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28/07/2008
Abalo cósmico
Neste exato momento, num mundo
que caminha em aparente calma – nem diria calma, e sim certa
normalidade (se este caos é normal) – nas entranhas do mais
profundo infinito prepara-se um tremendo abalo. Uma abalo cósmico! Já
antes, e já agora, o Universo inteiro se compunge e se contorce
diante daquele que podemos considerar como o ato mais
hostil e abominável, mais profundamente odioso, jamais impetrado
por uma reles criatura contra seu Deus: falo do nefando decreto
humano que tentará por fim à Eucaristia!
Com absoluta certeza, este ato de ódio
contra o Altíssimo, esta afronta inominável, terá para todo o
Universo, até o mais profundo do Cosmos, um efeito mais desastroso e
mais devastador do que o grito dos anjos rebeldes, pela voz de Lúcifer,
o degenerado senhor das trevas: Non Serviam!
Mil vezes pior, mil vezes mais odioso, mil vezes mais rebelde, este ato
desobediente do homem, provocará um frêmito arrasador em toda a
natureza, tocando, batendo, vibrando diretamente no chão que sustenta
o trono do Altíssimo. Então ele apontará Seu dedo sobre a terra...
E virá o fim! O seu braço poderoso já se move!
No prólogo do nosso livro “O Eclipse
do Sol” escrevi assim: No horizonte do universo, uma nuvem
assustadora forma-se com incrível rapidez. Sobre a Terra, nosso
planeta, partícula infinitesimal desta imensa obra do Pai, também
descem sombras e dela sobem densos rolos de fumo.
Poucos percebem estas nuvens. Poucos são
os que não se deixaram cegar pela fumaça negra de Satanás, que ameaça
matar toda a vida humana. A bem da verdade, a maioria dos indivíduos,
deste monumental mar humano de seis bilhões de pessoas, está
completamente cega. Parte nada vê! Parte nada sente! Parte nada
compreende! Parte nada sabe, ou nem quer saber!
Há apenas dois pequenos grupos antagônicos,
ferozmente armados, há séculos, ambos buscando o controle do mundo.
De um lado, os filhos dos homens, o exército negro, cujo comando tem
origem no poder das trevas. De outro lado, o povo santo, os
filhos de Deus, cuja comandante maior é Nossa Senhora. Ambos se armam
agora “de unhas e dentes”, para a batalha final.
O que está em jogo, da essência,
não é a posse da terra, nem das riquezas, tampouco o poder para
governar sobre tudo e todos, como a aparência pode sugerir. O que está
em disputa é a posse eterna das almas, única coisa que
interessa a ambos: ao inferno e ao Céu! E embora a grande batalha
seja a nível espiritual, é na terra e no plano físico que ela se
torna visível, imprimindo seus reflexos sobre toda a humanidade. É
interessante saber, ambos os exércitos pregam: “Paz na terra!”
No pensamento do poderoso exército
das trevas, satanás colocou a idéia de que haverá paz na terra,
sim, mas apenas por meio da ação do homem, não de Deus.
Para isso, prega a criação de um estado poderoso, tirânico e
ditatorial, um novo império romano, chamado a globalização,
cujo comando único será dado ao filho dileto de Lúcifer: o
anticristo!
No pensamento do pequeno exército da
luz, a materna Comandante incute a certeza absoluta de que existe,
sim, a possibilidade de haver paz duradoura em toda a terra: basta
seguir a Lei de Deus, trilhar os Seus caminhos e todos nós alcançaremos
a vida em plenitude, com o iminente retorno glorioso de Jesus!
Há, porém, uma terceira força,
monumental e indestrutível, que é como o “fiel da balança”
entre ambos. Ela determina os rumos da batalha. Ela define quem perde
ou quem ganha terreno. Ela é a verdadeira e única “Fonte de
Poder”. As trevas buscam eclipsá-la! O exército da Luz busca
manter-lhe a chama acesa. Esta fonte de poder se chama: Sagrada
Eucaristia!
De fato, do cantinho humilde dos
sacrários brota uma luz que não tem fim. É dali que verte o poder
infinito. Dela nos vem a Vida Eterna! E ambos os exércitos
sabem disso. Mais, ou menos Eucaristia na terra: quem tiver o
controle sobre ela, será o vencedor. É sobre esta força infinita
que falaremos!
