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Artigos/Fim
dos Tempos
Artigos
- 7 Palavras taxativas
Percorrendo
os Sagrados Evangelhos, mesmo com a simplicidade de leigo, por muitas
vezes meu espírito foi chamado a atentar para certas palavras de
Jesus, que são taxativas, não admitem outras interpretações, e são
de uma profundidade infinita. Claro que tudo o que Jesus falou, ou
fez, ou ensinou é extraordinário e sintetiza toda a Lei e os
Profetas. Claro que não há como colocar óbices em nada do que Ele
nos falou, mas insisto em dizer que há Palavras que ultrapassam o
verbo comum, e delas se podem extrair lições capazes de mudar nossa
vida, e realmente confundir todas as teologias. Estas palavras não há
como distorcer ou mudar: são claras, decisivas, indiscutíveis!
Eu
selecionei então sete destas passagens que julgo importantes, pelo
menos no meu pequeno entendimento. Delas brota uma força ímpar e um
ensinamento tão profundo, que vai além do entendimento comum, e
precisa a Luz do Espírito Santo, para penetrar em seu âmago, e
aplicar isso à vida e até para a Igreja. Na realidade última, são
no fundo de uma simplicidade tão singela, que qualquer criança é
capaz de entender. Mas por incrível que possa parecer é exatamente
tentando explicar o inexplicável delas, que derruba os grandes,
derrota os doutores, e faz cair os teólogos. Milhares de heresias têm
sido criadas, tentando escamotear estas passagens. Vamos a elas:
1
– Mateus 22, 36 Mestre,
qual é o maior mandamento da lei? 37 Respondeu
Jesus: Amarás
o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo
teu espírito (Dt
6,5). 38 Este
é o maior e o primeiro mandamento. 39 E
o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo
(Lv 19,18). 40 Nesses
dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas!
Consta
que São Francisco viajava a pé com Frei João, e resolveram apostar
quem rezava mais Pai Nosso até chegarem o convento, pois estavam vem
longe. Quando estavam bem próximos, o Santo perguntou ao Frei: João,
quantos Pai Nossos rezaste!
Ao que ele disse: mais
de duzentos com certeza!
E o Frei retornou: e
quantos tu rezaste?
E o Santo falou: nem
terminei ainda o primeiro! Eu comecei a meditar neste Pai Nosso, e
mergulhei tão fundo nestes pensamentos que não consegui ir adiante.
Que
eu quero dizer com isso? Que esta primeira frase, em negrito – todas
as passagens, eu destaco a palavra a qual me refiro como essência –
é que, nenhum teólogo, nenhum doutor, nenhum mestre da palavra ou
entendido das Escrituras, pode arrogar-se de entender sobre Deus, se não
tenha feito como São Francisco. E de fato, se ele o fizer com a
devida profundidade, não avançará mais do que isso, porque ali estão
encerradas todas as teologias, todos os ensinamentos. O Santo esbarrou
ali, e não mais conseguir ir avante, sinal de que nem devemos passar
dali. Isso porque, diante da grandeza infinita deste Deus, não nos
resta outra coisa que nos arrastar como pequenos vermes, e dizer: não
sei nada, não sou nada, e nada quero, além disso!
Ademais,
quem entende, ainda que minimamente, esta primeira parte, cumpre sem dúvida
a segunda – amar ao próximo – porque a lição da humildade é a
força da caridade, aquela que levanta os caídos, dá a mão aos que
vacilam, auxilia os fracos, alimenta os famintos, liberta os cativos e
não faz acepção de pessoas. Principalmente aquela que luta pela
salvação eterna dos irmãos. Não existe caridade maior! Isso porque
vê neles outros pequenos, também frágeis, também sujeitos a quedas
e de tudo faz para que o caminhar seja de mãos dadas. Mistério dos
mistérios: O Pai somente se revela a estes, jamais aos que dizem
entender sobre Ele! Teologia é mera teoria sobre Deus! Deus não se
compreende, nem se entende: Deus se vive, ama, adora! Sem entender!
Nem tentar! Porque tentar entender é tentar Deus!
2
– Mateus 16, 16 Simão
Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo! 17 Jesus
então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a
carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus. 18 E
eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha
Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. 19 Eu
te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será
ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos
céus.
