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31/10/2008
O inferno ruge
Neste
momento, entre um trabalho e outro, de repente me senti muito triste,
e não sabia o que fazer. Parecia a antecipação de algo grave, sério,
terrível que viria e veio. No instante que seguiu recebi de uma
leitora um seqüencia de fotos de fetos abortados, entre postas de
sangue, ou rostinhos enegrecidos pela queima química. Não há
palavras, nem dialetos, nem idiomas capazes de definir num só termo,
aquilo que ali está. Caem nossas mãos como desfalecidas, um tremor
invade o corpo... Nem se consegue chorar! Nem gritar! Como aqueles
pequeninos também não conseguiram. Quem sabe se gritassem seriam
ouvidos?
Pensei então em colocar no site as fotos, mas de que adiantaria?
Somente as iriam ver os nossos queridos leitores, que 100% abominam
tais atos. Isso só os deixaria tristes e acabrunhados como fiquei,
pelo simples fato de que não se pode fazer nada. Fica-se ali
imobilizado, como que petrificado vendo aquele horror. E surgem na
mente pensamentos até de vingança, pois se tivéssemos naquela hora,
em nossa frente, um médico, uma parteira, uma enfermeira, ou uma
mulher capazes de fazer aquela monstruosidade sem ter remorso,
qualquer um seria capaz de metralhá-los. O crime seria mil vezes
menos brutal! Mas seria vingança, seria fazer justiça com as próprias
mãos. E isso é para Deus!
Na semana que passou, um amigo me enviou uma reportagem dando conta de
que certo sacerdote estava celebrando uma Santa Missa pela “alma”,
de uma destas “católicas” – na verdade diabólicas – pelo
direito de decidir, recentemente falecida. E na homilia exaltava
as qualidades de “batalhadora”, “idealista”, da referida
senhora. Imediatamente enviei este nome para deixar em oração e a
mensagem resposta foi fulminante: X... está no
inferno! Quem fizer mal a um dos pequeninos..."! Amém?
São Miguel.
De fato, tal sacerdote celebrava por ela a “Missa da Ressurreição”,
e certamente tal mulher um dia ressuscitará dos mortos, mas naquele
dia Jesus dirá a ela e a todas as que agem igualmente: Retira-te
de mim, maldita! Vá para o fogo eterno destinado ao demônio e aos
seus anjos (Mt 25, 41). Porque na terra ela lutou lado a lado com
os anjos caídos, com os assassinos do báratro nefando, e mais do que
todas cultuou a Lúcifer o príncipe negro, o chefe dos anjos podres,
eis que este pediu e recebeu de Deus sim, o pedido Dele o poder
abortar, como forma de adquirir poder. Poder de morte! Poder de horror
e de sangue inocente! Poder de ódio brutal! E de fato o aborto lhe dá
poder sim, a ele, sobre as almas abortistas, sobre os demônios vivos
que arrumam todo tipo de mentira para justificar este crime inaudito,
de lesa-deus.
Por causa disto e destes o inferno já ruge e já
se assanha, pois quanto mais abortos eles conseguem, mais poder
adquirem sobre as almas. Na recente entrevista de doutora Glória Pólo
na Canção Nova, ela afirmou com todas as letras que o aborto, numa
casa, numa vila, numa cidade, em primeiro lugar atinge as almas
sacerdotais. Esta é uma arma do diabo para cegá-los! E é por
isso que eles não mais compreendem o desastre em que está metida a
Igreja. É como uma fuligem, uma fumaça pestilenta e contaminada, que
enevoa estas almas, e fragiliza a todos, aos poucos, de modo que seu
influxo maléfico devagar tende a matar todas as almas. Pois, matando
os pastores, morre o rebanho!
