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Artigos/Fim
dos Tempos
Artigos
- Rio e Babilônia
Quando
criança li aquela fábula dos ratos moradores de uma casa velha e do
gato, que estava dizimando a população de roedores. Teve ali o rato
com a ideia aplaudida e “maravilhosa” de atar um guizo no pescoço
do bichano e teve o velho sábio camundongo que avisou: e quem é que
vai amarrar o guizo no pescoço dele? A mesma coisa acontece agora no
primeiro e falido mundo: dizem os governantes que vão cortar gastos,
demitir milhões de funcionários, e aumentar impostos – isso em
suas intermináveis reuniões – mas eu quero saber é: quem é que
vai impor isso, a cidadãos exaltados e famintos?
Claro,
dirão que existe população demais e que justo por isso precisam
eliminar os povos, dizimar as gentes e impor um guizo – a marca da
besta – na testa dos exaltados, ou não há forma de controla-los.
Digo, porém, que tudo o que fazem os secretários de satanás – com
nome de primeiros ministros e presidentes atuais, quer usem saias ou
ternos – nada mais foi do que blefar, pois tratam de um mundo econômico
cadavérico e já fedido, humanamente irrecuperável. Eles fazem
apenas o jogo de satanás, e como sempre temos pedido: devem olhar não
para o que a mídia diz, mas exatamente para que ela tenta esconder.
Tudo está acontecendo conforme previsto!
Mas
gostaria de escrever este artigo – que com certeza mexerá com muita
gente – é traçando um parâmetro entre o estado atual do mundo
financeiro e do mundo espiritual. Ontem e sábado estivemos com a
equipe no Rio de Janeiro, em cenáculo e caminhada nos enormes cemitérios
do Caju. Deve haver milhões de túmulos naquela área, onde estão
enterradas polpudas quantidades de barões e baronesas com títulos
pomposos, e mausoléus mais ainda, e certamente milhares de párias
esquecidos por uma sociedade que, comparada ao seu estado espiritual
de morte, merece mesmo a extinção. Do lado de fora do Cemitério
Judeu, onde não entramos pude ver que tenho ali parentes enterrados.
Quero
dizer, incialmente, com o coração enternecido, que fomos recebidos
ali por algumas pessoas maravilhosas e verdadeiros filhinhos de Deus,
que fizeram até o impossível para nos atender e tratar bem. A eles
nossa eterna gratidão, e somente o Céu os poderá recompensar, tanto
aos que fizeram muito, quanto aos que fizeram pouco e de um modo
efusivo também a todos os 150 que participaram das orações, e os 30
que estavam conosco na caminhada. Mas eu de fato, naquele momento não
tinha como não comparar toda aquela situação com o episódio bíblico
de Abraão intercedendo por Sodoma.
Eu
explico! Vejam que nosso Movimento Salvai Almas é conhecido no Rio de
Janeiro, desde os primórdios, pelo menos nos últimos 12 anos. Ali
temos mais de 200 correspondentes, e a maioria tem internet para
estarem atualizados. No Rio de Janeiro nós despejamos mais de 50 mil
livros dentre todos da coleção, e somente um empresário dali
divulgou mais de 10 mil Salvai Almas, o primeiro livro. Por fim, o cenáculo
estava marcado desde seis meses atrás, e, portanto houve tempo de
sobra para que as pessoas soubessem e se interessassem, e pelo visto
souberam, mas tantos não se interessaram.
Afinal
esta foi a terceira vez que Deus deu ao Rio de Janeiro, de irmos
lá rezar com eles. E óbvio, não queremos ter a petulância de
sermos nós os salvadores desta cidade ou de outras, porque somos
apenas o beija-flor da gota de água, numa cidade incendiada
de paixões, crimes e vícios. Que são 15 pessoas diante de 15 milhões? O
problema é que Deus simplesmente não age onde não há
intercessores, porque Ele pode achar que ninguém dali queira a salvação.
E se uma cidade que já nem dorme em função de tantos gritos,
ruídos e violências, não há mais Abraões suplicantes, como
lamentar se ela se engolfe na violência e seja sepultada pelas ondas.
Por fim, se os últimos intercessores ainda digladiam-se por causa de
minúcias, já não mais o que fazer. Que não se inculpe Deus de
crueldade.
