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Artigos/Fim
dos Tempos
Artigos
- A Mulher e a Igreja
Dias
atrás escrevi um artigo sobre um grande “cisma” que está
acontecendo com a Igreja Católica, onde foi possível perceber que
estamos na proximidade de um tremendo cataclismo espiritual, e isso em
todas as nações onde a Igreja está presente. Jesus nasceu e veio ao
mundo, para dar sua vida pela nossa salvação. Para dar continuidade
ao Seu projeto, depois de Sua morte na Cruz, ele fundou sua única
Igreja, nos deixou como caminhos de salvação os sete Sacramentos,
com ápice na Sagrada Eucaristia, através da qual Ele prometeu estar
presente conosco, até o fim dos tempos. Sua ordem mais profunda para
nós católicos, certamente foi esta: sejam
um só, como o Pai e Eu, somos um.
Peço para Nossa Senhora que me ajude neste texto espinhoso: a relação
entre a Igreja a mulher... E o homem!
Na
realidade, grande parte da tarefa de manter esta Igreja viva e unida
foi legada para a Grande Mulher, Maria, e para todas as mulheres que a
seguem. A Igreja cresceu e floresceu nos primeiros anos simplesmente
sobre os joelhos de Maria, ela é que em última palavra apoiava e
ajudava a solucionar as primeiras grandes questões da Igreja
nascente. A mulher nunca esteve fora da Igreja, como se pode pensar, e
ao exemplo de Maria Santíssima, jamais esteve fadada a um lugar
subalterno nela, bem ao contrário, Deus lhe confiou um lugar de
destaque, exatamente na catequese. Enquanto a mulher se mantiver
ativa, a Igreja estará viva e salva, porém se rejeitar a proposta de
Deus, e tentar subverter a ordem das disposições divinas, a mulher
colocará em risco a unidade da Santa Igreja, mormente se empreender
uma rebelião coletiva. De fato, nossa Igreja não está mais una,
exatamente por causa da rebelião da mulher. Um germe nocivo do
feminismo satânico está aos poucos atacando a Igreja, e o estrago já
está grande!
Sim,
há mais um fator de divisão no ar! Após Jesus, nos dois milênios
que seguiram, na realidade perfeita, nós jamais cumprimos os desejos
de unidade do Pai. Desde a Igreja nascente, até os nossos dias, o
inimigo de Deus e das nossas almas, este infiltrado em nosso meio,
provocando a heresia, a divisão, a discórdia, a perseguição e a
guerra. Milhares de hereges e heresias foram suscitados no decorrer
dos tempos, e contra elas a parte fiel do rebanho lutou tenazmente, e
venceu sempre, uma após outra, tremendas batalhas. Houve muitos
heresiarcas homens, e também Santas mulheres foram suscitadas por
Deus para combatê-los. Muito sangue regou a terra, sangue santo, milhões
de mártires deram a vida pela Igreja, pela fé, pela doutrina, pela
Eucaristia, e pela unidade, por tudo aquilo que temos de divino e
sagrado, tesouros infinitos. Tesouros de eternidade! A frase de Jesus
para nossa Igreja foi esta:
o inferno jamais prevalecerá contra ela!
Mas e se a heresiarcas forem certas modernas mulheres rebeldes, como
agir?
No
artigo em questão eu levantei uma série de pontos que nos mostram a
divisão, a separação já visível de dois grupos que se digladiam
ferozmente: com Pedro, e contra Pedro! A Santa Igreja do Céu é UNA,
contra a já não santa e falsa igreja do mundo. A Igreja de Jesus,
contra a seita dos homens! Uma mentira gigantesca que quer colocar
para fora a verdade que encontra cada vez menos adeptos. Aquilo que é
imutável e eterno, contra aquilo que é mutante, mas dizem ser
moderno. Eis o satânico modernismo! Os Santos Padres definiram esta
desgraça com a raiz de todos os males que hoje dilaceram a Igreja de
Jesus. Ambos os lados agem dentro dela, cada um deles se dizendo a
verdade, quando são absolutamente antagônicos. A Igreja verdade é
UMA só e deve procurar o Céu como meta – porque nosso reino não
é aqui – mas há uma falsa a corrupta igreja degenerada que procura
o mundo, a igreja do homem. Já não é Jesus o centro, mas o homem e
a mulher, pois são eles quem se divinizam, se priorizam e se adoram.