Então as pessoas não conseguem mais reagir. Não conseguem mais se
defender dos ataques do mal, e tendem a achar que nada disso é com
eles. E disso se aproveita a mídia satânica! E disso se aproveitam
os grupos de aliados de Lúcifer, para mentirem dizendo que feto não
é vida, como se fosse possível a uma criatura humana chegar à vida
plena, sem antes passar pelo estágio iniciante de feto. Ou seja: o
pequenino não tem nenhuma chance, não tem como se defender, nem tem
como gritar, porque seu grito é abafado nas profundezas do útero
materno, que deixa de ser um ninho de bênçãos, para se tornar num
covil de feras. Mas acreditem, sufocado no ventre seu grito troa ao
infinito!
Falei em feras? Quais feras? Demônios vivos! São eles que tomam o
espaço deixado pelo pequenino ser criado pela bênção divina, espaço
que passa a ser refúgio do mal, porque maldito. Aquela mulher jamais
terá sossego, hoje a ciência já provou isso. O vínculo que une uma
mãe ao seu filho no ventre, não fica apenas no cordão umbilical,
mas está amarrado na sua alma. Está impregnado no seu ser, porque a
vida da mãe gestante não pertence mais a ela, e sim o pequenino
tirano. Ele que determina então seu ciclo de vida e como um reizinho,
ele dita o comportamento da mãe.
Sim, maldito o útero que decide livremente matar seu
pequenino morador. Nunca existiu e jamais existirá um só motivo
aceito por Deus para a prática do aborto. Nem no caso de estupro. Nem
no caso de deficiência congênita. Nem no caso de risco de vida da mãe.
Assim, maldito o médico de satanás que empunha o estilete e fere!
Maldita a mão que espeta e mata, que maneja o fórceps e que despedaça,
rasga e arranca bracinhos e pernas! Maldita, mil vezes maldita a mão
que retira os pedaços e os joga na cesta de lixo. Antes ela mesma
fosse cortada e atirada fora. Mais valeria entrar no céu sem mão do
que chegar ao inferno com ela manchada de sangue inocente. Jesus
ensinou assim! Enfim, maldita a podre consciência, que se deixou
sufocar até este abismo, de quem age sem remorsos.
Malditos, mil vezes malditos, os ouvidos surdos que já não ouvem os
gritos dos pequenos indefesos, que, entretanto troam e ribombam ao
infinito. Malditos, mil vezes malditos os corações pétreos que já
não se comovem diante de tamanha atrocidade. Mortos vivos, defuntos
ambulantes, almas caídas! Títeres de Satã! Repugnam até aos demônios!
Malditos, mil vezes malditos os espaços destinados a este crime, nada
mais que câmaras de tortura, piores mil vezes que outras Auschwitz,
Treblinka, nada mais que covis de assassinos. Malditos, mil vezes
malditos os instrumentos que servem para este fim hediondo, mil vezes
malditos todos os que deliberadamente defendem esta que é a suprema
de todas as abominações. E isso serve para os que querem tornar
esta prática legal.
Não, não, não sou eu quem pronuncia este veredicto – malditos
– palavra forte, terrível, que soa como trovão destinado aos réprobos,
pois parte da boca de Jesus e se encaixam exatamente no libelo acusatório
que todos estes ouvirão no dia do juízo final. Ide
malditos para o fogo eterno! Ide, vos todos que praticais este
crime bárbaro e dele não vos arrependeis! Ide fazer eternamente
companhia aos anjos caídos de quem aceitastes as instruções, que
feto não é vida, que não tem direitos civis e, portanto não é
pessoa, e que fizeste da mentira hedionda uma verdade cruel, do crime
repugnante um caminho de luta. Luta por crimes tantas vezes legais, em
países nefandos, destinados eles também a negritude do abismo! Cada
nação do aborto será julgada mais severamente que as outras. Não
existe sangue mais pesado que o dos inocentes.
Ide malditos! Esta voz troa e ribomba aos meus ouvidos,
e me faz tremer porque é como se eu a ouvisse do Juiz eterno. Ouço-a
como se ouvisse por eles. Sinto o que sentirão eles! Milhões de
vezes eu grito, Senhor, eu não quereria jamais ouvir este veredicto.
