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Artigos/Fim
dos Tempos
Artigos
- Peões do jogo final
Decididamente eu não sou jogador de xadrez, não porque não conheça
os rudimentos dele, mas porque não tenho a paciência que ele exige.
Porém, do pouco que sei, posso afirmar que no mundo de hoje acontece
algo parecido com este jogo. Há um tabuleiro firmado entre dois
contendores aguerridos. De um lado o bem, de outro o mal. De um lado
Deus, do outro o demônio. De um lado os filhos e filhas de Deus a Ele
ligados, de outro os filhos das trevas e seus seguidores, ligados ao
inferno que os rege.
Claro que esta luta sempre esteve em curso desde que os anjos maus se
revoltaram contra o Criador, e desde que existem almas humanas em
disputa, e ferrenha disputa. E disso poderemos, já de arrancada,
perceber o imenso valor da alma humana, pois são mais de sete milênios
de batalha, no curso da qual houve já milhões de mortos, falo das
almas perdidas eternamente, os que seguiram outros deuses. Eis os
filhos do abismo infernal! Mas também bilhões de santos hoje povoam
os céus, herdeiros do amor, herdeiros da vida porque filhos e filhas
do Pai Eterno, para a plena e eterna felicidade junto de Deus, Uno e
Trino. Todos participam deste jogo, peões, rainhas, torres, cavalos,
cada um com seu papel, o destino cada um faz o seu como fruto da
gloriosa liberdade das criaturas inteligentes.
Mas agora estamos no tempo final, da última batalha desta disputa,
que embora desde sempre tenha já seu veredicto gravado nas Sagradas
Escrituras, em respeito à mesma liberdade e em atenção à Palavra
Eterna, deve cumprir seu tempo, seguir seu curso até o termo
anunciado no plano do Altíssimo. Um termo que está próximo do
desfecho final, do cheque mate dado
pelo Juízo Final, quando tudo deve voltar para Deus, para a ordem,
para a alegria, para a paz eterna. Menos para os rebeldes, os
obstinados, os traidores, os escarnecedores, e todos aqueles que
mentem ao povo dizendo que assim vai bem, quando este mundo se abisma
na destruição, na ruína. Ai dos que dizem isso, os acontecimentos
próximos os atropelarão!
É visível, até mesmo para os cegos de nascença, para os surdos e
até para os mortos nos túmulos, que este mundo vai muito mal, com a
imoralidade chegando aos abismos, o pecado emporcalhando a terra, a
apostasia alcançando índices nunca vistos, e aquilo que se pode
chamar de um verdadeiro cataclismo, a luta dos homossexuais ativos,
para que seu pecado seja reconhecido como um bem. Mais do que isso,
que a sociedade, em peso aceite seu direito de pecar em praça pública,
sob pena de crime. E por mais terrível que absurdo que seja, que eles
possam criticar abertamente quem não concorda, possam cuspir na
Igreja Católica, possam blasfemar contra a Bíblia e fazer uso satânico
dos nossos objetos sagrados, sem que possamos esboçar uma palavra,
sequer um gesto em nossa defesa. Em defesa do Sagrado! Eis a
diabólica tirania do mal, vislumbre do império de satã. Eis como o
filho das trevas, o anticristo, deseja governar a terra.
Eis aí os cavalos negros do xadrez infernal, lutando ferozmente para
derrubar qualquer obstáculo que possa se opor aos seus satânicos
objetivos. Sob o amparo da lei, da imensa maioria das nações, sob o
látego da “discriminação” da “homofobia” e dos “direitos
das minorias”, eles avançam, já como vencedores, financiados
regiamente até mesmo com dinheiro público, no que se unem,
governantes e celerados, no mais terrível desafio já lançado contra
Deus desde que existe o homem na terra. E como se percebe a orquestração
generalizada, em quase todos os países ao mesmo tempo, de que estas
leis sejam aprovadas, temos aqui o sinal claro de que tais governos e
tais pessoas, obedecem já a ordem do filho de satanás, que nos
bastidores prepara sua triunfante aparição.