Que
palavra poderia definir com precisão este estado de coisas: inconformismo,
esta a palavra chave. O homem, diante do progresso da ciência, do
avanço dos conhecimentos, vendo a possibilidade do clone, vendo o
homem pisando em astros distantes, criando imensos e destruidores exércitos
e acumulando riquezas sem fim, passou a colocar em si mesmo a fonte
dos poderes, e com isso acendeu na alma a mesma centelha de Lúcifer
que os anjos maus acenderam um dia: a fogueira da rebeldia, que leva
à desobediência, que produz a divisão e a discórdia. Iluminado
pelas falsas luzes do inimigo, o homem achou que poderia dispensar
Deus, que não precisa mais Dele, porque já tem maturidade, forças e
poderes suficientes para reger seus destinos. O homem – e agora também
a mulher – querem se libertar dos mandamentos de Deus, para erigirem
outra igreja, humana e separada do Criador.
Sim,
o inconformismo! Vejam a humanidade de hoje! Narcisistas ao extremo,
imensas são as levas de povos não se conformam com o que são
pessoalmente e nem com o que possuem. Na área do ter, com a rapidez
furiosa dos meios de produção e a criação de novidades, a disputa
por possuir o aparelho da moda – o top de linha – faz com que milhões
de tolos alucinados gastem o que não possuem, para gozar alguns
minutos da “felicidade” de ter o “melhor”, o mais rápido, o
mais bonito, o mais versátil. E formam-se diariamente montanhas
assombrosas de lixo eletrônico, de sucata, tantas vezes com material
de perfeito uso, apenas não mais da moda, ou do topo da linha. E
assim vai com o automóvel, com a roupa, com o calçado e o vestido,
num desperdício infame, parte de um criminoso processo de disputas
insanas. Quando na rapidez das trocas, há tecnologias novas de minuto
a minuto!
Na
área do ser, os corpos pintados, cheios de tatuagens, enfiados em
milhares de ferros, brincos, colares, e até com mutilações
asquerosas, repugnantes e aterradoras, fazem daqueles que deveriam ser
seres humanos, em nada mais que aberrantes espantalhos em plantações
de alpiste. As mulheres em suas plásticas sem conta, uma atrás da
outra, hora aumentam, ora diminuem os seios, ora aumentam ora diminuem
as nádegas, ora acrescentam ora repuxam as peles do corpo, sempre
eternamente inconformadas com as perfeições sem conta que Deus nelas
colocou, para serem as mais belas representantes da maravilhosa criação
divina. Tudo isso caminha para um desastre aterrador, porque o homem
tem tocado em partes que não lhe competem, e quebrando o ciclo da
perfeição, resta o caos.
Vamos
adiante com a mulher e a Igreja de Cristo. Quero antes de tudo levar
uma palavra de louvor para as santas mulheres deste mundo, heroínas
verdadeiras e joias finas do melhor quilate. Refiro-me às santas
mulheres dos seus lares, às donas de casa, esposas presentes de fato,
mães de família presentes, mães ciosas junto de seus filhos e
presentes, momento a momento, desde o dia da feliz concepção até o
tremendo momento da morte. Mães nos moldes pretendidos por Deus! Mães
geradoras da vida, e formadoras das personalidades. Mães que são o
sustentáculo moral dos lares, e valentes mantenedoras da fé. Mães
que não trocam jamais a missão divina que lhes compete, em troca da
disputa por cargos com os homens, em troca da independência
financeira, da falsa liberdade que o mundo lhes promete, mas mente. Mães
humildes, que não acham de forma alguma degradante a missão de
cuidar das lides domésticas, esposo e filhos porque sabem que dali
mesmo elas cuidam do mundo. E o comandam!
Nós
sabemos que o inimigo odeia de morte todas as mulheres, mas acima de
tudo às Mulheres maiúsculas que apontei acima. Sabemos que ele faz
de tudo para depreciá-las, rebaixá-las e mesmo destruí-las, porque
as considera inferiores, e porque têm em Maria o seu modelo. Ora a
mais perfeita de todas as criaturas jamais criadas por Deus foi uma
Mulher, e Sua obra de perfeição não poderia extinguir-se naquela
que foi feita Mãe de Deus, se não se estendesse a todas as mulheres
da terra. Fantástica aposta de Deus: por
uma mulher entrou o pecado no mundo, por outra Mulher virá o Salvador.
Pode-se dizer que missão mais sublime e mais necessária dentro do
plano de resgate das almas foi confiada à mulher, como discípula de
Maria. Não existe então poder humano, nem homem algum que a poderá
suplantar em perfeição. Nem existe, homem ou demônio que a poderá
destruir! Quem então, dentre os seres criados pode destruir este ser
tão cheio de dons? Somente
ela mesma, por livre decisão!
Por livre arbítrio!
Pois
neste momento eu pergunto, para que cada um possa discernir: qual é
mais terrível, o fato de o mundo rebaixar a mulher, ou o fato de elarebaixar-se
a si mesma?
