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Novembro 2005
OS
QUATRO CAVALOS DO APOCALIPSE
O último dos livros da Bíblia, o Apocalipse de São João, é
certamente um dos livros que mais fascina os estudiosos da Palavra de
Deus. Descontada, é óbvio, a primazia absoluta dos Evangelhos, os
livros proféticos e apocalípticos, tem atraído a atenção de todos
os que os vasculham, todos tentando achar neles uma luz para o futuro.
Até mesmo os simples “nariz de folha” como eu, se sentem tentados
a mergulhar nos labirintos daquelas Palavras de Sabedoria.
A descoberta incrível, de que a Palavra de Deus é imutável,
é eterna, e pode ser aplicada a várias situações, tem levado
muitas pessoas a enquadrá-las perfeitamente aos tempos em que
vivemos. Mas, verdade seja dita, muitas vezes, ela também já serviu
para explicar situações passadas. E o erro monumental que alguns
cometem, é simplesmente parar no tempo, imaginando que, uma vez tenha
se encaixado no passado, em alguma situação, ela não servirá mais
para explicar situações futuras. Nada disso, uma Palavra que é
Eterna, não permanece estática.
É por isso que muitas pessoas têm acolhido a explicação
simplista ativada nos rodapés de algumas Bíblias, pregando que o
Apocalipse já aconteceu, que isso é coisa do passado, que é apenas
um amontoado confuso de imagens, mas que nada tem a ver com o
presente. Uma destas “explicações” é a que se refere ao número
da besta o “666”, e que está no rodapé da Bíblia da Ave Maria,
atribuindo tal número aos cristãos da Ásia ou ao imperador César
Nero, o grande perseguidor dos cristãos e, portanto, tal coisa na se
repetirá no futuro. Ledo engano!
Ora, a explicação deste número já foi exaustivamente
provada, que se refere de modo exclusivo aos nossos dias e é ligada
à “marca da besta” (Ap 13,16), que não vamos mais
explanar aqui. Nero foi um “anticristo”... a seu tempo! Mas jamais
foi a besta que tem o número 666. Também jamais pode ser dada a ele
a dimensão monumental da besta apocalíptica descrita por São João
em seu livro, que foi escrito para nossa geração. A verdadeira besta
existe, mas apenas hoje.
Diga-se melhor, nada do livro do Apocalipse se refere a um
tempo muito antigo, mas somente ao nosso tempo atual, especialmente a
este último século que passou e este que se inicia. Assim, como
outros trabalhos anteriores já explanamos este assunto da marca,
sugerimos ao leitor que os busque nestas fontes ou noutras, porque
pretendemos nos dedicar, neste novo trabalho, a outros trechos deste
livro monumental.
Veja-se que, embora o Apocalipse comece endereçando cartas às
Igrejas da Antigüidade, devemos compreender que elas se referem
diretamente às igrejas de hoje. Dos países de hoje, das cidades de
hoje. Assim, até o capítulo 5, o livro se dedica à fase de preparação
para execução dos decretos divinos sobre a humanidade e sobre o
mundo inteiro. E não importa saber como o céu se prepara para isso:
importa saber o que contém estes decretos e também como eles serão
executados e importa saber como é que nós nos preparamos para
receber estes divinos decretos e celestes arcanos. Afinal, é isso que
todo mundo procura saber.
O Apocalipse é um conjunto de visões simultâneas. Deste
modo, as seqüências de “selos”, “cavalos”, “trombetas” e
“anjos”, embora sejam descritas isoladamente, obedecem na verdade
a um roldão que se desenrola a um só tempo, que não irá mais parar
até que todos decretos divinos tenham sido executados. Nenhuma letra
deste texto monumental, profecia destinada apenas ao nosso tempo, em
especial apenas ao século XX e este início de novo século, deixará
de ser cumprida. E tudo vai a pleno vapor e não parará mais até que
o último “j” da Palavra Eterna tenha sido cumprido.
Assim, o capítulo 6, começa com a abertura do primeiro selo e
a apresentação dos quatro cavaleiros. Esta explicação eu a recebi
de um sacerdote e teólogo, cujo nome ele prefere ocultar, e é a que
me parece a mais plausível. Esclarecemos ainda, que embora os cavalos
apareçam nesta ordem: branco, vermelho, preto e esverdeado, isso não
quer dizer que sua “corrida” tenha começado nesta ordem.
