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09
Novembro 2005
Nós temos visto, acompanhando o desenvolver dos povos, em
especial nas duas últimas décadas, um crescimento assombroso nos níveis
de violência, sendo que ano a ano, sempre têm crescido as estatísticas
neste sentido. Em toda a terra, em todos os países – sem exceção
de um só – a polícia e os governos, não têm mais conseguido
manter a ordem pública, eis que as prisões estão abarrotadas – a
um custo impagável para a sociedade – e milhões de mandatos de
prisão sequer são cumpridos, por falta de espaço nos presídios. De
fato, fala-se que, em São Paulo por exemplo, existem mais mandatos de
prisão não cumpridos, que maus elementos atrás das grades.
Onde iremos parar? Melhor perguntando: terá isso um fim? Nós
que observamos os tempos pela ótica das profecias, que vemos o mundo
não pela vista cega dos incautos, mas pelo olho clínico da Bíblia,
sabemos muito bem onde tudo isso vai dar. Sabemos também, que o fim
disso tudo é uma explosão monumental, que está tão próxima, mas tão
próxima, que até mesmo o cheiro de sangue humano já se faz sentir
nos ares. Aliás, se o profeta diz que ele chegará até a
altura do freio dos cavalos – um metro de altura em alguns
lugares – isso nos traça diante dos olhos um quadro escabroso,
inimaginável.
Os acontecimentos atuais de França, que se espalham já por
toda a Europa pagã, na realidade são pequeníssimos reflexos,
centelhas, miseráveis fagulhas, daquilo que ainda virá para aqueles
povos. O leitor ficará chocado se eu disser que o povo que até
agora, em uma semana, já queimou mais de 6 mil carros naquele país,
um dia apresentará número de 6 milhões de carros, 60 milhões, 600
milhões, não somente lá, mas em toda a terra e até mais que isto,
é porque SIM, isto está em curso, a França é apenas o começo, no
Brasil chegará também, quem sabe com um pouco menos de violência.
Mas virá sim!
Está um jogo uma luta monumental, AMOR x ÓDIO, e o tempo é
do ódio! Eis que por milhares de anos os homens rejeitaram o amor de
Deus, que se fazia humilde, rastejante, que se derramava em borbotões
pela terra inteira à disposição de todos os homens, e agora este
amor é sufocado, calado, espezinhado e já morreu em muitos corações.
E à medida que o amor vai sendo expulso dos corações, na mesma
proporção de ímpeto este espaço é ocupado pelo ódio. Ódio
insano, mortal, sanguinolento, sedento de morte, que está para
dominar todos os povos da terra, e fazer sucumbir quase à humanidade
inteira. Sim, e engolfada em sangue. No próprio sangue humano! A Bíblia
diz isto, não eu!
A França é a primogênita de Cristo na Europa. Foi ali, em
Marselha, que aportaram miraculosamente Lázaro, Marta e Madalena, os
discípulos de Jesus, e estes começaram a evangelização deste país,
que foi o primeiro resgatado para o amor. E França foi sempre a
predileta de Deus, morava no coração do Altíssimo, deu a Igreja
muitos santos, muitos doutores, até reis santos, todo em troca do
amor e das gentilezas de Deus. E por isso França era amada mais que
todas, até mais que Roma, e morava no coração do Pai.
Mas o fermento do embusteiro inflava a entranhas de França, e
eis que a primogênita na busca de Cristo, se tornou também a primogênita
em busca de afrontar, a este mesmo Deus, e isso se deu na pavorosa
Revolução Francesa, não revolução mas convulsão do ódio
intolerante. Os livros de história, que os nossos filhos se obrigam a
engolir, não registram a verdade em Deus, mas sim a vitória do ódio,
falam pela ótica de satã, registram o grito insano dos rebeldes, dos
sedentos de sangue, o brado odioso das organizações secretas, que há
séculos, já tramavam contra o povo bom, contra os filhos de Deus. E
França acolheu os insanos e se deixou dominar por eles!
