Artigos/Fim dos Tempos

 

Você esta aqui: Página Inicial > Fim dos Tempos                                                                                 publicado em 13/12/2011

Artigos - Rio e Babilônia

  
Quando criança li aquela fábula dos ratos moradores de uma casa velha e do gato, que estava dizimando a população de roedores. Teve ali o rato com a ideia aplaudida e “maravilhosa” de atar um guizo no pescoço do bichano e teve o velho sábio camundongo que avisou: e quem é que vai amarrar o guizo no pescoço dele? A mesma coisa acontece agora no primeiro e falido mundo: dizem os governantes que vão cortar gastos, demitir milhões de funcionários, e aumentar impostos – isso em suas intermináveis reuniões – mas eu quero saber é: quem é que vai impor isso, a cidadãos exaltados e famintos? 
  
Claro, dirão que existe população demais e que justo por isso precisam eliminar os povos, dizimar as gentes e impor um guizo – a marca da besta – na testa dos exaltados, ou não há forma de controla-los. Digo, porém, que tudo o que fazem os secretários de satanás – com nome de primeiros ministros e presidentes atuais, quer usem saias ou ternos – nada mais foi do que blefar, pois tratam de um mundo econômico cadavérico e já fedido, humanamente irrecuperável. Eles fazem apenas o jogo de satanás, e como sempre temos pedido: devem olhar não para o que a mídia diz, mas exatamente para que ela tenta esconder. Tudo está acontecendo conforme previsto! 
  
Mas gostaria de escrever este artigo – que com certeza mexerá com muita gente – é traçando um parâmetro entre o estado atual do mundo financeiro e do mundo espiritual. Ontem e sábado estivemos com a equipe no Rio de Janeiro, em cenáculo e caminhada nos enormes cemitérios do Caju. Deve haver milhões de túmulos naquela área, onde estão enterradas polpudas quantidades de barões e baronesas com títulos pomposos, e mausoléus mais ainda, e certamente milhares de párias esquecidos por uma sociedade que, comparada ao seu estado espiritual de morte, merece mesmo a extinção. Do lado de fora do Cemitério Judeu, onde não entramos pude ver que tenho ali parentes enterrados. 
  
Quero dizer, incialmente, com o coração enternecido, que fomos recebidos ali por algumas pessoas maravilhosas e verdadeiros filhinhos de Deus, que fizeram até o impossível para nos atender e tratar bem. A eles nossa eterna gratidão, e somente o Céu os poderá recompensar, tanto aos que fizeram muito, quanto aos que fizeram pouco e de um modo efusivo também a todos os 150 que participaram das orações, e os 30 que estavam conosco na caminhada. Mas eu de fato, naquele momento não tinha como não comparar toda aquela situação com o episódio bíblico de Abraão intercedendo por Sodoma. 
  
Eu explico! Vejam que nosso Movimento Salvai Almas é conhecido no Rio de Janeiro, desde os primórdios, pelo menos nos últimos 12 anos. Ali temos mais de 200 correspondentes, e a maioria tem internet para estarem atualizados. No Rio de Janeiro nós despejamos mais de 50 mil livros dentre todos da coleção, e somente um empresário dali divulgou mais de 10 mil Salvai Almas, o primeiro livro. Por fim, o cenáculo estava marcado desde seis meses atrás, e, portanto houve tempo de sobra para que as pessoas soubessem e se interessassem, e pelo visto souberam, mas tantos não se interessaram.  
  
Afinal esta foi a terceira vez que Deus deu ao Rio de Janeiro, de irmos lá rezar com eles. E óbvio, não queremos ter a petulância de sermos nós os salvadores desta cidade ou de outras, porque somos apenas o beija-flor da gota de água, numa cidade incendiada de paixões, crimes e vícios. Que são 15 pessoas diante de 15 milhões? O problema é que Deus simplesmente não age onde não há intercessores, porque Ele pode achar que ninguém dali queira a salvação. E se uma cidade que já nem dorme em função de tantos gritos, ruídos e violências, não há mais Abraões suplicantes, como lamentar se ela se engolfe na violência e seja sepultada pelas ondas. Por fim, se os últimos intercessores ainda digladiam-se por causa de minúcias, já não mais o que fazer. Que não se inculpe Deus de crueldade.
  