Na verdade, o último cavalo, o esverdeado, foi o primeiro a se
colocar em ordem de batalha, e em grande parte é responsável pelos
outros. Mas é na seqüência apresentada por São João, o último a
provocar seus catastróficos efeitos, porque é o que executa o mais
bem elaborado e por isso mais monstruoso dos projetos. Na verdade, os
três primeiros cavalos já correram, já executaram suas tarefas,
entretanto continuam vivos nos seus efeitos em toda a terra. Lembramos
ainda, que “cavalo” na linguagem bíblica, é sempre indicado como
sinônimo de guerra, de ir a guerra, ou levar para a guerra.
Vejam, as explicações que seguem sobre esta misteriosa
passagem do Livro do Apocalipse – que são revelações do próprio
Jesus feitas por visão e ditado ao apóstolo São João, quando se
achava na Ilha de Patmos, na Grécia – me foram dadas por um
sacerdote, estudioso, com muitos anos de Roma. Na realidade, ele em si
não fala sobre estas coisas aos outros, em especial aos padres que não
crêem em nada disso, por isso ele se mantém no anonimato. Ele tem,
também, algumas idéias que acho completamente malucas na cabeça,
mas numa longa conversa pude aproveitar dele muitas interpretações
destas passagens bíblicas.
Vamos a eles: “Vi
aparecer então um cavalo branco.
O seu cavaleiro tinha um arco; foi-lhe dada uma coroa e ele partiu
como vencedor para tornar a vencer” (Ap 6,2). Este “cavalo
branco” simboliza a raça branca, especialmente
sinalizada pelo surgimento do nazismo alemão e a pretensa
superioridade da raça ariana. O auge de seu período de atividade
ocorreu a partir de 1933 com a ascensão de Hitler na Alemanha
nazista, culminou com a 2ª Guerra Mundial e teve seu ciclo mais forte
encerrado em 1945 – portanto 12 anos, um número bíblico.
Mas verdade é que não terminou ainda, pois se encontram vestígios,
aliás, crescentes do nazismo em muitas nações da terra. E eles
buscam decididamente ainda, vencer
e vencer, portanto são – ainda e sempre – uma ameaça
latente, e um perigo constante. Além do mais, os efeitos malditos do
nazismo, o holocausto de milhões de judeus e também de outros povos,
até dos próprios alemães e poloneses, continua sempre a repercutir
na história do mundo, pois esta chaga de suástica, só a Nova terra
a fará desaparecer da memória dos povos.
A seguir, “partiu então
outro cavalo, vermelho. Ao
que o montava foi dado tirar a paz da terra, de modo que os homens se
matassem uns aos outros, e foi-lhe dada uma grande espada”
(6,4). Segundo este sacerdote, o cavalo vermelho significa o comunismo
ateu – de bandeira vermelha - que se implantou na Rússia a partir
de 1917. De fato, o comunismo trouxe imensas confusões no mundo, de
tal forma a podermos dizer com certeza que foi o maior mal, o maior
desastre, que já aconteceu até hoje na terra. Maior até do que o
nazismo e da 2ª Guerra Mundial.
O comunismo diabólico ceifou a vida de mais de 100 milhões de
pessoas, muito especialmente na Rússia e na China. E ainda hoje os
homens continuam se matando por causa dele, embora o comunismo tenha
sido morto e enterrado em 1987, com a queda do murro de Berlim e a
“Glásnost” e Perestróika na Rússia de Gorbachov. Durou, pois a
incursão deste cavalo por 70 anos, também historicamente um número
bíblico. A grande espada, que este cavaleiro tem, refere-se á
palavra mentirosa da ideologia comunista, que iludiu milhares de
pessoas em todo o mundo, levando os homens a “matarem-se
uns aos outros” e pondo em colapso todas estas economias.
Mas, como se viu, o efeito do comunismo no mundo ainda não
desapareceu. Aliás, ele está vivo e ativo, não somente na China e
em Cuba e alguns países da África, mas seu germe de sedição e
malignidade permeia teologias maléficas ainda em todo mundo. No próprio
Brasil, a teologia da libertação é uma prova candente da infiltração
comunista dentro da Igreja Católica, que provocou estragos sem conta
na verdadeira evangelização, e continua provocando. O comunismo, o
cavalo vermelho, somente dará seu último suspiro quando Jesus vier e
lhe insuflar nas ventas o sopro poderoso do Espírito Santo. Até lá,
sofreremos com ele e muito!