De
fato: não fossem estas pessoas santas que encontramos e dois
sacerdotes jovens e santinhos daqueles que a gente quer carregar
embora, tenho certeza de que poderíamos definir nossa caminhada como
um fiasco, porque foi decepcionante para os que organizaram com tanto
zelo. Foram tremendas as dificuldades que ele tiveram para fazer
decolar o cenáculo, porque o pessoal da igreja nem queria que ela
fosse aberta antes das 14 horas, nem um minuto antes, quando se
iniciariam as orações. Para não me alongar em detalhes, não fossem
abnegados de última hora, até sem os microfones ficaríamos, porque
estavam lacrados a cadeado e só um tinha a chave. Não preciso dizer
quem a tinha.
Depois
que terminou o cenáculo, nós sentamos para conversar, e comentar
sobre tudo, e era visível certo mal estar entre todos. Todos sentiram
o peso esmagador e a força titânica com que o inimigo atuou para que
o evento não se realizasse. Volto a afirmar: não fossem aquelas
poucas almas santas e abnegadas ali presentes, e nós voltaríamos
para casa com a certeza da missão não cumprida. Mas como comentei ao
Cláudio, do fundo do meu coração tinha certeza de que as graças
tinham sido ainda mais abundantes do que se tudo tivesse acontecido
bem, porque Deus recompensou o esforço daqueles poucos soldados
valentes, fazendo com que tudo terminasse bem.
Não,
eu não quero com isso reclamar de ninguém, nem jamais imputar alguém
de culpa, ou fazer beicinho me sentir rejeitado porque eram poucos os
presentes, porque do fundo do coração sinto que quem está realmente
machucada são as pessoas que se esforçaram ao limite, e não
encontraram a colaboração necessária. Eu não sinto por mim, nem
mesmo pelos que se deslocaram daqui de Santa Catarina para esta
batalha, mas sinto pelos 15 milhões de habitantes daquela cidade, a
quem o Céu desejava conceder uma graça, mas mais uma vez – e se
pode dizer como sempre – o povo não a quis receber.
E
maravilhoso foi Deus que, conforme mesmo as pessoas que nos acolheram,
foi muito carinhoso conosco nos arrumando dois dias de clima até
agradável, quando normal nesta época é de calor sufocante, e já
comprovei isso tempos atrás. Como sofre aquele povo com o calor.
Sinal de que, apesar de tudo o Pai estava feliz com o fato de termos
– nós e eles – feito nossa parte, minúscula mesmo, como centelha
dos planos finais Dele para este tempo. Mas não me sai da cabeça o
fato de que, dentre 15 milhões, apenas alguns poucos se aproveitaram
de todas as graças que Deus havia reservado para aquela cidade. Nem
diria cidade, mas realmente daquele retrato de Babilônia.
Que
vimos no Rio de Janeiro? Vimos Babilônia, e vimos a descrição
perfeita de que há ali mais habitantes voltados para Sodoma, do que
para Jerusalém. Como a residência tão amorosa do casal que nos
acolheu era diminuta para acolher 18 pessoas, eles nos arrumaram um
Hotel, dentre os poucos vagos, para alguns dos casais. Não vou citar
o nome para não ofender os milhares de pernilongos que quase nos
devoraram. Não cito o nome, porque pode haver ali pessoas simples que
deram muito duro para nos socorrer no mínimo, porque os quartos fedem
ao mal, fedem de pessoas que ali estiveram antes, cheiro de cigarro,
vomito e urina. O centro do Rio é um horror! Tudo fede!
Não
bastasse o barulho ensurdecedor dos geradores de um hospital – me
causa nojo saber de uma administração pública que não consegue
fornecer energia gratuita para um gigante daqueles, obrigando-os a
manter geradores a óleo – na primeira noite, ali próximo, com início
às 10 da noite teve início algum tipo de show, onde o som atingia até
os limites do insuportável, BUM, BUM, BUM, quando trepidavam as
janelas e vibravam até as paredes e a cama, cinco horas seguidas de
horror. Não fosse o Bom Deus nos ter socorrido com uma chuva lá
pelas 3:00 horas da madrugada obrigando aqueles vândalos a terminarem
sua esbórnia, nem teríamos pregado olho.
No
domingo pela manha, bem cedinho, enquanto aguardávamos a chegada de
todos para irmos à Santa Missa, numa das ruas próximas vimos saindo
multidões de jovens. Moços e moças, algumas com cara de crianças,
que saíam de uma zoeira. Uma imensa fila de taxis os esperava e iam
entrando, casais homens e mistos, cheios de brincos, tatuagens, roupas
extravagantes, eis que acabava sua noitada de orgia. E não pensem que
eram poucos. E ficávamos ali olhando aquelas filas de jovens
perdidos, como anúncios do fim de uma sociedade corrompida, que já
morreu e pensa que vive.