Está em jogo a vida humana. E está em jogo a posse das almas. Está
em jogo o tesouro mais precioso que existe no Universo – a
verdadeira vida em Deus... Ou não, – num embate que, quando
terminado, deixará poucos vivos neste planeta. Meu falecido avô, João
vindo da Alemanha, nos falava que “os antigos diziam
que chegaria o tempo onde quando uma pessoa encontrasse outra sairia
correndo, pensando que fosse um fantasma”. Exageros a parte, em
muitas regiões do planeta será quase assim. Isso porque é tão
monumental o embate que virá, é tão assombroso o poder em armas
postas na luta – de ambos os lados – que não há como imaginar
uma solução fácil, simples, porque é um horror o que vem. O demônio
não deixará barata sua expulsão daqui!
Torres, cavalos, peões, a rainha, as peças de ódio no tabuleiro,
todas em frenesi, no topo o príncipe negro, Lúcifer. Deles emana um
sopro maléfico, putrefato, que contamina todos os ambientes e parece
inibir os bons, acabrunhar os menos ligados em Deus, e calar quase
todo o exército do bem, que parece cada vez mais impotente diante do
avanço do mal. Na primeira notícia de hoje, soube que se reúnem
agora nos Estados Unidos uma plêiade de altas autoridades, com o
objetivo de estudar artifícios legais que amparem os pecados, os vícios
nefandos, e as taras diabólicas daqueles que sentem atração sexual
por crianças. Sim, crianças, pequeninos, desde os dois anos de
idade. Será um milagre se alguma voz americana se levantar contra
estes demônios. O mais certo é que saia uma lei favorável neste
sentido. Então alguém ainda tem coragem de perguntar o motivo pelo
qual nações inteiras afundarão no mar?
Buscam palavras de efeito, próprios da língua bífida da serpente,
que o povo “do bem” ache bonitas, soem bem aos ouvidos, quando são
veneno mortal para as almas. Buscam que o estado, separado de Deus,
possa legislar contra Ele, contra a Lei Eterna, mesmo que arrombem a
própria consciência de pecado e as barreiras da lei Natural, dando
corda a todos os instintos mais bestiais – perdão às feras
irracionais, os homens são bem piores – e ainda que isso signifique
o fim deles mesmos. Porque jamais uma só civilização já havida e
erguida neste planeta, subsistiu por muito tempo num nível de depravação
qual ao que chegamos hoje. Quando a razão dá lugar à bestialidade,
nem os demônios servem de parâmetro para comparar certos homens e
mulheres. Estes são bem piores que aqueles. E andam por aí,
sorrindo, no meio do povo! E sendo eleitos!
Na mesma lista e na mesma linha, a exigência da legalidade pelo
direito de matar as crianças no ventre das mães, de forma
intencional ou inconsciente, aberta ou oculta feita por todos os tipos
de anticoncepcionais, eis o insano crime de fulminar inocentes
indefesos no aconchego de milhares úteros – ventres malditos, algo
diabólicos, eis que cantam hinos de louvor a Lúcifer – marcha a
humanidade assim para seu extermínio, eis que mata seus futuros gênios,
a flor da vida. Imaginar que o Criador suporte por muito tempo este
descalabro – tenho certeza de que nas últimas décadas já
ultrapassamos um bilhão de abortos – é fazer pouco caso do autor e
dono da vida humana, é fazer de Deus um cego, surdo e mudo. É zombar
da Justiça Eterna e escarnecer dos mandamentos e da Lei: não matar!
Cada aborto intencional é um canto de amor a Lúcifer, o anjo negro!
A humanidade está suspensa, inteira, por um fio. Eu, você leitor,
nossos filhos, amigos e parentes, todos estamos agora, exatamente como
na cesta de um imenso balão, e ele é inflado por hidrogênio que é
inflamável. Acaso você já viu algum filme antigo sobre a queda e a
queima daquele imenso balão, o Hindenburg, construído pelos alemães?
Viu isso? Pois estamos exatamente agora na mesma situação dos
passageiros que morreram naquele desastre. Logo virá uma fagulha, uma
centelha que porá fogo no balão, e então virá o imenso caos em
todo este planeta. Porque todos estamos juntos, a odisseia é de toda
a humanidade. Não demora e virá este fogo do Juízo e da condenação
dos maus, Deus sabe a hora. Mas é próxima, disso podem ter certeza!
Ai do balão, ai do povo!
