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Artigos - Ecologia humana

2110310 ECOLOGIA HUMANA (Comentários ao final)

Defender o homem antes que o meio ambiente, afirma o Papa. 
  
VATICANO, 09 Mar. 11 (ACI) .- Em sua mensagem aos bispos do Brasil pela Campanha da Fraternidade promovida anualmente na Quaresma, o Papa Bento XVI assinala que a primeira ecologia que deve ser defendida é a "ecologia humana" e explica que isto quer dizer que sem uma clara defesa da vida do ser humano "nunca se poderá falar de uma autêntica defesa do meio ambiente". 
  
No texto divulgado hoje e enviado ao Arcebispo de Mariana e presidente da Conferência Nacional de Bispos Católicos do Brasil, Dom Geraldo Lyrio Rocha, o Papa se refere ao tema e ao lema, respectivamente, da campanha da fraternidade deste ano: "Fraternidade e vida no Planeta" e "a criação geme com dores de parto". 
  
Bento XVI afirma que o lema "que faz eco às palavras de São Paulo na sua Carta aos Romanos, podemos incluir entre os motivos de tais gemidos o dano provocado na criação pelo egoísmo humano". 
  
"O primeiro passo para uma reta relação com o mundo que nos circunda é justamente o reconhecimento, da parte do homem, da sua condição de criatura: o homem não é Deus, mas a Sua imagem; por isso, ele deve procurar tornar-se mais sensível à presença de Deus naquilo que está ao seu redor: em todas as criaturas e, especialmente, na pessoa humana há certa epifania de Deus", assinala. 
  
Seguidamente o Santo Padre destaca que "o homem só será capaz de respeitar as criaturas na medida em que tiver no seu espírito um sentido pleno da vida; caso contrário, será levado a desprezar-se a si mesmo e àquilo que o circunda, a não ter respeito pelo ambiente em que vive, pela criação". 
  
"Por isso, a primeira ecologia a ser defendida é a "ecologia humana", afirmou o Papa. 
  
Esta afirmação, conclui o Pontífice, quer dizer que "sem uma clara defesa da vida humana, desde sua concepção até a morte natural; sem uma defesa da família baseada no matrimônio entre um homem e uma mulher; sem uma verdadeira defesa daqueles que são excluídos e marginalizados pela sociedade, sem esquecer, neste contexto, daqueles que perderam tudo, vítimas de desastres naturais, nunca se poderá falar de uma autêntica defesa do meio-ambiente". 
  
"Recordando que o dever de cuidar do meio-ambiente é um imperativo que nasce da consciência de que Deus confia a Sua criação ao homem não para que este exerça sobre ela um domínio arbitrário, mas que a conserve e cuide como um filho cuida da herança de seu pai, e uma grande herança Deus confiou aos brasileiros, de bom grado envio-lhes uma propiciadora Bênção Apostólica", conclui a missiva. 
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OBS> Sinto, no fundo de meu coração, de que Sua Santidade de fato gostaria de ser ainda mais direto, mais duro e mais incisivo contra esta nova e malsinada campanha da fraternidade, outra dentre tantas, absolutamente inócua e, para nossa Igreja Católica, absolutamente perniciosa, prejudicial e por isso mesmo abominada por Jesus. Um dia, nem que seja no Céu, saberemos dos estragos entre o rebanho, causadas por estas promoções. 
  
É a mais de 40 anos que se sucedem estas ecumênicas concelebrações, das quais não se pode apontar uma só que tenha rendido frutos de eternidade, os únicos que apetecem a Deus. A Igreja não foi criada por Jesus para a fraternidade da natureza, nem o conluio com as bestas, mas para levar almas para Deus, para conduzir as ovelhas para o Céu. Não existe outra finalidade que não esta, e se fosse para cuidar apenas da natureza Jesus teria fundado uma ONG – viva as feras – jamais uma Igreja plantada numa Cruz. Esta á a única árvore que nos é dado cuidar. E de Jesus, Água Viva, esta a única fonte que devemos priorizar. 
  