Eu
devo ser sincero e dizer que o Rio de Janeiro não passa de uma cidade
de alma podre. Se você viajar na Linha vermelha entre aquela multidão
de favelas, olhando aqueles morros invadidos até o topo por multidões
de casebres empilhados, de casas sem reboco, passa no corpo um
arrepio, porque aos olhos da fé se pode imaginar o dilúvio de
pecados, de crimes, de abominações, de mandingas, impropérios,
gritos, feitiços e outras desgraças que acontecem dentro daquelas
residências. Que afinal, jamais podem se chamar de moradas de filhos
e filhas de Deus, porque são ambientes degradantes, minúsculos,
espremidos entre paredes, jamais moradas dignas.
Como
esperar que se formem pessoas de fé, de oração, principalmente como
imaginar que possam sair dali moços e meninas puras, se deitados num
mesmo cubículo os pais transam diante dos filhos? Como imaginar que
em ambientes onde moram multidões, coladas umas nas outras, não haja
bilhões de intrigas, gritos, alternações sem fim, seja pelo maldito
som alto de algumas casas, sejam pelos latidos dos cães que moram com
algumas pessoas, seja pelas crianças levadas que tantas vezes não têm
educação? Não dá para imaginar que este mundo possa perdurar por
muito tempo.
De
fato, olhem os números. Moram ali 15 bilhões e nos arredores.
Quantos são os que de fato ainda buscam a Deus e os sacramentos que
salvam? Falo não somente de ir por modismo, porque foram mandados ou
porque não têm coisa melhor a fazer: mas ir com amor, com fé
ardente, e com a firme esperança de que um dia isso irá mudar, e que
esta civilização atual tem que ter um fim, e que não demore. Sim
existem ali pessoas boas e simples que vivem outros movimentos, e que
ainda amam a Deus. Sim, existem ali padres santos que se preocupam com
o rebanho, e honram seu sacerdócio. Mas digam-me, dentre eles, quais,
quantos em porção levam vida de santidade, amor e oração?
Já
quando eu chegava à cidade, pelo aeroporto do Galeão, comentávamos
sobre como Deus faria para julgar aquela imensidão de gente! E posso
vos dizer, porque entenderão o recado, meu coração se sentia
esmagado quando e disse assim ao Cláudio: Saber que, em menos de um
ano, a imensa maioria destas pessoas pode não existir mais, e toda
esta imensidão de construções deverá estar sepultada no oceano,
realmente assusta. Em verdade é isso que já mostramos nos livros e
nos mapas futuros. E sem duvida acontecerá e será exatamente por
tudo aquilo que acima descrevemos. Ou acaso esta cidade, como tantas
outras, é capaz de uma conversão como foi em Nínive? Deus já deu
quase 500 anos para o Rio de Janeiro se converter, fosse você Ele
esperaria mais? Ou agiria rápido evitando que os últimos filhinhos
fossem engolidos por Babilônia?
Em
síntese se pode dizer: é impossível formar filhos de Deus dentro de
um ambiente onde pululam milhões de demônios. Os raros que escapam,
é por pura misericórdia, e ainda para demonstrar que existem famílias
de Lot, que serão resgatadas em tempo. Eu senti perfeitamente que
aconteceu conosco a mesma coisa que com Abraão: nós fomos pela última
vez interceder por aquele povo, por milhões deles, que vivem
alheados, vivem estressados e deprimidos, acabrunhados mesmo pelo
ambiente pestífero que se forma em tamanhos aglomerados. Sente-se ali
o mal no ar! O que fomos fazer no Rio de Janeiro foi pedir: Se tiver
100 justos vais destruir aquela cidade?
Até
porque, no Novo Reino, que chega depois do fim deste, jamais haverá
cidades como Rio de Janeiro, porque todas as pessoas habitarão em
casas confortáveis, maravilhosas, em meio a jardins floridos e árvores
de frutos. Jamais haverá ali o cheiro nauseabundo como o que se
verifica em alguns pontos do Rio, onde é impossível a vida de um
filho do Pai Eterno. Deus não nos criou para vivermos em tais
circunstâncias, nem em meio a tanta balburdia, tantos alaridos, ruídos
de carros e máquinas, latidos de cães presos em apartamentos, e
jamais entre vizinhos brigados, estressados e famílias em crise.