Sim, a Alemanha nos legou Lutero e sua rebeldia, seus
seguidores, no ódio e na desobediência, e isso veio a esfacelar o
Evangelho de Cristo como nunca antes. Em troca deste motim de ódio
insano, a Alemanha recebeu a paga de Hitler e seus exércitos, dos
seus fanáticos adoradores e filhos de satã, que causaram milhões de
mortes, destruição, arrasamento, pois toda a terra foi lavada em
sangue, tal o genocídio ali praticado. Mas isto é certo, França –
antes de Napoleão e suas guerras – continua na frente com seu germe
de ódio que ainda lhe trará muitas dores, imensa destruição, milhões
de vidas humanas ceifadas, questão de tempo.
Dirá alguém que Deus é cruel em permitir que os povos se
estraçalhem desta forma, e eu perguntarei: onde está, onde, no
Evangelho que Jesus tenham mandado matar, mentir, enganar, adorar
deuses falsos e ao dinheiro, criar seitas secretas, adorar ao demônio,
além de criar leis tendenciosas e perseguir seus próprios filhos?
Onde está no Evangelho, que Jesus tenha mandado as mães sufocarem
seus filhos nos ventres, onde está que Ele tenha mandado pesquisar
com embriões humanos, onde está que Ele tenha pregado contra a vida
do nascituro, contra a vida do órfão e da viúva? Onde está dito
ali que um país, um continente como o Europeu se poderia dar o
direito de expulsar a Deus de suas leis maiores, quando a verdade de
Jesus é esta: sem Mim, nada podeis fazer?
Quem soltou os freios do inferno não foi Deus, foi o próprio
homem! Quem abriu o selo do abismo não foram os anjos, mas os demônios!
Quem abriu a sela da morte, não foi a Igreja católica, mas a igreja
de satanás! Quem busca a revolta e prega o ódio são as seitas, são
as religiões de satã, não nossa Igreja que é pacífica. E agora,
tendo o inferno em fúria, tendo diante de si aberto o abismo, tendo
escancarado diante dos olhos a porta da morte, dirão que Deus deve
frear a loucura humana? Agora resta ao homem administrar sua cota de
loucura! Resta a França começar a sentir os efeitos do inferno –
que é fogo – pelo fogo que começa a lhe corroer as entranhas, pois
está dito nas escrituras: a
terra será reservada para o fogo do Dia do Juízo de Deus! Na realidade, terá que ser assim. Sempre tenho dito, e insistido nesta tecla: não existe outra forma de dominar o homem, de dobrar esta criatura insana aos pés de Cristo, que não seja pela dor extrema, pelo sofrimento inaudito, pelo terror do assombro, pela visão estupefaciente das trevas. Enquanto os homens não verem os povos de toda a terra se trucidarem uns aos outros como animais carniceiros, como cães raivosos, enquanto as pessoas não vierem sua casa sendo dilacerada pela discórdia, enquanto não vierem seus filhos sendo massacrados, suas filhas e esposas sendo violentadas impunemente – e isso em toda a terra, e isso se faz pelo poder do inferno – nunca ele irá entender que isso não vem como castigo de Deus, e sim pelo fogo do ódio que ele mesmo acendeu, atiçou e soprou forte, para que incendiasse o mundo inteiro.
Na realidade, sempre, Deus domina sobre tudo, e domina sobre o
caos. Deus domina os infernos e lhes impões certos limites, e os demônios
obedecem ciosamente, mesmo que com ódio furioso e manifesto. Mas
veja, os homens têm também autoridade sobre os demônios, e os podem
soltar quando quiserem. Quem autoriza o inferno de tocar fogo na
terra, são os próprios homens, na medida de seu próprio ódio, de
sua própria fúria e insanidade. Quanto mais os homens se afastam de
Deus e de Seus mandamentos, mais se embarafustam nos becos de satã,
mais se perdem em seus labirintos, mais caem em suas redes de ódio e
terror. Ou seja: quando o homem se afasta de Deus, autoriza ao inferno
para que aja em seu nome, e em sua própria vida, em sua família.
E Deus permite isso, porque respeita a liberdade que deu
ao homem. Existe uma Lei e ninguém pode alegar ignorância dela. Deus
não obriga ninguém a segui-la, mas sem dúvida é somente através
do cumprimento dela que o homem pode se tornar plenamente feliz. Mas
como fazer os homens entenderem isso, se do outro lado os apelos do
mundo, as mentiras de satanás o envolvem nos sentidos com tamanha
intensidade? O grande problema é que o maligno não conseguiu levar o
homem a este estado de coisas de uma hora para outra. O fruto que os
homens hoje colhem, foram plantados através dos séculos e foram
regados dia a dia com carinho pelas trevas. Tudo foi feito devagar e
ardilosamente de tal forma a levedar toda a massa, hoje começando a
entornar da bacia.