De fato, cuidem de levar as almas para Deus e Ele cuidará da natureza, da terra, com tudo o que ela contém, com os elementos que a compõem, com a vida que nela se multiplica. Mas isso se faz buscando PRIMEIRO a DEUS, e Sua Justiça, sendo que todo o resto nos virá como um simples acréscimo. E tão mais volumoso e farto, quanto maior for nosso amor a Ele. E isso nos encaminha para a outra ponta, a questão dos pobres e oprimidos. 
  
Ora, Céus me acudam, por esta Palavra de Deus, se pode afirmar com absoluta certeza, sem qualquer pontinha de medo de errar, que só existem pobres e marginalizados dos bens deste mundo, porque ANTES existem marginalizados das coisas de Deus. Se, de fato, com todo amor, toda dedicação, toda força e entendimento da alma os homens procurassem AMAR e SERVIR a Deus, Ele mesmo os fartaria de bens necessários à vida, com ampla prodigalidade. Ou seria um mentiroso. Isso está nas Escrituras. Quando entenderão isso nossos luminares, padres e bispos? 
  
Se à Igreja compete unicamente cuidar das coisas de Deus, NÃO COMPETE a ela tratar da água do planeta, nem da vida animal irracional, menos ainda ANTES de pensar no homem, como pede o Santo Padre. Do planeta inteiro Deus cuida, desde que cuidemos das almas, este o único bem que possuímos e que interessa a Deus. Nosso corpo é pó e é terra, para ficar aqui. Mas nós somos filhos da eternidade, eis que é preciso buscar aquilo que não morre. Não existe prioridade maior do que esta! 
  
A Igreja compete, com certeza absoluta, combater tenazmente o pecado da ganancia humana, ela a única responsável pelos desequilíbrios do planeta, e pelo tremendo abismo financeiro que separa os ricos dos pobres. Compete a Igreja combater o pecado da usura, a infrene busca do ter a qualquer custo, o insano procedimento de querer tudo para si em detrimento de bilhões de famintos. Nisso se inclui combater o lucro sobre o dinheiro, a mais tremenda praga da economia moderna. Esta é a maior fonte de pobreza de bilhões e da nababesca Babilônia de alguns. Só quando Babilônia for extinta é que acabarão estes desequilíbrios. Batam na Babilônia então, e deixem a água que somente assim nunca faltará! 
  
Compete à Igreja catequisar seus filhos nas santas disposições da Sã Doutrina de Pedro, e fora das errôneas disposições de certas Conferências, que já vivem uma falsa Igreja. Na carta do Papa acima transcrita, fica bem claro que ele se revolta contra estas campanhas ecológicas, quando milhões de almas morrem de inanição espiritual, fruto da falta de confissão, dos sacramentos e especialmente da Eucaristia, estes preciosos alimentos, do corpo e da alma. 

É esta “ecologia” que deve ser buscada, aquela que liga o Criador à criatura, jamais esta falsa que tenta ligar a mera criatura ao deus natureza. O que os faz divinizar um e outra. E a expulsar Deus de ambas! Então se acovardam diante do crime hediondo do aborto, desautorizam os poucos padres e bispos se defendem a vida humana, enquanto se acham justos, ''éticos" e "politicamente corretos" tratando da água, do mico leão dourado, do urso panda, da vitória régia, e da mãe gaia deusa terra. Que horror!
  
De fato, vemos ai alguns sacerdotes que em suas homilias de introdução da CF, falam em “mãe terra”, quando esta mãe terra é nada mais que a deusa Gaia, ela de fato a mãe terra cultuada pelos pagãos antigos, mas hoje trazida de volta pela nova era, esta falsa religião do diabo. Isso é paganismo puro! Tratam a terra como se fosse um organismo vivo, inteiro em si mesmo, e que funciona em equilíbrio e em virtude de sua própria força, constituição e natureza. O que é nada mais que uma pomposa heresia. 
  