Isto foi escrito há oito anos atrás,
e a batalha continua e se acentua. Por todos os lados surgem os
efeitos e os reflexos negativos dela. Por hora, apenas aspectos
negativos. Verdade é que, cada sacerdote que acolhe em sua alma a idéia
da não presença real de Cristo na Eucaristia, acaba dando forças ao
adversário, de modo que a soma deles todos, em síntese transfere
poder ao inimigo, pois com isso o exército do bem
perde terreno. E assim acontece, com todo sacrário que cai, com toda
Missa transformada em ceia, ou quando nela rebolam, e dançam, e batem
palmas – tudo diante do Crucificado – fatos que fazem aos poucos
apagar as chamas dos sacrários.
Mas a coisa irá mais longe e não
demora. As mensagens atuais nos têm apontado para um antipapa, que
virá substituir o Papa Bento XVI. Sabemos que este Papa irá em breve
emitir uma Carta ao Mundo, que desagradará
profundamente a milhares de padres e bispos. Eles, já agora em pé de
guerra, irão à rebelião declarada, consumando-se assim o cisma
previsto nas Sagradas Escrituras, fruto da apostasia que já reina
quase absoluta. Creio que esta Carta, trará a exigência de mudanças
na Santa Missa, retornando o Latim como língua oficial, e devendo as
palavras da Consagração serem proclamadas neste idioma. Isso fará
explodir a ira dos modernistas, e de seu odioso e rebelde antipapa.
Que os chefia!
Então perguntamos: quem terá a
coragem inaudita de cometer este ato? Penso que a melhor referência a
este homem, está cifrada em Daniel 8, 9
De um deles saiu um pequeno chifre que se desenvolveu
consideravelmente para o sul, para o oriente e para a jóia (dos países).
10 Cresceu até alcançar os astros do céu, do
qual fez cair por terra diversas estrelas e as calcou
aos pés. 11 Cresceu até o chefe desse exército de astros,
cujo (holocausto) perpétuo aboliu e cujo santuário
destruiu. 12 Por causa da infidelidade, além do holocausto
perpétuo foi-lhe entregue um exército! A verdade foi
lançada à terra. O pequeno chifre teve êxito na
sua empreitada. (Tremo só de pensar que este “chifre”
possa vir da jóia dos países, o
Brasil?)
Parece difícil de entender tudo isso,
mas para quem medita nestes mistérios de Deus, se torna fácil
identificar o significado destas palavras obscuras. O pequeno
chifre é sem dúvida o antipapa, que assinará o decreto maldito!
As estrelas calcadas são os padres, bispos, e cardeais
fiéis ao papa – o chefe deste exército de astros – que serão
calcados pela horda dos maus padres, maus bispos e maus cardeais
modernistas, que imporão sua vontade por decisão de
maioria. O Holocausto Perpétuo é com certeza a
Eucaristia, que será abolida pela NEGAÇÃO da presença real de
Jesus, e pela transformação da Santa Missa em mera ceia
comemorativa, em gesto “fraterno” de partilha. Com isso a verdade
será esmagada e é isso o que significa a “abominação
da desolação” predita por Daniel. Ato abominável que trará
desolação à todo o Universo!
Ora, assim falou Jesus em Mateus 24, 15
Quando virdes estabelecida no lugar santo a abominação
da desolação que foi predita pelo profeta Daniel (9,27) - o
leitor entenda bem - 16 então os habitantes da Judéia fujam
para as montanhas. 17 Aquele que está no terraço da casa não
desça para tomar o que está em sua casa. 18 E aquele que está
no campo não volte para buscar suas vestimentas. Ou seja: isso
prenuncia na verdade o início das grandes confusões mundiais, pois
Jesus continua prevenindo: 21 porque
então a tribulação será tão grande como nunca foi vista,
desde o começo do mundo até o presente, nem jamais será.. Quer
dizer, exatamente quando for cometido este ato, terá início a Grande
Tribulação anunciada também pelo mesmo profeta, quando
diz...
Daniel 12, 1 Naquele
tempo, surgirá Miguel, o grande chefe, o protetor dos filhos do seu
povo. Será uma época de tal desolação, como jamais
houve igual desde que as nações existem até aquele momento. Então,
entre os filhos de teu povo, serão salvos todos aqueles que se
acharem inscritos no livro. E se o profeta evoca São Miguel
Arcanjo, é porque, a partir deste ato, o inferno em peso se derramará
sobre a terra, pois Deus então soltará seus freios.
