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13/06/2008
Negação da
vida
NEGAÇÃO
DA VIDA (Para ler devagar e meditar)
Volto sempre a este tema tão importante: a vida! Escrevo
enquanto medito! É que existe hoje, mundialmente uma gigantesca
revolta contra a vida. Em todos os sentidos, a começar pela sua raiz!
Vejam...
Há um princípio universal, uma cláusula pétrea e intransponível: do
nada, nada se cria! Assim, toda a discussão que
passa adiante disso, sem antes
entender este mistério, é mera conjectura, é teoria, é simples
artifício da razão, uma elucubração mental que visa nos enganar.
É algo completamente destituído de fundamento. Sem uma Vontade
Suprema, aliada a um Poder Infinito, NADA
existiria. Nem um só grão de matéria!
Há outro princípio que dizem ser universal, mas mente quando diz: tudo
SE transforma! A verdade é simples: tudo é
transformado pelo mesmo e único Criador de tudo em absoluta
perfeição, pelo Onipotente que age no silêncio interior da essência
da matéria. Tudo obedece a um ato simples e perfeito de Sua eterna
Vontade: Faça-se! E ainda hoje é assim e sempre
será apenas assim! Negar isso é fazer-se absurdo e teimosia!...
Há teorias mil sobre a existência das coisas visíveis, sobre a
realidade da vida que pulsa, sobre a verdade incontestável do que é
invisível. Mas tudo isso esbarra nas duas verdades acima: seguir
avante, além disso, sem antes definir a CAUSA
PRIMEIRA é tolice, coisa de louco varrido. Para enganar cego
varrido!
Primeiro é preciso explicar como surgiu a matéria!
E neste caso o tal “big bang” é como um telhado construído no
ar, sem colunas de sustentação. Pura ilusão! Ainda que isso fosse
possível, sem a prova primeira – de onde veio a matéria
concentrada – ele continua mera teoria. A não ser que tivesse sido
a explosão do amor criativo de Deus! Então teve um Deus, Eterno e
Infinito, Onipotente e Criador, antes! Só com Ele, haverá
eternamente um ANTES e sempre um DEPOIS! Numa centelha, Ele criou
tudo! Vejam...
Ainda que fosse possível ao homem explicar a origem da matéria, vai
ainda um infinito até explicar sua profusão e multiplicidade. A
forma como é aglutinada, ou repelida. E isso não se faz por acaso,
mas por uma ORDEM superior. Uma vontade! Cada
material diferente que compõe o infinito das coisas existentes se
torna um desafio intransponível para a pobre mente humana. Sem um Artífice
Criador, Onipotente e Onisciente, não haveria sequer uma mente
pensante.
Mesmo que o homem conseguisse explicar a multiplicidade e as características
de cada átomo, de cada partícula existente, vai ainda um infinito
para explicar como elas se unem, se agregam, se fundem, se moldam e são
transformadas para compor sabiamente tudo o que existe. Só de um
Criador genial e ONISCIENTE, pode advir o poder de agregação, que a
tudo une, molda, forma e faz ter vida.
Ainda que o homem, algum dia, encontrasse a resposta para o surgimento
da matéria, ainda que explicasse sua imensa profusão, ainda que
entendesse como ela se agrega nas formas, não teria entendido nada
mais que um conjunto morto, embora os átomos sejam pulsantes! Sem um
Poder Infinito de coesão, o AMOR DE DEUS, mesmo que existisse a matéria
em pó, ela se desintegraria. Afastar-se-ia! Nem existiria!
Eis aqui uma verdade Eterna: Deus criou o Universo inteiro, num
conjunto infinito, de perfeições infinitas... Visíveis e invisíveis!
Neste conjunto fantástico, a única coisa que não
existe é o ACASO. Ele não tem lugar na Criação! O acaso é ficção
pura e obra da fantasia humana! Insana! O acaso na criação é
indicativo da pré-demência!
O acaso é filho bastardo do pai orgulho, e da mãe loucura. As crias
deles são a teimosia obstinada, a negação do óbvio, a louvação
orgulhosa da mentira e a explosão do ódio absurdo contra Deus
Criador. Desta família explosiva nada mais pode nascer que a
insanidade das bestas pensantes. O acaso é um desafio lançado contra
Deus! Quem diz que o acaso existe, afirma que Deus
NÃO EXISTE!