Eis
aqui a segunda palavra taxativa, irrevogável, irrefutável: Jesus
fundou uma
só Igreja,
sob um só homem a quem chamou de “Cefas”, a pedra, e somente a
ele e aos seus sucessores deu a autorização para ligar
e desligar aqui na terra.
Somente aos Pedro que vieram depois dele, em número de 266 foi dado o
poder único de discernir sobre as verdades da fé, manter a
fidelidade e o rigor da Sã Doutrina, ensinada por Jesus, manter viva
a Tradição e dirimir as dúvidas quanto às passagens difíceis da
Escritura, e manter a UNIDADE, para a pureza da única fonte da
verdade.
Não
existem duas igrejas, porque não existem duas verdades, nem dois,
Jesus. Ele mesmo nos pediu encarecidamente que fossemos um só, como
Ele e o Pai eram um. Mas que fez satanás? Abriu um leque de milhares
de divisores, longe da unidade e, portanto, longe da verdade, fora da
rocha de Pedro e única inabalável, sujeitos assim a eternas divisões
e conflitos doutrinários. O dicionário é bem claro quando define
estes outros credos como “seitas”, porque derivaram – pois
discordantes – da doutrina original.
Ou
seja: por mais que deblaterem e alterquem os protestantes e ditos
evangélicos, por mais que batam nas teclas furadas de seu mau e
distorcido ensinamento, por mais que ataquem a Rocha da Verdade em
Pedro, jamais conseguirão construir a única barca capaz de passar
pela última tempestade que se avizinha. O próximo ano de 2012 é o
ano da verdade para todas as seitas. Tenho certeza absoluta, inarredável,
que até já antes do final do próximo ano, nem um só protestante
deixará de ter plena, geral, e completa consciência de que sua
igreja nunca existiu, não existe, e é exatamente para eles que Jesus
se voltará e dirá: não
vos conheço!
Não há justificativa, Jesus não está em seus cultos, são artifícios
humanos, não alcançam os céus porque fora da unidade.
3
– Marcos 10, 14 Vendo-o,
Jesus indignou-se e disse-lhes: "Deixai vir a mim os pequequinos
e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes
assemelham. 15 Em
verdade vos digo: todo
o que não receber o Reino de Deus com a mentalidade de uma criança,
nele não entrará." 16 Em
seguida, ele as abraçou e as abençoou, impondo-lhes as mãos.
Eis
a terceira palavra, forte e sublime, que encerra um ensinamento
taxativo. Mil vezes já tenho escrito, e dito, com toda a dureza da
palavra: no céu nunca entrou, nem um só grande, nem um só doutor,
nem um só mestre, nem um só poderoso, nem um só ídolo deste mundo,
e nem um só teólogo. Porque todo aquele que, diante de Jesus, na
hora de seu Julgamento Particular, não se despir imediatamente de seu
título, aura, comenda, graduação, honraria, medalha ou símbolo de
poder terreno, simplesmente não há de entrar no Céu. Para os que não
se despirem disso tudo, o destino é a perda eterna. O inferno é o
lugar dos grandes, dos orgulhosos como os demônios.
Isso
porque, diante da grandeza infinita de Deus, qualquer exaltação, por
mínima que seja, simboliza um orgulho sem limites, diante do qual o
Poderoso fica arranhado. Quero dizer: toda pessoa que se jacta de ser,
que não desce de seu trono, que teima em continuar sendo no além
aquilo que foi ou viveu aqui, simplesmente DIMINUI o tamanho de Deus,
rebaixa-O de sua plenitude, e atinge gravemente a sua Divindade.
Torna-se, assim, um competidor inaceitável, e a morada eterna deles não
é no Reino do Amor e da felicidade. No além, apenas os demônios
competem por postos de comando!
Hoje
lendo a homilia do Santo Padre ele lembrava que para entrar em Jerusalém
na Igreja da Natividade é preciso entrar agachado porque o umbral é
baixo. O sentido disso é que TODOS devem baixar a cabeça diante de
Deus. Da mesma forma, quem, na hora do Juízo, tentar manter a cabeça
elevada como se acostumou diante dos homens, de forma alguma entrará
no céu. Ou ele aceita um Purgatório dolorido para quebrar a crista
ou o inferno é seu destino. Deus jamais aceitará competidores diante
de si!