Quando virá? Veja, nos anos
anteriores, sempre imaginávamos que a segunda metade da última
semana de anos de Daniel, traria embutidos os últimos 1335 dias, mas
isso não se deu. Hoje vemos assim: depois que termina a semana de
anos – 11 de setembro deste ano de 2008 – deverá haver ainda um
intervalo até que o antipapa consume este ato, e só então começam
a contar os 1335 dias finais. Então parece não haver mais dúvidas
de que teremos de passar por estes quatro anos de horrores, onde Jesus
previu que os vivos invejarão os mortos. As pessoas irão
desejar morrer, diante de tamanho volume de catástrofes. Assim, mais
uma vez o indicativo dos tempos finais, está no mesmo profeta.
Daniel 8, 13 Ouvi um santo
que falava, a quem outro santo respondeu: quanto tempo
durará o anunciado pela visão a respeito do holocausto
perpétuo, da infidelidade destruidora, e do abandono
do santuário e do exército calcado aos pés? 14
Respondeu: duas mil e trezentas noites e manhãs.
Depois disso o santuário será restabelecido. Aqui ele fala em
2.300 noites e manhãs, mas nestas deve estar imbutido o tempo de 3,5
anos previstos para a abominação. Isso porque, na verdade
, já hoje se trama contra a Eucaristia e isso é feito por padres e
bispos que não acreditam mais na presença viva de Jesus na Hóstia
consagrada. Estes 2.300 dias estão já hoje correndo.
Como em está em Daniel 12, 9
Vamos, Daniel, respondeu; esses oráculos devem ficar fechados e
lacrados até o tempo final. 10 Muitos serão limpos,
acrisolados e provados. Os ímpios agirão com perversidade,
mas nenhum deles compreenderá, enquanto que os sábios
compreenderão. 11 Desde o tempo em que for
suprimido o holocausto perpétuo e quando for estabelecida a abominação
do devastador, transcorrerão mil duzentos e noventa
dias. 12 Feliz quem esperar e alcançar mil
trezentos e trinta e cinco dias!
Aqui neste texto, quando Daniel cita os
IMPIOS, não se refere apenas à besta primeira que
comanda tudo isso, mas certamente a mais que tudo, aos padres, bispos
e cardeais que, comandados pelo antipapa, que cedendo ao bafo nojento
de satanás, irão desferir a estocada final no Santíssimo
Sacramento. Aliás, isso já se faz aos poucos, na medida em que os
padres negam a presença real de Cristo nas sagradas Espécies, ou que
já não mais acreditam no sacramento misterioso que celebram.
Isso se faz pelos sacrários postos de lado, pelos que são esvaziados
ou que servem já agora de motivo de escárnio e mofa. Ai dos que
fazem isso, ai dos blasfemos, pois sobre eles pesa a condenação, e a
excomunhão automática da nossa Igreja.
Veja o que está dito no Concilio de
Trento. Trata-se de matéria dogmática, e, portanto
nunca poderá ser mudada, nem pelo papa, e nem mesmo pela maioria dos
padres e dos bispos. Nossa Senhora nos disse nas mensagens que 2/3 dos
sacerdotes, que não acreditam na transubstanciação, incorrem
nesta falta gravíssima. Eis o que dizem os cânones
condenatórios do mesmo Sacrossanto Concílio sobre a Santíssima
Eucaristia:
883. Cân. l. Se alguém negar que no Santíssimo Sacramento da
Eucaristia está contido verdadeira, real e substancialmente o corpo e
sangue juntamente com a alma e divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo,
e por conseguinte o Cristo todo, e disser que somente está nele como
sinal, figura ou virtude — seja excomungado [cfr. n° 874 e
876]. (Já milhares negam isso acintosamente)
884. Cân. 2. Se alguém disser que no sacrossanto sacramento
da Eucaristia fica a substância do pão e do vinho juntamente com o
corpo e o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo; e negar aquela admirável
e singular conversão de toda a substância de pão no corpo, e de
toda a substância do vinho no sangue, ficando apenas as espécies de
pão e de vinho, que a Igreja com suma propriedade (aptissime) chama
de transubstanciação — seja excomungado [cfr. n° 877]. (Basta
que o padre celebre e não acredite, já é um sacrilégio)
885. Cân. 3. Se alguém negar que no venerável sacramento da
Eucaristia, debaixo de cada uma das espécies e debaixo de cada parte
dessas espécies, quando elas se dividem, está presente o Cristo todo
— seja excomungado [cfr. n° 876]. (Há padres que mandam
jogar fora os pequenos pedaços da Hóstia)
886. Cân. 4. Se alguém disser que no admirável sacramento da
Eucaristia, depois da consagração, não estão o corpo e o sangue de
Nosso Senhor Jesus Cristo, mas somente no uso, quando se recebe, e não
antes nem depois; e que nas hóstias ou partículas consagradas, que
se guardam ou sobram depois da comunhão, não permanece o verdadeiro
corpo do Senhor — seja excomungado [cfr. n° 875]. (Há
muitos dizendo isso. Dizem, de forma blasfema, que sacrário não
freezer)
887. Cân. 5. Se alguém disser que o principal fruto da Santíssima
Eucaristia é a remissão dos pecados, ou que dela não procedem
outros efeitos — seja excomungado [cfr. n° 875]. (Ai
de quem afirma que a Eucaristia perdoa pecados. Pode o veneno dobrado
curar o paciente?).