Ai de quem o escutar! Se eu paro agora por um instante que seja e
medito em tamanha atrocidade, se não consigo ouvir o grito de
centenas destes pequeninos que estão sendo mortos neste instante em
que escrevo com certeza me é dado ouvir do inferno. Rumor confuso de
milhões de berros cavernosos, lancinantes. Eis o destino dos réprobos,
parte deles são estes que aceitam de satã a idéia de que feto
não é vida. Porque eles mesmos já não são vida, morreram em não
sabem, fedem na alma e não percebem, e repugnam e enojam até mesmo
aos caídos, cuja origem angelical não deixa baixar tão fundo. O
homem ultrapassou o demônio em crueldade, em maldade, em ódio contra
Deus da Vida.
Sim, ouço o alarido pavoroso, o som aterrador de gargantas profundas,
partindo daqueles que já se foram e que mataram crianças em vida –
porque não eram vida – tudo sob a batuta de Lúcifer o negro senhor
da morte. Falo do aborto consciente, provocado, desejado, urdido,
tramado em especial se praticado como fonte de lucro. Nem uma só
centelha daqueles bens que foram comprados com o dinheiro originado
deste sangue inocentíssimo, restará sobre as terras do planeta. Nem
um só átomo restará das casas legislativas do mundo que aprovaram
as leis do aborto, e se destas não restará nada, elas que são pó,
que restará das nações que assim urdiram? Dos homens que isso
tramaram?
Não, não, não se trata de uma acusação pessoal a ninguém, antes
meu coração freme de quase desespero por saber, sentir, ver o que
acontecerá com todos aqueles abortistas que, impenitentes,
não arrependidos deixarem esta vida. Porque uma mulher a quem foi
dado o mais sublime e perfeito de todos os dons – o da maternidade e
da geração da vida – se ela não se comover – mesmo sendo
abortista declarada e militante – diante daquela rude seqüencia de
fotos sangrentas que acabei de ver, é somente porque seu coração se
tornou em pedra, sua alma numa esterqueira repugnante. Sua vida
é já aqui um mar de lama. E será mar de esgoto por toda a
eternidade! Hoje nos esgotos da terra os fetos, amanhã os abortistas
inteiros na fossa do abismo. O próprio inferno os aceita
apenas por obrigação! Pois se pudesse os vomitaria!
De fato, Deus não tem escolha, ele é Justo Juiz. Ele julga de acordo
com a lei, e a Lei maior diz: não matar!
Não matar a vida humana, vida que começa desde a concepção e vai
até a morte natural, no momento em que o Autor Único dela, assim
dispuser. Uma vida é inteira e não pode começar pela metade, ou
numa hipotética 16ª semana. O milagre da vida é completo e não
comporta meios termos. Todo aquele que hoje defende o aborto, um dia
foi fundido no ventre de uma mãe, e começou a pulsar, já sendo
inteiro, definido, e a cada minuto, para o Criador é já pronto
e acabado. Quem interrompe voluntariamente este processo, seja em que
estágio for, assassina o todo, mata o todo inteiro, pois não existe
hipótese de um começo pelo meio, menos ainda pelo fim.
Ide malditos, para o fogo eterno! Para a Geena
aterradora, para centro universal de todos os gritos de dor! Para a câmara
eterna de todos os tormentos! Ide a beber o sangue das crianças que
mataste misturado com ferro derretido. Ide a beber fogo em brasas, a
ouvir ossos de crianças estalando, a ouvir carnes de pequeninos se
rompendo, ide a ouvir para todo sempre o troar dos gritos de
inocentes. Ó Deus, estes gritos troam já diante do eterno e tinem e
retinem, como um diapasão de horrores. Gritos que crescem, que troam,
que se avolumam dia, até arrombar os tímpanos. É isso que eles
escutarão! Eternamente! Enquanto isso uivam os demônios em frenesi,
porque recebem poder deste sangue!
