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27 Agosto 2005 
A Abominação

 

 

SACRIFÍCIO PERPÉTUO

     Recebemos este texto do site abaixo, que registramos aqui porque ele delineia bem e sintetiza a crise que envolve a Igreja, onde a Santa Missa, o Sacrifício Perpétuo, está sendo gradualmente adulterado, aviltado, porque o desejo de parte maldita deste mundo infiel, é exatamente elimina-la, tornando-a inócua e sem valor. O profeta Daniel previu isso, e pelas pistas aqui levantadas, o leitor verá como isso, ardilosamente se processa. Nós discordamos de alguns detalhes, por exemplo quanto à forma distribuir a comunhão – discordamos do autor – porque achamos que o importante é a confissão sacramental, ANTES  de receber a Eucaristia. O verdadeiro desastre está aqui. Vamos ao texto:

Ler Original em > http://www.capela.org.br/miss.parocol.htm

 É provável também que a crise mundial dependa da abolição do sacrifício perpétuo.

De fato no mesmo período ( anos 70):
- cerca de cem mil sacerdotes e bispos abandonaram o sacerdócio;
- Foram aprovadas leis sobre o divórcio e sobre o aborto ( em abril de 1997 só a Itália superou mais de um milhão de mortos por abortos e o total de abortos em todo o mundo supera o número de vítimas de todas as guerras da história humana e depois ainda fingem que a pena de morte já foi abolida!)
- As Brigadas vermelhas e o terrorismo na Itália;
- a droga;
- o satanismo.

"Porque o mistério da iniqüidade já está em ação, apenas esperando o desaparecimento daquele que o detém. Então o tal ímpio se manifestará." (II Tess., 2, 7-8).

Que há uma diminuição da fé, esse é um fato evidente:


- o Santíssimo Sacramento, no sacrário, ficava no centro de nossas igrejas, entronizado sobre o altar principal, objeto de imediata adoração para quem ali entrava. Hoje na maioria das igrejas foi removido e muitas vezes nem mesmo se sabe onde o colocaram. Isso quando não é arrumado de modo verdadeiramente indecoroso! (eu mesmo tive oportunidade de vê-lo em meio a trastes velhos, numa caixa de papelão dentro de um depósito). O lugar central agora é reservado à mesa;
- a tal mesa não é mais um altar onde antes se guardavam as relíquias dos mártires, mas simplesmente uma mesa;
-reza-se a Missa voltado para o povo, à moda dos calvinistas e anglicanos e não mais voltados para o oriente (na direção de onde surge o sol, símbolo do Cristo ressuscitado) ou para o sacrário.
- Incensa-se o Santíssimo da mesma forma que se incensa as estátuas ou o povo: 3x2 ao invés de 3x3 como se fazia antes;
- Durante a Consagração não mais se incensa o Santíssimo, mas se incensa a mesa, as estátuas e o povo. (quando se usa o incenso!).
- Não se faz mais a genuflexão depois das palavras da Consagração, antes da elevação. Será que há dúvidas de que essas palavras, ditas pelo sacerdote são realmente eficazes? Apresenta-se a hóstia ao povo e o povo consagra junto com o sacerdote (sacerdócio comum do "presidente" e dos batizados?)
- Existe ainda a tendência de se querer diminuir o número das missas durante a semana, substituindo-as talvez pela leitura da Bíblia, enquanto antes a Missa era obrigatória todos os dias, em todas as paróquias.
- a comunhão é dada na mão dos comungantes, ao passo que até 1979 era considerado um sacrilégio tocar o Santíssimo.
- a comunhão é recebida em pé ou sentado, enquanto antes se recebia de joelhos com uma genuflexão antes e depois ao se levantar;
- todos os homens e mulheres, podem tocar o Santíssimo e até mesmo distribuí-Lo, enquanto antes era um privilégio único dos sacerdotes ou diáconos;
- não se usa mais a patena, por isso os Fragmentos caem pelo chão e são pisados (Lúcifer deve invejar este pecado que ele jamais conseguiu cometer);
- joga-se fora a água das abluções logo depois da comunhão (isso quando fazem abluções!), enquanto antes o sacerdote, depois de ter lavado os dedos com o vinho e com a água, bebia tudo;
- supressão geral da Bênção do Santíssimo.

Para chegarmos a ter uma noção mais exata do que seja a nossa condição de católicos, hoje, consideremos a Igreja como existia na época ainda recente do papa Pio XII. Apesar das diversas dificuldades que vinham criar obstáculos à vida normal da Igreja, esta conseguia manter as almas no caminho do céu. Quantas ocasiões de aumentar a fé e a piedade dos fiéis: Congressos Eucarísticos, Encíclicas papais reiterando a doutrina de sempre da Igreja, grandes colégios formando jovens católicos e universidades comandadas por sacerdotes seguros e determinados. Se olharmos para o quadro de bispos que compunham o episcopado tanto aqui no Brasil como em outros países, ficamos impressionados com a qualidade de alma, a firmeza na fé de tantos deles. Havia os liberais, mas estavam sob o controle da Igreja que velava para que as almas não recebessem doutrinas e ensinamentos perniciosos à fé. 