888. Cân. 6. Se alguém disser que não se deve adorar com
culto de latria também externo o Unigênito Filho de Deus no santo
sacramento da Eucaristia; e que por isso também não se deve venerar
com festividade particular, nem levar solenemente em procissão,
segundo o louvável rito e costume da Igreja universal; ou que não se
deve expor publicamente ao povo para ser adorado e que seus adoradores
são idólatras, seja excomungado [cfr. n° 878]. (Dizem
que Jesus não quer ser adorado, mas comido)
889. Cân. 7. Se alguém disser que não é lícito conservar
no tabernáculo a sagrada Eucaristia, mas que imediatamente após a
consagração deve ser distribuída pelos circunstantes, ou que não
é lícito levá-la honrosamente aos enfermos — seja excomungado [cfr.
n° 879]. (Dizem que não é mais necessário guardar, pois
isso era preciso antes quando não havia recursos médicos e se
guardava para a unção dos Enfermos)
890. Cân. 8. Se alguém disser que Cristo, dado na Eucaristia
é só consumido espiritualmente e não também sacramental e
realmente — seja excomungado [cfr. n° 881]. (Muitos
trocam a comunhão espiritual, pela física e real, dizendo que
é a mesma coisa então assistem a Missa na TV)
891. Cân. 9. Se alguém negar que todos e cada um dos fiéis
de Cristo, de um e de outro sexo, quando chegarem ao uso da razão, são
obrigados todos os anos a comungar ao menos pela Páscoa, conforme o
preceito da Santa Igreja — seja excomungado. (Este é um dos
mandamentos da Igreja mais desobedecidos: comungar pela páscoa da
Ressurreição).
892. Cân. 10. Se alguém disser que não é licito ao
sacerdote celebrante dar a comunhão a si mesmo — seja
excomungado [cfr. n° 881].
893. Cân. 11. Se alguém disser que só a fé é suficiente
preparação para se receber o santíssimo sacramento da Eucaristia
— seja excomungado. E para que não se receba indignamente tão
grande sacramento e cause a morte e a condenação, determina e
declara o mesmo santo Concilio que aqueles que se sentem com consciência
oprimida pelo pecado mortal, ainda que se julguem sumamente contritos,
se puderem encontrar confessor, estão necessariamente obrigados a
fazer primeiro a confissão. E se alguém presumir ensinar, pregar ou
afirmar com pertinácia o contrário, ou também o defender
publicamente em discussões - seja imediatamente por este fato
excomungado [cfr. n" 880]. (Mas muitos padres
negam a necessidade de confissão sacramental)
Ou seja: trata-se de um ato
automático, sem necessidade de decreto papal, ou de um processo
investigativo. Todo padre, todo bispo, todo cardeal, e qualquer leigo,
que de forma contumaz e decidida negar qualquer uma das
verdades ali contidas e eternamente imutáveis, incorre
em imediata condenação de excomunhão da Igreja Católica, e comete
sacrilégio cada vez que participa de um sacramento. Qualquer deles.
Padre que celebra sem crer é um sacrílego contumaz, pois está em
pecado grave. E quem recebe a Eucaristia sem discernir o Corpo de
Cristo, come e bebe a própria condenação (I Cor 12,
29).
Nos dias de minha viagem, meditei muito
sobre isso. Estremeci muitas vezes somente em pensar no que está por
vir para esta pobre humanidade, quando resolver dar este grito
rebelde contra Deus, tal como o fizeram os anjos caídos. Não
perceberão acaso, estes obreiros do mal, que com isso clamam aos céus
por vingança? Acaso as Escrituras não lhes são bem claras quanto ao
que acontecerá quando isso for executado? Vejamos o que dizem os
profetas:
Oséias 8, 1 É boca a trombeta! O
inimigo precipita-se como uma águia sobre a casa do
Senhor, porque violaram minha aliança e transgrediram
minha lei. 2 Clamam a mim: Meu Deus!- Nós te conhecemos,
Israel! 3 Israel rejeitou o bem, o inimigo o persegue.