O Juiz vem, e não tarda, se tardar não falha! Seu veredicto é
eterno e imutável, tal como é imutável e eterna a Lei maior a
respeito da vida humana: A Vida a Deus pertence!
Nem mesmo o inferno inteiro tem poder sobre ela, nunca foi permitido
ao demônio esganar uma criança. Sinal de que são piores que demônios
os que fazem isso com prazer, sem um mínimo de pesar ou sem profundíssimo
tormento de consciência. Estes já são trevas em vida, são os anjos
da morte, anjos negros piores que os caídos, e mais insensíveis que
os demônios mais odiosos. De fato, nem mesmo o satanás imaginava que
os homens o pudessem suplantar em termos de maldade. No aborto voluntário
está uma prova! Está a maior das provas! Querem ver o nariz de um
demônio, olhem para um abortista!
Já falei aqui e repito os que lutam a favor do aborto, do
homossexualismo, da perversão sexual e todos os que lucram com estes
pecados serão queimados. E muitos queimados vivos! Sim, caso eles não
se arrependam profundamente! Porque sempre existe a chance de salvação,
enquanto vivos podem decidir. E abominar seus crimes, sua cadeia de
morte. E é por eles que pedimos orações, muitas orações, para que
acordem em tempo e tenham a graça da contrição final. Felizmente a
maioria acaba entendendo, e mesmo sem merecer se salva, por causa do
amor que Deus tem por aqueles que suplicam pelas almas. Pelos vivos
que vivem estes descaminhos.
Não gosto de relatar meus sonhos, mas quando são instrutivos e têm
resposta, penso que devem ser colocados. Eu andava a esmo por uma
cidade que parecia ser conhecida e num dado momento as pessoas me
chamaram para ver algo que aconteci. Era uma loja de sex-shop que
ficava no térreo de um prédio. A loja estava fechada, mas por visão
de raio X eu vi que nas paredes da loja e numa dezena de lugares, também
no chão, estavam projetados centenas de retângulos de luz, que
traziam uma mensagem de advertência escrita dentro, mas não as
conseguia ler. Sei que eram avisos de Deus para os que trabalhavam
ali. Vi, porém, que no fundo da loja, os donos continuavam vendendo e
atendendo, e construindo certos objetos satânicos de prazer, a
despeito de tudo, sem levarem em conta os avisos estampados na parede.
Eram palavras de advertência e também ameaçadoras. Eles sabiam, com
absoluta certeza, que estavam errados.
Então as pessoas ao meu lado comentavam: se eu fosse dono
desta loja eu a fechava e queimava tudo! Outro dizia:
se eu fosse empregado desta loja, pedia logo a conta e ia embora...
Nisso um sentimento me disse que tais lojas iriam pegar fogo – disse
10 delas – e pude ver no chão todos aqueles objetos carbonizados.
Era como se as pessoas quem me falavam estivessem avisando aos donos e
empregados daquelas prostituições: larguem de seus delitos,
parem com vossas abomináveis criações!
Então pensei: mas vai queimar todos os prédios! Porém um sentimento
me disse que não, que somente aquele espaço queimaria. Depois subi
até o 5º andar daquele prédio e olhando para baixo, vi escrito na
parede do prédio vizinho, em letras garrafais, o nome de uma mulher,
brasileira, que luta pela causa do aborto e abertamente. Senti que
esta alma corre tremendo risco de perda eterna. (Acho que muitos
discernirão este nome, mas aqui mantenho segredo!) E imediatamente o
mesmo sentimento me disse que também as clínicas de
aborto iriam pegar fogo, um fogo tão quente que chegará a fundir
os bisturis e objetos hediondos desta prática... Queimarão junto,
donos e funcionários!
Impressionado com tudo isso, coloquei este sonho em oração e eis a
resposta da nossa Mãezinha: Sim, Filhinho Arnaldo! TODOS
os que pecam ou patrocinam os pecados do sexto mandamento, serão
queimados! Todos os que vivem isso, empregados ou patrões,
sabem do erro que cometem, e mesmo assim cultuam esta abominação!