Óbvio que no balão está o combustível do mal, o dinheiro que move
economia moderna. Ele é manipulado por satanás constituído o príncipe
deste mundo. E ele tem narcotizado mais de metade da humanidade, que não
percebe o abismo aos nossos pés. O balão já não voa silencioso,
porque a trepidação dos últimos acontecimentos tem abalado a
economia mundial, como rescaldos para todas as nações. Não somente
as bolsas tremem, mas as nações tremem. O diferente entre esta e
outras crises é que na última, de 2008, eram alguns bancos em
“dificuldade” que consumiram 23 trilhões de dólares dos governos
– seu último sangue – na tentativa de evitar já então o caos
econômico e o pânico nos mercados, e agora que treme são os
governos.
Veja, é muito diferente e mesmo insignificante eu dizer que um banco
esteja falido, do que eu dizer que uma nação está falida. Mesmo que
esta nação seja a Grécia ou a Irlanda, que não representam nem
0,5% da economia mundial, importa saber que o banco tem algumas
centenas de funcionários, enquanto o senso de 2009 apontava na Grécia
uma população de 11.283.293 habitantes.
Mas que dizer dos Estados Unidos, o gigante americano, agora
nitidamente em coma, cuja população até dezembro próximo deve
fechar em 300 milhões de habitantes e cuja economia representa quase
50% da economia mundial? Que fará a humanidade inteira já na casa
dos sete bilhões?
Ou seja: na crise de 2008 a besta escondeu da humanidade o estado já
falimentar destas nações, e por que então abre agora o jogo,
denunciando aquilo que embora evidente não era do conhecimento público?
Porque agora é tempo de abrir a “caixa de pandora” da economia
mundial, com toda a malignidade que ela contém, de exploração, de
sangue, de usura, e de morte apresentando uma realidade que é cruel:
pode-se se dizer que absolutamente todos os governos, todos os países,
todas as grandes cidades do mundo, todos os estados e corporações
estão falidos, simplesmente porque um depende do outro, e todos estão
pendurados no balão dos papéis de vento, com seus créditos, débitos
e outros empréstimos impagáveis. Todos eles devem mais do que um ano
de arrecadação, e embora haja algumas nações mais seguras, importa
saber que eles vivem dos créditos que têm, junto aos outros e se
aqueles falirem, estes também desabam.
Que farão, ao final deste ano de 2011, os 7.000.000.000 de seres
humanos – calcula-se que ao final deste ano romperemos a barreira
seis e entraremos na casa sete – quando explodir este balão da
estupidez econômica? Percebam os arranques do mercado de ações,
cada vez mais violentos. O que se instalou na economia mundial agora
foi o germe da desconfiança generalizada, ou da falta de confiança
na recuperação econômica destes países, e que tem feito os
aplicadores mundiais migrarem para uma e outra posição do mercado,
na louca tentativa de salvar seu patrimônio. Milhares há agora,
migrando para o ouro e a prata, metais nobres cujos preços explodem
no mercado e cujos estoques se acabam, mal sabendo que adiante, a
simples posse destes metais preciosos sem o devido certificado da
besta, dará sumária pena de morte ao portador.
Hoje ao meio dia eu dizia para minha esposa e filhos, que o mercado
mundial hoje mais parece uma imensa carniça sendo disputada pelos
abutres. Cada um quer pegar o melhor naco, mesmo que ele esteja podre.
O mercado de ações é um brinquedo de convenções, já feito agora
um cadáver podre. Não é a saúde da empresa que determina o valor
da ação nem mesmo o patrimônio dela e sim a gula dos acionistas,
principalmente a sanha dos especuladores. Vamos supor que estejam
estes investidores todos, ao redor de uma mesa como estas de pôquer,
e diante deles estejam amontoadas milhares de fichas. O procura por
uma e a venda da outra fazem o valor das fichas subirem ou descerem,
de acordo com a loucura do mercado e a voz sibilante da serpente dos
boatos. Eles ficam brincando de comprar e vender, uma ficha que no
fundo não vale nada, é um mero papel. Um crédito de vento, sem
respaldo em ativos de valor.
Neste momento em si, a empresa, lá longe, não tem nada a ver. Na
mesa do pôquer diabólico, suas fichas estão nas estratosferas, mas
na pratica ela está no chão. Continua viva e produzindo! E agora eu
pergunto: Que vai acontecer quando todos os vendedores, das ações de
todas as empresas, resolverem ir buscar o valor de suas fichas?
