tempo] estão a investir na área alimentar",
condena o responsável da AMI.
Ao contrário, o que deve acontecer para inverter a crise crescente é
"regulamentar a questão da especulação e criar regras de comércio
justo", sustenta.
Outra medida que Fernando Nobre propõe é o perdão da dívida contraída
pelos países pobres junto do Ocidente rico, já que "80 por
cento dessa verba foi desviada pelos governantes corruptos desses países",
pelo que não atingiu os objectivos pretendidos.
Pelo actual caminho, "vamos ficar sob alta pressão" e
"os desafios que aí vêm grandes. Não podemos esconder a cabeça
como a avestruz", alerta o médico.
É que, assegura, "a massa de descontentes a nível global está
a aumentar" e, para "um pai, ver os filhos a morrer à fome
ou pegar numa espingarda e fazer alguma coisa" torna-se numa saída
possível.
AMN.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-04-30 18:20:03
A Tailândia, Vietname, Camboja, Laos e Birmânia (actual Myanmar)
associaram-se para constituir a Organização dos Países Exportadores
de Arroz, que terá como objectivos fixar o preço do cereal e
garantir o abastecimento da população dos países membros.
De acordo com fontes governamentais tailandesas, citadas pela agência
espanhola EFE, a iniciativa surge num contexto de forte aumento dos
preços do arroz no mercado internacional, com especial destaque para
os mercados domésticos dos países do Sudeste asiático, onde este
cereal é parte fundamental da dieta dos seus habitantes.
"Contactei Myanmar para se juntar ao grupo de países
exportadores de arroz, que inclui o Vietname, Laos e Camboja",
declarou o primeiro-ministro tailandês, Samak Sundaravej, depois de
se reunir com o seu homólogo birmanês, general Thin Sein.
O chefe de governo da Tailândia explicou que este novo grupo partilha
a fértil região banhada pelas águas do rio Mekong e que funcionará
de forma muito semelhante à da Organização dos Países Exportadores
de Petróleo (OPEP).
Restrição da oferta pelos exportadores
Os preços do arroz têm estado a subir fortemente nos mercados
internacionais e o elevado preço de muitos outros alimentos tem feito
recear pela escassez deste cereal. Assim, alguns dos principais países
exportadores de arroz, como o Vietname, a Índia, a China e o Egipto,
já começaram a tomar medidas de protecção, reduzindo a oferta para
os mercados mundiais de forma a terem alimento suficiente para as suas
populações. E apesar de a Tailândia e o Brasil terem anunciado que
não pretendem cortar a sua oferta, os EUA e o Reino Unido já começaram
a tomar medidas de prevenção.
Na quinta-feira passada, o Sam's Club, filial da gigante
norte-americana da distribuição Wal-Mart, anunciou ter limitado a
venda de arroz branco importado aos seus clientes um máximo de quatro
pacotes (com cerca de 9 quilos cada um).
No mesmo dia, os proprietários de alguns estabelecimentos britânicos
juntaram-se as essas restrições da Wal-Mart, presente no Reino Unido
através dos supermercados Asda. De acordo com o "The
Times", a principal empresa importadora de arroz basmati do Reino
Unido, Tilda, informou que alguns dos seus clientes optaram por
restringir o fornecimento aos seus consumidores para dois pacotes por
pessoa.
Um representante da Tilda indicou que a medida foi adoptada
essencialmente nos estabelecimentos "cash & carry", que
servem sobretudo restaurantes chineses e indianos, de forma a travar o
açambarcamento de arroz por parte de alguns clientes mais receosos
com as notícias sobre a escassez deste cereal, cuja cotação já
subiu este mês 26% nos mercados internacionais.
Prateleiras dos supermercados com menos arroz em Londres
Para o consumidor particular, esta restrição ainda não se fazia
sentir no final da semana passada em Londres. Cláudia Stela
Rodrigues, portuguesa a viver em Londres, disse ao Jornal de Negócios
que na sexta-feira comprou arroz basmati Tilda num supermercado Asda e
que conseguiu comprar dois pacotes quase pelo preço de um.
"Havia uma promoção para os pacotes de arroz pré-cozinhado.
Cada pacote costuma custar 1,80 libras e agora estavam a vender dois
por duas libras", contou Cláudia Rodrigues.