De fato: não fossem estas pessoas santas que encontramos e dois sacerdotes jovens e santinhos daqueles que a gente quer carregar embora, tenho certeza de que poderíamos definir nossa caminhada como um fiasco, porque foi decepcionante para os que organizaram com tanto zelo. Foram tremendas as dificuldades que ele tiveram para fazer decolar o cenáculo, porque o pessoal da igreja nem queria que ela fosse aberta antes das 14 horas, nem um minuto antes, quando se iniciariam as orações. Para não me alongar em detalhes, não fossem abnegados de última hora, até sem os microfones ficaríamos, porque estavam lacrados a cadeado e só um tinha a chave. Não preciso dizer quem a tinha. 
  
Depois que terminou o cenáculo, nós sentamos para conversar, e comentar sobre tudo, e era visível certo mal estar entre todos. Todos sentiram o peso esmagador e a força titânica com que o inimigo atuou para que o evento não se realizasse. Volto a afirmar: não fossem aquelas poucas almas santas e abnegadas ali presentes, e nós voltaríamos para casa com a certeza da missão não cumprida. Mas como comentei ao Cláudio, do fundo do meu coração tinha certeza de que as graças tinham sido ainda mais abundantes do que se tudo tivesse acontecido bem, porque Deus recompensou o esforço daqueles poucos soldados valentes, fazendo com que tudo terminasse bem. 
  
Não, eu não quero com isso reclamar de ninguém, nem jamais imputar alguém de culpa, ou fazer beicinho me sentir rejeitado porque eram poucos os presentes, porque do fundo do coração sinto que quem está realmente machucada são as pessoas que se esforçaram ao limite, e não encontraram a colaboração necessária. Eu não sinto por mim, nem mesmo pelos que se deslocaram daqui de Santa Catarina para esta batalha, mas sinto pelos 15 milhões de habitantes daquela cidade, a quem o Céu desejava conceder uma graça, mas mais uma vez – e se pode dizer como sempre – o povo não a quis receber. 
  
E maravilhoso foi Deus que, conforme mesmo as pessoas que nos acolheram, foi muito carinhoso conosco nos arrumando dois dias de clima até agradável, quando normal nesta época é de calor sufocante, e já comprovei isso tempos atrás. Como sofre aquele povo com o calor. Sinal de que, apesar de tudo o Pai estava feliz com o fato de termos – nós e eles – feito nossa parte, minúscula mesmo, como centelha dos planos finais Dele para este tempo. Mas não me sai da cabeça o fato de que, dentre 15 milhões, apenas alguns poucos se aproveitaram de todas as graças que Deus havia reservado para aquela cidade. Nem diria cidade, mas realmente daquele retrato de Babilônia. 
  
Que vimos no Rio de Janeiro? Vimos Babilônia, e vimos a descrição perfeita de que há ali mais habitantes voltados para Sodoma, do que para Jerusalém. Como a residência tão amorosa do casal que nos acolheu era diminuta para acolher 18 pessoas, eles nos arrumaram um Hotel, dentre os poucos vagos, para alguns dos casais. Não vou citar o nome para não ofender os milhares de pernilongos que quase nos devoraram. Não cito o nome, porque pode haver ali pessoas simples que deram muito duro para nos socorrer no mínimo, porque os quartos fedem ao mal, fedem de pessoas que ali estiveram antes, cheiro de cigarro, vomito e urina. O centro do Rio é um horror! Tudo fede! 
  
Não bastasse o barulho ensurdecedor dos geradores de um hospital – me causa nojo saber de uma administração pública que não consegue fornecer energia gratuita para um gigante daqueles, obrigando-os a manter geradores a óleo – na primeira noite, ali próximo, com início às 10 da noite teve início algum tipo de show, onde o som atingia até os limites do insuportável, BUM, BUM, BUM, quando trepidavam as janelas e vibravam até as paredes e a cama, cinco horas seguidas de horror. Não fosse o Bom Deus nos ter socorrido com uma chuva lá pelas 3:00 horas da madrugada obrigando aqueles vândalos a terminarem sua esbórnia, nem teríamos pregado olho. 
  
No domingo pela manha, bem cedinho, enquanto aguardávamos a chegada de todos para irmos à Santa Missa, numa das ruas próximas vimos saindo multidões de jovens. Moços e moças, algumas com cara de crianças, que saíam de uma zoeira. Uma imensa fila de taxis os esperava e iam entrando, casais homens e mistos, cheios de brincos, tatuagens, roupas extravagantes, eis que acabava sua noitada de orgia. E não pensem que eram poucos. E ficávamos ali olhando aquelas filas de jovens perdidos, como anúncios do fim de uma sociedade corrompida, que já morreu e pensa que vive. 
  