4
– Marcos 11, 20 No
dia seguinte pela manhã, ao passarem junto da figueira, viram que ela
secara até a raiz. 21 Pedro
lembrou-se do que se tinha passado na véspera e disse a Jesus: "`Olha,
Mestre, como secou a figueira que amaldiçoaste!" 22 Respondeu-lhes
Jesus: "Tende fé em Deus. 23 Em
verdade vos declaro: todo o que disser a este monte: Levanta-te e lança-te
ao mar, se
não duvidar no seu coração, mas acreditar que sucederá tudo o que
disser, obterá esse milagre. 24 Por
isso vos digo: tudo o que pedirdes na oração, crede que o tendes
recebido, e ser-vos-á dado.
Eis
aí a quarta palavra, forte, quase ininteligível, e que parece
inatingível. Não restam dúvidas de que milhões de pessoas, desde
os tempos de Jesus, já acharam que Ele blefou quando disse esta
frase, porque humanamente ela é inexequível. Mas a história
registra, e não poucos casos de santos, que fizeram isso e chegaram lá.
Certa vez eu tirei um tempo, para pesquisar nas Escrituras tentando
achar nelas 10 homens ou mulheres de fé plena, absoluta, incontestável,
e que pudessem figurar nesta lista meritória, e saibam que custei
achar: Noé, Abraão, Josué e Caleb, Samuel, Elias, Eliseu, Daniel,
André e a grande e maior de todas: a Mãe de Deus, Maria Santíssima.
Quem mais?
Contei
já aqui a história de São Bentinho, um simples pastor de cabras,
que não queria ser nada mais na vida do que isso: ser pastor de
cabras! Certa vez ele estava em seu pastoreio quando ouviu uma vós
que lhe disse: vai à cidade tal e constrói lá uma ponte sobre o
grande rio Ródano. Ele largou imediatamente as cabras, e saiu em direção
à cidade indicada, sem avisar ninguém, nem ligar para seus amados
animais. Na primeira encruzilhada encontrou um jovem, que lhe
perguntou onde ia, e Bentinho lhe explicou. E o jovem disse por sinal
vou para lá também! Sim, era um anjo que o acompanharia!
Na
cidade Bentinho foi ao bispo e lhe explicou a missão, mas o bispo riu
dele e o mandou ao prefeito. Este perguntou quais eram suas qualidades
de engenharia, e ele disse que não tinha nenhuma, que era um simples
pastor de cabras, mas que havia escutado esta voz que o mandou fazer a
tal ponte. O prefeito também tirou sarro dele, mas para se
engrandecer diante dos seus e escarnecer disse a Bentinho: tenho aqui
no meio da cidade esta imensa pedra, que não conseguimos retirar e
precisa ser removida: se você conseguir isso, eu te ajudarei a fazer
a tal ponte!
Imediatamente,
sem duvidar em seu coração, Bentinho chegou-se à tal rocha, traçou
sobre ela o sinal da Cruz, tomou-a nas costas e percorrendo a cidade a
atirou com força no meio do Rio. Tão enorme era a pedra que, no
exato local onde ela ficou, sem qualquer modificação sobre ela foi
assentada a coluna mestre, de uma ponte de arcos. Esta ponte ficou
famosa, foi então construída pela municipalidade e durou mais de 400
anos, e como lhe havia dito a voz na primeira vez, serviu para ativar
o progresso de toda aquela região. Sinal de que sim, nós podemos
fazer a mesma coisa. E pergunto: no mundo de hoje, na casa do 7 bilhões
de seres humanos, acaso existe um só São Bentinho? Duvido! Eis por
que Jesus disse: quando
o Filho do homem voltar, acaso achará fé sobre a terra?
5
– Lucas 17, 24 Pois como
o relâmpago, reluzindo numa extremidade do céu, brilha até a outra,
assim será com o Filho do Homem no seu dia. 25 É
necessário, porém, que primeiro ele sofra muito e seja rejeitado por
esta geração. 26 Como
ocorreu nos dias de Noé, acontecerá do mesmo modo nos dias do Filho
do Homem. 27 Comiam
e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé
entrou na arca. Veio o dilúvio e matou a todos.