Jeremias 34, 17 Eis por que diz o
Senhor: assim como não me haveis obedecido no que tange à proclamação
da liberdade de vossos irmãos, vou, por minha vez, proclamar a vossa volta
à espada, à peste e à fome, transformando-vos em objeto de
espanto para todos os reinos da terra. 18 Os homens que violaram
minha aliança, e não observaram as cláusulas do acordo
celebrado em minha presença...
Jeremias 5, 4 E a mim mesmo eu dizia:
são apenas vulgares e insensatos, porque não conhecem os caminhos do
Senhor, a lei do seu Deus. 5 Irei procurar os grandes para
falar-lhes, pois que eles conhecem as sendas do Senhor, a lei do seu
Deus. Mas todos esses também quebraram o jugo, e romperam
os laços. 6 Eis por que o leão da floresta os ferirá e o
lobo da estepe os dizimará; a pantera os espreitará em suas cidades;
e aquele que dela sair será despedaçado, porquanto numerosos
são os seus delitos, e sem conta suas revoltas.
Isaías 24,
3 A
terra será totalmente devastada, inteiramente pilhada,
porque o Senhor assim o decidiu.
4 A
terra está na desolação, murcha; o mundo definha e esmorece, e os
chefes do povo estão aterrados.
5 A
terra foi profanada por seus habitantes, porque transgrediram
as leis, violaram as regras e romperam a aliança
eterna. 6 Por isso a maldição devora a terra e seus
habitantes expiam suas penas; os habitantes da terra são consumidos,
um pequeno número de homens sobrevive.
Ezequiel 44, 6 Dirás a esses rebeldes israelitas:
eis o que diz o Senhor Javé: israelitas, basta! Chega de
abominações! 7 Quando fazíeis a oferenda do meu pão,
da gordura e do sangue, introduzistes no meu santuário para profaná-lo
estrangeiros cujo coração não é menos incircunciso que a carne; violastes,
dessa forma, a minha aliança com todas as vossas
abominações.
Ezequiel 17, 18 Ele desprezou
o seu juramento e rompeu a aliança, embora tivesse
já dado a sua palavra. Ele fez tudo isso; não escapará.
19 Por isso, eis o que diz o Senhor Javé: Por minha vida, é o
meu juramento que ele rejeitou, é minha aliança que ele
infringiu: farei cair isso sobre sua cabeça.
Salmo 131, 11 O Senhor fez a Davi um
juramento, de que não há de se retratar: Colocarei em teu trono um
descendente de tua raça. 12 Se teus filhos guardarem
minha aliança e os preceitos que eu lhes hei de ensinar, também
os descendentes deles, para sempre, sentar-se-ão em teu trono. Assim
aconteceria, se os homens não transgredissem esta que é a cláusula
pétrea e fundamental da aliança de Deus conosco. Na verdade esta
aliança está fundamentada no Sangue Redentor de Jesus e descumpri-la
é quebrar um juramento assinado diante de Deus, pelo próprio Deus, e
com o Seu Preciosíssimo Sangue. Será, portanto, réu de
eterno delito, quem se atrever a quebrar este pacto, esta aliança.
Pois Jesus afirmou claramente: “isto
É o Meu Corpo... Isto É, o Meu Sangue”.
E estas palavras não somente atestam Sua PRESENÇA REAL
na Eucaristia, mas algo ainda mais profundo: Cristo É A
EUCARISTIA! A Eucaristia É Deus Vivo e Real! Negar
isso, ou tentar subverter a integridade dos termos, obriga a rasgar
todo o capítulo 6 do Evangelho de São João, onde Jesus faz o famoso
discurso do Pão da Vida Eterna.
Significa então romper uma aliança eterna, assinada
com o Sangue de nosso Deus e Senhor! Significa dizer assim: nós
desprezamos o culto a Ti, e vamos adorar nosso bezerro de ouro! Somos
maioria e decidimos isso: Não Te serviremos mais!
