|
27/11/2008
Blumenau?
Recoloco
por menção de uma leitora o artigo abaixo, escrito em 09/11/2004. Irá
sem modificações, porque serve para o momento, embora comparado
ao texto antigo a ruína causada na cidade de Blumenau, seja de
menores proporções daquela que um dia acontecerá, e pode ser com
qualquer cidade do mundo. Ali bastou alguns dias de chuva sobre a
cidade para que o rio subisse a mais de 11 metros de altura. E
diferente do artigo anterior, a mão divina fez com que NÃO CHOVESSE
nas cabeceiras dos rios Itajaí, evitando que o nível da água nas
cidades atingidas, chegasse, como no sonho do artigo anterior, até o
topo dos prédios.
Temos amigos maravilhosos em Blumenau, gente de muita fé e muita oração.
Mas a cidade em si é opulenta, com um grande número de protestantes
ricos, e com toda certeza em grande falta com a Igreja Católica. De
Blumenau se contam nos dedos os sacerdotes que ela deu para a Igreja.
Que acontece lá hoje? Ao invés de os padres celebrarem missas, em ação
de graças por não ter sido maior - quem sabe merecida a catástrofe
- dizem: Ah! Vem só cinco pessoas e então não vamos
celebrar... Onde o amor a Deus? Onde a fé! Onde a intercessão para
que pare esta chuva? Que continua!
Que fizeram os padres em muitas localidades de Blumenau? Expulsaram os
sacrários do centro das Igrejas e puseram Deus na rua. Tiraram os
confessionários quando o Papa manda colocá-los. Todos desobedecem
ainda na questão do "pro multis". Nenhum deles, nem o
senhor bispo obedece ao Papa. Todos os documentos de Sua Santidade são
desprezados como lixo, quem sabe com raríssimas excessões. Que
querem mais? Não serão eles os maiores responsáveis pelos
sofrimentos e prejuízos causados pela tragédia? Pelas mortes?
Assim, um chuva intermitente de alguns dias, sobre apenas o médio e
baixo vale do Rio Itajaí, já fez um estrago maior do que
conjuntamente as grandes enchentes de 1983 e 1984, onde o rio subiu a
16 metros de altura. E bastou este pouco para tornar esta cidade em
cenário apocalíptico. Mas quem viu as fotos da nuvem negra que se
abateu sobre a região dias atrás, se tivesse visto a mesma que vi em
sonhos, diria que se tratava da realização dele. A diferença é que
em meu sonho a chuva foi de apenas uma hora. E isso ACONTECERÁ!
A pergunta que muitos, dos que perderam tudo - bons e maus -
certamente é esta: onde estava Deus naqueles dias? Bem Ele tinha sido
posto na rua pelos maus padres da cidade, que aceitaram do diabo o
convite de, pela sua moderna "teologia" - ou demonologia? -
expulsar a Deus do centro e do Tabernáculo. E se o povo católico não
reagiu, não defendeu, ou pouco se importou, ou até gostou é porque
a cidade merece o castigo que obteve. E não se culpe a Deus!
E mais ainda: virá pior, se os sacrários não voltarem para o
CENTRO, se os padres não voltarem a celebrar Missas com amor, mesmo
para uma só pessoa, se eles não voltarem a obedecer ao Papa Bento
XVI e não a CNBB, e se o povo daquela cidade não cair em peso
de joelhos no chão - e que não demore - cessa então a obrigação
de Deus de frear a chuva nas cabeceiras. Então virá o dilúvio, e
como no sonho antigo a voz dirá, depois que as águas baixarem: Sobrou
um, em mil!
Então da cidade, não restará uma só casa em pé! Serve para todas
as cidades do mundo. Este é apenas um alerta, jamais um desejo.
Voltem para Deus, enquanto é tempo, homens e mulheres destas cidades!