A culpa é do mundo que comercializa a mulher que é vendida como
produto de consumo, e abundante – portanto depreciado e cada vez com
menos valor – ou é culpa da própria mulher que aceita e gosta
disso? Sim da mulher que se vende pelos atrativos físicos, se
prostitui com seus trajes provocantes, se apresenta como fêmea e não
mais como sustentáculo da moral cristã, e que cada vez mais aceita
justificativas mundanas para mais se expor como mercadoria comum e
barata! É por acaso o demônio o culpado deste desastre? É o homem
que a rebaixa? Infelizmente a resposta é que grande parte das
mulheres aceitou o jogo do diabo, que hoje as odeia, mais ainda e
acima de tudo, porque elas tendo tudo para alçarem o topo,
deixaram-se enganar, reduzindo-se ao mínimo. Em nome de uma falsa
liberdade, que as tornou escravas de três turnos!
Deus
criou o homem e dele tirou a mulher, carne
de sua carne, sangue de seu sangue.
Eva foi tirada de Adão e esta não é uma linguagem figurativa, mas
real, física e proposital. Deus não os criou para ser um superior ao
outro, mas para os dois serem um só, em igualdade de direitos, sim,
resguardados os dons particulares e as condições e físicas de cada
um, ambos perfeitos para o fim maior: crescei
e multiplica-vos e enchei a terra!
O dilema acima, sobre quem é culpado pela deturpação cada vez mais
acintosa dos relacionamentos humanos, jamais foi resolvido. Baseado na
maior força, muitas vezes o homem impôs sua vontade, mesmo estando
errado, submetendo a mulher tantas vezes ao regime de verdadeira
escrava. Ninguém poderá negar isso! E ainda hoje, são milhares as
mulheres que levam vida de semiescravidão, dominadas por brutamontes
insensíveis. Rios de sofrimento surgem destes relacionamentos. Não
foi para isto que Deus as criou. Não se faça Deus culpado da situação
desoladora da mulher de hoje!
Sim,
tudo foi muito mal, durante os milênios. Até que começou a piorar,
de forma cada vez mais violenta. Foi quando surgiu o feminismo, esta
pseudocorrente de libertação da mulher, que as levou a cometer um
sem fim de desatinos. Na realidade, não foi o homem que afrouxou as rédeas
para que elas se “emancipassem”, mas sim, ele apenas soltou a
corda para que elas se enforcassem. Ao pretexto de levar vida
independente o primeiro erro delas foi desejar não ser mais um só
com o homem – tal como Deus havia determinado – mas passarem a
querer ocupar o lugar do homem, ser como o homem, competir com o
homem, ganhar mais do que o homem, vestirem-se como os homens, para
poderem esmagar o homem, ocupar o mesmo espaço, fazer as mesmas
coisas, inclusive as erradas – fumar na rua, beber em público,
sentar de pernas arreganhadas – enfim, dominar sobre eles, tal como,
pelos séculos, elas haviam sido esmagadas por eles. No fundo, há uma
espécie de vingança nestes relacionamentos, onde todos perdem!
Perdem os maridos e perdem os filhos, mas, sobretudo perdem as
mulheres, que em sua ânsia de se libertarem do plano divino, passam
para a escravidão do maligno. E perdem as famílias, e perde a
Igreja!
Temos
aí então, milhões de mulheres liberadas, independentes, e mais do
que isso, ocupando lugares de mando, nos domínios da economia, da política,
do comércio e a indústria, e até na guerra, pilotando tanques e aviões
de combate, portando metralhadoras e fuzis automáticos. E vestindo
calças de homem! Felizes? Acaso elas podem cumprir com eficácia seu
papel e até superar os homens em combate? Quem sabe! Mas vou fazer um
comparativo, que fiz outro dia quando comentávamos sobre este
assunto, que pode não agradar a todas. Numa trincheira, soldados
homens e mulheres, na hora da necessidade fisiológica, o homem abre a
braguilha e faz seu xixi sossegado, E a mulher? Bem você já sabe!
Humilhante? Não! E mais, enquanto o homem pinta a cara de preto para
não ser reconhecido, a mulher tira o espelho para realçar o batom...
E ao lampejo do reflexo pode ser localiza pelo inimigo.
Deus
fez tudo perfeito, cada um no seu lugar, e a mulher não foi feita nem
para a guerra, nem para a economia e política, nem para o governo do
mundo, porque não foi a ela que o Criador deu autoridade e sim o dom
do amor. E é o amor que deve governar. Um não vive sem o outro, a
mulher não pode ser hermafrodita, nem o homem nascer de chocadeira.
Numa roseira, o caule espinhoso é o homem, duro, resistente,
agressivo! A mulher é a flor, perfumosa, delicada, perfeita e sensível.
A mulher é amor, é coração, é ternura, é afeto, é carinho, é
doçura! Mas para gerar a vida ela precisa do homem, mais razão, força,
rigidez e autoridade. Mulheres
sejam submissas a vossos maridos, assim como convém ao Senhor!