Temos
aí a quinta palavra taxativa e, aliás, mais de uma vez mencionado
nas Escrituras: a volta do Filho do Homem! Tão certa como a aurora
que vê o sol nascer, tão profunda como nada temos visto até hoje,
assim acontecerá em breve, porque igualmente, tão certo como o sol
nasce todos os dias e faz morrer a noite, também acontecerá o
retorno Glorioso de Jesus. Esta palavra não comporta dúvidas, nem
outros discernimentos: Jesus disse que voltará, para julgar os vivos
e os mortos, e virá para implantar aqui o Seu Reino definitivo, como
previsto pelo profeta Daniel em 7, 14: A
Ele foram dados o império, glória e a realeza...
Pelos séculos dos séculos.
Esta
palavra taxativa, vigorosa, irrefutável, na verdade provoca medo em
milhares de pessoas, e porque não dizer, em milhares de sacerdotes.
Eles pensam que tardando, ou ignorando esta passagem clara da
Escritura, na realidade adiam para nunca mais, ou negam
sistematicamente, porque sabem em seu íntimo que quando Ele chegar,
como Juiz, acabará por encontra-los a todos de mãos vazias, ou como
servos maus. Mas não é o fato de que estão despreparados que fará
com que Jesus adie ad infinitum Sua Vinda, porque se tardar muito, Ele
mesmo disse, não sobraria ninguém sobre a terra.
E
quando Jesus avisa que virá, Ele mesmo aponta os sinais que
antecederiam Sua chegada, e, infelizmente para os que negam suas evidências,
hoje todos os sinais que Ele apontou estão em curso, e curso
explosivo. Nunca os houve na terra com intensidade tamanha. É
impressionante como não percebem, ou tentam barrar e retardar ao máximo
este evento, quando ele significa a nossa libertação plena, para a
qual Lucas aponta: quando tudo isso estiver acontecendo,
alegrai-vos!... Então os que não querem que isso aconteça dizem que
assustamos as pessoas com esta mensagem, mal sabendo que os que
anseiam por ver Jesus, explodem de alegria, e jamais se assustam.
Somente quem não está preparado, escarnece, desmente e faz pouco
caso! Acontecerá!
6
– Marcos 16, 15 E
disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. 16 Quem
crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. 17 Estes
milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu
nome, falarão novas línguas, 18 manusearão
serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal;
imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados.
Eis
a sexta palavra taxativa, quem sabe a mais vigorosa de todas. Porque
ela deve ser lida, não só diretamente, mas também pelo efeito contrário:
quem não crer, e ou não for batizado, não será salvo. Eis um
dilema, quem sabe debatido por milênios, mas com toda certeza nunca
entendido em plenitude. Por esta palavra, estariam fadados à morte
eterna, todas as pessoas que não foram batizadas validamente em vida,
e todas as que não acreditam que Jesus seja o Filho Único de Deus. E
este acreditar Nele, não significa só acreditar em algumas
coisas que Ele disse e rejeitar as outras, mas aceitar e VIVER todas
com toda força de nossa alma.
Como
já tratamos no livro A Saga das Almas, é preciso saber que o batismo
é o primeiro dos Sacramentos, e indispensável para a apropriação
dos outros seis. Mas também é preciso entender que o Batismo, que
nos torna filhos de Deus e herdeiros do Céu, é destinado unicamente
a apagar o pecado original, e o pecado dos adultos contritos, caso
recebam esta graça mais tarde. O batismo não é dado, como o fazem
as outras igrejas, para a mera filiação a
aquela vertente. Os evangélicos batizam para marcar as pessoas para
sua igreja, que é humana foi criada pelos homens, e não as marcam
para Cristo.
Vejam
que a salvação depende de duas coisas indispensáveis: batismo e
crença! Mas esta crença depende visceralmente de aceitar os
ensinamentos de Jesus em plenitude, não apenas nos termos da verdade
humana, que escolhe partes do crer e outros do não crer. São fatores
interligados, portanto! Assim, se os protestantes não acreditam no
Sacramento da confissão e na remissão
dos pecados,
automaticamente rejeitam sua função primordial, e mesmo única do
Batismo, que é justamente apagar os pecados! Dar ao filho condições
de iniciar sua caminhada para junto do Pai. Assim, pelo efeito da
quebra do sentido único, todo batismo protestante é inválido na essência.