Botem novamente DEUS, no centro das Igrejas e no centro de vossas
vidas, ou não verão mais que escombros, ruinas, e frangalhos, por
toda parte. Não como castigo de Deus, mas como obra dos demônios a
quem se entregam os orgulhosos e desobedientes. Nosso Deus não se
chama dinheiro, mas Deus Altíssimo, Uno e Trino! Bendita a mão Dele,
que, por hora, popou a maioria. Mas até quando Senhor?
Vejam o texto antigo:
2041202 A CIDADE - (09/11/04)
Este texto antigo, de 09/11/2004 nos fala de
uma cidade devastada por uma imensa tempestade. Quando vi as imagens
de Nova Orleães nos Estados Unidos, quase varrida pelo furacão
Katrina, lembrei-me desta visão antiga. No momento em que estava
diante da TV assistindo o JN, vendo aquelas imagens devastadoras, de
repente eu senti uma lágrima quente me escorrer do rosto. Mas, incrível,
ela não corria exatamente e somente por causa daquilo que meus olhos
viam na tela, e sim porque, num instante pode ver o mundo inteiro, e
todas as cidades da terra, há um tempo só, na mesma situação. E
todos a sofrer, sem ninguém para socorrer. O mesmo caos, a mesma
loucura, os mesmos gritos por socorro, o choro, o desespero, os saques
dos vândalos, os assassinatos frios por gente em busca de comida e água.
A morte ronda o planeta terra. Os sinais estão se tornando a cada dia
mais fortes, e NÃO pararão mais, até a explosão final. Vamos ao
texto:
Tocará o alarme numa cidade sem que o
povo se assuste? Virá uma calamidade sobre uma
cidade, sem que o Senhor o tenha disposto? Porque o Senhor Javé
nada faz sem antes revelar seu segredo aos profetas, seus servos
(Am 3, 6). Então o profeta avisa: Escutai, prestai ouvidos e não
vos enchais de orgulho, pois quem fala é o Senhor. Rendei glórias ao
Senhor nosso Deus, antes que surjam as trevas, e antes que se
choquem vossos pés nos montes invadidos pelas sombras. A luz que
esperais será transformada em escuridão, pois que Ele a converterá
em noite profunda. Se não prestardes ouvidos, a
minha alma derramará lágrimas em segredo por causa de vosso
orgulho... (Jr 13, 15-17).
Não, meu sentido não é tocar o alarme para
que o povo se assuste, mas para que tome sentido sobre os sinais de
Deus e fique alerta. Na verdade, desde os profetas antigos, os sinais
e avisos estão dados, entretanto Deus em seu silêncio derrama lágrimas
sentidas devido à inconseqüência de seu povo, de seus filhos e
filhas. Nada parece assustar as gentes, há um torpor nas consciências,
um espírito maldito de cegueira em seus olhos, uma obstrução
nefasta em seus corações e mentes. Mas os profetas avisam, e nada
poderá ser a Deus mais tarde imputado, porque não se trata de
castigo e sim de respeito à liberdade dos homens. São eles que
atrairão as catástrofes.
Vou hoje fazer aqui uma alegoria, entre uma
cidade hipotética, mas que pode ser transportada para o plano real. Qualquer
cidade do mundo de hoje pode ser ela. Cada um pode entender como
quiser, e pode projetar para sua vila, sua cidade, sua metrópole.
Esta cidade única, na verdade pode ser aplicada em maior escala à grande
Babilônia, a mãe de todas as prostituições da terra, tão bem
definida no Livro do Apocalipse, e também pelos antigos profetas. Ou
seja, cada cidade do mundo de hoje, é uma “pequena Babilônia”,
e tal como pode acontecer a esta cidade, poderá acontecer – e irá
acontecer – com todas as cidades da terra. Quem entende o pequeno
universo desta cidade, entenderá o mundo e a Babilônia que Deus está
preste a deixar ruir.