O que acontece na França é uma monumental injustiça. Nos séculos
passados, os habitantes das colônias francesas foram incentivados a
virem morar no país, e para isso foram construídos imensos guetos
– mal construídos casarões – nos arredores de Paris. Este povo,
vindo aos milhares, especialmente de origem árabe, negra e maometana,
em grande parte foi o responsável pelo crescimento econômico do país,
devido à mão de obra abundante explorada e barata. Para que se
exercesse uma justiça social perfeita, os filhos e filhas nascidos
destes imigrantes, deveriam ser absorvidos como cidadãos do país,
terem os mesmos direitos sociais, e participarem com justiça e
igualdade das regalias da nação rica. Mas não acontece assim!
Segundo Terra, “a
realidade na França é que poucos conseguem mudar de vida desse
jeito, e não são muitos os que encontram empregos decentes que lhes
permitam ter sucesso de outras formas. As crianças vivem cercadas por
um ambiente de elevado desemprego e falta de oportunidades, o que
alimenta a sensação de desesperança que levou aos distúrbios.
A maioria das escolas em subúrbios violentos também carrega a
etiqueta ZEP, sigla que identifica estabelecimentos voltados para
crianças com dificuldades de estudo. "Isso já faz as pessoas
sentirem que não há esperança", disse Abdel, 20, morador de
Grigny. Muitos dos jovens arruaceiros estão em idade escolar e
deveriam estar nas salas de aula. A maioria dos detidos, porém, já
tem uma longa folha corrida policial”.
Ora, a realidade de outros países da Europa não é diferente.
Quase todas as nações européias participaram do processo de
colonização da terra, e na maioria teve milhões de imigrantes
vindos das colônias além mar. E estes imigrantes todos, foram
responsáveis diretos pelo crescimento dos diferentes países,
entretanto, à medida que o bem estar atingiu um nível elevado,
parece que os cidadãos tradicionais destes países sentem-se no
direito de agora expulsar os que os ajudaram a crescer, imperando
entre eles um fogo de ódio que está rompendo todas as barreiras.
Agora os países não querem pagar a conta, eis o motivo pelo qual a
violência explode com tanta intensidade. E chagará a todos, até
porque são atiçados pelo inferno e pela besta, que exige isso como
parte de seu plano.
Em verdade, este motim organizado, apenas começou. Tudo agora
são testes, porque qualquer palavra dita por qualquer dos lados, pode
ser estopim de uma violenta erupção. Bastou o ministro da defesa
dizer que aquilo era produto da “escoria” da sociedade para
que a revolta se espalhasse como uma fumaça negra, deixando atrás de
si o fogo de milhares de automóveis incendiados, também salas de
aula e estabelecimentos comerciais com saques e terror por todos os
lados. Fogo do ódio racial, ódio religioso, ódio entre os
diferentes povos, raças e etnias, ódio entre os países, ódio entre
os diferentes bairros, ódio entre as torcidas organizadas, dos
diferentes times, de mil tipos de esportes. Ódio entre os ricos e
pobres, ódio entre os inteligentes e os menos favorecidos, ódio
entre os governos e os seus governados. E suma, ódio nas famílias,
ódio debaixo de cada teto!
Foi o homem quem chamou o diabo para dentro de sua casa, de sua
vila, de seu país. Foi o homem quem autorizou o inferno a que lhe
ditasse as leis e normas do mundo. Foi o homem quem permitiu a satã
infiltrar-se em todos os setores da sociedade, para ali depositar seus
ovos. Ovos de serpente maligna! E se agora descascam áspides, quem
terá direito de exigir que eclodam anjos, se durante milênios tudo o
que o homem fez foi gradativamente fugir do amor de Deus, trocando a
ternura pelo ódio, trocando a humildade pelo orgulho, trocando a
verdade pela mentira, trocando a caridade pela ganância, a usura e a
avareza. Dos ovos do mal, aceitos, aquecidos, zelados e chocados pelos
homens, eles não poderiam esperar outra coisa que não fossem eclodir
pecados, vícios capitais, e torpezas, violência generalizada e
morte, fogo e ódio.