A nossa terra, tal como o Universo inteiro, com tudo aquilo que ele contém, de material ou de imaterial, natureza e vida, existe sim, mas em simbiose perfeita com o Criador, e tudo isso Dele depende, ou nem sequer existiria. Desde sempre está escrito que Deus cuida da natureza e dos animais, e as veste, sustenta e dá vida sem a interferência do homem. Mas este ser rebelde, nada mais faz do que distorcer o plano divino, tentando ele mesmo tratar da vida planetária, quando deixa para satanás cuidar das almas. Em síntese: quando a natureza morre em algum lugar é exatamente porque os homens matam Deus ali! 
  
É preciso penetrar no âmago das coisas, e distinguir entre o correto e o falso, discernindo entre o que é bom e o que é mau. É bom e é correto para a Igreja tratar e preservar a vida humana, desde a concepção até seu fim natural, como templos do Espírito Santo e, portanto moradas de Deus. Mas isso se desvirtua quando ela se volta exclusivamente para o templo exterior e finito, sem se dar conta o interior e eterno, a nossa alma imortal. 
  
Se, de fato, a Igreja tratar das coisas de Deus, com amor, fé, obediência e caridade, numa linha de fartura plena Deus tratará das coisas da vida natural, para que nada falte para ninguém. Com isso se perde um tempo preciso, desperdiçado em divagações teológicas, em busca daquilo que acaba, e já são décadas neste sentido. E justamente porque escolheram o caminho errado, se pode ver que, quanto mais insistem nisso, pior fica. A cada ano se degrada mais na natureza, e se dá menos valor à vida humana. Matam a Deus tentando salvar o homem! Quando é exatamente isso o que degrada a natureza! 
  
A Igreja competiria lutar contra a degradação moral da sociedade, lutando para que fosse extinto o Carnaval, esta festa do diabo, que leva 70% da população a bailar com ele por três dias ou mais, entre dilúvios de pecados. A Igreja competiria lutar com toda a força e o poder que Deus lhe confere, contra disposição maligna das leis e decisões da justiça mundial, que obrigam as escolas a ensinar a prática do homossexualismo como coisa boa e natural – quando desde os primórdios a lei divina o condena – e obrigam a ensinar a masturbação mesmo para crianças inocentes. Isso está acontecendo no mundo, e também no Brasil. 
  
Se a Igreja se cala e se acovarda diante desta explosão do mal, diante da corrupção das nossas crianças promovida por vermes hediondos, cuja natureza devassa arrepia até os demônios, podem ter certeza absoluta de que seu Calvário se aproxima, e será doloroso como o do Divino Mestre. Eis que a Igreja se afunda em devaneios e cumpre o profeta que diz “não nos faleis a verdade, contai-nos apenas fantasias” justamente quando no mundo explodem os sinais de Deus, e os avisos de que o Céu não está nada contente com os procedimentos do homem.
  
De fato, a própria natureza agredida, se chora e clama hoje, o faz não porque algumas espécies animais desaparecem, nem porque falta a água no planeta, e sim porque as almas morrem, a vida espiritual declina, a moral desce aos abismos mais escandalosos, e tudo aquilo que é bom, santo, divino e sagrado é posto fora como caretice, algo do qual temos de nos envergonhar. Como o Jesus que é posto de lado e se derrubam os sacrários centrais, também aquilo que salva almas é esquecido como coisas da Igreja antiga, hoje a moderna deve divinizar o ser humano, tratar de seus estômagos, e acabar com os pobres. 
  