Para um projeto de catástrofe, baseio-me no
que recentemente ocorreu em uma cidade média, me parece da Venezuela,
já com alguns prédios, e que ficava à beira mar. Por esta cidade
atravessava um pequeno córrego, que em dias normais se poderia
atravessar sobre ele de um pulo. Na verdade ela ficava próxima a uma
cadeia de montanhas, defronte a um pequeno vale, digamos a uns 15 Km
das nascentes do riacho. Pois bem, houve uma enchente tão grande
neste lugar, que aquele pequeno regato em transes de fúria abriu um
rombo de 450 metros de largura no meio da cidade, não deixando ali
nem uma só casa, nem edifício, nem muro. Tudo ficou arrasado rente
ao chão.
Quem poderia imaginar uma coisa destas?
Jamais nenhum cientista ou estudioso de catástrofes naturais, poderia
prever um tal estrago. Como pode um riacho tão pequeno, elevar-se em
tanta fúria? Como pode arrasar tanta coisa em seu caminho, até edifícios
bem fundados? Pode sim, e pode mais que isto ainda. Na verdade, os
homens ainda não viram, nem de perto, aquilo que está para
acontecer, não só nesta cidade hipotética a que vou me reportar
aqui, mas em qualquer cidade ou vila do planeta.
Foi no dia 1º de Maio de 2002, quando tive
um sonho com esta cidade qualquer e vou resumir em poucas palavras: Eu
ouvia seus barulhos, sua azáfama, a correria das pessoas atrás de
dinheiro, os automóveis a buzinar, o apito das fábricas e das suas máquinas,
o bater dos martelos de muitas construções, enfim, todos aqueles
sons que normalmente uma cidade produz. E de repente começou a
chover. Primeiro uma garoa, depois um pouquinho mais persistente, mas
nada parecido com tormenta ou dilúvio. Na verdade, nenhum troar de
trovão, nenhum raio a iluminar os céus, embora fosse dia e pela manhã.
Na verdade, as pessoas não viam nenhum problema com aquela chuvinha.
Mas ninguém olhava ao longe, para o
horizonte, onde uma nuvem negra, horripilante, extremamente densa,
estava parada, quieta, parecendo morta. A cidade é cortada por um rio
não muito largo, mas certamente não se pode pular sobre ele. E aqui
observando, extremamente inquieto eu assistia a uma partida de futebol
de salão, jogada no meio da rua, que para isso havia sido fechada. O
tempo de uma partida de futebol de salão é em torno de uma hora. Ou
seja, aquela nuvem negra ao longe, estava parada já há mais de uma
hora no horizonte além, sem se movimentar e isso não preocupava as
pessoas da cidade. E pelo que vi, nenhuma só pessoa dali percebeu o
perigo que se avizinhava.
Quando a partida estava pelo fim,
instintivamente lembrei que eu deixara o carro estacionado em uma rua
à beira do rio, e saí correndo em direção a ele. Mas quando
cheguei perto, e pude olhar o rio, percebi uma parede de água
barrenta, de 20 a 30 metros de altura, que vinha rolando em turbilhão
pelo canal do rio e adentrando as ruas, para os lados, em alta
velocidade. E de repente a água começou a jorrar em minha frente e
vendo-me perdido gritei: Pai, socorro! E como uma mão cortou
aquele jorro de água e uma voz ao meu ouvido falou: passa rápido!
E atravessei o jorro indo a correr por uma colina acima, onde no topo,
arfando, me agarrei num poste de luz, numa pequena praça em forma de
barco, feita de concreto.
E dali onde estava, eu vi a água barrenta
subir de nível, até me lamber os pés. E este nível, significa
quase cobrir os prédios da cidade, no mínimo até a altura do 3º
Andar, fato que nunca acontecera ali. Em frente a aquele roldão de água
e lodo, eu percebia as casas sendo esfaceladas, e paredes inteiras
vinham na frente daquele rolo, entre estalos, e tudo se calava num silêncio
apavorante. Não deu tempo para nenhum carro sair, nenhuma pessoa
correr, alguns metros quem sabe, como eu fizera com auxílio de Deus.