Quer a mulher queira ou não, a perfeição do Criador determinou que
ela fosse submissa ao seu esposo, não como escrava, mas respeitando a
última palavra que é do homem – por causa da maior
responsabilidade – sem que a subjugue, sem que a escravize, mas quea
ame como a si mesmo, como convém ao Senhor.
Partindo os dois para o conflito, a parte mais fraca é sempre a
mulher. Sem dúvida é ela que sofrerá mais.
Vamos
buscar mais algumas palavras da Bíblia, para acertar alguns detalhes.
Jesus disse: sem
Mim, nada podeis fazer!
Disse também ide
fazer discípulos Meus e batizai-os!
Disse ainda: ide
com um cajado, um par de sandálias, uma veste só, o
que fala de que humildade, tudo voltado de forma prioritária para a
salvação das almas. Isso quer dizer que construir escolas e creches,
orfanatos, hospitais e universidades, não é, nunca foi e nunca será
a missão primordial da Igreja. Tudo isso é como subversão do plano
divino. A Igreja, porque bem formada, pode colaborar com a comunidade,
pode ajudar e alavancar os projetos sociais tendo em vista um mundo
mais justo, mas daí a ela estar na frente para comandar, e construir,
ou lucrar com isso vai um abismo. E isso serve para bispos,
sacerdotes, também para os religiosos e as religiosas. Nem mesmo a
construção das Igrejas, das capelas, mosteiros e conventos deve
estar ao encargo dos religiosos, isso deve ser feito pela comunidade
organizada, como católicos leigos. O mais não conta como obras da fé.
Aos sacerdotes e consagrados, só uma missão: evangelizar,
catequizar, salvar!
É
isso, caros amigos! Aqui eu faço mais uma pergunta que não quer
calar, e tem a ver com o mesmo confronto que fiz no início: são
culpados os homens que largaram o presbitério, as funções de
ministros, até de acólitos, ou foram as mulheres que forçaram a
barra tomando seus lugares? Sim porque elas caminham no sentido de
subverter mais uma vez o plano divino, e descumprir a Palavra de Deus
que diz por São Paulo: mulheres
fora do presbitério! Fica
difícil obter a resposta porque o leque é amplo de possibilidades,
mas minha intuição diz que na realidade a segunda hipótese é a
verdadeira. E o que vemos hoje é que em milhares de comunidades,
praticamente tudo é liderado pelas mulheres, e tantas delas se tornam
quase donas da igreja e do padre. Se o sacerdote celebra “in persona
Christi” como poderia uma mulher celebrar Nele e por Ele? Como
poderia consagrar? Jesus é Sacerdote homem!
Mesmo
que – desgraçadamente – os homens sejam hoje apenas 30% da
participação na Igreja, nos movimentos, nos grupos de oração e na
catequese, importa saber que os 70% das mulheres entram apenas naquele
campo magnífico da catequese: a mulher é a catequista da Igreja,
como Maria foi catequista de Jesus! Somente por milagre sairá um
sacerdote de uma mãe não santa! A lei é de Jesus, do Filho do Homem
o ensino desta lei é competência maior da mulher! Onde? A partir do
lar, da educação dos filhos, e também da catequese na Igreja! Como
catequistas, porém jamais como sacerdotisas! Elas deveriam formar os
acólitos e futuros seminaristas, e os padres santos, também
incentivar os filhos e maridos a serem ministros extraordinários se
preciso for, não ocuparem elas estas funções exclusivamente
masculinas. Por questão de ordem e de seguimento do disposto por
Jesus! Não deveriam forçar!
Sim,
é parte inerente da mulher, a catequese, a formação dos homens,
aplicando a Lei de Deus. Sim, o correto é o sacerdócio ordenado,
sempre masculino e jamais feminino, sendo o padre o primeiro responsável
na Paróquia, porque Jesus escolheu 12 homens como os seus apóstolos,
e nem mesmo sua Mãe estava entre eles. Certo é que Maria foi a
primeira ministra da Comunhão, mas sem dúvida ela exerceu seu papel
no silêncio humilde da obediência, jamais no rompante da supremacia.
No orgulho de querer galgar o púlpito! Maria foi peça chave na
compilação dos Evangelhos, mas atuou no silêncio da formação.
Deus colocou o homem no púlpito da Igreja, e para a mulher deu o púlpito
do lar. É isso que as torna superiores! Assim como a Mulher Maria
preparou Jesus para a sua fantástica missão, compete à mulher, mãe
de verdade, comandar o mundo, de dentro de seu lar, o que ela faz
formando os filhos, os grandes homens, para comandarem a política, a
economia, e a Igreja. Eis porque se diz que “por
trás de todo grande homem existe uma grande mulher”.