Eu devo ser sincero e dizer que o Rio de Janeiro não passa de uma cidade de alma podre. Se você viajar na Linha vermelha entre aquela multidão de favelas, olhando aqueles morros invadidos até o topo por multidões de casebres empilhados, de casas sem reboco, passa no corpo um arrepio, porque aos olhos da fé se pode imaginar o dilúvio de pecados, de crimes, de abominações, de mandingas, impropérios, gritos, feitiços e outras desgraças que acontecem dentro daquelas residências. Que afinal, jamais podem se chamar de moradas de filhos e filhas de Deus, porque são ambientes degradantes, minúsculos, espremidos entre paredes, jamais moradas dignas. 
  
Como esperar que se formem pessoas de fé, de oração, principalmente como imaginar que possam sair dali moços e meninas puras, se deitados num mesmo cubículo os pais transam diante dos filhos? Como imaginar que em ambientes onde moram multidões, coladas umas nas outras, não haja bilhões de intrigas, gritos, alternações sem fim, seja pelo maldito som alto de algumas casas, sejam pelos latidos dos cães que moram com algumas pessoas, seja pelas crianças levadas que tantas vezes não têm educação? Não dá para imaginar que este mundo possa perdurar por muito tempo. 
  
De fato, olhem os números. Moram ali 15 bilhões e nos arredores. Quantos são os que de fato ainda buscam a Deus e os sacramentos que salvam? Falo não somente de ir por modismo, porque foram mandados ou porque não têm coisa melhor a fazer: mas ir com amor, com fé ardente, e com a firme esperança de que um dia isso irá mudar, e que esta civilização atual tem que ter um fim, e que não demore. Sim existem ali pessoas boas e simples que vivem outros movimentos, e que ainda amam a Deus. Sim, existem ali padres santos que se preocupam com o rebanho, e honram seu sacerdócio. Mas digam-me, dentre eles, quais, quantos em porção levam vida de santidade, amor e oração? 
  
Já quando eu chegava à cidade, pelo aeroporto do Galeão, comentávamos sobre como Deus faria para julgar aquela imensidão de gente! E posso vos dizer, porque entenderão o recado, meu coração se sentia esmagado quando e disse assim ao Cláudio: Saber que, em menos de um ano, a imensa maioria destas pessoas pode não existir mais, e toda esta imensidão de construções deverá estar sepultada no oceano, realmente assusta. Em verdade é isso que já mostramos nos livros e nos mapas futuros. E sem duvida acontecerá e será exatamente por tudo aquilo que acima descrevemos. Ou acaso esta cidade, como tantas outras, é capaz de uma conversão como foi em Nínive? Deus já deu quase 500 anos para o Rio de Janeiro se converter, fosse você Ele esperaria mais? Ou agiria rápido evitando que os últimos filhinhos fossem engolidos por Babilônia? 
  
Em síntese se pode dizer: é impossível formar filhos de Deus dentro de um ambiente onde pululam milhões de demônios. Os raros que escapam, é por pura misericórdia, e ainda para demonstrar que existem famílias de Lot, que serão resgatadas em tempo. Eu senti perfeitamente que aconteceu conosco a mesma coisa que com Abraão: nós fomos pela última vez interceder por aquele povo, por milhões deles, que vivem alheados, vivem estressados e deprimidos, acabrunhados mesmo pelo ambiente pestífero que se forma em tamanhos aglomerados. Sente-se ali o mal no ar! O que fomos fazer no Rio de Janeiro foi pedir: Se tiver 100 justos vais destruir aquela cidade? 
  
Até porque, no Novo Reino, que chega depois do fim deste, jamais haverá cidades como Rio de Janeiro, porque todas as pessoas habitarão em casas confortáveis, maravilhosas, em meio a jardins floridos e árvores de frutos. Jamais haverá ali o cheiro nauseabundo como o que se verifica em alguns pontos do Rio, onde é impossível a vida de um filho do Pai Eterno. Deus não nos criou para vivermos em tais circunstâncias, nem em meio a tanta balburdia, tantos alaridos, ruídos de carros e máquinas, latidos de cães presos em apartamentos, e jamais entre vizinhos brigados, estressados e famílias em crise. 
  
