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Artigos/Maria
Maria
- Quinto Dogma
QUINTO DOGMA MARIANO > Maria Medianeira de TODAS as graças, e
Maria a Corredentora do gênero humano.
Dias atrás, fui atacado duramente por uma pessoa que se dizia católico,
e que dizia amar Maria, enfurecido por causa de um artigo anterior que
escrevi sobre este Dogma ainda faltante no curriculo de nossa querida
Mãezinha. Pobres e infelizes daqueles que não percebem o incrível
papel que Maria representa neste final dos tempos, pois foi nas mãos
dela que Deus colocou o comando da batalha final contra as trevas.
Quem combate este Dogma, nem é católico, nem menos ainda ama Nossa
Senhora. Antes a odeia, isso sim!
De fato, lendo uma recente instrução de certa Loja Maçonica,
passada a todas as casas iguais da Europa, o emissor esbravejava
contra os dogmas, contra Maria e as indulgências, pois sentia
que eles estão perdendo terreno, embora pareça que o mundo de hoje
cai nas mãos do diabo, e caminha inexorávelmente para o inferno.
Ora, Lúcifer sabe perfeitmente o que representará esta proclamação
oficial pelo Papa Bento XVI, e usa inclusive de "católicos",
e de "cardeais" como testas de ferro contra este veredicto,
que é inexorável.
De fato, é da vontade de Deus que este Dogma se efetive, e NADA
neste mundo impedirá que o Papa Bento XVI erga as mãos para o alto e
proclamente Maria como Mediadora entre nós e Jesus, e como
Co-participante dos sofrimentos da Cruz, ela que cedeu ao seu Filho o
sangue que Jesus derramou para a remissão de nossos pecados. Uma
espada de dor atravessará a tua alma... este Dogma foi predito pela
vidente Ida Petermann, em 1945, nas aparições de Amsterdam na
Holanda, como Nossa Senhora Mãe de todos os povos, também isso foi
confirmado ao Cláudio, e acontecerá.
Assim, peço a Deus a imensa graça de estar junto do Santo Padre,
no instante em que ele pronunciar oficialmente o quinto Dogma, porque
sei que este será um dos momentos mais extraordinários da história
da humanidade. Sim, porque a partir de então o fluxo das graças
redentoras, retido de certa forma pelos maus cardeais e maus bispos e
padres que, em nome de um falso ecumenismo lutam furiosamente contra a
proclamação desta verdade de fé, correrá livremente e adentrará
os Céus como dilúvios de bênçaos. Eles alegam - pela lingua da
serpente mentirosa - que isso dificultará a união dos cristãos.
Ora, Deus não quer uma falsa união em nome da mentira, ou da negação
da verdade. O que Ele quer é unidade na verdade única, a da Igreja
Católica Apostólica Romana. A Igreja deve caminhar os passos de
Jesus, não os da negação da verdade, seja em nome do medo, seja em
nome do falso ecumenismo.
Creiam, é do fundo do meu coração que vos digo: a partir
daquele momento estará a caminho o grande Triunfo do Coração
Imaculado de Maria, predito em Fátima "por fim o meu Imaculado
Coração triunfará". Estará então, erguido contra o inferno
ameaçador e a besta infrene, o grande escudo protetor dos filhos e
filhas de Deus, que jamais será abalado, sequer tocado pelos nossos
inimigos.
Que Todos nós rezemos diariamente para que Sua Santidade, o Papa
Bento XVI vença os últimos entraves e derrube as últimas resistências,
a fim de que se cumpra este desejo do Eterno. E se, neste momento eu
estivesse em frente ao Papa, e lhe pudesse dirigir uma pergunta, tenho
na ponta da lingua a que lhe faria: Sua Santidade, o que impede ainda
a proclamação do Quinto Dogma Mariano? De fato, nada
impede, e nada impedirá que isso aconteça. E não demora, acontecerá,
ainda neste reino.
Abaixo um texto que vem falar da necessidade do Dogma e de sua
iminente proclamação. Deus seja louvado e que isso aconteça logo.
Quando Maria for reconhecida como Mãe por todos os povos da terra,
Jesus será então o Rei, de todos os corações dos homens, falo de
todos, sem excessão. Quem não aceitar isso não estará vivo para
ver mais esta vitória dos Céus, para o bem dos filhos de Deus. Quem
não aceitar isso, não quer Maria por Mãe, nem Jesus por irmão.