Verdadeira esposa, mãe... E catequista!
Continuando
com a mulher, seu grito feminista por liberdade, como vimos,
ultrapassou a esfera daquilo que foi predisposto por Deus para elas,
entrando na esfera do inconformismo, da rebeldia. O que as reportagens
vindas dos EUA deixam transparecer é mais ou menos como se as freiras
americanas dissessem assim: bom, na política nós já somos
vereadoras, prefeitas, deputadas e até presidentas e primeiras
ministras. Na economia dirigimos e construímos escolas e hospitais e
dominamos sobre cadeias de lojas e corporações, então que espaço
nos falta conquistar? Se até na guerra lutamos ao lado do homem, então
falta apenas crescer na hierarquia e dominar a Igreja Católica, onde
somos maioria! De fato, já somos nós coroinhas, somos ministras
extraordinárias, comandamos a liturgia, então quem tem moral na
Igreja para nos impedir de avançar? Sim, sacerdotisas, por que não?
Bispas, pois os evangélicos já as têm! Papisas, ótimo, mais um
degrau para mostrar nossa supremacia sobre os homens.
Sim
é na Igreja Católica, onde agora explode este cancro pestífero. No
artigo anterior, citei o caso da batalha que está acontecendo nos
Estados Unidos, entre os bispos e a LCWR - Conferência de Liderança
da Mulher Religiosa – quase uma espécie de CNBB das freiras – que
concentra 70% das mais de 57 mil freiras americanas. Por ordem do
Vaticano, os bispos se viram forçados a agir de forma mais dura, as
chamando à realidade: ou seguem ciosamente a Doutrina de Pedro, ou o
Vaticano terá que tomar duras medidas contra elas. Na verdade, o
Vaticano estava tentando há tempos resolver a questão delicada, de
uma forma sigilosa, mas agora estourou o confronto. O primeiro
“round” causou um choque e até certa perplexidade, porque tudo
parecia ir tão bem com elas!
Eu
li diversas reportagens falando sobre a questão destas freiras, e
inicialmente tive dificuldade de entender o que estava por trás da
questão. Afinal, sob a direção eficiente das freiras católicas,
estão milhares de creches, escolas, hospitais, e orfanatos que elas não
somente constroem como administram na parte humana, prestando assim um
serviço excepcional, por todo aquele país. É inegável a contribuição
social dada por estas mulheres, e por isso mesmo, por todo o país se
levantaram imediatamente milhares de vozes em defesa delas, contra os
bispos. Inclusive um dos mais destacados e influentes jesuítas do país
veio em defesa da entidade e disse: estou
com elas e não abro!
O que significa dizer: estou contra os bispos e contra o Papa.
Portanto, contra Jesus!
Falamos
em bispos americanos, e todos devem ter lido e sabido sobre a
quantidade avassaladora de escândalos que aconteceram com os padres
daquele país, muitas vezes sob a vista grossa dos príncipes da
Igreja. Bilhões de dólares em gastos para pagar indenizações,
centenas de Igrejas vendidas para cobrir estes diabólicos desmandos.
Mas o que está acontecendo então? Ponto um: o que se verifica é um
questionamento sibilante da autoridade dos bispos, como se as freiras
dissessem: vocês
não têm moral alguma para nos chamar a atenção, diante de tudo o
que vocês deixaram passar! Ponto
dois: verifica-se
uma centelha de rebeldia, como se dissessem, nós mandamos em todas
estas coisas, nós tocamos sozinhas todas estas obras, então nós
também devemos ter autoridade para tocar a Igreja como nós achamos
que deve ser! Opa!
Aqui entrou um elemento extremamente perigoso. Temos aqui o mesmo
grito de Lúcifer! E agora coletivo porque se trata de uma Associação!
Mas
qual o gatilho do germe da desobediência de tais freiras americanas?
Qual a heresia que pregavam, ou que erro elas cometiam? Sim, elas
estavam assumindo posições totalmente antagônicas com a Doutrina da
Igreja. Em síntese a aceitação e a defesa da política abortista e
pró causa gay do governo Obama, um dos mais abomináveis que aquela
nação já teve a desgraça de construir. Sim, aceitando aplicar em
seus estabelecimentos. Não somente a política abortista, mas também
a defesa do pecado do homossexualismo praticante, do casamento entre
pessoas do mesmo sexo, algo que a Igreja de Pedro jamais irá aceitar.
Chegavam a exigir não mais a celebração da santa Missa por um
sacerdote, em suas reuniões, mas queriam uma mulher celebrante. É
neste ponto que a coisa chegou!