Neste "aviso" só serão atingidos os envolvidos com os
erros. Amém?
A mensagem diz que isso virá como um aviso e a todos eles. No sonho
vi que o número de casas iguais atingidas era de 10, mas entendi que
serve apenas para indicar não somente uma; o que poderia ser
considerado acaso. De fato, se apenas uma casa destas ardesse em
chamas diria a mídia de satã que foi acaso. Mas serão muitas destas
casas a queimar. Casas de aborto, antros de prostituição, infernos
de sexo homossexual, bocas abissais de artigos de sex-shop, e
outras imundas podridões que pegarão fogo, por combustão espontânea,
de forma inexplicável. Vem isso adiante e como aviso! E vi que
algumas pessoas que ali trabalham pegarão fogo junto, sem terem tempo
de escapar. Vi-os como tições vivos, em suas roupas brancas! Médicos
e enfermeiras abortistas!
Claro que isso virá não como castigo em si, mas como
aviso a muitos. Aviso para os que se querem salvar. Salvar suas
pobres almas da eterna escuridão, do fogo infinito. Isso acontecerá
para que as pessoas envolvidas nesta senda de crimes e pecados tão
hediondos possam meditar e mudar seus conceitos. Rapidamente,
imediatamente, porque o Juiz vem, e sua espada é flamejante! Vem para
a Justiça! Que mudem seu modo de vida e de atuação, arrependendo-se
profundamente de seus atos. Temo, porém, que muitos já estejam tão
enfeitiçados, com a alma tão podre, tão caída, tão degenerada,
que mesmo com estes avisos, tão claros, não irão se arrepender.
E vejam: não terão desculpas nem os donos de tais antros de horror,
nem os que lá trabalham. Nem serve alegar que tiram dali o sustento
da família, dos seus filhos. Quem sustenta sua família a custa do
sangue inocente é mais que um vampiro, mesmo que pareça inocente, ou
se escude atrás do título de uma mãe ou pai de família. Nossa Mãezinha
diz que eles todos sabem muito bem que isso está errado, mas
deliberadamente seguem, continuam lucrando com a morte dos inocentes.
Vivem, portanto, do comércio do sangue infante. Bebem-no! De fato,
sabemos que certas enfermeiras que trabalham em clínicas de aborto têm
verdadeiro horror do que fazem. Mas continuam pelo salário! Pelo vil
metal! Culpa igual! Culpa dupla, porque além do mais, não denunciam
os praticantes!
Eu sei que minhas palavras são duras, pesadas, doloridas e podem
ferir ouvidos menos atentos ao sentido profundo que elas carregam. Sei
que muitos poderão criticar esta verve tão veemente, pois certa vez
a Mãezinha me disse que minha “pena” atinge muita gente. Mas
jamais – digo isso por tudo aquilo que acredito de mais sagrado –
tenho em mente atingir as pessoas que praticam tais
atos nefandos, e sim meu desejo único é alertar suas
almas para o tremendo risco que correm. Risco de perda eterna! Um
segundo de inferno parece uma eternidade, um minuto ultrapassa o
infinito. Acima disso nenhuma criatura compreende. Mas este é o
destino dos abortistas não arrependidos.
E agora eu pergunto a cada um que me acompanhou até aqui: se você
fosse Deus, como julgaria tais criaturas? Certamente nós todos os
colocaríamos inapelavelmente no inferno. Mas você que acompanhou as
mensagens da semana passada, percebeu que num certo dia, em todo
mundo, apenas 2 almas foram para o inferno. E almas da cidade de São
Paulo, no Brasil. E você pergunta: em todo mundo não morreu um médico
abortista, uma parteira, uma enfermeira que praticava abortos? Em todo
mundo não morreu um defensor intransigente da causa gay, um
homossexual depravado e ativo?