Simples! Não haverá dinheiro para pagar ninguém, e será feliz quem
trocar uma ficha de 100 por apenas um. Ou seja, o mercado de ações
é uma bandida brincadeira, um sujo mercado de papéis de vento, sem
valor algum, mas com o pendor diabólico de colocar ao solo toda a
economia mundial. Em toda parte somente se vê sujeira, manipulações
malignas, que no fundo regem uma economia fantasma. São os peões da
fera, jogados de um lado para outro, confundindo a humanidade, que se
acha segura quando já está morta.
Milhões de pessoas ricas hoje, em todo mundo, vivem como nababos,
fiados nestes papéis de vento, em seus créditos de ficção, sejam ações,
títulos de crédito, e mesmo que sejam dinheiro vivo, mesmo ouro e
prata, mesmo patrimônios gigantescos, mal sabendo que tudo isso é
fantasia, não gera nada, não produz nada, é estéril e, portanto não
tem valor algum. Mas pergunto: qual o rico, qual o empresário, qual o
investidor, qual o dono das mais extensas e valiosas propriedades,
qual do dono da mais imensa fortuna nos bancos do planeta, que tendo
tudo isso, não a daria por um simples prato de comida, se isso lhe
significasse a diferença entre o morrer de fome, e o viver mais um
pouco? O mesmo se dirá de um mero copo de água, a diferença entre o
morrer de sede e o viver. Compreenderam o que de fato tem valor?
Aqui, neste parâmetro se pode notar a incontestável fragilidade
humana, e se pode ver e perceber que não passamos de simples vermes,
que somos nada diante Daquele que por nós vela, dia e noite. De fato,
que é um homem faminto, sentado sobre uma montanha de ouro, se está
a morrer de fome ou de sede? É meditando nesta fragilidade que a
sabedoria nos manda buscar além de nossas forças um suporte, capaz
de suprir e de minimizar nossa condição de vermes feitos de pó. Eis
o divisor que estará posto em breve diante dos nossos olhos em breve:
decidir pela montanha de ouro aqui, e morrer seco sobre ela, ou
aceitar os manjares das mãos do próprio Deus, para uma vida de paz e
de alegrias sem fim. No amor e na partilha voluntária, amorosa e
total!
Interessante observar que hoje, especialmente entre os sacerdotes,
eles que buscam este reino de fartura para todos e ainda aqui na
terra, quando falamos na proximidade deste reino do amor e da paz, da
fartura e da partilha total, são os mais tenazes em nos combater.
Qual seria a explicação para tão absurdo procedimento? Simples:
porque eles não aceitam que isso se fará apenas por Deus, com Deus e
em Deus, achando que será feito sim, mas por eles, pelos homens, sem
a participação do Criador. Não aceitam que isso se fará pela força
da oração – por isso a combatem – mas pela força até das
armas, se isso for necessário e por isso defendem a luta no campo.
Quando nada disso está nas Escrituras, muito pelo contrário!
Como temos anunciado, nestes anos todos, estamos chegando ao tempo em
que se irão cumprir as últimas profecias, onde serão revelados os
últimos arcanos, e desvendados os últimos segredos de Deus. Os
livros já foram abertos por Jesus, a Ele foi dada a chave capaz de
revelar ao mundo estes últimos mistérios e as datas. Pouco a pouco,
através de seus servos os profetas Ele revela as últimas disposições
de Deus, e faz colocar no tabuleiro da última batalha, em cada lugar,
as pedras vencedoras. São brancas, são da mais fina matéria –
porque imortal – e nenhuma delas será eliminada pelo exército
negro, porque Jesus assim disse ao Pai: não perdi a nenhum
daqueles que me deste!
O mesmo não se dará no lado das pedras negras. Quando soar o brado
de vitória final, quando a trombeta do anjo, como está em Apocalipse18 1 Depois
disso, vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a terra
foi iluminada por sua glória. 2 Clamou em alta voz,
dizendo: Caiu, caiu Babilônia, a Grande. Tornou-se morada dos demônios,
prisão dos espíritos imundos e das aves impuras e abomináveis, 3 porque
todas as nações beberam do vinho da ira de sua luxúria, pecaram com
ela os reis da terra e os mercadores da terra se enriqueceram com o
excesso do seu luxo. Sim, luxúria desenfreada, impureza
abissal, abominações terríveis, escândalos de luxo, esbanjamento,
orgias, pecados sem conta!