Então
elas resolveram participar da ação política daquele maligno
governo, aplicando nas creches, escolas, hospitais e outras dependências
católicas por elas dirigidas, os princípios nefandos de um governo
pagão, totalmente contrário aos ditames do Evangelho de Jesus, e
completamente divorciado dos mandamentos da Lei de Deus e da Igreja.
Como se dissessem: se os bispos sem moral não aceitam, eles não
mandam mais em nós. Vamos então fazer do nosso jeito. Quem nos poderá
proibir? Terrível isso! Mas elas esquecem que sua obediência maior
deve ser com o Vaticano, com o Papa, e este tem sim moral para exigir
que elas mudem imediatamente de comportamento. Terão se que se
submeter a uma revisão dos estatutos, e a novas regras determinadas
por uma comissão do Vaticano.
Mas
ó, desgraça, quando a comunidade americana se levanta em defesa das
religiosas, não o faz por causa das obras da fé que elas executam,
mas pelas obras do mundo, que os beneficiam. Eles não estão
preocupados com a situação da Igreja Católica, nem com a moral e a
doutrina, mas com o fato de terem 57 mil funcionárias, e trabalhando
muitas delas gratuitamente, até em funções que outras pessoas nem
sendo muito bem pagas executam. Mesmo que trabalhem em hospitais, e
mesmo que o façam gratuitamente, esta não é uma função primordial
das ordens religiosas femininas – nem masculinas – porque elas
deveriam estar voltadas primordialmente para a boa, santa e indispensável
catequese. Elas deveriam receber a doutrina do Santo Padre, seu
Catecismo, e com fidelidade absoluta ensinarem e formarem os bons católicos
de que o mundo precisa. De fato, se os Estados Unidos tivessem ao invés
de 57 mil enfermeiras e professoras, e sim 57 mil santas, obedientes e
fiéis catequistas, com toda a certeza aquele país não estaria num
estado espiritual tão lamentável, e os católicos ali já seriam a
maioria.
Hoje
nós vivemos talvez a parte mais sombria da história humana, na
realidade seu capítulo mais negro. E mais uma vez quem escreve este
capítulo é a mulher. No momento em que ela aceitou do diabo a ideia
de que ela é dona do seu corpo, um corpo que gera vida, e que,
portanto ela não somente pode dispor deste corpo como bem lhe
apetece, como também pode decidir sobre a vida que nela é gerada, a
mulher não somente dá um grito de liberdade contra o homem, mas lança
um desafio terrível contra seu Criador. Nós jamais poderemos falar
somente em nazismo com seus seis milhões de assassinados, jamais
poderemos abominar somente o comunismo, por seus mais de 100 milhões
de crimes, jamais poderemos criticar o genocídio dos negros e dos índios,
nem o martírio romano, SE ANTES não tomarmos ciência e não
colocarmos no topo desta tenebrosa lista assassina, a chaga mundial do
aborto, que, sozinho, disparadamente cometeu dezenas de vezes mais
crimes, do que todos estes outros genocídios juntos. Como é que alguém
pode sequer pensar em aprovar algo tão sinistro? A Igreja de Pedro,
jamais aceitará isso!
Não
só cometeu como continua cometendo, e agora sob o beneplácito de
leis humanas. Leis desafiadoras e rebeldes que não somente lançam um
grito de independência contra o Autor da Vida, como lhe atiram aos pés,
todos os dias, em torno de 180 mil cadáveres de crianças em formação.
Sob uma infinidade de argumentos satânicos, matam-se as crianças nos
ventres sob as mais hediondas formas de tortura, interrompendo o ciclo
normal da vida, e mudando a face da humanidade. Na natureza a ação pérfida,
maléfica e destruidora do homem tem quebrado todos os ciclos vitais,
de modo que ela agora se volta contra ele mesmo, e acabará por
devorar mais de 2/3 partes da humanidade – basta que o Deus que é
agora desafiado pelas feministas solte as rédeas dos quatro anjos do
Apocalipse, e os sete anjos com as taças da divina ira – da mesma
forma a natureza humana está quebrando seu ciclo vital, em vista da
morte de milhares de cientistas que são assassinados nos ventres
maternos.
Volto
à mulher, e ao plano de Deus! O Capítulo 26 do livro do Eclesiástico
trás algumas constatações sobre as maldades e as virtudes da
mulher. Esqueçamos as primeiras e vamos às virtudes: 18 É
um dom de Deus uma mulher sensata e silenciosa, e nada se compara a
uma mulher bem-educada. 19 A
mulher santa e honesta é uma graça inestimável; 20 não
há peso para pesar o valor de uma alma casta. 21Assim
como o sol que se levanta nas alturas de Deus, assim é a beleza de
uma mulher honrada, ornamento de sua casa. 22 Como
a lâmpada que brilha no candelabro sagrado, assim é a beleza do
rosto na idade madura. Ou
seja, esta deve ser a meta da mulher, esta criatura extraordinária
que é chamada a ser a alegria, não somente do homem, mas do mundo.