O sentido deste texto é então mostrar a todos que é impossível deixar o mundo correr assim como está indo, nesta carreira alucinada rumo ao abismo, porque senão aqueles poucos santos que ali restam acabarão por serem esmagados pelos maus, pelos que não querem viver a santidade, e sim aos moldes de Sodoma e Gomorra. E para aqueles que Deus escolheu, não há o que lamentar, antes que agradecer, porque a promessa é que o Pai recolherá a quase totalidade destes inconsequentes, porque Ele sempre acha meios de converter. Mas não os poderá deixar viver aqui, porque sem demora eles teriam erguido outra Babilônia. Outras favelas! 
  
Penso que assim coloquei um parâmetro daquilo que acontecerá em todo mundo, porque a situação do Rio de Janeiro é a mesma em todas as cidades do mundo, praticamente sem exceção. Pode acontecer alguma diferença mínima entre uma cidade e outra, mas posso lhes garantir que temos pessoas ligadas ao Movimento, em algumas cidades, que simplesmente não conseguem arrumar outro que comunguem das mesmas ideias que se sintetizam em oração e salvação das almas. A imensa maioria das pessoas simplesmente taxa de louco aquele que pensa nestas coisas, que avisa, que alerta. Portanto, desde Lot até aqui, não mudou nada, a proporção é a mesma. É ainda pior! Que direito temos nós então de pedir a Deus que salve a vida de todos? 
  
No mais, nos dias que estive fora recebi de presente 367 e-mail para responder e estou aqui desde a madrugada. Mas não consegui me conter e me obriguei a este texto, porque o tempo urge. Vejam que o sentido maior é mais uma vez alertar a todos os que participam das mesmas ideias e têm o mesmo objetivo de alertar e salvar, e nesta direção é preciso lembrar a estes poucos, que é tempo de esquecer-se de si mesmo, de sepultarem definitivamente as picuinhas pessoais e montarem grupos de oração e de intercessão, divulgar em conjuntos os livros, lencinhos e o Óleo, para que em cada cidade aconteça o mesmo que Abarão fez intercedendo por Sodoma, ou se não houver interesse, não haverá ninguém ali para contar a história. 
  
Veja eu não falo por mim, apenas tento alertar para a realidade bíblica. Há pessoas que sentem a proximidade do fim desta sociedade atual, nada mais que uma colcha de retalhos, de remendos novos sobre fundo podre, e fundo podre e fedido, porque não mais sociedade firmada em Deus e na Sua Lei. Mas mesmo entre estes bate uma inércia, uma fraqueza do inevitável, quando Abraão conseguiu salvar uma família. E se acham que não estamos ultrapassando Sodoma, é porque a maioria das pessoas está cega quanto a evolução aterrorizante da tirania gay, que quer se impor como moral acima até dos princípios da Lei Eterna. A maioria dos governos da terra hoje só pensa nisso: obrigar o mundo ao pecado do sexo homossexual. E isso é prenuncio do mesmo fim! 
  
O que se nota, e já tenho mostrado isso em outras ocasiões, é que está tremendamente difícil reunir as pessoas, todas elas em humildade e obediência, largando nas mãos do Espírito Santo suas vontades, para que Ele faça a obra e direcione as ações do grupo. Há pessoas que não cedem, e querem tudo ao seu modo. Há outras que dão sempre contra, e emperram as atividades de quem deseja seguir. Há muitos casos em que pessoas querem introduzir no meio, carismas diferentes, que acabam por enervar os outros com este negócio de “Jesus me disse” e “o Espírito Santo me falou”, que devemos fazer isso e aquilo. Exatamente o contrário de como deve ser. Ou unidade ou divisão! 
  
Desde o início de minha caminhada, quando acompanhava Vassula e Padre Gobi, senti que isso acontecia entre os dois grupos, cada um querendo interferir no outro. E sempre o Céu tem proibido a mistura de carismas, exatamente para evitar as discussões de “melhor assim, melhor assado”. Então, nestes casos, é melhor que as pessoas com outros carismas sigam o seu próprio, formem seu grupo, reúnam sua equipe, e façam o seu apostolado frutificar para o bem da Igreja. Nada contra novos grupos, e se Deus mesmo os suscita é porque são necessários. E por isso há diferentes carismas! 
  