Claro que morreu! Entretanto, cada aborto está filmado no Céu. Está
no Livro da Vida de cada um – Glória Pólo viu isso – e está lá
apenas aguardando a hora da justiça. Sabe o que acontece então? A
imensa maioria dos médicos, enfermeiras, parteiras, abortistas,
deputados que pugnam por esta causa, presidentes que assinam os
decretos de mortes dos inocentes, treme nas pernas diante do Juiz.
Porque lhe é dado ver o filme. Eles vêem mais claramente e mais
nitidamente do que eu aquela seqüência de fotos, e assim de todos os
abortos praticados, na mais tremenda e aterradora das realidades.
Ninguém escapa de ver, de ouvir, e de SENTIR na própria alma, as
mesmas dores dos inocentes. O Juiz é Justo! E de fato, cada um a si
mesmo se julga e se condena! Basta mirarem-se nos olhos de Juiz, e
eles logo percebem sua alma de celerado.
Que acontece então? A imensa maioria cai de joelhos e implora a
divina misericórdia. Chora até o mais profundo de sua alma, como se
arrancasse os cabelos de desespero. Mas como Deus permite isso se eles
não merecem? Se seu castigo deveria ser o fogo eterno, como Ele os
perdoa? Aí entra o abismo infinito, da misericórdia infinita. Aí
entra Deus bondade que ACEITA em troca do sangue daquelas pequenas vítimas,
as dores expiatórias, os sacrifícios inauditos, as orações sem fim
daqueles que entendem a profundidade deste crime, e sofrem na carne a
paga da maioria daquelas contas. Não são eles que merecem a graça
da contrição final e da salvação, mas recebem esta graça, devido
apenas ao sofrimento de milhares de almas vítimas. São elas que,
como pequenos abortos sofrem na carne as mesmas dores. São estas
almas expiadoras que pagam as contas deles. São as orações de
milhares de justos que operam esta graça de salvação maravilhosa.
Mas surge um pergunta: como então uma mulher como esta acima se
perde? Porque se trata de uma verdadeira fera, vestida em pele de
cordeiro. Dizem-na batalhadora, mas pelo demônio! Dizem-na idealista,
mas pela implantação do reino de Lúcifer! Direito de ser novo
Hitler! Direito de ser outro Joseph Menghele. Dizem-na defensora
dos “direitos reprodutivos da mulher”, mas direito e matar
inocentes. Mostra uma face de cordeiro, parece ser gente, mas é
mulher loba, mais que loba é um demônio vivo! É obstinada no mal!
Aferrada até infinito em seu falso conceito! Faz-se juíza! Faz-se
Pilatos! Cospe e escarra na face de Deus.
Mais que isso: Faz-se acima de Deus, e julga e condena, e executa com
sua crueldade nefanda, com sua defesa intransigente da morte, com
sua aterradora ferocidade o mais infame e iníquo de todos os
julgamentos: matem os bebês, antes de nascerem! Sufoquem estes
rebotalhos nos ventres! Saciem-se de seu sangue! Façam sabonetes
deles! Eles são, afinal, apenas um monte de carne sem vida. Mas
lembrem-se de que Herodes também fez igual! E teve fim igual ao
desta senhora e de outras e outros tantos doutores horrores!
De fato há também gente que aplaude as abortistas pelo
direito de decidir. Mas também 22
O povo aplaudia Herodes: É a voz de um deus, e não de um homem! 23
No mesmo instante, o anjo do Senhor o feriu, por ele não haver dado
honra a Deus. E, roído de vermes, expirou. Esta
gente brinca e faz pouco caso da Justiça Divina, porque Deus não a
executa no ato, e busca dar tempo ao pecador para que se converta e
viva. Pois se O fizesse, se decidisse punir no ato este crime brutal,
imediatamente cada praticante intencional do aborto receberia o mesmo
castigo ou pior castigo até do que o de Herodes, a quem Deus deu
muito tempo de conversão. Mas ele foi menos cruel do que os carrascos
atuais, pois pelo menos não matou crianças ainda no ventre!