Todo cientista orgulhoso – e teimoso - que nega a Obra de um Deus
Criador, não é grande, na verdade não passa de um anão, um nanico,
quando não é um impostor a serviço do grande mentiroso. A máxima
proeza que ele consegue é cuspir para o alto para logo adiante ver
cair na própria cabeça! Quem nega o óbvio “ululante” está
menos para um normal pensante e mais para obstinado no mal e é um intrigante.
Como já citei, fala a ciência de um hipotético “big bang”
origem de tudo. Eu concordaria com esta tese desde que ela quisesse
explicar a explosão do Amor criativo de Deus. Só este Amor, força
suprema da criação é capaz de tirar do nada tudo aquilo que
aparece, surge e é perpetuado, ou é feito sumir, na perfeição
eterna dos ciclos e das eras. O resto é quimera, é ilusão!
Quanto mais um homem que se diz inteligente nega a existência de um
Deus Criador, mais ele se afasta da Verdade e do Amor. E longe Dele, são
remendos, conjecturas, teses, acasos, teorias, talvez, eu acho, quem
sabe, pode ser!... Todos os homens, até hoje, que tentaram este
caminho de negação morreram infelizes, carregados de ódio insano,
pois espiritualmente eram como pobres esterqueiras. Em sua vida
inteira não produziram nada mais que asneiras! O tempo que desmentiu
Darwin desmentirá a todos os que negam o Criador.
Existe outra constatação intransponível, irrefutável e ela se
refere à vida, seja animal, ou vegetal: na vez
primeira, ela deve surgir inteira! Simplesmente é impossível que
uma vida iniciante, pulsante, semovente, se forme aos poucos, partes
hoje, partes amanhã, frutos de uma hipotética evolução
ou do acaso fortuito. A vida somente existe, porque
os primeiros seres de cada espécie foram CRIADOS, já prontos,
inteiros, perfeitos, acabados!
Assim, não se discute quem veio antes: ovo ou a
galinha! Deu fez a primeira galinha, ou muitas delas de início, já
pondo ovos! E fez os galos já adultos, prontos e acabados! Este
processo é absolutamente impossível de ser adaptado ou mudado. Deus
fez já prontas todas as primeiras criaturas de cada espécie. As de
sangue frio, e as de sangue quente! Seja pondo ovos, ou parindo crias!
Tudo depois, em cada espécie, cumpre a ordem do Criador: crescei
e multiplicai-vos! Pela ordem natural, a partir das duas primeiras
células! Algo fabuloso!
Eis o eterno paradoxo dos que negam a Deus Criador: ovo ou galinha,
ovo ou jacaré, ovo ou sapo. Quem veio antes? Ou depois? Qual dos
dois? Quando tudo é tão simples: Deus fez os dois, o macho e a fêmea
segundo a sua ordem e espécie e já adultos e pondo ovos, ou dando
tendo as suas crias, eis que também a vida foi criada, por Deus, do
nada!
Nenhum animal tem de si mesmo, o poder, a
capacidade de alterar coisa alguma em seu ciclo vital, e de seus
descendentes, ou SE adaptar, mesmo por uma necessidade ambiental, e
assim a nenhuma das características de seu padrão natural. Tudo nele
está previsto intrinsecamente, antes, de forma indelével,
perfeitamente arquitetado desde o ato Criador. E apenas Ele pode mudar
este padrão, eis a verdade! Gambá, sempre foi gambá, e nunca deixará
de ser apenas gambá! Ele não evoluiu nem involuiu de um dinossauro
ou de uma ameba. Da mesma forma, o homem: sempre foi homem, nunca
macaco! Há quem queira!
E de igual modo os vegetais, que vieram antes na cadeia da vida. As
primeiras plantas já foram criadas em perfeito acabamento. Produzindo
sementes segundo a sua espécie. E se multiplicando segundo a ordem
Eterna, para servir de alimento e utilidades aos outros seres vivos
semoventes, e cobrir de verde imensas áreas do planeta. Elas foram
criadas já adultas, cada uma cumprindo a sua função de perfeição
eterna. A um ordem de Deus, numa fração de segundo, toda terra se
enche de verde adulto! Noutra ordem Dele, a terra vira um deserto!