Mas a situação mudou de um dia para o outro. Ontem, Cláudia
Rodrigues encontrou as prateleiras de arroz quase vazias no Asda. A
justificação foi a de um atraso por parte dos fornecedores. Mas na
cadeia Waitrose aconteceu exactamente o mesmo. Arroz? Muito pouco. E o
preço continua a disparar. "Na semana passada, um quilo de arroz
custava 2,15 libras na Waitrose e agora custa 2,99 libras",
comentou.
Esta semana, o Governo das Filipinas, maior importador mundial de
arroz, solicitou ao Banco Mundial que convença os países
exportadores deste cereal sobre a necessidade de levantarem as restrições
às exportações de arroz, de forma a garantir-se o fornecimento
mundial.
============================================================
OBS: Como os amigos devem ter percebido, nos últimos dias, em todo
mundo, começaram a espocar notícias sobre fome no mundo, sobre falta
de trigo e de arroz, principalmente em vista desta polêmica em torno
dos combustíveis de fonte renovável, falo especificamente do
alcool.
No fundo a possibilidade de o Brasil ser dono de dois recursos -
petróleo e alcool - em quantidades capazes de suprir o mundo, faz as
nações ricas despejar seu ódio através da mídia, elas que durante
séculos têem sugado o sangue das nações e se requintado com a miséria
dos povos. Tudo isso são gritos ganiçantes da besta hedionda, que
visa dominar o mundo e seus recursos.
De fato, o comércio mundilal funciona como aquela fábula da
gralha, que denunciou o papagaio à comunidade dos bichos, porque este era
muito jeitoso em extrair os pinhões da pinha. Seu objetivo,
claro, não era o proveito coletivo mas sim afastar os seus
concorrentes.
Assim fazem as nações ricas: denunciam de dumping o Brasil e outras
nações que podem produzir alimentos em quantidades incríveis e
baratos, embora saibam que não existe aqui protecionismo
governamental. De fato, aqui, quando o governo se mete na agricultura,
é exatamente para estragar tudo.
Outra coisa que os países ricos fazem é inventar qualquer pretexto,
tipo a febre aftosa, ou qualquer doença do gado, ou ainda invocar
algum tipo de certificado de "produção verde", para
boicotar a importação de alimento e prejudicar as nações que
exporam comida barata. Tudo isso é pura sacanagem. Se o
"selo verde" fosse necessário, como teria vivido a
humanidade antes dele?
E como já apontei aqui, eu não duvido que sejam eles mesmos a
inocular a doença em nosso gado, pois seus laboratórios estão
cheios destes virus mortais. E eles não têm pudores em usar destes
meios, se isso servir aos seus interesses, ou os contraditar. E são
sempre os pobres que acabam pagando toda esta conta, porque os donos
do dinheiro e da ONU, usam de seu poder de barganha e de veto para
barrar tudo aquilo que prejudica seus interesses. Ademais, no comércio
internacional não existem amigos, apenas interesses, e vence sempre o
mais forte.
Por isso, cuidado! Em primeiro lugar, devemos ter atenção com
tais notícias, porque a besta, que controla os meios de comunicação,
com certeza não está preocupada com a fome da humanidade e sim em como
achar mais uma forma de LUCRAR, em cima de uma humanidade espavorida.
Uma explosão nos preços dos alimentos seria uma forma de lucrar mais
bilhões, o resto não lhes interessa. Eles, de fato, querem que
morram os pobres. Querem simular situações de pânico, e tudo isso
tem sentido de domínio, de exploração e de opressão.
Vejam: os países ricos estão sentados sobre bilhões de toneladas de
alimentos e grãos. ÀS custaS do sangue dos países pobres, seus
depósitos estão fornidos, e como insanamente sugam tudo o que
podem a preços aviltantes, podem, por outro lado, subsidiar sua produção
agrícola interna, pois não cedem nem um só milímetro na direção
dos miseráveis. NÃO EXISTE, por hora, motivo de pânico! Tudo é
apenas especulação destes ordinários!
Ora, subindo o preço dos alimentos, aumentam efetivamente os seus
lucros. Mais ainda, isto adiante serve de argumento aos filhos de
satanás, para colocarem a marca da besta nas pessoas, em troca de
comida. Tudo pode ser, pois, ainda uma forma de exploração, embora
que, adiante, teremos efetivamente um grande fome na terra. Advirto:
por hora, ainda é mais exploração da mídia que efetiva falta de
alimentos. Existem apenas interesses financeiros por tráz disso
tudo!