E como se o mundo tivesse perdido o som, sumiu o barulho da cidade,
nada mais se ouvia, tudo se afogava, nada mais se via, a não ser
aquele caudal gigantesco cobrindo todos os prédios. E óbvio, pela
torrente cruzavam boiando, animais, e... Pessoas! Muitas delas. Ninguém
podia fazer nada, aliás, não se via mais ninguém. Apenas um
mendigo, que se agarrara no mesmo poste em que eu estava.
E aquela mesma voz me disse: sobrou um em
mil! Não sei quantos habitantes a cidade de meu sonho tinha, mas
creio que dezenas de milhares. E saindo dali entrei num casebre de
madeira próximo daquele poste onde eu me agarrara, onde vi quatro
senhoras, em um choro contido e triste, que estavam a costurar alguns
panos velhos. Fiz a elas uma pergunta como em pensamento, e elas
apenas abanaram a cabeça afirmativamente, dizendo que haviam perdido
toda a família, marido e filhos. Eu de fato não imagino que tal
coisa – sobrar um em mil possa acontecer – até porque a cidade
tinha montanhas ao redor e muitas casas em elevados acima da enchente.
Quem sabe um em mil daqueles que estavam dentro do
canal do rio e no alcance da onda gigante. Entretanto, com toda
a certeza uma catástrofe destas pode acontecer, em especial se ela
vier à noite, quando ninguém suspeitará de nada, ninguém avisará
a ninguém porque não existe sistema de alarme, até porque ali,
naquela cidade, quase não choveu. E a tormenta que despencou na
cidade acima, não deu um trovão sequer. Como desconfiar se todos
estarão dormindo!
Depois tão rápido como a enchente veio,
também baixou seu nível. E quando desci da colina para as ruas
abaixo, percebi o tremendo estrago que ela havia causado naquelas incríveis
e bem decoradas lojas. Cristais, pratarias, eletrodomésticos, roupas,
manequins e calçados, tudo estava coberto de lama e sujeira. Paus e
troncos entupiam as ruas, e por todo lado era desolação. Não vi
pessoa alguma, não vi automóvel algum, tudo era um só silêncio,
uma só tristeza. Então peguei alguns panos vermelhos numa loja
daquelas e levei para aquelas mulheres que ainda lá estavam a
costurar. E sem saber direito o que dizer a elas falei:
podem pegar o que quiserem. Já não há gente para usar estas roupas!
Mas peguem coisas simples, pois, quem irá querer usar agora estas
roupas sofisticadas? Sim, quis dizer: depois de uma catástrofe
igual, quem irá se preocupar com roupas chiques se todos estão
cobertos de lama? Se há tantos mortos para chorar?
Este é o sonho e acima, na cidade da
Venezuela a realidade. Entre um e outro, a certeza de que qualquer
cidade do mundo, que esteja à beira de um simples riacho, não está
hoje livre de uma catástrofe igual. Noutro dia, eu chegava de viagem
quando há uns 10 Km antes de minha cidade, apenas sobre uma pequena
vila – creio que num raio de mais que 1,5 Km, um jorro negro de
chuva se derramava. Apenas observei à distância, mas senti que algo
de grave acontecia. Horas depois, soube que apenas aquela chuva, havia
provocado a maior enchente jamais vista naquela localidade, arrancando
inclusive casas na vila abaixo, onde nem sequer chovera.
Na semana passada, meu funcionário vinha
chegando a nossa cidade de carro, quando foi obrigado a parar devido a
uma chuva de grande intensidade que, segundo ele, deixava sobre o
asfalto uma camada de cinco centímetros de água, simplesmente não
permitindo o carro prosseguir sem risco de sair da pista. Ou seja, em
muitos lugares da terra, toda a chuva que antes se derramava sobre uma
região, cai agora em baldes numa única localidade. Imagine se uma
coisa destas ficar derramando por uma ou duas horas? Falo em uma chuva
derramada em baldes como se diz! Isso está acontecendo e muito!