A semente foi plantada em bilhões de corações. As árvores
do mal cresceram durante séculos de disputas e latrocínios, roubo e
exploração colonial, guerras entre os povos e rebeliões entre os
irmãos de uma mesma pátria. Agora estão aí, galhos retorcidos e
quase podres, prontos para o fogo do dia do Juízo de Deus. Tudo o que
o homem do mal fez nos últimos séculos, tudo aquilo que ele
construiu para se afastar de Deus Altíssimo, todas as torres altas e
lugares elevados que construiu foi para um gigantesco tombo, uma
explosão inaudita, um fim terrível, assim falam as Sagradas
Escrituras.
Sangue chama sangue! Ódio chama ódio! Fogo chama fogo! Agora
já se podem ver na Alemanha, em Portugal, na Itália e na Inglaterra,
os primeiros acordes da sinfonia do abismo. Também lá começam a
surgir fogos de carros incendiados e isso é apenas o início das
dores para aqueles povos insensatos. Povos que se locupletaram do suor
dos pobres que lhes trouxe o progresso, agora querem negar o sangue
que sustenta e faz manter a unidade da pátria; não querem repartir o
ônus que o progresso representa! Todos querem apenas a vantagem, não
ligando em nada para o próximo. Como eu disse: são apenas os
primeiros acordes da sinfonia do fim!
Acaso serei drástico demais nesta afirmação? De forma
alguma! Isso porque o grande motivo, o principal motivo de todo este
inferno que lá começa, não é apenas derivado do ódio natural
entre as etnias, entre os nativos da terra e os filhos de imigrantes,
mas sim a chaga que mais verte o sangue, em toda a Europa hoje
paganizada é sem dúvida o aborto. É por causa das leis do aborto,
cada vez mais generosas com os desejos e objetivos do culto de satã,
cada vez mais afrontadoras contra as leis da Vida, contra o Senhor Único
e Deus da Vida, que estes povos receberão nas carnes a paga cruel de
sua rebeldia. Quando um povo sufoca no ventre o grito de morte de um
inocente abortado, rasga o contrato com Deus Altíssimo, e sela o
decreto de seu destino: fogo, morte, eis o preço desta loucura!
É desde há séculos que os profetas atuais fazem irromper seu
grito sobre esta maldita civilização do ódio e anunciam: Paris será
incendiada, pelos moradores de Paris! Roma será incendiada, pelos
moradores de Roma! As massas enfurecidas de agora, mais dia, menos
dia, se tornarão incontroláveis, acreditem, incontroláveis. Nem polícia
em nem os exércitos da terra conseguirão mais restabelecer a ordem pública.
Está dito que todos os países da terra que aprovaram as leis do
aborto, serão consumidos primeiramente por crises econômicas
porque não darão mais conta de bancar as contas dos seguros sociais,
devido a desastres naturais e provocados, acidentes, assaltos e
mortes.
Este é apenas o primeiro ato do abismo! Porque a seguir se
engolfarão em guerras civis sem precedentes, onde as diferentes
etnias, todas, poderão afogar em sangue o ódio que alimentaram
durante milênios e dou exemplo deste caso, o povo basco na Espanha.
Este país está sendo hoje quase a linha de frente do desafio a Deus,
devido ao seu governo completamente insano e rebelde aos ditames do
Altíssimo. Também ali os focos do primeiro incêndio já se fazem
ver, coisa que levará ao caos completo. Também ali, como em toda a
Europa, o desafio gay tem curso, e ouve-se o grito alucinado de satã,
que incita os seus comandados, ao supremo desafio de Sodoma: Morte a
Deus!
Na Europa inteira a desolação avança a passos triunfais. A
apostasia tem seu curso desafiador e segue ao som da marcha fúnebre
do báratro infernal. Rufam ali os tambores dos sátiros do abismo,
tudo é feito em descarado desafio a Deus. De todos os lugares se
retira o que é santo e o que é sagrado. Desaparecem os objetos de
culto e de veneração. As igrejas estão vazias e já o som dos
campanários milenares não mais ecoa, porque já não há padres
celebrantes, já não há fiéis presentes, já não há mais fé que
se fez morta. Um, dois, três velhos em cada localidade, e estes ainda
cheios de ódio no coração, que será deles meu Deus?