Por causa disso Deus alerta, 4 Ouvi
outra voz do céu que dizia: Meu povo, sai de seu meio para que não
participes de seus pecados e não tenhas parte nas suas pragas, 5 porque
seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das suas
injustiças. 6 Faze com ela o que fez (contigo), e
retribui-lhe o dobro de seus malefícios; na taça que ela deu de
beber, dá-lhe o dobro. 7 Na mesma proporção em que
fez ostentação de luxo, dá-lhe em tormentos e prantos. Pois ela
disse no seu coração: Estou no trono como rainha, e não viúva, e
nunca conhecerei o luto. 8 Por isso, num só dia virão
sobre ela as pragas: morte, pranto, fome. Ela será consumida pelo
fogo, porque forte é o Senhor Deus que a condenou.
Em vista disso, Hão de chorar e lamentar-se por sua
causa os reis da terra que com ela se contaminaram e pecaram, quando
avistarem a fumaça do seu incêndio. 10 Parados
ao longe, de medo de seus tormentos, eles dirão: Ai, ai da grande
cidade, Babilônia, cidade poderosa! Bastou um momento para tua execução! 11 Também
os negociantes da terra choram e se lamentam a seu respeito, porque já
não há ninguém que lhes compre os carregamentos:.. 14 Eis
que o bom tempo de tuas paixões animalescas se escoou. Toda a
magnificência e todo o brilho se apagaram, e jamais serão
reencontrados. Babilônia não é só uma cidade, é esta
civilização completa, com todas as cidades do mundo, porque todas
serão devastadas, arrasadas e queimadas, até apagar todos os vestígios
do mal.
Então, 15 Os
mercadores destas coisas, que delas se enriqueceram, pararão ao
longe, de medo de seus tormentos, e hão de chorar e lamentar-se,
dizendo: 16 Ai, ai da grande cidade, que se revestia
de linho, púrpura e escarlate, toda ornada de ouro, pedras preciosas
e pérolas. 17 Num só momento toda essa riqueza foi
devastada! Todos os pilotos e todos os navegantes, os marinheiros e
todos os que trabalham no mar paravam ao longe 18 e
exclamavam, ao ver a fumaça do incêndio: Que havia de comparável a
essa grande cidade? 19 E lançavam pó sobre as cabeças,
chorando e lamentando-se com estas palavras: Ai, ai da grande cidade,
de cuja opulência se enriqueceram todos os que tinham navios no mar.
Bastou um momento para ser arrasada!
Por isso, 20 Exulta
sobre ela, ó céu; e também vós, santos, apóstolos e profetas,
porque Deus julgou contra ela a vossa causa. 21 Então
um anjo poderoso tomou uma pedra do tamanho de uma grande mó de
moinho e lançou-a no mar, dizendo: Com tal ímpeto será precipitada
Babilônia, a grande cidade, e jamais será encontrada. 22 Já
não se ouvirá mais em ti o som dos citaristas, dos cantores, dos
tocadores de flauta, de trombetas. Nem se encontrará em ti artífice
algum de qualquer espécie. Não se ouvirá mais em ti o ruído do
moinho, 23 não
brilhará mais em ti a luz de lâmpada, não se ouvirá mais em ti a
voz do esposo e da esposa; porque teus mercadores eram senhores do
mundo, e todas as nações foram seduzidas por teus malefícios. 24 Foi
em ti que se encontrou o sangue dos profetas e dos santos, como também
de todos aqueles que foram imolados na terra.
Primeiro há de furar o imenso balão da riqueza fictícia, porque
fruto do sangue dos pobres, do suor dos explorados, do hálito de vida
negado aos abortados e dos milhares de vítimas humanas oferecidas em
holocausto aos demônios. Sangue, sangue, de mil guerras provocadas
por exploração e domínio, roubo escancarado e diabólico em nome da
“colonização” e do crescimento econômico. Nada e nem um cêntimo
sequer, ficarão sem ser bem cobrados, quando Babilônia for esmagada
no cadinho da ira divina. Não pelos pés do Senhor que volta em Glória,
mas pela própria maldade da fera, que se engolfará no próprio
sangue.