Seguindo, “eu vi
aparecer um cavalo preto.
Seu cavaleiro tinha uma balança na mão. Ouvi como que uma vós
clamar no meio dos quatro animais: Uma medida de trigo por um denário,
e três medidas de cevada por um denário; mas não danifiqueis o
azeite e o vinho” (Ap 6,5-6). Este cavalo, refere-se claramente
à crise do petróleo – o ouro negro – que explodiu no mundo por
volta de 1973. Na época, durante muitos anos, só o que se via nas
TVs do mundo inteiro eram cheiks árabes, de turbante, em eternas
reuniões da OPEP.
Foi um tempo de grandes confusões e incertezas especialmente
na economia mundial. Esta crise durou também por 12 anos até 1985,
quando o poder deles foi suplantado, ou quebrado, em parte pela própria
desorganização ou desunião interna e em parte pela descoberta de
novos poços de petróleo, em outros países, pressionados pela crise,
o que os levou a perder o poder.
A menção ao trigo e á cevada, ao azeite e ao vinho,
refere-se à troca destes produtos por petróleo – ver o exemplo do
programa petróleo por alimentos que corre ainda no Iraque atual –
coisa que ocorreu muito naqueles anos e ainda hoje acontece. Com um
destaque a mais: trigo e cevada, produtos mais simples, simbolizando
que foram os pobres quem acabaram pagando a conta da escassez e vinho
e azeite, produtos nobres e preservados, simbolizando que os ricos
ficaram imunes à exploração dos árabes.
Este cavalo, assim, também continua correndo no “páreo”,
uma vez que o petróleo continua um produto escasso... mas os árabes
o têm de sobra e o querem trocar pelos alimentos que eles não tem!
Seu ciclo só se encerrará por completo, quando a comida for mais
importante que o petróleo. Em verdade, num dado momento ele poderá
ressurgir com fúria total, notadamente quando explodir a 3ª Guerra
mundial, e o petróleo passar a ser vital para abastecer o mundo
louco.
Então, uma nova crise do petróleo poderá abalar todos os
mercados da terra, até porque existe a previsão da falência das
grandes corporações mundiais do petróleo e que já tanto sugaram da
terra. Aliás, muitos acham que grande parte dos terremotos que hoje
estão acontecendo, se deve às companhias de petróleo e por dois
motivos. Primeiro porque extraindo diariamente bilhões de litros
deste combustível fóssil acabam por prejudicar a pressão interior
da terra e segundo, por causa dos milhares de explosões de
profundidade que eles dão, para, por retorno de ressonância,
descobrir petróleo em muitos lugares da terra. Eis então que o
cavalo negro continua prejudicando toda a terra e terá função grave
ainda, nos últimos acontecimentos.
Chegamos ao último e tenebroso 4ª cavalo, o esverdeado: “Vi
aparecer um cavalo esverdeado. Seu cavaleiro tinha o nome Morte; e a
região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre ¼ parte da
terra, par matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras”
(Ap 6,8). Bem, como dissemos no início, este cavalo
esverdeado, embora tenha sido colocado em último e a sua ação
seja realmente a última, na verdade foi um dos primeiros a começar
sua “viagem”.
E vejam bem suas principais “missões”: Morte e Matar!
E ainda poder sobre ¼ parte da terra. Marquem bem estes dados,
porque, de fato, eles ainda não começaram a acontecer. E é por isso
que selecionamos este cavalo como título do texto que vamos
acrescentar mais tarde, porque ele ainda não começou a matar, embora
matar seja o seu maior objetivo. Trata-se, pois, de acontecimento
futuro!
Assim, devemos entender este animal, como um conjunto de
pessoas, com um projeto definido de domínio, cuja raiz está fixada
em solo judeu, terra das oliveiras, que são verdes, cuja cor –
verde – é sempre vinculada à história daquele povo. Mas, vejamos
bem, o cavalo é esverdeado, e não verde como a oliveira. Por que
isso? Porque as pessoas que estão ligadas a esta entidade, embora se
digam judeus, não o são, mas sim uma
sinagoga de satanás (Ap 2,9) como os define São João.