Ora, não existe formula melhor de acabar com os pobres, do que esta seguida por estas campanhas da fraternidade. Sim, basta ver que são tantos anos de resultados nulos, e  que a fome se acentua em todo o planeta, para saber que este “erradicar a pobreza” significa na realidade matar os pobres de fome. Para conseguir isso, a fórmula mais perfeita que existe é exatamente afastar os pobres de Deus, assim Ele os abandona, até porque já existe hoje uma cultura mortífera de pobreza preguiçosa, pobreza suja, totalmente afastada de Deus, que vive sustentada pelos impostos dos que consomem um pouco e pela falsa caridade dos que roubam muito. E a Igreja da CF tem parte neste duplo crime! Ela é ré de delito, por causa da fome!
  
E se querem soluções, opções ditadas pelo Espírito Santo, por que não empreender campanhas de Confissão e de reconciliação das pessoas, com os homens e com Deus? Por que não vestir sacos e dormir em cinzas como em Nínive, talvez assim evitemos a cólera divina que se inflama, santa, mas furiosamente, contra estes descalabros? Porque não uma campanha em torno da Adoração ao Santíssimo, como bilhões de joelhos cravados no chão, contritos e arrependidos, todos os homens? Hoje, infelizmente, quando entramos em certas capelas - e já milhares delas - temos de primeiro procurar onde os padres esconderam Jesus, nosso Deus e Senhor.

Talvez assim se aplaque esta ira e tenhamos uma chance! Ou com rosários em punho, enchendo as Igrejas, invandido praças e ruas, ai com certeza tudo mudaria, e mudaria num estalar de dedos. Que a Igreja do Brasil, por apenas três dias, promova uma revolução fantástica e mude o curso dos acontecimentos: coloque por três dias e três noites todos os católicos diante dos Sacrários em adoração, e antes que amanheça o quarto dia, não haverá na terrá mais nem um só responsável por todas as mazelas que hoje vivemos. E ninguém, nunca mais passará fome na terra. 
  
Mas como isso nunca será feito, nem sequer tentado, posso lhes garantir que esta será a última CF que teremos, e assim a Igreja do Brasil perdeu sua última chance de promover a conversão maciça da população, e da mudança radical do mundo. Sim, antes que desabem os castigos destinados a este povo rebele, por causa desta falsa igreja apenas humana, que ignorando os apelos do Criador, se faz cega para sua missão única missão, que é de conversão e de salvação. 
  
Ó, quantos bons católicos chorando durante estas homilias! Quantas almas de luto diante de tamanha insensatez, quando ha tantos por converter, tantos por alertar, eis que chega a mais tremenda de todas as tempestades, jamais havida outra igual neste planeta, desde que nele o homem habita. Vem a tempestade e vem oportunamente, antes que até mesmo estas poucas almas santas definhem de tristeza, ou morram afogadas pelas águas podres de uma doutrina venenosa, que as afasta de Deus, pois faz pouco caso das almas, nosso bem supremo. 
  
Delírios de uma igreja latina, de vertente comunista, já caminhando sob a égide e a lei já do anticristo, que segundo previu o Padre Emanuel, lá por volta de 1880, seria ecologista. Isso então cumpre seus projetos: matar os homens, afastando-os de Deus! Desviá-los daquilo que é salutar para suas almas! Erigi-lo como centro da criação, já ele mesmo divindade! Tudo isso, nada mais para o último grito de rebeldia da criatura humana, que mais uma vez, como em Eva, dá ouvidos à serpente: sereis deuses! 
  
Sim, mas o Salmo adverte: sereis deuses, mas morrereis como simples homens! E caireis como qualquer príncipe, exatamente como já um dia caiu o “príncipe deste mundo”, ele que ensina e incita os homens à rebeldia. E a ecologia! É por causa disso que é a Escritura adverte: é em vosso tempo, raça de rebeldes, que farei minha justiça! Ela será tão mais severa, quanto menor for o número das conversões. E de adoradores, em humildade, obediências, amor e fé! Ó sim, e quanto maior for o número de ecologistas!
  
Em síntese: buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua Justiça, e tudo o mais vos será dado por acréscimo. Nisso se planta e “ecologia” humana. E divina! 
  
 Aarão

 

Fonte: Recados do Aarão

 

 

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