Qual o carisma do: Movimento Salvai Almas? Nosso carisma principal é a devoção à Igreja Padecente, às almas do Purgatório! Assim, são chamadas a ele, de todos os lugares as pessoas que Deus convoca para esta missão, e a maioria delas com devoção arraigada pelas almas, que vem desde gerações antigas. Nós temos também o carisma da oração pelos Sacerdotes e pela Igreja, pelo Papa, missão esta que deveria ser de todos. Também temos a graça de alguns mistérios sobre os tempos do fim, e isso tudo se se move com uma coisa: a oração! Nosso carisma então é REZAR e REZAR! Oração humilde e confiante, eis nosso meio de ação. 
  
Que vamos fazer quando em cenáculos nas cidades distantes? Vamos lá rezar com aquelas pessoas, e ensinar a rezar, como nos pede o Céu. Não vamos para palestras, nem discussões. Se nós lemos as Leituras bíblicas do dia, não vamos para discutir nem comentar. Porque temos de deixar o Espírito Santo agir, para que a obra seja completa e cheia de bons frutos. Mas o que vimos é que, em quase todos os lugares acontece a mesma coisa: iniciam com algum entusiasmo, mas depois começa a puxar um para um lado, outro para outro, e afinal, por qualquer picuinha abandonam tudo. 
  
Que Jesus disse? Onde dois ou mais estiverem reunidos em Meu nome, eu estarei ali. Que disse mais? Se duas ou mais pessoas pedirem JUNTAS a MESMA COISA, e não duvidarem em seus corações, o Pai vos concederá. Ele não sugeriu pedir sozinhos! E o Céu tem tanto pedido através das nossas mensagens, esta união de esforços de oração, seja nos grupos - nas casas ou nas igrejas – seja principalmente nas famílias. Pede que todos unidos intercedam por este mundo que desaba, e não tenham dúvida de que em breve acontecerá. E avisa que não desabarão apenas as famílias e grupos que estiverem em oração, com os Sacramentos em dia, confiantes no Senhor que chega. 
  
Infelizmente em quase todas as cidades tem sido esta guerra, e talvez por causa disso é que Deus fez nossa equipe central viver em cidades diferentes. Quem duvida de que conosco não se daria o mesmo? Entretanto é preciso este esforço, esta união de forças de oração, para que Deus tenha piedade destes povos do Sodoma. E se pensam que não me dá uma angústia de saber que tudo isso vem, que a besta prepara realmente o quase completo extermínio da humanidade – no fundo é isso que o demônio quer – podem ter certeza de que sinto muito. E angustia maior é gritar, é escrever, é alertar, é dar a cara pra bater como no caso do folder, quando se vê receptividade tão pequena numa cidade. 
  
De qualquer modo algo nos conforma, porque também Jesus gritou por três anos pela Judéia e Galileia, e mesmo sendo Deus e tenho verve divina de suma Onipotência, ao final deste tempo tinha apenas alguns seguidores e ainda medrosos na maioria. Talvez por isso seja petulância nossa querer mais, porém a fraqueza humana de que nós somos feitos mostra-se aqui também na impotência de ver o mundo caindo, sem poder fazer nada ou tão pouco. Por outro lado, nossa firme esperança, nossa certeza mesmo de que, de forma ímpar se há de mostrar o infinito Poder de Deus, salvando a imensa maioria das almas e as levando de definitivo para o céu, nos anima a continuar, e assim deve ser com todos os que se sentem agora frustrados por não verem resultados aparentes. 
  
Porém, tenham certeza de que com esta difusão de tantos livros, especialmente agora com o choque do folder, milhares de pessoas irão acordar, quando a besta começar a agir com mais fúria. E basta que aconteça a primeira data, para que mais gente leve a sério nosso grito por conversão, porque por ainda algum tempo estará aberta a porta da misericórdia. Apenas que ninguém se deixe fascinar pelo anticristo, que virá com toda sorte de artifício e palavra enganadora. É preciso sempre confrontar tudo aquilo que ele propõe com as palavras da Escritura e do Catecismo, porque ele falará por satanás. Ele não veio para salvar, mas para perder a humanidade. E está próximo. 
  