Uma vida, seja animal ou vegetal, não pode surgir por etapas, nem
mudar-se em outra por efeito de vontade própria. Adão não surgiu
por etapas, nem agregou pedaços: foi criado por Deus já pronto e
adulto: com cabeça, tronco e membros! Com boca, estômago, fígado,
pulmões e intestinos! Com todos os fluídos que regem seu
metabolismo, e com sangue correndo nas veias, e bombeado por um coração!
Tudo em perfeição!
A evolução como os homens a entendem, não passa de um ato eterno de
continuidade da infinita perfeição criadora de Deus. Está gravado
na cadeia da vida e é intrínseco da própria ordem inicial dada a
aquela criatura. E assim a todas! Tudo o que vive, é formado e é
transformado, obedece a um princípio pétreo e inalterável, contido
já nas profundezas indecifráveis do próprio ser. Da cadeira da
vida! Jamais a mente diminuta do homem penetrará neste abismo insondável,
enquanto aqui viver. Sim, Deus pode alterar esta cadeia, de acordo com
a Sua Vontade, jamais o acaso fará isso!
Pergunto: onde estás tu, Darwin sandeu? Em que inferno a tua alma se
meteu, tentando negar as mais acachapantes evidências? Que deu na tua
grande ciência, mas demente, que falou que a vida surgiu da “sopa
quente”, da boca de um vulcão? Caíste nela, astro decadente?
Aprendeste isso do cão? Ele que te ensinou a teorizar? E te ensinou a
odiar? E agora que a ciência provou que tu estavas errado – ou
demente – já conseguiste perceber que erraste de lado, e te deste
muito mal? E eternamente?
Pensamos já na matéria criada, na sua multiplicidade, no seu modo de
coesão para dar forma visível às coisas existentes. Se até aqui
demos já um passo infinito, teremos que caminhar mil infinitos passos
mais para entender a vida que pulsa. Como vieram à luz os seres que
se movem? Como aconteceu esta extraordinária multiplicidade?
Eis a mentira: Dizem os obstinados no mal, que a vida nasceu por caso.
Um grão de pó, mergulhado numa sopa de água quente num instante
começou a se mover bilhões de anos atrás. Então este grão de pó
começou a se multiplicar, mudando-se em outras formas de vida, até
gerar, desde as microscópicas bactérias, até os maiores dinossauros
e baleias. O acaso disse como seriam: determinou sua forma, tamanho,
peso, sexo, cor, capacidades, urros, miados, gritos, pios, vozes,
falas, uivos, relinchos, zurros... Bem, neste momento penso que
chegamos aos primos distantes dos criadores do acaso.
Eis a verdade: Nem decilhões de acasos somados, fariam uma só vida
nascer, uma pedra se mover e pulsar, e crescer, e se transformar
noutra espécie, em trilhões de espécies vivas, em “evoluir”, em
grande perfeição. Sem uma Vontade Criadora e mantenedora, consciente
e eternamente dominante, jamais a vida existiria, nem a matéria morta
– mas também pulsante – que a compõe. Mas Deus sim, Ele pode
suscitar homens de pedras!
O cientista mau, luta desesperado para encontrar o “elo perdido”,
aquela centelha que prove sua tese ignara do acaso
fortuito e gerador da vida. Quero dizer: buscam uma prova de que
este animal mudou naquele! Tipo, um celacanto num jacaré! Mas ainda
que ele o encontrasse, e ainda que ele provasse que de uma bactéria
primeira aconteceram todas as espécies, teria ainda mil infinitos
desafios por diante, por exemplo, o sexo!
Não há como fugir desta questão crucial. Se uma bactéria criou a
vida por acaso, como é que este acaso acertou esta questão de ser
macho ou fêmea? Pois cada uma das espécies sexuadas, nalgum dia dos
tempos, teve que decidir em assembléia quem deles seria macho, e quem
seria fêmea. Haja confusão nesta assembléia! Mas quem os operou?
O fato é que sabiamente Deus ordenou a dupla procedência dos seres
vivos, para evitar o pecado da soberba. Se cada ser pudesse
multiplicar-se de si mesmo, a vida se auto- extinguiria num círculo
vicioso de eterno egoísmo. E no caso do homem, deste surgiria uma
cadeia infinda de pecados, do qual ele jamais se desvincularia. Então,
sabiamente, Deus nos fez necessitados e dependentes uns dos outros. E
todos somos dependentes de Deus! Disso que nasce o amor entre as
criaturas, senão elas se odiariam mortalmente! E a vida seria impossível!