Mas
que acontece então com todos os protestantes? Eles, porque desejam o
batismo, seja por si mesmos quando adultos, seja pelos pais ou
padrinhos quando pequenos, isso lhes dá uma pequena abertura para a
graça – o desejo, embora distorcido – e isso Deus leva em
consideração. Assim o próprio Jesus os batiza, mas com validade
apenas para a hora da morte, de modos que, em síntese, eles que se
acham remidos, na verdade vivem como pagãos. Seu destino é então o
Purgatório, onde vão expiar suas teimosias, e podem aprender sobre
os Sacramentos e a Doutrina Católica. E saem dali somente por força
das orações dos católicos, porque, não crendo no Purgatório, não
rezam pelas almas.
De
fato, no primeiro átimo de instante após a morte os protestantes
soltam um grito de desespero, ao perceberem que colocaram suas vidas
fora, e que sua eternidade será diminuta em graças, exatamente
porque em vida rejeitaram todas as graças que salvam. Este lamento os
acompanha pela eternidade, embora não sejam infelizes, pelo contrário,
eles ficam agradecidos a Deus por terem se salvado, quando em síntese
mereceriam ir à perda eterna. Quem não quiser sofrer os rigores do
Purgatório que se converta agora! Só existe uma Igreja que salva: a
católica romana!
7
– João 6, 53 Então
Jesus lhes disse: Em
verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do
Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. 54 Quem
come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o
ressuscitarei no último dia. 55 Pois
a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue,
verdadeiramente uma bebida.
Chegamos
talvez a mais misteriosa e forte dentre as palavras de Jesus. Ela
assustou de tal forma os apóstolos, e também aos judeus que o
ouviam, que muitos deixaram Jesus a partir de então. Na realidade, as
palavras incríveis “Isto É MEU CORPO, Isto É EU SANGUE”, quando
da ceia primeira e da perpetuação na consagração, fazem dentre
todas as palavras de Jesus, aquelas mais contundentes e fortes. Elas
exigem uma fé sem limites, demandam uma obediência tão precisa que
jamais as entenderemos em toda a sua profundeza e maravilha. Felizes
aqueles que entendem este mínimo necessário, para se apropriarem
dignamente de seus méritos infinitos.
Mas
o mistério da presença Real, não se consuma apenas em vida, os
reflexos dele vão além da morte. Que disse Jesus: quem
não come, nem bebe... NÃO
TERÁ a vida eterna.
Deu para entender bem? Mas céus, que acontece então com os
protestantes, crentes, e com outros tantos, que em vida não se
apropriam dos méritos do Corpo e do Sangue de Jesus? Compreendam que
a palavra não comporta subterfúgios. Ela não aceita meias medidas
nem interpretações dúbias! Quem não recebe a Eucaristia durante
sua vida simplesmente não entra no céu, porque quem não se alimenta
do Corpo e do Sangue do próprio Deus, simplesmente porque não pode
participar da divindade com ele.
Ou
seja: não tem parte com Deus, aquele que não recebe em seu ser a
vida, a seiva vital, o sangue do Próprio Deus. Eis aí a importância
fundamental do Sangue, onde está semeada a alma. Sangue é a seiva
vital, mas para que o homem viva a Plenitude na Eternidade é
essencial que ele misture o seu sangue ao do Próprio Deus, como que a
fundir-se Nele, sem o qual a natureza humana, frágil, não consegue
ver, ou suportar e viver na presença do Criador. É preciso que a
criatura como que mergulhe no próprio ser de Deus, para poder viver
Nele e com Ele, pelos séculos infinitos.
Que
acontece então com os evangélicos, e protestantes, os que em vida não
acreditam na presença viva e Real de Cristo, nem se apropriam ou
fortalecem sua natureza falha, para poderem viver em Deus?