Listagem de itens da destruição do Catolicismo...

Linguagem:

- a linguagem dos eclesiásticos tornou-se dúbia, abandonando os termos e fórmulas dogmáticas para adotar linguagem social e humana.
- deixaram de falar em transubstanciação - em comunhão - em missa - em sacrifício da missa e adotaram o termo "eucaristia".
- as orações passaram a ser feitas no singular, abandonando o plural majestático próprio para as coisas espirituais.
- a palavra "sacramento" passou a designar coisas diversas, como mistérios, ritos não sacramentais, encontros ecumênicos etc.
- Nosso Senhor nunca mais foi chamado claramente de Deus e seu poder passou a ser atribuído a Deus, como se Jesus fosse apenas um homem.
- A Virgem Maria, chamada apenas de Maria, não é mais a Mãe de Deus, mas apenas a mãe de Jesus, bem ao gosto protestante.
- A Igreja já não é mais o Corpo Místico de Cristo, mas o Povo de Deus.

Dogmas:

- A missa deixa de ser a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz para ser apenas banquete e refeição
- O sacerdócio deixa de ser participação no poder de Cristo e passa a ser uma função dentro do Povo de Deus.
- Jesus Cristo sendo apenas um homem, é tratado como um companheiro, amigo, mas não como Deus e Salvador.
- Nossa Senhora é vista como uma mulher qualquer, os dogmas marianos são esquecidos, já não se fala mais em sua Imaculada Conceição, sua Maternidade Divina, muito menos na Mediação de todas as graças, que o Concílio não quis nem mesmo abordar
- A Igreja passa a ser uma agremiação como as demais, aberta ao diálogo e ao ecumenismo, tratando as falsas igrejas no mesmo nível. Não é mais considerada como detentora de toda a Verdade. Já não é mais vista como santificadora, tendo por obrigação levar o Evangelho a todos os povos.

Bíblia:

- Perde-se a noção de infalibilidade da Bíblia. A inspiração divina é mal interpretada, considerada como uma inspiração artística.
- Deus não é mais o autor principal da Bíblia. Ele apenas influencia de longe o escritor humano.
- Os Evangelhos já não são mais considerados como históricos. Adota-se a heresia protestante segundo a qual eles foram escritos pelas comunidades primitivas ao longo dos primeiros séculos. Ensina-se que existe o Cristo da Fé (idealizado) e o Cristo histórico, que ninguém sabe bem como foi.
- Diversos outros erros protestantes são introduzidos no ensino das Sagradas Escrituras.
- Adotam traduções ditas ecumênicas que escamoteiam as verdades de fé que nos separam dos protestantes e judeus.

Moral:

- Adota-se uma moral relativista, que considera que cada época tem princípios diferentes de viver.
- A noção de pecado perde a força, ganhando conotações puramente sociais. Já não se considera a ofensa a Deus.
- A própria noção de moral desaparece das preocupações dos homens de bem. Nada mais pode ser proibido, não há mais limites para a permissividade.
- Altitudes de imoralidade nos costumes passam a ser consideradas normais, sem que os padres corrijam os erros. Nudismo nas ruas, diversões imorais, atitudes indecorosas, namoros excessivos, homossexualismo etc.
- Na moral conjugal já não se considera pecado, ao menos na prática, os atos contra a santidade do casamento. Os métodos contraceptivos são aceitos pelos padres e por muitos bispos, contrariando a doutrina da Igreja.

Sacramentos:

- O batismo já não é mais visto como de extrema urgência e necessidade. Torna-se um rito de admissão ao Povo de Deus. Desaparece a noção de pecado original, o qual, aliás passa a ter um valor puramente simbólico. O rito do batismo perde os exorcismos e o sal bento.
- A Crisma muda de forma o que torna duvidosa a validade deste sacramento. Muitos bispos negligenciam a administração deste sacramento.
- A confissão perde seu valor. Vira um rito comunitário ou, quando muito, uma conversa informal com um padre. É abolido o confessionário, a posição de joelhos. Muitos padres dizem que certos pecados graves já não são mais considerados como pecado.
- A missa nova, além de perder a sacralidade de seus ritos, modifica partes essenciais, tornando duvidosa até mesmo a validade da consagração.
- A missa torna-se uma festa. Tudo é permitido e seria muito longo enumerar os absurdos ainda praticados sob aplausos dos bispos ou mesmo em missas papais. Danças com mulheres seminuas, atos políticos, missas sacrílegas onde se consagra com matérias diferentes do pão de trigo e vinho de uva.
- A comunhão é distribuída sacrilegamente, nas mãos. Além do sacrilégio das mãos impuras e não consagradas, a Sagrada Hóstia é levada abusivamente para casa, para a macumba, para missas-negras etc.
- Diminui drasticamente o número de missas celebradas devido ao caráter social da missa nova e às concelebrações.
- A Extrêma-Unção muda de forma sacramental, tornando-se uma simples bênção, sem poder de preparar as almas para a morte. Passa a ser administrada a pessoas que não estejam doentes.
- A Ordem muda também de forma sacramental e seu rito já não exprime a teologia do sacerdócio de Cristo. O padre torna-se um "funcionário", que preside a algumas cerimônias como parte de suas funções. Não se exprime mais o poder sacerdotal próprio da hierarquia.
- O casamento sofre a quase destruição pela prática não coibida do divórcio, do adultério, do sexo precoce. Cresce de modo espantoso os casos de nulidade de casamento, tendo os tribunais eclesiásticos a tendência a declarar nulo qualquer casamento mais ou menos problemático.

Igreja e Ecumenismo

- A Igreja Católica não é mais considerada como sendo a única verdadeira, a única fonte de salvação
- O dogma de nossa fé: "fora da Igreja não há salvação" é posto em dúvida.
- As falsas religiões são consideradas como salvíficas, ou seja, capazes de levar seus membros à salvação.
- Espalham-se ritos ecumênicos com representantes de diversas religiões.
- Firmam-se acordos absurdos com Luteranos, Anglicanos e Ortodoxos que precipitam milhares de católicos nas mãos dos hereges e cismáticos, sem que estes possam algo fazer.
- Multiplicam-se encontros ecumênicos convocados pelo Papa contrariando a doutrina de sempre da Igreja. O papa fala de um novo espírito dentro da Igreja, o Espírito de Assis, regido pelo diálogo com as outras religiões.
- O papa visita os centros religiosos de falsas religiões sem pregar a Jesus Cristo, declarando que não deseja a conversão dos hereges. Martinho Lutero é chamado de "mestre espiritual". O papa beija o Alcorão, gesto simbólico de veneração por um objeto sagrado de uma falsa religião.
- Muitos protestantes, judeus, islâmicos, são orientados pelos bispos a não mudarem de religião, mesmo quando queriam se tornar católicos.
- O papa aceita e participa de ritos pagãos em suas visitas ecumênicas: tilac, defumações, etc.

Seminários e Formação

- Abandonam o ensino de São Tomás de Aquino e dos doutores católicos.
- Passam a ensinar filosofias contrárias ao dogma católico, como o relativismo filosófico, o subjetivismo, a fenomenologia, o socialismo etc.
- Os seminários passam a ser abertos, com presença de moças, sem regime de clausura ou de internato. Muitos homossexuais são admitidos ao sacerdócio.
- Todos os dogmas católicos são subvertidos no ensino dos seminários. Por exemplo: a consagração da Missa passa a ser ensinada como "narrativa". Os novos padres podem não ter mais a intenção de consagrar como a Igreja sempre entendeu, o que tornaria suas missas inválidas.
- Editoras e livrarias ditas católicas editam e difundem livros contra a Igreja, como marxismo, tarô, sincretismo etc.
- Os colégios outrora católicos ensinam doutrinas e costumes contrários à fé, destruindo nos corações das crianças o fundamento da religião. Os exemplos são inúmeros e não caberiam nesta lista.

Hierarquia e Conferências Episcopais

- O Vaticano se envolve em grande escândalo onde o Banco do Vaticano aparece ligado à loja maçônica P2.
- O Vaticano recebe e mantém relações com a maçonaria, com terroristas assassinos, com perseguidores da Igreja.
- Muitos bispos participam de cerimônias maçônicas.
- É instaurado na Igreja o governo democrático, pelo Sínodo dos Bispos e Conferências Episcopais, contrariando a ordem monárquica de governo instituída por Nosso Senhor.
- As Conferências Episcopais formam centros de manipulação das consciências, forçando a adesão da maioria a seus projetos marxistas e revolucionários.
- O Vaticano inicia uma revisão da noção de papado, de modo a aproximar o governo da Igreja do agrado dos protestantes.

"Virá um tempo em que não suportarão mais a sã doutrina e levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si, afastarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas" (2 Tim., 4, 3-4).

"Se o sal perder o sabor…… não serve senão para ser jogado fora e pisoteado pelo povo" (Mt, 5, 13).

Fonte: Recados do Aarão

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