Rezemos por estes, que não sabem o que fazem, nem o que perdem.
7.03.2010 - “Vatican Forum” acolhe um debate sobre a Festa da
Anunciação
Por Robert Moynihan
Desde que, na Sexta-feira Santa, em que Jesus, falando da cruz quando
estava prestes a morrer, disse ao apóstolo João “Eis tua mãe”,
o papel maternal de Maria tem sido um elemento central da fé e da
devoção cristã.
As representações da dor de Maria em obras de arte como a Pietà de
Michelangelo sugeriram uma profunda verdade emocional: quando um
crente é confrontado com uma grande dor ou sofrimento, podemos
recorrer a Maria, nossa mãe espiritual, em busca de consolo, porque
ela experimentou um sofrimento imenso.
As grandes aparições marianas, especialmente em Lourdes em 1858 e em
Fátima em 1917, sugerem aos observadores atentos da vida mística que
Maria segue “aproximando” os “pequenos”, as crianças, para
incentivar e compartilhar com eles uma mensagem de consolo materno e
exortação.
Ao longo dos séculos, a reflexão teológica da Igreja tem premiado títulos
particulares e especiais a Maria, para explicar quem ela é, e porque
é merecedora de nossa devoção filial.
Até agora, a Igreja proclamou quatro dogmas sobre a Mãe de Jesus:
(1) seu papel materno no nascimento de Cristo, o Filho de Deus, se
tornando verdadeiramente a Mãe de Deus (Theotokos, Concílio de Éfeso,
431); (2) sua Virgindade Perpétua (primeiro Concílio de Latrão,
659); (3) sua Imaculada Conceição (Pio IX, proclamação ex cathedra,
1854); e (4) sua Assunção ao céu (Pio XII, proclamação ex
cathedra, 1950).
Durante quase um século, houve um movimento pequeno, mas crescente na
Igreja a favor da proclamação de um quinto dogma mariano, que se
refere ao papel da Beata Virgem como Mãe Espiritual de toda a
Humanidade.
Em 25 de março, o Vatican Forum da revista Inside the Vatican e do St.
Thomas More College, em um local próximo à Praça de São Pedro,
convidará um grupo internacional de bispos e teólogos para debater
se agora é o momento apropriado para pronunciar uma quinta definição
ou “dogma” sobre a Virgem Maria.
Anos de preparação
O movimento na Igreja por um quinto dogma sobre o papel da Virgem
Maria em nossa salvação tem mais de 90 anos. O líder ecuménico católico
belga cardeal Désiré-Joseph Mercier iniciou em 1920, com o apoio do
então padre Maximiliano Kolbe.
Desde então até o presente, mais de 800 cardeais e bispos pediram
para diferentes Papas uma definição do papel especial de Maria na
salvação da humanidade.
Além disso, os promotores dessa devoção recolheram mais de sete
milhões de pedidos de fiéis de todo o mundo.
Os Papas que promulgaram os dois recentes dogmas marianos, Papa Pio IX
(1846-1878) e Pio XII (1939-1958), reconheceram de forma positiva o
papel dos pedidos de membros da hierarquia e dos leigos.
Ao longo de 2009, cardeais e bispos de todos os continentes pediram
que o Papa Bento XVI considere o dogma da Maternidade espiritual de
Maria, em três aspectos essenciais, como co-redentora, mediadora de
todas as graças e como “advogada”. Isso aconteceu depois de cinco
cardeais terem escrito aos bispos do mundo requerendo pedidos ao Santo
Padre para o quinto dogma mariano.
Entre os que assinaram a petição estão o cardeal Telesphore Toppo,
arcebispo de Ranchi (Índia); cardeal Luis Aponte Martínez, arcebispo
emérito de San Juan (Porto Rico); cardeal Varkey Vithayathil,
arcebispo de Ernakulam-Angamaly (Índia); cardeal Riccardo Vidal,
arcebispo de Cebu, (Filipinas) e o cardeal Ernesto Corripio y Ahumada,
arcebispo emérito da Cidade do México.