Misteriosamente e por pura misericórdia, eles, depois de terem
expiado sua teimosia no Purgatório – no qual não acreditam –
antes de entrar no Céu recebem dos anjos, retirado de algum Sacrário
da terra, o Corpo de Jesus. Só então, alimentados pelo Sacramento da
Vida Plena, podem participar da divindade, na medida em que a natureza
humana é capaz de suportar.
Ou
seja: eles precisam dos Sacramentos da Igreja Católica, da Única
Igreja de Jesus, sem os quais nunca poderiam se salvar. Neste sentido,
no Purgatório eles aprendem tudo sobre estes Sacramentos preciosos,
que rejeitaram em vida, e aprendem tudo sobre a verdadeira doutrina de
Jesus. Lá aceitam todos os dogmas da Igreja, inclusive o da Comunhão
dos Santos, mistério que permite a intercessão, de uns pelos outros.
E o que os salva! Aceitam a mediação de Maria, de nós até Jesus,
com todas as particularidades da Sã Doutrina, que somente Pedro tem.
Assim,
somente a Igreja de Pedro salva almas, porque somente ela faz uso dos
sete Sacramentos, todos instituídos por Jesus, como caminhos para a
salvação! Somente através dos tesouros dela, fluídos dos preciosos
Sacramentos, se podem conseguir as graças que redimem! Somente através
de Maria, Mãe da Igreja – aquela que detém a plenitude das graças
– se pode chegar até Jesus, e Dele ao Pai. Só quem se reconcilia
com Maria chega até Jesus! Quem não tem Maria não chega ao Pai!
Estas
são pequenas contribuições que podemos dar, frutos do aprendizado
destes últimos anos, participando do Movimento Salvai Almas. Isso nós
fomos aprendendo aos poucos, discernindo das mensagens e observando e
estudando os grandes mistérios da alma humana. Tudo isso nos conduz
à humildade. O Santo Padre acaba de dizer em uma homilia que o grande
pecado do homem é querer tomar o lugar de Deus. De fato, um dos
pontos onde se nota este comportamento deplorável se dá na tentativa
dos homens de deturpar as Escrituras e corromper as verdades sagradas.
Se Deus É aquele que É, sua Palavra também É, e se ela diz sim, não
comporta qualquer pode
ser.
Sei
que ainda alguns mistérios da alma estão para serem desvendados a
partir das futuras mensagens sobre a Mansão Pagã, ou Limbo, por cuja
libertação nós estamos rezando. Felizmente acredito que grande
parte dele será libertada após este ciclone de orações, e não dará
tempo de os maus obstruírem este caminho, criando óbices sobre sua
existência. Sem a figura do Limbo, no mínimo 2/3 da humanidade nunca
teria chance de chegar ao Céu. Continuemos firmes na oração. Estas
almas todas devem estar junto do Pai, nos auxiliando na grande
empreitada 2012, que será árdua.
Pagãos
e não batizados, não acreditam nesta realidade, entretanto estão lá,
nus, sem possibilidade de fazerem nada por si mesmos. Também suas
crianças ali se encontram, as não batizadas, enquanto as de pais católicos
já moram com Deus. Felizes daqueles que acreditam neste mistério, e
lutam pela libertação deles. Certamente não iremos conseguir a
libertação de todas e já se cogita continuar a anistia para mais
tempo, são os soldados que pedem, e o Céu certamente atenderá.
No
mais, quanto a mundo, tudo continua se armando para o início da
tempestade. Já a fera tem seu dia fixado e é preciso que o mundo
esteja de joelhos implorando ajuda. O que seus líderes fazem é
apenas torturar um pouco mais a humanidade, porque a sorte foi lançada
em setembro passado, e o processo demolidor da economia mundial em
curso irá colocar o mundo nas mãos do inimigo. Tudo é intencional,
os demolidores programam isso desde séculos, e se cumprem assim as
Escrituras.
Pena
que alguns dos nossos estão ficando com medo e fugindo. Como estava
predito! Que pena! Será que rezavam o suficiente, ou apenas estavam
à cata de profecias para dizer que sabiam mais que os outros? Rezemos
para que nenhum de nós caia neste ardil. Tudo acontece, a dureza dos
corações atrapalha tudo! (Aarão).
Fonte:
Recados do Aarão
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