Lembro a todos que Deus é o Senhor de todas as situações, e assim,
podem ter toda certeza, de que em breve a besta perderá seu poder de
barganha em relação aos alimentos, porque o próprio Senhor irá
colocar um verme, uma bactéria incontrolável em seus depósitos de
comida, que ficarão a zero em poucos dias ou horas. Isso é apenas
questão de tempo! Ela - a besta - também é terra, é pó, e
tem pés de barrto, conforme veremos adiante.
Eles não perdem por esperar, pois nossos olhos ainda verão estes
filhos das trevas, que se deliciam agora em lucrar com a fome dos
miseráveis, a catar comida nas lixeiras, a disputar com cães e urubús
alguma forma podre de alimento, que lhes sacie os
"nobres" estômagos, e lhes "delicie" os
requintados paladares. Podem crer, alguns dos homens que promovem
hoje este escândalo, acabarão por morrer de fome, catando restos em
cima de monturos de lixo.
Estudos mostram que, se tivesse todos os recursos e uma produção
de alimentos bem equacinada, apenas o Brasil tem terras suficientes
para produzir comida para todos os habitantes do planeta. Mas de
que adianta fazermos os produtores de arroz de Goiás aumentarem suas
plantações se depois perdem toda a colheira porque não encontram
venda para o produto?
E mais, enquanto dizem que falta arroz no mercado, querem expulsar os
produtores de arroz de Roraima, dando a terra aos índios, que nada
produzem, apenas mais fome. Aqui em nosso pequeno município, 30 anos
atrás produzíamos mais de 70 mil sacos de feijão por ano, hoje não
chega a 1% disso. Porque não adianta plantar, os preços são vís e
não compensam. Além do que os impostos fazem exacerbar os preços,
pois tudo sai barato da fonte, mas chega escorchante no consumidor.
Neste sentido o próprio governo - irresponsável - é
responsável pela fome do povo. Por qual motivo o leite, o feijão, o
trigo, a carne e os gêneros de primeira necessidade precisam ser
taxados pesadamente, se isso vem em detrimento dos que produzem e dos
que assim não podem comer? Que taxem pesadamente a cerveja, os
produtos supérfluos, os automóveis e eletrodomésticos, mas
retirem dos gêneros de cosumo básico e indispensável, qualquer
tipo de imposto.
Existe, então, uma completa insanidade por trás da produção
mundial de comida. Todas as nações querem apenas LUCRAR, sem ceder
um milímetro. Então temos a Argentina que produz trigo excelente,
que poderia trocar por arroz do Brasil, mas isso não se faz por
absoluta ganância. A Europa produz certos alimentos a um custo tres
vezes mais caro que nós aqui, entretanto boicota nossos produtos, mas
quer vender suas máquinas a preços escorchantes.
Por que não deixar toda esta insânia de lado, e partir para uma solução
global que acabe com os subsídios e dê condições aos países
produtores de alimentos de produzir ainda mais barato? Isso ninguém
quer!
E quero dizer o seguinte: Já mostramos que em breve Deus irá julgar
as nações! E o mais duro julgamento cairá exatamente sobre as
nações mais ricas, porque elas têm pés de barro, como aquele ídolo
do sonho de Nabucodonosor (Dn 2) que embora fosse formado de ferro e
outro, ruiu facilmente porque tinha pés de barro.
Ora, isso se aplica facilmente, também aos nossos dias. O
homem é terra, é pó, e não pode viver sem ela! Sem os recursos que
a terra produz, não adiantam de nada as riquezas dela extraídas, que
não alimentam: ouro, prata, diamantes, petróleo, ferro, carvão e
outros minerais, de nada adiantam quando não se têm da terra o
produto que alimenta, e que sustenta a vida.
Neste sentido, eis o que está profetizado em Ezequiel 7, 10
Eis o dia! Ei-lo que chega. Tua vez chegou. A vara
floriu o orgulho produziu seus frutos! 11
a violência levantou-se com um cetro de impiedade... 12
Chegou o tempo o dia se aproxima! Que não se alegre o comprador, que
não se aflija o vendedor, pois a cólera vai pesar sobre toda a
multidão. 13 O vendedor não
recuperará o que houver vendido, mesmo que esteja vivo, porque a visão
contra toda a multidão não será revogada, e ninguém terá força
de proteger a si mesmo, devido a seu pecado.