Assim, todos os seres são interdependentes. Na criação não existe
auto-suficiência – um precisa do outros para existir e sobreviver
– porque ele próprio, inteiro, sem a exceção de nenhum ser vivo,
depende do Criador. Se o homem fosse hermafrodito, sendo inteligente,
jamais conseguiria aceitar que não fosse um Deus, e o criador de si
mesmo! E nisso o acaso jamais pensaria!
Quando uma espécie criada por Deus, muda de ambiente ou se adapta na
forma de alimentação, de ambiente, mais frio, mais quente, deserto
ou vergel, planície ou montanha, na verdade obedece apenas a um princípio
natural que nela foi posto, antes, na essência do ser. Sem esta
perfeição do Criador, nenhuma espécie subsistiria ao correr das
eras. Nem homens, nem plantas, nem feras! Ir, além disso, e insistir
numa quimera.
Há uma lei natural quanto à vida: seu destino certo e sabido é a
morte! Contra ela não há força nem resistência! Isso quer dizer
que acima de tudo existe Alguém Eterno que impõe limites a tudo o
que existe de material, vivo e não pulsante! Sim, porque se a vida dependesse
de si para existir, dependeria apenas de si
para se eternizar. Entenderam? Como alguém pode se
achar dono da vida, se não consegue dominar a morte? Qual das duas é
mais fácil? Matar uma vida é fácil, dar vida, sem Deus, impossível!
Sim se os seres vivos fossem frutos da evolução, depois dos bilhões
de anos em que se acredita tenha surgido a vida, eles já teriam
inventado a fórmula da eterna juventude. Se não fizeram isso até
hoje – homens inclusive – é porque a “evolução” jamais
chegará lá. Nem daqui a 200 bilhões de anos. Acaso alguém acredita
na lenda da eterna juventude?
Por mais que o homem penetre nas minúcias da matéria, ele sempre
haverá de encontrar uma barreira: e agora? Mesmo que o ele avance no
entendimento da essência das coisas ao ritmo destas últimas décadas,
ainda assim nem daqui a bilhões de anos terá entendido tudo. Haverá
na frente, sempre, outro: e agora? Diante da imensidão do Universo
criado por Deus, diante da multiplicidade das coisas existentes, da
profusão da vida, animal e vegetal, qualquer arroubo de valentia
diante Dele é risível. Que pode um grão de pó que pensa, além de
odiar a verdade? O máximo da loucura é negar-se a si mesmo.
Todo homem, antes de negar a Deus, deveria observar uma colméia, um
formigueiro ou um cupinzeiro. São animais sem cérebro que,
entretanto, obdecendo ao Criador vivem numa sociedade perfeita,
em harmonia de perpetuação. Se o homem, inteligente como foi criado,
não consegue resolver nem seus problemas mais corriqueiros, como
entenderá a perfeição Daquele que elaborou as leis da colméia e do
cupinzeiro?
O fato de o homem haver decifrado todo o genoma humano, diz pouco, diz
quase nada. Isso porque cada volta da espiral da vida contém tantos e
tão infinitos atributos de perfeição, que a eternidade é pequena
para que um cérebro humano comporte tamanha complexidade.
Quando escrevia este texto, neste momento soube da notícia “científica”
de que nalgum lugar haviam decifrado o código de uma bactéria
simples – da área do sexo – e que este “era um passo gigantesco
para a criação da vida artificial”. Bem, isso é uma mentira, uma
falácia, um engodo. Outra mentira do “acaso”.
Sim, somente CRIA de fato, Aquele que domina todas as leis Universais,
desde as mais simples às mais complexas, e que antes criou
a matéria que compõe a tal bactéria. O homem nunca será capaz
de criar nada, menos ainda a vida! Nem o diabo será capaz disso algum
dia! Se pudesse criar e evoluir, mudaria sua estrutura, para
poder viver no fogo, achando que está no paraíso!
Como a vida Sem Deus é impossível, lanço por hipótese um
desafio: Escolham dentre os homens os mil mais inteligentes
cientistas. Dêem a eles uma longa vida, de um bilhão de milênios
para “evoluírem”! Sim e separem para eles, do Universo, o espaço
do tamanho do sistema solar! Fizeram isso? Agora tirem deste espaço
toda a matéria que existe e naturalmente toda a vida. Ou seja: anulem
todas as leis universais já inventadas pelo Criador!