Não somente isso, por toda parte campeiam e se alucinam as
drogas, consumidas a largos haustos, com sofreguidão de loucos,
drogas cada vez mais perigosas e potentes, que provocam as mais loucas
situações. E loucos, e drogados, e degenerados, bêbados, os jovens
sem perspectiva de um futuro decente, acabam por inventar sinônimos
cada vez mais espantosos de rebeldia, pintando seus corpos,
enchendo-se de ferros e botoques, como os mais repelentes canibais de
tempos idos, ei-los aí, pintados para a guerra, prontos para a sua última
batalha, dispostos a qualquer coisa, pelo que nem sabem o que é. Para
eles a vida não tem mais sentido, vale então se divertir matando e
queimando. E vêm com suas motos potentes, os coquetéis molotov, e
fazem até por festa. Fogo e ódio misturados!
Como dissemos acima, tudo corre ainda sob os freios de Deus. As
mesmas profecias que nos alertam sobre o fogo de Paris e Roma – duas
cidades atéias e atoas hoje – também nos avisam que a um sinal de
Deus tudo aquilo que está engatilhado explodirá a um só tempo. O
sinal se dará em Roma! Há dias Jesus falou ao Cláudio que o
elo mais forte da corrente será rompido, e sem dúvida este
ele é o Papado. É a unidade dos católicos com Roma o fator de
amalgama, a solda, a liga, o cimento que mantém o mundo sem
desagregar-se por completo. Mas rompido este elo mais forte, abrir-se-á
o fosso do abismo, e então o carro humanidade não terá mais freios,
eis que puxado por multidões de espíritos infernais rumo às trevas
do abismo.
Sim, tudo poderia ser mudado se os homens todos se unissem em
oração, em especial a oração do Rosário de Maria, a única forma
de deter os satélites do abismo. Mais eis aí dois problemas insanáveis
nas circunstancias de hoje: rezar, e rezar o unidos o Rosário! Rezar
em família! Unidos como as contas do Terço, para serem inquebrantáveis
e também imbatíveis, pois o combate com as trevas não se faz com
armas explosivas, mas com a espada de Deus: a Oração! E como apenas
0,1% da humanidade ainda reza, então se pode prever que tudo virá
pelo máximo, eis que se esgota a paciência infinita de Deus! O
homem, sem sofrer, sem sangrar até a última gota de sangue, não se
curvará diante do amor. E somente retirando das veias todo este
sangue odioso, será possível adiante criar a civilização do amor,
da paz permanente, da luz infinita.
Haverá em breve coisas inauditas. Há tempos venho dizendo que
os noticiários em certo tempo não mais conseguirão colocar no ar
todos fatos que serão notícia. E já hoje acontece isso, eis que a
besta esperta seleciona apenas aquelas que vedam a face do homem
incauto para a realidade, que lhe escondem o que está realmente
acontecendo, porque isso lhes encobre os objetivos nefandos. Mostram
então, partes da verdade, uma distorcida e repugnante “verdade”,
que quanto mais desafie os princípios de Deus, mais é levada
adiante, até se tornar aceita pela maioria.
E enquanto os bons se calam, os maus se avultam. Enquanto o
trigo se amoita, o joio se enraíza! E dou um exemplo, com o final da
ultima novela da Globo, que explica tudo: Como não ocorreu o previsto
beijo entre dois homens no
final da novel, no dia seguinte já os gays de todo os Brasil estavam
amotinados, em praça pública, promovendo “beijaços”
desafiadores e prometendo boicotar todos os produtos dos
patrocinadores da nova novela da “plimplim”. E não somente ameaçam,
como o farão certamente! Os filhos das trevas são unidos em seus
atos, e respondem de imediato às ordens de satã! Os filhos de Deus
preferem se esconder, calar, dormir, sono de morte que somente o trovão
do astro irá acordar, sim a maioria para verem a morte diante de si!
Não há como ser diferente!