Sim, a misericórdia infinita de Deus consegue mil artifícios para
converter a imensa maioria destes monstros cruéis. Entretanto se esta
mesma misericórdia ficasse apenas no perdão, nenhum médico,
parteira ou enfermeira abortista poderia ser feliz eternamente, mesmo
depois de perdoado por Deus. Ele viveria mergulhado em remorso eterno,
com toda certeza aquilo que viverão os impenitentes. Remorso que corrói
sem destruir. Remorso que troa e ribomba sem arrebentar o cérebro.
Remorso que nunca acaba, porque a visão jamais se conseguirá desviar
dos antigos crimes. Eles desfilarão eternamente diante dos olhos
destes perversos, mais que fogo, mais que brasas a mil graus, sempre
queimando, mas sem matar. Esmagando sem destruir! Torturando sem
definhar! Verme que não morre! Tormento que não tem fim!
De fato, se o Senhor, depois de perdoar estes assassinos, também não
apagasse da mente deles este crime, se não tirasse de seus olhos o
estertor dos pequenos tentando escapar do ferro, do ácido, da pua, da
tesoura, do fórceps, eles jamais poderiam ser felizes, mesmo no Céu.
Entra aqui então a bondade infinita do Pai, que não somente perdoa a
quem humildemente aceita a culpa e a expia, como também apaga da
mente da pobre criatura as marcas de seu delito horrendo. Somente
assim tal pessoa poderá ser feliz. Aliás, de todos nós a culpa dos
pecados graves será apagada. Ficará apenas o bem praticado. E não
será um bem, rezar, e rezar, e rezar para que os que praticam o
aborto se convertam?
Quanto aos réprobos, aos que não pedem perdão, nem aceitam os
apelos da misericórdia, a estes resta beber sangue em brasa para todo
sempre. O amor de Deus é infinito, e é, pois crime infinito rejeitar
este mesmo amor! Desprezar até o fim a misericórdia divina é um
pecado gravíssimo contra o Espírito Santo, e se persistir até na
hora do Juízo, mata a alma, inapelavelmente. Fruto do livre arbítrio,
do desejo irreversível pelo mal, nem Deus pode mudar o coração de
quem quer livremente se atirar no inferno. Judas, Pilatos, Hitler,
Nero, Sadam, Lênin, Pol Pot, Menghele... e mulher X do exemplo acima,
fizeram isso, quiseram isso, e por livre vontade estão mortos para
sempre.
Enfim, não perguntemos jamais se estas pessoas merecem ou não a
salvação eterna. Uma alma – e cada uma delas, a minha a sua –
vale mais do que tudo o que existe no Universo e, portanto tem para
Deus um valor infinito. Lembremos apenas que são filhinhos e
filhinhas do Pai Eterno, e que precisam ser resgatadas. Merecendo ou não,
querendo ou não. Vale a pena lutar, até para ter o imenso prazer de
retirar uma alminha destas das garras de satã, que já se julgava
dono dela. O prêmio de quem faz isso com suas orações será eterno.
E a gratidão de quem for assim resgatado, permanecerá para sempre.
Oração, penitência, confissão, adoração, reparação... Rosário!...
E poucas X se perderão.
Aarão!
Adendo: enquanto eu colocava este
artigo no ar, senti forte em meu coração esta frase: todo útero que
voluntáriamente alija uma pequena vida, recebe em
seu lugar como um pequeno demônio. Ele ficará ali aninhado, atormentando
aquela mulher, perturbando sua saúde, sua vida, e sua consciência,
acusando-a de contínuo, muitas vezes até ao desespero. E assim
irá até o dia em que, depois de arrependida e perdoada,
Deus mesmo apagará da mente dela este vestígio. Só então ela terá
paz. Mas isso dificilmente ocorrerá em vida! Milhares de
mulheres que abortaram por querer, e depois se converteram atestam
isso.
Fonte:
Recados do Aarão

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