Quer dizer, não são completamente “verdes” e por isso
“esverdeados”, mas tem nas mãos o poder mais horrendo, mais terrível,
mais assombroso que jamais Deus terá permitido conceder a alguém
nesta terra. Poder de matar ¼ parte dos habitantes da terra. Isso
significaria hoje eliminar 1,5 bilhões de pessoas.
Ora, desde há séculos que se tem tramado nas sombras do
mundo, nos escaninhos do poder, nas faldas da economia e nas entranhas
de todas as leis, de todos os povos, a consolidação de um governo
único mundial. A chamada pan-judéia! Fruto de mentes
distorcidas, de almas diabólicas, completamente amarradas a satanás,
foi pelas mãos de uma diminuta claque de descendetes diretos de Caifás,
que chegamos hoje à alvorada da famosa “globalização”, hoje a
palavra de ordem em todo o mundo.
Como os tentáculos de um polvo monstruoso, feito de sombras e
trevas, com uma pertinácia inacreditável, um pequeno grupo de
“fariseus”, dotados de um espírito de ódio que beira à própria
insanidade, superior até ao dos próprios demônios, pouco a pouco
estabeleceu as bases, as regras e os pressupostos de um governo
supranacional, que abrangesse numa só força, todas as nações da
terra. E no comando desta supranação seria destinado a um filho seu,
da nobre e “santa” estirpe de “Davi”, ou seja, a alguém de
descendência judaica. Nele
se prevê o fim das nacionalidades e a quebra da identidade de todos
os povos da terra, transformando os seres humanos em meros escravos.
Alegam que Deus lhes deu este direito.(?)
Para isso, bastaram a eles alguns versículos bíblicos de
interpretação distorcida, um pouco de cabala, de magia negra, de
ocultismo, de bruxaria, do planejamento sistemático do diabo que os
dirige e auxilia, e do suporte básico de um monstruoso ódio contra
Jesus Cristo. Sim, um sentimento tão profundo de desprezo, de um modo
especial em relação aos cristãos, que chega a raiar ao infinito dos
absurdos. Seu ódio chega a pregar que todos os outros seres humanos
que não sejam judeus, são nada mais que bestas e alimárias. Também
que todas as mulheres que não sejam judias não passam de reles
prostitutas.
Sim, ódio, ódio, ódio! Que suplanta qualquer coisa
imaginada. Ódio adquirido ano após ano, século após século, por
milênios seguidos alimentado pelas continuas etapas de castigo deste
povo especial. Povo que vivia sendo extraditado, sendo expulso de
terras e mais terras, perseguido, trancafiado em calabouços e
finalmente cremado aos milhares nas câmaras de gás do nazismo alemão.
E quanto mais era perseguido, mais se formavam em alguns corações
doentios novas torrentes de ódio, capazes de serem transmitidas pelas
gerações futuras. Ódio que lhes permitiu traçar um plano de domínio
a ser executado nos séculos seguintes pelos seus filhos e netos
sempre perseguindo o objetivo inicial traçado pelo diabo que sempre
comandou a todos eles sem exceção.
De fato, eles, aos poucos bolaram um plano, que deveria ser
implementado em 200 anos, ou seja, em oito gerações. E foi
transmitindo, dentro das suas famílias, de pai para filho,
sucessivamente até os nossos dias, que eles foram capazes de manter
em curso o mais monstruoso projeto da terra. Nenhum outro povo,
nenhuma outra raça, nem mesmo país algum foi capaz de manter a
unidade de um projeto de longo prazo, por tanto tempo, quanto este
povo aguerrido. Mas, tenhamos sempre em mente, estes que assim agem não
são judeus verdadeiros, pois o povo de Israel é um povo ordeiro e
trabalhador em sua maioria.
Bom, seria necessário aqui escrever um novo livro e não um
simples artigo, para bem definir toda esta trama. Sugerimos ao leitor
que leia o livro: Os Tempos do Fim, do Escritor gaúcho Olivo
Cesca – fone: 041-51-341-0769, que trás um estudo perfeito sobre
este assunto. E como outros já o fizeram com diligência e presteza,
vamos dar aqui apenas algumas linhas gerais, para que o leitor tenha
uma idéia do que se trama sob nossas cabeças.