1º Desafio: Sozinhos, estes mil gênios, nestes um bilhão de milênios,
sem fazer uso das leis naturais já criadas por Deus,
sem fazer uso da matéria perfeita já existente, que eles consigam
CRIDAR, DO NADA, o primeiro grão de pó! Um só!
2º Desafio: Vamos aumentar-lhes as chances: Dêem a eles agora toda a
estrutura necessária, máquinas, bens, e domínio sobre a matéria e
o mesmo tempo de vida. Sem Deus autor de toda a vida e suas leis,
nestes um bilhão de milênios, eles não conseguirão sequer criar
uma única bactéria, até porque nem teriam matéria! Quanto mais uma
vida que pulse, mova-se, tenha um coração, bombeie sangue pelas
veias, e se multiplique, por lei diferente daquela que Deus criou. Nem
se fala num ser humano, inteligente!
Que se nota nestes homens tão maus e inconseqüentes que se batem
tanto para expulsar a Deus do centro de tudo? Nota-se que eles tentam
reduzi-lo à dimensão microscópica e risível do seu próprio ser.
Sua visão ciranda ao redor do próprio umbigo! Isso quando Ele é
infinito em dimensão! Nota-se que tentam dar a Deus a singeleza
obtusa de sua própria inteligência! Isso quando Ele é a Sabedoria
em plenitude! Quando NADA lhe é impossível!
Quem é o homem, para cuidares dele, Senhor? (Sl
143) Que o homem se compare ao infinito da criação. Que olhe os
mundos em profusão? O nosso sol é 1,5 milhão de vezes maior do que
o planeta terra. Mas existem astros que são milhões de vezes ainda
maiores do que o sol. Bilhões, trilhões, são estes números que
falam da Glória e do Poder de um Deus que é Soberano e Senhor único
de tudo o que existe!
Olhem para o infinito: são bilhões de constelações, de galáxias,
cada uma com bilhões de astros assombrosos
em dimensão. Olhem
a perfeição com que este cosmos se move, numa ordem constante e
perfeita. E se muda, adquire outra perfeição. Estes mundos não se
entrechocam, e se fazem isso é para formar outros mundos, que cumprem
apenas uma ordem: faça-se! E tudo isso lhe obedece!
Pois a uma simples ordem de Deus, por um efeito singelo de sua Eterna
Vontade, se Ele emitir esta ordem novamente: faça-se!, no mesmo
instante, numa fração de tempo, este mesmo Universo duplica de
tamanho, e duplica novamente, e assim milhares de vezes, sempre em
perfeição e ordem, sem caos nem confusão. Tudo extraído do nada!
Da mesma forma a vida em nosso planeta – deixemos os outros astros e
pensemos apenas no aqui – se for da Vontade de Deus, num lapso
microscópico de tempo, toda a vida pode deixar de existir, e isso sem
deixar sequer vestígio. Nela incluída a vida humana! Ou, da mesma
forma, e pela mesma vontade, Deus pode multiplicar esta vida, dobrar e
assim mais e mais, sem que nada lhes falte.
Para Deus não existe limite de tempo, nem noção de espaço. Não
existe para Deus o impossível, a não ser o pecado. De
fato, o Infinito é ainda menor que Deus! O eterno, igualmente, não
comporta a sua idade. Ele Foi sempre, É hoje e sempre SERÁ sem começo
e sem fim. Não fora isso não seria Deus! Não tivesse todo este
Poder, esta Força, esta Sabedoria, esta Inteligência suprema, não
poderia ser Deus! E é devido a isso tudo e ao Seu imenso AMOR
criativo, que Ele É Deus!
O homem JAMAIS entenderá isso! É então, apenas verme e pó! Mas
mesmo verme e pó, o homem – e cada um deles – tem em si, uma alma
imortal, algo que é mais valioso do que todo o conjunto do Universo
criado, com toda a riqueza que ele contém. E assim seria, ainda que
todos os bólidos que compõem o infinito fossem feitos de ouro puro.
Tudo isso não teria o valor de uma só alma humana, alma imortal, dom
do amor e do Criador.