Dirá o leitor que uma coisa assim, se
acontecer numa grande cidade, é castigo de Deus e que o povo não
merece. Mas analisemos este povo que lá habita. Por fora, pelo que se
observa, trata-se de gente boa, ordeira, trabalhadora, descente, que
adquiriu com seu trabalho um elevado padrão de vida bem acima da média
nacional, que tem uma bela cidade, com casas e mansões estonteantes,
indústrias poderosas, ruas asfaltadas, tudo muito belo, muito limpo e
muito vistoso.
Ora, as riquezas são criadas por Deus, mas quem as
distribui é o diabo, raramente Deus. Quero dizer: um povo nestas
condições, que adquiriu esta prosperidade, na maioria das situações
não obteve isso dignamente e com as bênçãos do Criador. E assim
acontece em todo o mundo, em todas as cidades em todas as nações. O
mundo está cada dia mais sem Deus e os homens buscam se livrar Dele,
porque não querem saber de quem fala em pecado, em justiça, em
purgatório, em inferno. Para as pessoas que assim desta maneira, o ótimo
é viver sem Deus.
Falamos em Deus, vejamos como é a vida
religiosa desta cidade. Ela pode ter muitos padres, muitas capelas –
em cada bairro existe uma – entretanto, as igrejas nem aos domingos
estão cheias e durante a semana apenas alguns gatos pingados. O povo,
afinal, tem que ganhar dinheiro tem que fazer negócios tem que
crescer financeiramente, e infelizmente não tem tempo para rezar. Não
tem tempo para Deus. Digamos que a cidade tenha 100 mil
habitantes, entre eles digamos 70% católicos, 25% evangélicos e 5%
outras crenças.
Ora, se ficarmos apenas com os 70% de católicos, penso que não chega
a 10% aqueles que vão à Missa pelo menos no Domingo. E destes, nem
2% podem dizer que são católicos fiéis, que pagam seu dízimo
corretamente, que cumprem corretamente 100% os mandamentos da Igreja e
da Lei de Deus, falo em viver os sacramentos, especialmente a Confissão
e a Eucaristia. Acaso uma cidade assim merece a bênção
de Deus? Se vive longe de Dele? Se procura expulsá-lo dali?
Não é tudo: Esta cidade hipotética, como
tantas outras, tem mais de um grupo da RCC, mas que se digladiam entre
si, as pessoas que o dirigem são presunçosas e arrogantes, “donas
do Espírito Santo”, que além disso não rezam e combatem os
grupos de oração. Também os sacerdotes, embora todos da mesma ordem
do clero, se digladiam, não se tratam bem e apenas se suportam no ódio.
Esta cidade hipotética tem mais de um seminário, inclusive, mas pode
um deles – por exemplo – ter por dirigente, alguém dentre os que
também comande a maçonaria. Ou seja, tanto na casa de formação,
quanto na casa de oração, o que existe é confusão e traição a
Deus. Acaso uma cidade assim, merece mesmo a proteção
Dele? Acaso não são sepulcros caiados? Vejamos!
Esta cidade pode ter, tal como outras, um
pequeno grupo de oração. Ele é formado, pasmem, apenas por algumas
senhoras – não existe nenhum homem com coragem de rezar com elas
– que são perseguidas, mal faladas, entretanto o Espírito de Deus
está com elas. Até dentro do grupo, porém, existem defecções,
porque onde está Deus sempre se intromete o diabo. Mas elas continuam
firmes, embora poucas, embora cada vez menos, e são as únicas
pessoas que intercedem pela cidade.
Com elas está também o Espírito de profecia, que alerta, bairro a
bairro, e que grita: Se não houver conversão, virá a
destruição! Os profetas antigos, aliás, já gritavam isto,
Jonas é exemplo! E sempre houve estes profetas e eles existem hoje
também, aos quais Deus revela o futuro. Como diz o profeta Amós: Deus
nada faz contra uma cidade sem antes avisar pelos profetas!