Ou seja: Não haverá o que comprar, nem o que vender! Chegaremos ao
tempo em que os homens até terão dinheiro, créditos - nada mais que
vento - e ouro para adquirir comida, porque já produziram isso em
excesso, mas não haverá aliemnto disponível, e isso por regiões
e países inteiros.
Por isso Ezequiel continua: 14
Soa a trombeta; está tudo pronto; mas ninguém marcha para o combate,
porque o meu furor se desencadeia sobre toda a multidão. 15
Fora, a espada; dentro, a peste e a fome. Quem
estiver no campo perecerá pela espada; o que se encontrar na cidade será
devorado pela peste e pela fome. 16
Se alguns chegarem a se refugiar nas montanhas, gemerão como as
pombas dos vales, cada qual por causa do seu pecado.
Naquele dia: 17 Todas as mãos
cairão (desalentadas), todos os joelhos tremerão. 18
Revestir-se-ão de saco e tremerão como varas verdes! A vergonha
transparecerá em todos os rostos e todas as cabeças serão raspadas.
19 Deitarão o dinheiro às
ruas, seu ouro será como imundície; sua prata e seu ouro não
poderão salvá-los no dia da cólera do Senhor. Não saberão eles
nem comer à vontade nem encher o ventre, porque é lá que os farei
cair no pecado. 20 Punham seu
orgulho na beleza das suas jóias; fabricavam seus ídolos abomináveis;
por isso farei deles objetos de repugnância.
Ou seja, basta que Deus permita uma seca brutal em todo o planeta,
basta que Ele permita ao homem criar inumeráveis bactérias
assassinas, que passem a comer e a frustrar todas as colheitas,
para que se quebre imediatamente os pés do ídolo - o deus dinheiro -
que o homem moderno erigiu para si. Seu pé é de barro. Sua riqueza
é vento! O poder de seus exércitos será exaurido e
extinto pela fome dos seus combatentes.
Pois com certeza, virá o dia, e não está longe, em que os tubérculos
apodrecerão no solo estando a planta ainda viva, e as semente
secarão nos cachos, estando elas ainda de pé. O que restar os
animais comerão, porque toda a natureza irá entrar em colapso. A
terra passará a negar seu fruto, porque os homens resolveram negar ao
Deus que a faz produzir. Culpa do homem!
Então, eles que experimentem na pele, o que significa a rebeldia. E
se bilhões de pessoas - este é o número: bilhões - morrerem de
fome e de sede, não se surpreendam: foi o homem quem plantou
isso! E Deus permitiu que seu orgulho florescesse! E sem dúvida, que
produzissem frutos de iniquidade!
De qualquer forma, a grande fome no mundo virá, e não demora, mas
somente depois da guerra e da queda do astro,
que inviabilizará a maioria das colheitas. Mas que os filhos de Deus
não fiquem preocupados: basta que se mantenham em torno da
EUCARISTIA, e jamais passarão fome!
Ou Jesus teria mentido quando disse em João 6, 35 Jesus
replicou: Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá
fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede...
48 Eu sou o pão da vida. 49
Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram. 50
Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que
dele comer. 51 Eu sou o pão vivo
que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão,
que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.
Portanto, sem medo, filhos e filhas do Deus Todo Poderoso! Não olhem
para o futuro com olhos de terror, porque este é destinado aos
rebeldes, aos insanos, a todos os que erigiram seu ídolo infernal e
nele habitam. Seus pés são de barro, são de terra, e tudo aquilo
que não estiver ligado no Criador, será derrubado, calcado,
esmagado, queimado, purificado e sepultado nos oceanos.
Quanto aos que não se alimentam da Eucaristia, dignamente, estes
morrerão de fome e de sede! Eles que se fiavam em seu dinheiro, em
seu poderio militar, na força de suas leis opressivas, e na ousadia
de suas torres desafiadoras, hão de comer o pó da terra, até que se
lembrem que são pó, e a ele deverão retornar.
Fiquemos em oração, e Deus conduzirá tudo conforme a sua vontade! E
rezemos pelos incrédulos, que duvidam de todas estas coisas. Quando
vier a crise, será como disse Ezequiel! eles gemerão como pombas nos
vales!
Aarão.
Fonte:
Recados do Aarão

|