É imprescindível que as pessoas saibam o que acontece e se
fizemos de todo para que muitos sejam esclarecidos, não o fazemos,
porém, para que o leitor se revolte, tome uma metralhadora, e saia a
cata desta gente para fuzilá-los, e sim, para que tome de seu rosário
e reze. Reze como nunca! E quem não souber rezar aprenda logo e
comece já, porque este cavalo está solto para “matar
dominar e matar em ¼ parte da terra”.
Por que não adianta apelar para o fuzil? (Embora, falando pela
justiça humana, talvez fosse esta a melhor saída). Primeiro porque
sequer é possível saber quem são eles todos. E para tal plano dar
certo, seria preciso matar todos numa hora só, pois se sobrasse uma
semente deles que fosse, tenham certeza, o projeto renasceria com ela!
Assim, só Deus sabe como dar um jeito neles, e o fará! Há seu
tempo! Segundo: é necessária a oração, porque somente ela poderá
comover “mais rápido” o coração de Deus, para que, quando
estiver no auge a ação deste cavalo diabólico, Ele ouça o grito de
Seus mártires que assim suplicam: “Até
quando Tu, que és o Senhor, o Santo ficarás sem fazer justiça e sem
vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra? (Ap 6,10)”.
Uma coisa é verdade, diga-se de passagem: a besta sempre
existiu, desde que existe o homem! Sempre existiram pessoas diabólicas
metidas no meio do povo. De coração sanguinário, de alma
corrompida, verdadeiros agentes de satanás, que se encarregaram desde
cedo em perverter o plano divino da criação, em desmontar as
estruturas sob as quais se plantava a verdade de Deus – criando a
mentira de satanás – e estabelecendo em todos os lugares o primado
do mal. Verdade, eles entraram por todas as frestas e estão todos os
lugares. Podemos
dizer então, que o cavalo esverdeado está vindo em disparada.
E a qualquer momento passará diante do anticristo para ser montado,
se ele já não o monta. O nome dele é “Morte”! E
significa poder para matar milhares de pessoas. Porque, como já em
outros trabalhos mostramos, o projeto dominador da besta prevê a
erradicação “pela peste, pela fome e pelas feras”, de 5/4
partes da humanidade, isso em 40 anos. A isso se acresce TODOS aqueles
que nascerem deles até lá. E mais, os restantes um bilhão, quantia
que eles julgam aceitável e máxima, todos serão tornados em
escravos produtivos, tornados criaturas bestiais, totalmente
dependentes de drogas químicas e de alucinógenos, que serão de uso
compulsório. Além disso, todos serão marcados como gado no pasto,
através da implantação de uma marca, conforme está previsto em
Apocalipse 13.
Entretanto, Deus
encurtará estes tempos (Mt 24), não permitindo que eles levem
totalmente ao cabo os seus planos diabólicos. Pois quando menos o
esperarem todos eles serão trucidados como simples vermes que são
– nada mais que vermes odiosos – porque ousaram desafiar a Deus,
na sua imbecilidade absoluta. Ouça, pois, o barulho do mundo. Ouça o
tropel monstruoso do último cavalo do Apocalipse. O primeiro matou 35
milhões de pessoas! O segundo matou mais de 100 milhões! O terceiro,
há 100 anos faz a terra tremer. O quarto, além de fazer a terra
tremer com seu galope assombroso, ainda poderá eliminar ¼ parte dos
habitantes da terra. Mas isso nós vamos deixar para um texto à
parte.
Deus, porém, é mais forte. Deus vencerá, sempre! Não
importa a cor do cavalo nem o monstro humano que o monte. Serão
apenas cavalos. Reles cavalos. Simples cavalos! Nada mais que cavalos!
Que pode um cavalo diante de Deus? O mesmo que uma pulga, um verme, um
micróbio, um vírus: Nada! E ao sopro do Espírito Santo, veremos
triturarem os seus ossos, moerem-se as suas entranhas e todos gritarão
às montanhas e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da
face Daquele que está sentado no trono da ira do cordeiro, porque
chegou o Grande Dia da Sua Ira, e quem poderá subsistir?(Ap
6,16-17)
Não temamos, pois, se estivermos com o Senhor nosso Deus!
Nenhum destes cavalos nem seus cavaleiros ficarão para contar a
pavorosa história do seu destino. Você teme pelo futuro: Neste Natal
que se aproxima, confesse-se e não sentirá mais medo! Simples!
Fonte: Recados do Aarão |
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