Mas quem ouve? De todos os lados apenas se
ouve o grito dos escarnecedores. Afinal os bares estão cheios deles,
a cerveja rola solta, e verdade é que mesmo diante da catástrofe
iminente, um povo bêbado – não só de álcool e drogas, mas de
riqueza – sempre reagirá tardiamente. E o povo desta cidade está
embriagado, não somente de bebida, mas de prazer, de vida mansa, de
futilidades, de roupas sensuais, de tudo aquilo que vem do mundo e não
leva para Deus. Como é boa a vida deste povo distante do Criador. Então
para que Deus? E aqui está a blasfêmia dos povos: a
rejeição! A negação do primado de Deus Criador! E é por isso
que, o mesmo Pai Criador, em breve permitirá a este povo que
experimente o que significa um mundo sem Ele: desagregação,
catástrofe, ruína, lama, lodo... Fedor de cadáveres em putrefação!
Mais uma coisinha: Falei em “outras
crenças” nesta cidade. Que me dirá o leitor se ali também, justo
em frente à Igreja Matriz, reúnem-se jovens vestidos de
negro, que se dediquem a invocar satanás como pedido pela antecipação
da vinda do anticristo? Sim, eles invocam ao demônio e pedem que
envie logo “seu” filho para tomar posse da terra. Pior, estes
jovens usam uma foto, onde Lúcifer está sentado no trono de Pedro, e
tem nas mãos o cajado, mas virado com a cabeça para baixo. Quem
duvida que o anjo negro ouviu as preces dos jovens e se faz presente?
E sabe o que dizem a maioria dos pais destes alunos? “Coisas da
juventude! Nada sem importância! Isso logo passa!” E apenas uma ou
duas mães de amigos destes alunos se preocupam com esta terrível
situação.
Ora, já noticiamos que em certas cidades, os
jovens, quase crianças, são ensinadas a adentrar as Igrejas Católicas,
ou por fora delas o mais próximo possível do Santíssimo, e
ali fazerem pactos com o demônio para ficarem ricos. E todos
estes jovens que se vestem de roupas negras, com caveiras e outras
simbologias, que se enchem de pinturas no corpo e de centenas de
piercings, que gritam músicas altas e se alucinam em danças diabólicas,
todos eles na verdade prestam culto a satanás, pois
Deus jamais irá estar em qualquer um deles. Não pensem que isto é
modismo e brincadeira inocente, porque não se brinca com o demônio,
pois até crianças inocentes estão indo pelo mesmo caminho. Ele pode
até se fingir de bonzinho, mas o inferno é a morada eterna dele, e
é para lá que ele atrai a juventude. E junto com a juventude, ele
também atrai os pais que não mais pensam na responsabilidade da
salvação das almas de seus filhos.
Enfim, nossa cidade hipotética, é toda
cheia de símbolos de satanás. Se até setores da Igreja estão
metidos com ela, acaso não estão aqui representadas a primeira e a
segunda, bestas do Apocalipse? Não é preciso adentrar Roma para
encontrar o rabinho do mostro, aquele que veste roupas negras. Já
aqui se encontra o conluio das trevas. Então esta cidade não poderá
jamais reclamar se negras nuvens a cobrirem, já que o negro é o seu
símbolo. E assim todas as cidades do mundo, miradas nesta cidade
hipotética, se acham na mesma situação. E com certeza, não está
longe o dia em que todas elas serão vistoriadas e inspecionadas pelos
olhos atentos de Deus. Em qualquer lugar onde a maldita serpente negra
estiver entocada, seja onde ela tenha enfiado o rabo, seja onde ela
tenha posto seus ovos, nada ficará sem ser destruído.