Efetivamente meus amigos, podemos começar
a tremer e gemer desde já, porque tão logo isso se “oficialize”,
terá início a Grande Tribulação final. Antes já,
deveremos ter algo de muito sério acontecendo, em nosso país, desta
vez quem sabe no Norte e Nordeste, embora a catástrofe do sul nunca
tenha sido abolida. O Brasil, que deveria manter viva a chama dos sacrários,
por ser o maior país católico da terra, de certa forma também
resvala pelo despenhadeiro da omissão, pelo descaso com que trata
Deus Vivo, presente na Sagrada Eucaristia. Padres e bispos negam espaço
aos fiéis que querem adorar o Santíssimo, e combatem com dureza aos
que querem rezar. Por isso, aguardem para breve a manifestação
– da ira – de Deus! Santa e justa!
Por hora nós aguardamos ainda a
mencionada Carta do Papa, e sabemos apenas que ela é uma das quatro
que está sendo redigida por ele. Consta que contados 90 dias dela,
Deus agirá no mundo. Entretanto, não sabemos o que significa este
agir, tampouco nos é dado garantir quando a Carta virá. Sabemos
apenas que será ainda neste ano. Tudo isso poderia nos ter sido dado,
bem esclarecido, entretanto as pessoas entendem mal e ainda manipulam
e distorcem as informações, de modo que somente saberemos o que
significa cada coisa, talvez alguns dias antes do evento, para que
poucos – os que acreditam – possam se preparar.
De qualquer forma setembro é um mês
chave, final de uma época e início de outra. Nada porém tenho de
efetivo. Como não sabemos o que será, nem sua intensidade, tudo
o que devemos fazer é rezar, confiar e esperar o momento certo de
cada coisa. Deus sabe de cada um de nós, e nossa vida não deve mudar
em nada, nossos planos e projetos devem ter seguimento. Jesus não nos
quer ver por aí, parados, aguardando de boca aberta – como um
daqueles trairões do Juruena – a espera de notícias apenas para
saber. Importa converter-se e levar outros à conversão!
O tempo agora é de agir e este agir
significa semear. Falo em espalhar livros, mensagens de bons profetas,
e bons artigos. Semear não quer dizer converter, forçar nada nem
ninguém! Falo principalmente em formar grupos de oração, em
especial oração em família, ensinando a elas a reza do Terço, como
arma eficaz contra toda e qualquer tribulação. Já o Papa João
Paulo II nos pedia isso e há décadas a Mãe de Deus nos ensina e nos
pede a mesma coisa. Realmente, a melhor coisa a fazer – falo aos que
têm ainda olhos e ouvidos – é olharmos para o que FALTA
fazer, e isso nos aponta para a conversão. Milhares ainda
estão fora dos caminhos corretos e precisam de ajuda.
E sempre tendo a Eucaristia como força
e chama viva de atração. Lembro que em breve o demônio e seus
seguidores se atirarão com fulminante ira contra todos os que adoram
a Jesus no Santíssimo Sacramento, e as profecias atuais indicam que
haverá uma perseguição maior do que jamais houve até hoje,
especialmente contra os católicos. Isso nos reporta aos tempos idos
das perseguições romanas, onde a Missa era celebrada nas catacumbas.
E é isso que acontecerá novamente, desta vez como mais vigor e fúria.
Lembramos, porém que, se Deus a fez
eterna, não será o homem a eclipsá-la. A Eucaristia será mantida
nas famílias católicas, porque praticamente nenhuma capela, igreja
ou catedral oficial conseguirá manter viva a chama do sacrário. Tudo
será posto abaixo pelos rebeldes amotinados. E na medida em que caírem
os sacrários, por um breve tempo, nós iremos perder nossa força de
expiação, pois todo espaço antes ocupado por um sacrário será
ocupado pelos demônios. As celebrações que eles fizerem nestes
templos serão abomináveis a Deus, que considera isso como afronta
suprema.
No final, então, os sacrários voltarão
a serem erigidos, suas luzes acesas, na medida em que voltarem os
padres santos, já glorificados. Isso fará novamente a terra se
revigorar e passaremos a virar de lado o fiel da balança. Então virá
também o triunfo do Imaculado Coração de Maria, pelo triunfo da
Eucaristia. De fato, quando A Eucaristia for reconhecida, por todos os
homens, como Pão da Vida Eterna, Maria será também reconhecida por
Mãe, por todos os povos da terra. Sim, teremos poucos vivos para
presenciarem este acontecimento.
Mas antes disso, o UNIVERSO inteiro
tremerá: de pavor, de espanto, de terror! Amemos a Eucaristia!
Adoremos a Jesus Sacramentado! Defendamo-lo, até mesmo com a própria
vida! O fruto disso será eterno, infinito! (Aarão)
Fonte:
Recados do Aarão

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