O
sentido deste texto é então mostrar a todos que é impossível
deixar o mundo correr assim como está indo, nesta carreira alucinada
rumo ao abismo, porque senão aqueles poucos santos que ali restam
acabarão por serem esmagados pelos maus, pelos que não querem viver
a santidade, e sim aos moldes de Sodoma e Gomorra. E para aqueles que
Deus escolheu, não há o que lamentar, antes que agradecer, porque a
promessa é que o Pai recolherá a quase totalidade destes
inconsequentes, porque Ele sempre acha meios de converter. Mas não os
poderá deixar viver aqui, porque sem demora eles teriam erguido outra
Babilônia. Outras favelas!
Penso
que assim coloquei um parâmetro daquilo que acontecerá em todo
mundo, porque a situação do Rio de Janeiro é a mesma em todas as
cidades do mundo, praticamente sem exceção. Pode acontecer alguma
diferença mínima entre uma cidade e outra, mas posso lhes garantir
que temos pessoas ligadas ao Movimento, em algumas cidades, que
simplesmente não conseguem arrumar outro que comunguem das mesmas
ideias que se sintetizam em oração e salvação das almas. A imensa
maioria das pessoas simplesmente taxa de louco aquele que pensa nestas
coisas, que avisa, que alerta. Portanto, desde Lot até aqui, não
mudou nada, a proporção é a mesma. É ainda pior! Que direito temos
nós então de pedir a Deus que salve a vida de todos?
No
mais, nos dias que estive fora recebi de presente 367 e-mail para
responder e estou aqui desde a madrugada. Mas não consegui me conter
e me obriguei a este texto, porque o tempo urge. Vejam que o sentido
maior é mais uma vez alertar a todos os que participam das mesmas
ideias e têm o mesmo objetivo de alertar e salvar, e nesta direção
é preciso lembrar a estes poucos, que é tempo de esquecer-se de si
mesmo, de sepultarem definitivamente as picuinhas pessoais e montarem
grupos de oração e
de intercessão, divulgar em conjuntos os livros, lencinhos e o Óleo,
para que em cada cidade aconteça o mesmo que Abarão fez intercedendo
por Sodoma, ou se não houver interesse, não haverá ninguém ali
para contar a história.
Veja
eu não falo por mim, apenas tento alertar para a realidade bíblica.
Há pessoas que sentem a proximidade do fim desta sociedade atual,
nada mais que uma colcha de retalhos, de remendos novos sobre fundo
podre, e fundo podre e fedido, porque não mais sociedade firmada em
Deus e na Sua Lei. Mas mesmo entre estes bate uma inércia, uma
fraqueza do inevitável, quando Abraão conseguiu salvar uma família.
E se acham que não estamos ultrapassando Sodoma, é porque a maioria
das pessoas está cega quanto a evolução aterrorizante da tirania
gay, que quer se impor como moral acima até dos princípios da Lei
Eterna. A maioria dos governos da terra hoje só pensa nisso: obrigar
o mundo ao pecado do sexo homossexual. E isso é prenuncio do mesmo
fim!
O
que se nota, e já tenho mostrado isso em outras ocasiões, é que está
tremendamente difícil reunir as pessoas, todas elas em humildade e
obediência, largando nas mãos do Espírito Santo suas vontades, para
que Ele faça a obra e direcione as ações do grupo. Há pessoas que
não cedem, e querem tudo ao seu modo. Há outras que dão sempre
contra, e emperram as atividades de quem deseja seguir. Há muitos
casos em que pessoas querem introduzir no meio, carismas diferentes,
que acabam por enervar os outros com este negócio de “Jesus me
disse” e “o Espírito Santo me falou”, que devemos fazer isso e
aquilo. Exatamente o contrário de como deve ser. Ou unidade ou divisão!
Desde
o início de minha caminhada, quando acompanhava Vassula e Padre Gobi,
senti que isso acontecia entre os dois grupos, cada um querendo
interferir no outro. E sempre o Céu tem proibido a mistura de
carismas, exatamente para evitar as discussões de “melhor assim,
melhor assado”. Então, nestes casos, é melhor que as pessoas com
outros carismas sigam o seu próprio, formem seu grupo, reúnam sua
equipe, e façam o seu apostolado frutificar para o bem da Igreja.
Nada contra novos grupos, e se Deus mesmo os suscita é porque são
necessários. E por isso há diferentes carismas!