De fato, chegará o dia – e este dia não
está longe – em que na terra veremos um só Senhor. Hoje o mundo
pertence à serpente, ela está tendo seu tempo, último tempo, que se
esgota a olhos vistos. Mas o estertor dela, em todo o mundo, se faz
sentir pelo rastro de crimes, pelo sangue derramado, pelas guerras,
pelos abortos e pelos atentados contra a vida. Sua fúria é visível,
e se Deus o permitisse, Lúcifer não apenas se deixaria fotografar
por aqueles jovens idiotas e inconseqüentes, mas os esganaria ali
mesmo, ou os levaria ainda vivos para as trevas eternas. Mas o Pai é
bom, e sabe que estas crianças “não sabem o que fazem”, e
por isso tem levado muitas delas mais cedo, antes que sua alma apodreça
e não tenha mais cura. Pai e mãe, que têm um filho ou filha
rebelde, à qual não mais obedece, que fiquem felizes, que sequer
chorem, se Deus as levar na flor da idade, porque muito mais chorariam
se soubessem que elas foram para o inferno.
Não somente se perder, mas por culpa dos próprios
pais que não rezam mais, que rejeitam e cospem em Deus, que jamais
agradeceram por tanta riqueza recebida, que nunca ensinaram seus
filhos a rezar, porque é cinismo mandar fazer o que não se faz. A
maioria dos pais de hoje é assim e está em larga conta negativa
diante de Deus. Eu um dia irei pagar minhas contas, com certeza, mas
temo pela vida eterna de muitos pais, de muitas mães relapsas, que
nunca disseram nada quando seus filhos assumiram estes modismos diabólicos
– todos eles são diabólicos – e que permitem que com isso eles
tragam satanás para morar dentro de suas casas. Basta uma fita de “hard
rock”, de um cantor daqueles que já está no inferno, para
contaminar toda uma casa, para impregnar toda uma família com malefícios
e maldições.
Agora fujo um pouquinho de nossa cidade e
conto uma história que colocaram na internet. Não a confirmei, mas
mesmo que não tenha acontecido, serve como exemplo. Foi assim: Quatro
jovens, três moços e uma menina de apenas 13 anos, todos drogados,
foram à casa de uma mãe buscar sua filha, de 21 anos pra saírem
para a farra juntos, também ela drogada e rebelde. E quando ela
entrava no carro, sem ter mais o que dizer a mãe angustiada falou:
“Que Deus vos acompanhe”. Então sua filha
insensata colocou sua cabeça para fora do carro que arrancava em
velocidade e gritou para a mãe: “Só se Ele quiser ir no
porta-malas, porque aqui dentro já está cheio!” Ou seja:
dentro do carro não havia lugar para Deus. Tudo bem!
Que aconteceu? Apenas um quilômetro adiante,
os jovens, em altíssima velocidade, bateram num poste de concreto,
todos os cinco morreram na hora e ficaram em pedaços. Mas quando a
polícia técnica veio fazer a perícia, ficou estarrecida com o que
encontrou. Embora os jovens estivessem dilacerados, e toda a frente do
carro estivesse abraçada ao poste e num montinho, o porta malas
estava completamente intacto. Mais ainda, dentro dele havia uma caixa
de papelão, com 34 ovos, e nenhum deles estava quebrado. Ou seja:
Deus estava realmente dentro do porta-malas. Estarão tais jovens
agora com Ele?
Mas, voltando a nossa cidade, será que ali
alguém pelo menos terá consciência – ou tempo – de gritar pelo
nome de Deus: Haverá ali algum “porta-malas”, onde Ele ainda
possa estar? Tudo tão lindo, humanamente falando algo fantástico,
insuspeitável, de tal forma que olhando à vista grossa, uma cidade
destas parece inatacável, inquestionável, perfeita, e será
crueldade destruir tão irrepreensível obra humana. Então vem a
resposta perfeita, e vem como pergunta: Acaso alguma obra
desta terra irá para o Céu? Sim, tanto mais que foi construída
para o mundo, totalmente sem Deus, que sequer foi convidado para
viajar no porta-malas ou de carona, por nenhum deles.
Pois bem, já que este povo não se converte,
eles bem que poderão servir de exemplo para muitos outros. Eles, que
estão na boca da catástrofe e nunca se deram conta de que fiados no
mundo e apoiados em satanás – e invocando ao demônio – estão
mal, que tal fazê-los exemplo para outras cidades, para que pelo
menos aquelas se arrependam? Bem! Na verdade Sodoma também foi
fulminada como exemplo, mas parece que os homens esqueceram. Fará
Deus outra tentativa? E esta cidade escolhida será do
Brasil?