Todo aquele homem ou mulher, que despreza esta alma, ou se descuida
dela, ou a troca pela migalha infinitesimal de alguns anos de vida
nesta terra, comete o mais pavoroso de todos os desatinos. E adquire
para si o mais aterrorizante dos destinos! E destino eterno! A troca
pelo inferno! Ele significa a vida sem Deus! Sem o amor, só ódio e
terror!
Toda alma que, conscientemente – mesmo que seja também
estupidamente – decidir se afastar para sempre de Deus, está
mergulhada na mais abissal teimosia, pois somente os teimosos negam a
existência de Deus. Teimosos e tolos, porque debatem as causas
segundas, firmam-se em pressupostos falsos, avançam em mentiras,
crescem em tolices, e nadam nelas como dentro de um redemoinho, até
entontecerem, e enlouquecerem. E todos os que pregam o “acaso”, na
verdade desprezam suas pobres almas!
Enfim, Deus existe e só Ele faz! E faz tudo por
amor! O amor é a medida de todas as coisas! Todo o Universo existe,
porque existe o AMOR de um Deus, que é AMOR. É este amor que cria,
agrega, reúne, molda, firma, fixa ou espalha e move todas as coisas.
Nenhum grão de pó do Universo subsiste sem a Consciência Eterna do
seu Criador. Nenhuma vida respira, sem a vontade expressa do Criador!
Ninguém faz nada, sem Deus!
De fato, quanto mais o homem diminui o Poder Infinito de Deus, mais
diminui-se a si mesmo. Quanto mais o homem nega a existência de
Deus, mais se nega a si mesmo. Quanto mais se afasta livremente
deste Poder Infinito, deste Amor Eterno e Criador, mais mata-se a si
mesmo, mais se condena a à servidão eterna. Quanto mais o homem
tenta se livrar de Deus, mais se entrega ao demônio!
ENFIM, pergunto: por qual motivo os homens discutem e tentam derrubar
todas estas verdades incontestáveis? Simples! Porque resolveram eles
mesmos se colocarem no lugar de Deus. O próprio homem quer ser um
Deus! No que se faz outro demônio! Lucifer fez
igual! E é devido a isso que o homem perdeu todo o
sentido e a responsabilidade pelo governo da natureza, porque quer
descumprir outra ordem primeira do Criador que nos disse: dominai
a terra! Dominai sobre toda a criação! Sim, com equilíbrio, mas
dominai, e não sejam dominados!
Que faz o homem? Chega ao absurdo extremo de se julgar, ele mesmo, um
estorvo na criação, relegando ao esterco sua indiscutida e infinita
superioridade ante todos os outros seres vivos. Um ser dotado de uma
alma imortal, jamais poderá ser equiparado a qualquer outro ser vivo,
e jamais deverá se considerar como um elemento perturbador,
ou intruso na criação. Este raciocínio é diabólico!
Vem do demônio! A natureza existe para o homem, foi criada por Deus
para que sirva ao homem, e assim as plantas e os animais. Sem o homem
com sua alma imortal a vida na terra não teria sentido eterno
algum!
Este extremo reflete a loucura humana já chegando aos limites da
animalidade estúpida! Em milhares de pessoas, parece já imperar um
pensamento alucinado, de que para o bem dos animais, devemos
dar fim à raça humana. Por isso o aborto, o
clone, a morte dos embriões, o desprezo a si mesmo e aos da mesma espécie.
Por isso o homem engole todas as mentiras dos ecologistas e
estupidamente aceita conviver em igualdade com as bestas, os cães, os
gatos, e até os porcos, bichos sujos - sempre sujos - que acolhe
em suas residências.
Vou encerrar com algo que considero o limite extremo, o cúmulo do
rebaixamento: é ver um homem, passeando no parque, com um cão pela
coleira, tendo junto um saquinho pra colher o esterco dele, uma
escovinha e água para limpar o xixi que fazem nas árvores, postes e
pneus de carros. Não pode existir paspalho maior que um homem
carregando pela rua um saquinho com titica de cachorro! Não se sabe
mais aqui, qual dos dois deveria estar na coleira!
Desejo insano de se rebaixar? Quem sabe o célebre “acaso” em
breve lhes arrume um jeito de reverter esta situação: serão os
homens a fazer titica na rua e os cães a levá-los pela coleira. É
agindo desta forma que satanás leva milhares de ecologistas - e
cientistas do acaso - pela coleira... Para a casa dele,
naturalmente!
aarão
Fonte:
Recados do Aarão

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