Qual
o carisma do: Movimento Salvai Almas? Nosso carisma principal é a
devoção à Igreja Padecente, às almas do Purgatório! Assim, são
chamadas a ele, de todos os lugares as pessoas que Deus convoca para
esta missão, e a maioria delas com devoção arraigada pelas almas,
que vem desde gerações antigas. Nós temos também o carisma da oração
pelos Sacerdotes e pela Igreja, pelo Papa, missão esta que deveria
ser de todos. Também temos a graça de alguns mistérios sobre os
tempos do fim, e isso tudo se se move com uma coisa: a oração! Nosso
carisma então é REZAR e REZAR! Oração humilde e confiante, eis
nosso meio de ação.
Que
vamos fazer quando em cenáculos nas cidades distantes? Vamos lá
rezar com aquelas pessoas, e ensinar a rezar, como nos pede o Céu. Não
vamos para palestras, nem discussões. Se nós lemos as Leituras bíblicas
do dia, não vamos para discutir nem comentar. Porque temos de deixar
o Espírito Santo agir, para que a obra seja completa e cheia de bons
frutos. Mas o que vimos é que, em quase todos os lugares acontece a
mesma coisa: iniciam com algum entusiasmo, mas depois começa a puxar
um para um lado, outro para outro, e afinal, por qualquer picuinha
abandonam tudo.
Que
Jesus disse? Onde
dois ou mais estiverem reunidos em Meu nome, eu estarei ali.
Que disse mais? Se
duas ou mais pessoas pedirem JUNTAS a MESMA COISA, e não duvidarem em
seus corações, o Pai vos concederá.
Ele não sugeriu pedir sozinhos! E o Céu tem tanto pedido através
das nossas mensagens, esta união de esforços de oração, seja nos
grupos - nas casas ou nas igrejas – seja principalmente nas famílias.
Pede que todos unidos intercedam por este mundo que desaba, e não
tenham dúvida de que em breve acontecerá. E avisa que não desabarão
apenas as famílias e grupos que estiverem em oração, com os
Sacramentos em dia, confiantes no Senhor que chega.
Infelizmente
em quase todas as cidades tem sido esta guerra, e talvez por causa
disso é que Deus fez nossa equipe central viver em cidades
diferentes. Quem duvida de que conosco não se daria o mesmo?
Entretanto é preciso este esforço, esta união de forças de oração,
para que Deus tenha piedade destes povos do Sodoma. E se pensam que não
me dá uma angústia de saber que tudo isso vem, que a besta prepara
realmente o quase completo extermínio da humanidade – no fundo é
isso que o demônio quer – podem ter certeza de que sinto muito. E
angustia maior é gritar, é escrever, é alertar, é dar a cara pra
bater como no caso do folder, quando se vê receptividade tão pequena
numa cidade.
De
qualquer modo algo nos conforma, porque também Jesus gritou por três
anos pela Judéia e Galileia, e mesmo sendo Deus e tenho verve divina
de suma Onipotência, ao final deste tempo tinha apenas alguns
seguidores e ainda medrosos na maioria. Talvez por isso seja petulância
nossa querer mais, porém a fraqueza humana de que nós somos feitos
mostra-se aqui também na impotência de ver o mundo caindo, sem poder
fazer nada ou tão pouco. Por outro lado, nossa firme esperança,
nossa certeza mesmo de que, de forma ímpar se há de mostrar o
infinito Poder de Deus, salvando a imensa maioria das almas e as
levando de definitivo para o céu, nos anima a continuar, e assim deve
ser com todos os que se sentem agora frustrados por não verem
resultados aparentes.
Porém,
tenham certeza de que com esta difusão de tantos livros,
especialmente agora com o choque do folder, milhares de pessoas irão
acordar, quando a besta começar a agir com mais fúria. E basta que
aconteça a primeira data, para que mais gente leve a sério nosso
grito por conversão, porque por ainda algum tempo estará aberta a
porta da misericórdia. Apenas que ninguém se deixe fascinar pelo
anticristo, que virá com toda sorte de artifício e palavra
enganadora. É preciso sempre confrontar tudo aquilo que ele propõe
com as palavras da Escritura e do Catecismo, porque ele falará por
satanás. Ele não veio para salvar, mas para perder a humanidade. E
está próximo.