Alguns bispos, particularmente no Ocidente, veem uma definição
Mariana potencialmente contraproducente para o ecumenismo. Dois dos
cinco cardeais que em 2009 escreveram aos bispos do mundo todo sobre
esse potencial quinto dogma mariano, os cardeais indianos Telesphore
Toppo e Vithayathil, arcebispo da Igreja sírio-malabar, responderam
publicamente a essa objeção ecumênica argumentando que proclamar a
verdade sobre a Mãe de Jesus apenas traria uma unidade cristã
baseada na unidade da verdade e da fé, acompanhada da renovada
intercessão de Maria, Mãe da unidade, como resultado da proclamação
papal de seu papel de mãe espiritual universal.
João Paulo II usou o título co-redentora ao menos em seis ocasiões
durante seu papado.
Bento XVI, sem usar o título, tem repetidamente afirmado a doutrina
da co-redenção de Maria, ou “co-sofrimento” com Jesus,
particularmente em seu discurso do Dia Mundial do Doente e em sua oração
de 2008 pelas pessoas que sofrem na China, dirigida a Nossa Senhora de
Sheshan.
Inícios
Ao refletir sobre o início desse movimento por um dogma mariano,
temos de ressaltar que o cardeal Mercier (1851-1926), arcebispo de
Mechelen (Bélgica) desde 1906 até sua morte, foi um líder eclesial
chave de seu tempo. Além da liderança heroica demostrada durante a
Primeira Guerra Mundial, o cardeal Mercier acolheu o famoso diálogo
entre anglicanos e católicos conhecido como Conversas de Malinas, e
obteve o estabelecimento da festa litúrgica da Beata Virgem Maria,
Mediadora de Todas as Graças, com sua própria missa e ofício. Seu
mentor espiritual foi o beato Columbano Marmion.
Aqui, em suas próprias palavras, está o exercício espiritual diário
que foi recomendado pelo cardeal Mercier. É válido até hoje.
Ele escreveu: “Eu vou revelar o segredo da santidade e da alegria.
Todos os dias durante cinco minutos, controle sua imaginação e feche
os olhos, e pare de escutar todos os sons do mundo para entrar em si.
Então, na santidade de sua alma batizada (que é templo do Espírito
Santo) fale a esse Espírito Divino, dizendo: “Oh, Santo Espírito,
amado de minha alma, te adoro”. Ilumina-me, guia-me, dá-me forças
e me consola. Diga-me o que fazer. Dá-me tuas ordens. Prometo
submeter-me a tudo o que quer de mim e aceito tudo o que permitir que
aconteça. Deixe-me saber tua vontade”.
“Se você fizer isso, sua vida fluirá para a felicidade, serenidade
e pleno consolo, mesmo no meio das tribulações. Vai dar graça em
tempos de dificuldades, dando-lhe força para suportá-las, e alcançar
os Portões do Paraíso cheio de méritos. Esta submissão ao Espírito
Santo é o segredo da santidade”.
“E foi essa submissão ao Espírito Santo, é claro, a marca que
distinguiu a vida de Maria, especialmente no momento na Anunciação
(25 de março), quando ela disse, "Faça-se em mim segundo a tua
palavra".
Diálogo
O diálogo do dia 25 vai incluir como palestrantes Dom Ramón Argüelles,
arcebispo de Lipa (Filipinas) e presidente da Sociedade Mariana-Mariológica
das Filipinas; padre Enrique Llamas, presidente da Sociedade Mariológica
da Espanha. Estarão presentes também Judith Gentle, teóloga
anglicana, escritora e membro da Sociedade Mariológica “Nossa
Senhora de Walsingham”, da Grã-Bretanha.
As sessões matutinas serão constituídas de breves apresentações
dos palestrantes, debatendo se é apropriado um quinto dogma mariano
nesse momento, enquanto que as sessões vespertinas consistirão em um
diálogo entre os palestrantes, a imprensa e o público nesse assunto.
A Academia Pontíficia Mariana foi convidada a participar no diálogo,
mas posteriormente informou a revista Inside the Vatican que os
membros da Academia não iriam participar. O evento, que é livre e
aberto ao público, começará às 10h da manhã na Via Borgo Pio,
141.
* * *
Robert Moynihan é fundador e editor da revista mensal Inside the
Vatican. É autor do livro Let God’s Light Shine Forth: the
Spiritual Vision of Pope Benedict XVI (2005, Doubleday).
O blog de Moynihan pode ser encontrado no link
www.insidethevatican.com. E Moynihan pode ser contactado no e-mail:
editor@insidethevatican.com.
Fonte: www.zenit.org
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