Porque ela faz sua própria felicidade no amor de Deus, na felicidade
do seu esposo, dos filhos, da comunidade e da Igreja.
Mas
há um versículo deste capítulo, que engloba tudo aquilo que estou
tentando falar, e diz assim: 24 Como
fundamentos eternos sobre pedra firme, assim são os preceitos divinos
no coração de uma mulher santa. É
neste verso que se concentra os desejos de Deus para a missão da
mulher neste planeta. Ou seja: assim
deve ser!
Sim é isso que faz a mulher santa! Foi no coração dela que Deus
plantou seus preceitos divinos, numa aposta ímpar, mesmo com a traição
de Eva, mesmo assim pos nela os fundamentos da Lei, os princípios do
amor, os primórdios da doçura e da ternura, para transformarem o
mundo, de uma pedra rija em um coração de carne. Sem a mulher
divinamente santa, e sustentáculo da moral, o mundo seria frio e
vazio, e não só isso, seria – como está se tornando – um antro
putrefato de imoralidade. Até porque está no mesmo livro:
toda a malícia do homem vem da mulher!
Mais
que isso, está se tornando num espectro de morte, porque uma vez que
a mulher perdeu o pudor, o recato, a candura uma vez que ela resolveu
desfazer-se dos apetrechos morais que Deus lhe colocou no coração,
resolveu expor seu corpo como carne de consumo, aceitando participar
de um maligno jogo de seduções, isso mais uma vez leva a mulher a
trair o plano divino. Como já uma vez foi aceito por Eva. Então,
tudo o que tenho tentado dizer neste texto nos leva a perceber que
duas gigantescas forças caminham hoje para a destruição da Igreja
Católica. De dentro da Igreja os homens maus que aceitaram do demônio
o convite de se tornarem servos do anticristo, defendendo uma doutrina
diabólica e pervertida, como se fosse verdade. E neste momento se
junta o grito rebelde da mulher, que resolveu imperar também dentro
da Igreja, e é quando comete a mais louca de todas as suas decisões.
Antes se podiam ver algumas mulheres isoladas reivindicando estes
“direitos”, o que vemos agora é um grito coletivo.
O
que aconteceria se a Igreja abrisse espaço para a ascensão das
mulheres subindo escalas na hierarquia? Dar-se-ia exatamente a mesma
coisa que num casamento e com seu esposo, e numa família. Jamais
soube de um lar onde a mulher mandasse que houvesse perfeita harmonia.
Certa vez escrevi um artigo que chocou algumas pessoas, quando afirmei
que, quem mais discrimina o negro, é exatamente o próprio negro. A
mesma coisa nós podemos afirmar em relação à mulher: quem mais
discrimina a mulher é ela mesma, mais julga, mais observa, mais
critica e menos obedece. Você pode eleger a presidenta de uma nação,
mas jamais conseguirá eleger uma autoridade por efeito de dom, apenas
obedecerá a uma imposição por efeito de lei. Vou ser bem claro:
presidenta é ridículo! É uma capitulação humana! E isso tanto da
parte do homem, como principalmente da mulher. A imensa maioria das
mulheres a irá discriminar duramente, salvo uma pequena minoria
destas gritadoras e infelizes libertárias que se sentirá exultante,
mas estas riem como as hienas, com o esgar de satanás. Entre os
homens ela obterá um crédito por mera benevolência, no mais, só críticas
acintosas e charges irreverentes! Errado de ambas as partes, mas...
O
grande problema é que a mulher é tremendamente visada. Se ela
aparece no presbitério duas vezes com o mesmo vestido, logo dizem: uma
relaxada!
Se aparece cada dia com vestido diferente, logo dizem: exibida!
Se ela pinta o cabelo, dizem: quer
aparecer!
Se ela se veste sem recado, dizem: uma
assanhada!
Se ela é velha, dizem: uma
chata e cocota!
Se ela é mais nova, dizem: uma
franguinha!
Ou seja, nada satisfaz as pessoas. A começar pelas próprias
mulheres. O interessante – e a diferença – é que se um homem for
o ano inteiro, com a mesma roupa, o ano inteiro, ninguém nota. Vejam
que a própria Nossa Senhora, já naquele tempo, se obrigava a ter
dois vestidos, um branco e um cinza, porque embora sua roupa nunca
sujasse, se ela aparecesse todos os dias com a mesma roupa, já a
criticavam. E assim, a decadência das religiosas, em todo mundo, começou
com o abandono do hábito, que as imunizava de muitos ataques do
maligno. E quando você observa a foto das líderes americanas, de
cabelinhos curtos e vestidos de marca, percebemos que o feminismo
nefasto fez ali seus estragos. A desgraça se completa – quanto à
vestimenta da mulher – se ela se apresentar com calças colantes e
transparências. Eis a máquina de sacrilégios!