Um
de meus filhos, o mais preocupado com a nossa situação de profetizar
estas datas todos os dias me pergunta: Pai, e se não acontecer estas
datas? Pai tem tanta coisa para acontecer em tão pouco tempo! E se não
acontecer nada disso o pai já sabe para onde vai fugir? Vejam que a
pressão vem também de casa... Ao que respondo: Filho deixe Deus
agir! Ele sabe o que faz e tudo acontecerá ao seu tempo e na
intensidade que Ele deseja; nada mais nada menos. E afinal, o pai
confia neste trabalho, e tem certeza plena de que Deus jamais
enganaria milhares de pessoas que estão rezando. De fato, basta que não
aconteçam as datas, para que o Movimento seja sepultado para sempre.
O que não acontecerá! Afinal, aqui, em milhares de vozes nós
pedimos todos, a mesma coisa! E Jesus não mentiria.
No
mais, neste mundo de Babilônia – e de Sodoma – tudo está
acontecendo como Jesus previu. Guerras e rumores de guerras! E logo se
levantará nação contra nação e reino contra reino, tudo começando
com os confrontos da economia em crise mortal. Rússia e China dão
sinais de aproximação e de preparação para o Armagedom. Podem ser
por hora apenas ameaças, mas se cumpre o anunciado. As nações árabes
estão aos poucos substituindo seus governantes por líderes
fundamentalistas, e a mesma coisa se dá na Europa onde trocam os
governantes por técnicos da besta. Na Alemanha poderosa e nos Estados
Unidos, a população dá sinais cada vez mais fortes de
descontentamento, e já na sua maioria decreta o fim dos governantes
atuais. Imaginem no resto do mundo!
Outra
coisa que se torna visível e como anunciei em outros artigos é que a
China, dias atrás tão arrogante agora se esboroa vendo diminuir as
compras dos países em crise e o fechamento das empresas por falta de
pedidos. Se a China não conseguir vender em larga escala o que produz
em ritmo alucinado, ela vai à falência até antes da Europa. Mas com
um perigo maior: lá vive quase ¼ da população do planeta, e tantas
boas clamam por comida. Quem não a tem, vai buscar onde ela existe. A
Europa rica que aguarde! Podem ter certeza de que o exército chinês
é muito mais poderoso e melhor equipado do que imagina o Ocidente, e
como está em Ezequiel, vem para pilhar como fez Gêngis Khan. E matar
mais gente.
O
Congresso americano acaba de aprovar a Lei Marcial, que esta prevista
desde muito tempo pelos profetas atuais daquele país. Basta que o
presidente Obama assine esta lei e todos os cidadão americanos, antes
tão ciosos da sua liberdade, passam a ser réus sem direito a defesa,
podendo serem presos sem provas, e mesmo depois de inocência provada
serem mantidos em prisão. Isso certamente provocará uma guerra
civil, e tal também é previsto, porque nação que aprovou o aborto.
Consta que eles têm preparados milhares de caixões para enterrar os
mortos em uma possível revolta popular, uma vez que se trata de um país
com milhares de cidadãos armados, alguns com armas pesadas. E não
pensem que isso demoraria a explodir, basta que comecem as prisões.
Penso que a besta força esta lei, exatamente para que venha o caos.
Por
fim, no Oriente Médio, de onde virá certamente a centelha do
Armagedom, ferve sempre mais e mais, porque aqueles povos belicosos não
conseguem ter um minuto de sossego. Uns querem arrancar as unhas e os
olhos dos outros, e não se acertam mais. Tudo isso faz parte do
caldeirão final, e satanás não se cessa de tocar lenha em baixo.
Afinal ele sabe que pouco tempo lhe resta, e o anticristo se obriga a
agir com mais fúria a partir de agora. Afinal o acordo europeu que
deveria resolver a crise, foi nada mais que um desastre, eles apenas
posteciparam promessas de soluções. Até porque, se o mundo sabe que
ninguém tem dinheiro, sabe então que o mundo econômico faliu, e
nunca mais se levantará.
Por
fim, para quem não acredita que as bolsas estão puxando o desastre
das nações, só nestes meses os índices recuaram 45% o Brasil um
pouco menos. E se uma empresa pode perder 80% do patrimônio num só
dia de operações, isso significa que todas elas podem falir em
conjunto, em menos de uma semana.
Quanto
a nós que não temos dinheiro em bolsa, invistamos nossos trocados no
céu. Eles receberão graças aqui e dividendos por toda a eternidade.
Mas unamo-nos em grupos para nos fortalecermos, porque sozinhos
seremos trucidados. (Aarão)
Fonte:
Recados do Aarão
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