Sim, os filhos da luz se calam! Quantos católicos se
manifestaram junto a Globo parabenizando-a por não ter permitido esta
afronta aos cidadãos de bem? Se todos os católicos tivessem se
manifestado em massa junto à emissora, certamente que nunca mais ela
tentaria promover este descalabro. Entretanto, que se pode prever
disso tudo? Podem ter certeza de que, na próxima ou numa das próximas
novelas, este beijo irá acontecer, quem sabe até para deleite dos
“católicos”, porque está bem claro: quem cala consente! Haverá
então uma apoteose maior! E 100 % dos televisores estarão apontados
para a aquela boca do inferno, pois do espiritismo e da reencarnação.
Sim, embora os católicos não ignorem a lei que diz: Deus
abomina não somente aos que praticam tais atos, como a todos aqueles
que os promovem e aprovam! E os que se calam!
Pois foi exatamente assim, por este mesmo caminho, devido à
pusilanimidade dos católicos, dos cristãos, que as coisas chegaram a
este ponto. Quando a cidade de Paris promovia as primeiras “paradas
gays” do mundo, com apenas alguns poucos homens se beijando em praça
pública, milhares de católicos riam daquela situação. E rindo
deixaram que eles chegassem aos hoje um milhão que lá se juntam! Lá
e em outros lugares, Brasil inclusive! Mas se os cidadãos de bem
tivessem se manifestado, protestado, se preciso tocado fogo em
milhares de carros alegóricos destes desafiadores, eles teriam se
dado contas de seu desatino. Teriam calado! Assim se acham fortes, e
aprovados! E o mundo inteiro pagará caro por isso! Paris é só o
começo! A Torre Eiffel, virá ao chão!
Quem afronta as Leis eternas de Deus, tanto ele quanto quem
permitiu que elas fossem afrontadas sem fazer nada – em sua morna
podridão – pagará saldos da conta final e ela é pedida em sangue.
Não, não é Deus Altíssimo que pede sangue para que seja satisfeita
Sua justiça: é satã quem o exige, para liberar suas presas, presas
que livres e incautas se atiraram em seus braços! Não será sem uma
cota assombrosa de dores e de tormentos que nos poderemos livrar para
sempre do anjo negro. Está próximo o dia da batalha final – falo
do Dia do Senhor – onde a humanidade enfim perceberá, e muito tarde
o fará isso, que jamais deveria ter permitido ao anjo da morte que a
conduzisse por tanto tempo e para um tal abismo.
Infelizmente será pela dor, pelo sofrimento extremo. E até
quando as hostes malignas houverem sido expulsas daqui, todos os rios
do abismo já terão fluído em sangue dos homens. A terra será
transformada num deserto, em 2/3 queimada, em grande parte inundada.
Os continentes mudarão de figura e todos os mapas terão de ser
refeitos. O próprio planeta ficará menor do que hoje, devido aos
trilhões de toneladas de pó que daqui subirão para o infinito,
quando o astro vier nos visitar. Este astro está mirado e pronto para
tomar o caminho da nossa direção, aguarda apenas a ordem do Altíssimo.
Não, ele também não virá como castigo, virá antes como
golpe da misericórdia, virá como prova de amor. Por que, se sele não
chegasse em tempo, na hora exata, não deixaria sobrar nenhuma pessoa
na face da terra, tal o regime de terror que tudo aqui estará a viver
naquele instante. Porque multipliquem todos os terrores dos homens já
há havidos até hoje na terra, desde que o homem existe, e ainda
assim, não se chegará ao que nos espera. Tudo obra do próprio
homem! Até mesmo o astro virá por culpa dele, pois o buraco aberto
na estratosfera, a quebra do nosso escudo de proteção é culpa do
ser humano, do homem ganancioso e adorador do dinheiro. Olhem para Paris, Madrid, Londres, Roma e outros grandes centros da “cultura” mundial. É ali que a besta está gestando a maioria de seus ovos negros. Quando deles saírem milhões de demônios, será tempo de buscar aqui o confessionário, e glória a Deus para aqueles que o conseguirem. Porque mal se escute o estouro do elo mais forte da corrente, no mesmo instante um fremir na espinha nos indicará o início do fim! Não, os que rezam não precisam temer nada!
(Aarão)
Fonte:
Recados do Aarão |
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