De fato, esta cidade, mesmo depois de
bastante arrasada, poderá se reerguer se Deus operar nela o milagre
previsto, mas que exigirá a conversão de toda a cidade, até os de
outras religiões que ali vegetam. Mas se não houver uma resposta à
altura, esta cidade poderá ter – e terá se não se converter – o
mesmo fim de Babilônia: os abismos! Porque, naquele dia “dos
confins da terra vai se levantar violenta tempestade. Aqueles que o
Senhor neste dia tiver atingido, de uma extremidade a outra da terra,
não serão chorados nem recolhidos e sepultados, jazendo no solo qual
esterco” (Jr 25, 32-33). Este o destino desta cidade, de
qualquer cidade onde o nome de Deus não é mais invocado.
Desde o dia 03 de novembro de 2003
que Nossa Senhora nos vem alertando para um gravíssimo evento a
ocorrer em nosso estado de Santa Catarina, com reflexos em toda a
região Sul do Brasil. Um ano seria tempo de sobra para que as pessoas
todas se pusessem em oração, única forma de mudar ou minimizar o
efeito da catástrofe. Mas se há dois mil anos passados de Jesus o
homem não se converteu ainda, como acreditará nos profetas que
anunciam esta catástrofe, que segundo a Mãe, não será
o fim, mas o começo do fim?
Sim, isto pode acontecer em muitas cidades,
em toda uma região e até em todo um país. Agora mesmo Terra Notícias,
apresenta uma reportagem falando de bolhas de calor gigantes que estão
se formando, tendo em vista a exagerada atividade humana, com máquinas,
automóveis, usinas e fornalhas, que aumentam subitamente a
temperatura de algumas regiões. Aqui em Vidal Ramos, tem dias que
amanhece inverno e anoitece verão bravo. Então basta uma bolha
quente destas bloquear uma frente fria muito grande que venha do sul,
e teremos novamente um 1983 e seu famoso “El Nino”, este que
aparece perto do Natal, quem sabe ainda no Advento. Mas se a isso se
aliar um grande maremoto então só Deus sabe no que dará. Naquela
vez foram 400 mortos! Quantos serão agora? Nas Filipinas foram mil, e
isso numa pequena ilha, imaginem num país como o nosso.
Quando virá? Pode ser ainda neste
ano! Pode ser no início do próximo ano, mas virá com certeza.
Aliás, o bispo de uma diocese próxima, deixou seus ouvintes de
cabelo em pé, ao referir-se a uma catástrofe iminente, que virá
como um castigo de Sodoma. Saberá ele de alguma coisa? A ciência
antecipa a chegada do El Nino para este final de ano, e virá com
muita chuva. Se a isso se juntar um maremoto que represe as águas das
chuvas, poderemos ter uma terrível deflagração negativa de fatores.
De fato, chegamos finalmente ao tempo do “Nunca se viu
nada igual!” Digo finalmente, porque até a ciência está começando
a arrepiar os cabelos com os transtornos do clima.
Enfim, muitas cidades de Santa Catarina se
encaixam no perfil da nossa cidade deste exemplo. E em todas elas, as
pessoas deveriam se por imediatamente em oração, caso queiram obter
a proteção divina. Penso que não é por outro motivo que Nossa
Senhora nos pediu no cenáculo do dia 06/11 a oração do Triságio
da Santíssima Trindade, que deve ser rezada na iminência
de graves calamidades. Aguardem, está próximo!
Que Deus nos proteja! Quem está com Ele, nada tema!
Que proteja os que moram nestas cidades!
Que proteja os que não rezam!
Que guarde as crianças inocentes!
REZEMOS POR TODOS!
Arnaldo!
Fonte:
Recados do Aarão

|