Meus amigos, estamos vivendo agora os últimos momentos de Babilônia.
Que significa isso? Babilônia é este mundo confuso em que vivemos,
com milhões de leis, regras, remendos sobre remendos, que tenta
escapar das dez regras áureas da divina lei. É este fantasma econômico,
gigantesco, paquidérmico, estufado, doentio e já em coma, que parece
forte, parece indestrutível, mas na verdade é verme e se arrasta.
Somente a besta ladina sabe que 90% do paquiderme econômico mundial
é carne firme. E ela já tem nas mãos exatamente toda a carne e a
estrutura, aquilo que realmente vale, para no momento oportuno deitar
mãos em todo o patrimônio da humanidade. O resto inteiro será
mandado às favas, que vá trabalhar ou mendigar, e grande parte o
merecemos porque nós os deixamos agir, até chegar neste ponto de
solução impossível. Se pelo menos rezássemos o suficiente, mas nem
isso nós fizemos! Agora é suportar o tranco!
Mas temos algum tempo ainda e dá para fazer muita coisa! Ha tempo de
mover o coração de Deus, pelo menos para minimizar os efeitos da catástrofe,
pelo menos aqui em nosso país, este pelo qual somos responsáveis.
Mas é preciso que se levante, com amor, tenacidade, firmeza, oração
e fé, este gigante construtor da civilização atual, falo do homem
cristão! Sem os seguidores de Jesus Cristo, jamais teríamos erguido
aquilo que hoje está posto diante de nossos olhos, agora posto nas mãos
do mal. Falo dos homens e mulheres de fé, os que confiados na Virgem
Santíssima, se disponham em avançar em ordem de batalha. É com a
Mulher Maria que chegaremos à vitória!
Assim, todos os que acreditam na reformulação do mundo, todos os que
desejam dar uma terra plena de felicidades aos seus filhos, todos os
que desejam uma paz duradoura e um mundo em Deus, são chamados a
agir, com vigor, amor, ardor e fé. Nenhuma pessoa a quem Deus deu a
graça de compreender os sinais dos tempos tem direito de ficar
calado, nem direito de ter medo porque em Deus há fortaleza porque
será cobrado adiante, eis que chega o Juiz Eterno. A partir do próximo
dia 25 começaremos a nova investida com o Folder, para que milhares
mais acordem para a realidade: este mundo atual está no fim, e não
se lamente por isso! Que não caiamos com ele!
Levantemos então nossa voz e “gritemos sobre os telhados” aquilo
que nosso coração sente, porque vem de Deus. Não demos ouvidos às
vozes doutorais nem teologais que criaram milhares de ficções sobre
Deus e agora nadam neste mar de heresias. Nosso estandarte é a cruz,
carregada com paciência mesmo entre os escárnios dos cegos e os
uivos da matilha do “sempre teve isso”. Não importa o que digam,
importa semear agora, porque logo, logo os acontecimentos irão
atropelar os doutores e calar os teólogos. Nada nos poderá impedir
de alertar o mundo e de salvar estas alminhas incautas, que se fazem
surdas aos apelos do Céu. Cada alma tem valor infinito!
O amor a Jesus é o que deve gritar mais alto, o comando de Maria é
que deve ser obedecido. Eucaristia e Maria! Comunhão e Rosário!
Adoração e oração! Sem discutir nem contrapor, porque isso
interessa apenas ao inimigo. Que venha logo a refrega final e que tudo
acabe rápido, pois se nada acontecer neste sentido, em breve não
restará um só homem temente a Deus neste planeta. É pela espada do
amor que cairão, um a um, todos os inimigos de Deus, falo dos peões
do inferno, dos cavalos da corrupção, das torres do orgulho –
riquezas e exércitos – das rainhas da besta fera – os condutores
da destruição – e de Lúcifer aquele que sendo príncipe sempre
lutou para ser rei.
Quando Rei existe apenas um, Jesus Cristo e para sempre! E uma Rainha,
e para sempre, Maria, Imaculada, Virgem e Mãe do Universo! Com eles a
vitória é certa e próxima! Que sejamos para eles os fiéis
"peões" do amor, os valentes "cavalos" da
verdade, e as inquebrantáveis "torres" da fé. Não
há o que temer! Cheque mate!(Aarão)
Fonte:
Recados do Aarão
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