Alguém
achará duro demais? Acaso seria machismo da parte de Deus? Acaso
machismo de São Paulo que as quer servindo
a Igreja com orações, e como ouvintes atentas?
E agora perguntamos seriamente: Que seria da Igreja se ela
introduzisse e aceitasse o sacerdócio feminino? Respondo com outra
pergunta: que aconteceu com a ordenação de mulheres entre os
protestantes? Alguém já mediu a extensão do desastre? Respondo
agora com um desafio: encontrem-me dentre todas as civilizações do
passado, uma só delas, que tenha introduzido sacerdotisas em seus
cultos, que tenha subsistido por muito tempo – sim as vestais de
Roma, que também caiu – sem afundar na orgia devassa até
desaparecer da face da terra! Sem dúvida, este seria o princípio do
fim da Igreja! Eis porque nunca acontecerá! A Igreja jamais será
destruída, portanto jamais entrará nela o sacerdócio feminino.
Finalizando,
é terrível perceber que na atitude das freiras americanas se esconde
um germe pavoroso de rebeldia coletiva, uma amostra da apostasia antes
não perceptível, e mais do que isso, uma realidade nefasta que
causará um grande desastre na Igreja. Nos desejos do falso profeta,
seu catecismo negro, segundo consta, levantar a bandeira do sacerdócio
feminino, e abrir espaço para o casamento dos sacerdotes. Façam uma
pesquisa entre os sacerdotes, de hoje perguntando quantos deles se
casariam imediatamente se a Igreja permitisse! Pesquisem entre as
mulheres libertárias quantas aceitariam serem sacerdotisas para
comandar na Igreja. Tenha certeza, o número é muito maior do que se
possa imaginar. Há um fermento mortal levedando a massa da apostasia,
e é questão de pouco tempo para explodir em caos. As mulheres libertárias
acabam de acionar o segundo gatilho, dando um grito uníssono. O
terceiro e último virá com a saída do santo padre e depois da
entrada do falso profeta ou antipapa.
De
fato, até agora tudo nos dizia que a pressão pelo sacerdócio
feminino vinha de alguns dos próprios padres - para fazer média com
as mulheres - tendo em vista a redução do número das vocações
e da falta de sacerdotes apara atender o povo santo. Mas no momento em
que um imenso grupo de mulheres encampa a ideia, e não somente isso,
rebela-se contra decisões dos bispos, e do Santo Padre, abre-se mais
uma brecha nas fileiras da Igreja, aumenta o rombo da apostasia e
escancara-se o cisma. Se este grito libertário ecoar pelo mundo
inteiro, podemos ter certeza de que o exército fiel ficou menor. Mas
se fosse aprovado o sacerdócio feminino, haveria um dilúvio de
sacerdotisas, junto com um dilúvio de problemas.
Entretanto
se quisermos ter uma explosão de vocações ao sacerdócio masculino,
basta que as mulheres, as catequistas de Deus, cumpram com humildade e
fidelidade a função para a qual foram criadas e os eduquem. Sim,
porque o filho sacerdote começa sem dúvida em casa, pela catequese
da mãe e o exemplo de firmeza moral do pai, embora se complete no
exemplo indispensável dos sacerdotes santos. Terrível e em estado de
morte espiritual toda a paróquia que não tem nenhum dos dois: nem
famílias santas, nem padres santos. É destas comunidades que nascem
as mulheres libertárias, descontentes, inconformadas, fautoras de
divisão, de discórdia e de destruição.
Último
parágrafo! Termino dizendo que no Brasil estas ideias também
campeiam entre muitas mulheres! Entre elas temos freiras hereges e não
são poucas, dando seus malignos cursos de deformação católica.
E há mulheres “pregadoras”, que mesmo não sendo religiosas,
querem alçar voos ao papado criando doutrina. Eis a pérola que
recebi ontem, vinda de uma destas pregadoras que atua no triangulo
mineiro. Disse ela: a
redenção não deve ser creditada a Jesus, mas sim a Maria Madalena!
Quem deveria estar nos sacrários seria ela.
Só o inferno poderia ter-lhe ensinado. Que Jesus venha logo acabar
com tais descalabros, antes que as freiras americanas encampem esta
nova “redentora”.
Está
no Eclesiástico 25, 30: Se
a mulher tiver o mando, ela se erguerá contra o marido... E
contra a Igreja!
A força da mulher é tremenda! Vem Jesus, antes que esta “força”
acabe com Tua Igreja! (Aarão)
Fonte:
Recados do Aarão
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