Um de meus filhos, o mais preocupado com a nossa situação de profetizar estas datas todos os dias me pergunta: Pai, e se não acontecer estas datas? Pai tem tanta coisa para acontecer em tão pouco tempo! E se não acontecer nada disso o pai já sabe para onde vai fugir? Vejam que a pressão vem também de casa... Ao que respondo: Filho deixe Deus agir! Ele sabe o que faz e tudo acontecerá ao seu tempo e na intensidade que Ele deseja; nada mais nada menos. E afinal, o pai confia neste trabalho, e tem certeza plena de que Deus jamais enganaria milhares de pessoas que estão rezando. De fato, basta que não aconteçam as datas, para que o Movimento seja sepultado para sempre. O que não acontecerá! Afinal, aqui, em milhares de vozes nós pedimos todos, a mesma coisa! E Jesus não mentiria. 
  
No mais, neste mundo de Babilônia – e de Sodoma – tudo está acontecendo como Jesus previu. Guerras e rumores de guerras! E logo se levantará nação contra nação e reino contra reino, tudo começando com os confrontos da economia em crise mortal. Rússia e China dão sinais de aproximação e de preparação para o Armagedom. Podem ser por hora apenas ameaças, mas se cumpre o anunciado. As nações árabes estão aos poucos substituindo seus governantes por líderes fundamentalistas, e a mesma coisa se dá na Europa onde trocam os governantes por técnicos da besta. Na Alemanha poderosa e nos Estados Unidos, a população dá sinais cada vez mais fortes de descontentamento, e já na sua maioria decreta o fim dos governantes atuais. Imaginem no resto do mundo! 
  
Outra coisa que se torna visível e como anunciei em outros artigos é que a China, dias atrás tão arrogante agora se esboroa vendo diminuir as compras dos países em crise e o fechamento das empresas por falta de pedidos. Se a China não conseguir vender em larga escala o que produz em ritmo alucinado, ela vai à falência até antes da Europa. Mas com um perigo maior: lá vive quase ¼ da população do planeta, e tantas boas clamam por comida. Quem não a tem, vai buscar onde ela existe. A Europa rica que aguarde! Podem ter certeza de que o exército chinês é muito mais poderoso e melhor equipado do que imagina o Ocidente, e como está em Ezequiel, vem para pilhar como fez Gêngis Khan. E matar mais gente. 
  
O Congresso americano acaba de aprovar a Lei Marcial, que esta prevista desde muito tempo pelos profetas atuais daquele país. Basta que o presidente Obama assine esta lei e todos os cidadão americanos, antes tão ciosos da sua liberdade, passam a ser réus sem direito a defesa, podendo serem presos sem provas, e mesmo depois de inocência provada serem mantidos em prisão. Isso certamente provocará uma guerra civil, e tal também é previsto, porque nação que aprovou o aborto. Consta que eles têm preparados milhares de caixões para enterrar os mortos em uma possível revolta popular, uma vez que se trata de um país com milhares de cidadãos armados, alguns com armas pesadas. E não pensem que isso demoraria a explodir, basta que comecem as prisões. Penso que a besta força esta lei, exatamente para que venha o caos. 
  
Por fim, no Oriente Médio, de onde virá certamente a centelha do Armagedom, ferve sempre mais e mais, porque aqueles povos belicosos não conseguem ter um minuto de sossego. Uns querem arrancar as unhas e os olhos dos outros, e não se acertam mais. Tudo isso faz parte do caldeirão final, e satanás não se cessa de tocar lenha em baixo. Afinal ele sabe que pouco tempo lhe resta, e o anticristo se obriga a agir com mais fúria a partir de agora. Afinal o acordo europeu que deveria resolver a crise, foi nada mais que um desastre, eles apenas posteciparam promessas de soluções. Até porque, se o mundo sabe que ninguém tem dinheiro, sabe então que o mundo econômico faliu, e nunca mais se levantará. 
  
Por fim, para quem não acredita que as bolsas estão puxando o desastre das nações, só nestes meses os índices recuaram 45% o Brasil um pouco menos. E se uma empresa pode perder 80% do patrimônio num só dia de operações, isso significa que todas elas podem falir em conjunto, em menos de uma semana. 
  
Quanto a nós que não temos dinheiro em bolsa, invistamos nossos trocados no céu. Eles receberão graças aqui e dividendos por toda a eternidade. Mas unamo-nos em grupos para nos fortalecermos, porque sozinhos seremos trucidados. (Aarão) 

 

Fonte: Recados do Aarão

 

 

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