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03
Outubro 2005
“Eis o que diz o
Senhor Javé: uma desgraça única! Eis o que virá a acontecer: uma
desgraça! O fim se avizinha, o fim se aproxima, ele desperta párea
cair sobre ti; ei-lo! Tua vez é chegada, habitante da terra! É vindo
o momento, o dia está próximo! Não há mais alegria sobre as
montanhas; é o pânico! Vou em breve desencadear o Meu furor, contra
ti fartar a Minha cólera, julgar-te segundo o teu proceder; farei
cair sobre ti o peso das tuas abominações” (Ez 7, 5-8).
Este assustador texto acima, retirado do livro do profeta
Ezequiel, é sem dúvida destinado ao nosso tempo. A palavra “habitante
da terra”, quer dizer, de toda a terra – não só o
Israel daquele tempo – define isso. A cólera do Senhor então, se
fartará contra todos os habitantes, de toda a terra, para o
julgamento dos crimes humanos. Também esta palavra “julgamento”
de todos, indica o grande juízo final, que acontecerá depois deste
tempo – não só um dia – onde Deus exercerá Sua perfeita Justiça.
Enfim, mais uma vez aparece a palavra “abominações”,
que é hoje o termo mais em voga, e que sintetiza o comportamento da perversa
humanidade de hoje. Tudo isso caminha para um fim!
Já apontamos, em textos anteriores, os sinais indicativos
deste fim. Já mostramos aquilo que Jesus falou no Evangelho de
Mateus, também o que está escrito nas cartas de Paulo e Pedro,
sinais claríssimos de que o tempo, o dia aqui citado por Ezequiel, não
foi ontem, nem será apenas amanhã, mas é quase um hoje.
Porque todo o desenrolar do panorama mundial, nos últimos meses,
notadamente com a reviravolta causada pela morte de João Paulo II, e
a fulminante eleição de Bento XVI, prenuncia e se encaminha para o
cumprimento de certos versículos proféticos, que são a chave que
abre este dia do fim – não o fim da terra – mas o dia da Justiça
de Deus. Dia do fim do reino do pecador sobre a terra. Fim
do reino de satanás, e seu domínio de terror sobre os homens.
Quem estuda os acontecimentos mundiais, e consegue perceber
entre eles os fatos e previsões, que nos falam claramente da
proximidade eletrizante deste momento, único da história do homem,
sabe que existem algumas chaves proféticas que serão o
verdadeiro estopim da crise final. Vamos apontar então, alguns destes
indicativos! Estas são as chaves que trarão abalos tremendos para
toda a humanidade: 01
– Conversão do povo judeu, e a sua aceitação de Jesus como
Messias! (Zc 12, 10-14) 02
– Início da segunda parte da última semana de anos do
profeta Daniel!(Dn 9, 27) 03
– Surgimento de um último, mas demoníaco antipapa, no seio
da Igreja!(II Tes, 2) 04
– Vinda do anticristo, o maior de todos os inimigos de Deus já
havido! (Ap 13, 1) 05
– Surgimento da abominação devastadora no templo de
Deus!(Dn 12, 11)
Ora, todos os outros acontecimentos mundiais, ligados aos líderes
civis, de todos os povos da terra, por mais grandiosos que sejam, na
realidade não passam de simples arremedos, diante destes cinco fatos
apontados acima. Uma possível – na realidade uma inevitável –
terceira guerra mundial, somente acontecerá porque ligada a um destes
fatos acima. A quase demolição da Igreja Católica, e sua redução
a um “pequeno rebanho fiel” será devida a algum deles também.
Assim, também a conversão do povo judeu se dará pelo efeito
conjunto destas coisas, e afinal, tudo se encadeia para produzir o
momento mais terrível – e também mais grandioso – da história
do homem: o retorno Glorioso de Jesus Cristo, tal como Ele prometeu
nos Evangelhos. E a Eucaristia, estará no centro de tudo aquilo
que há de vir. Ela
é a grande chave, porque o grande alvo de satã.
Naturalmente que cada uma destas cinco chaves históricas, terá
seu momento final, embora todas elas estejam acontecendo atualmente.
Ou seja: elas não surgirão pelo acaso de um momento, mas estão
tendo seu momento preparatório, e para ela contribuem centenas
desdobramentos. São como milhares de pequenos rios e riachos, que
formam o grande caudal: estamos chegando ao momento da última
cachoeira, aquela já bem próxima à vista do grande mar da
eternidade, mas atenção: a região por onde corre nosso rio, é de
falésia. A última cachoeira será a mais terrível de todas...
depois dela, é o mar!
Mas como identificar, em vista dos fatos, qual o momento
determinante de cada um deles? Há muito tempo atrás eu escrevi
assim: quem tiver conhecimento da data, ou do início da última
semana de anos do profeta Daniel (9, 27), terá a chave de tudo o mais
que vem a seguir. Ou seja: se alguém puder definir certinho, em que
dia começará a contagem dos 1.290 dias finais, terá nas mãos a
chave real dos últimos acontecimentos, até porque, o resto se sabe
que irá acontecer todo dentro deste período de dias. Também, depois
disso, ninguém mais precisará perguntar coisa alguma, pois tudo virá
de roldão.
Há tempos atrás, Nossa Senhora nos pediu que marcássemos a
data da queda das torres – 11 de setembro de 2001 – mas não
determinou para que fim. Disse apenas que era uma data importante. E
até já fizemos – em outros textos – uma conta de dias, que nos
levaria ao ano 2.008, para o fim de tudo isso que está aqui
hoje, deste mundo podre, perverso e mau, e o começo de um glorioso
tempo que nos é preparado, com gala, pelo Senhor Deus do Universo!
Entretanto, até a bem poucos dias, não se poderia afirmar com mais
certeza, se realmente já estamos dentro destes últimos sete anos da
Ira de Deus.
Na verdade, existe um componente impressionante, que não deixa
a nenhum homem fazer contas de datas, até porque Jesus já falou que
nem Ele sabia o dia, apenas o Pai Eterno, o Único Senhor do tempo.
Este componente é a dilação, ou encurtamento do tempo real,
conforme já mostramos no artigo “O tempo voa”. Na verdade,
se fôssemos calcular certinho, desde 11 de setembro de 2001, veríamos
que os primeiros três anos e meio preditos por Daniel haviam
desembocado em 04/2005, com a data da morte de João Paulo II. E isso,
sem dúvida é um sinal, porque a morte dele, também a de Irmã
Lúcia – que segundo as profecias estariam vivos no final dos
tempos – apontam com clareza que estamos dentro deste tempo,
e chegando céleres ao dia da Justiça!
Em vista desta dilação e retração do tempo, por Deus, nós
não conseguimos entender mais os dias, eis que são passados já seis
meses da morte de João Paulo II, e ainda não surgiu o antipapa –
que deveria suceder-lhe segundo nossos cálculos, e ocuparia o trono
de Pedro na metade da semana de anos – este que em tese abrirá a
Igreja Católica ao domínio do anticristo. E temos aí Bento XVI,
seguindo firme e forte, batendo duro contra as feras modernistas, que
o rodeiam e pressionam, fato que com certeza irá causar-lhe ainda
grandes dores. E assim, não é que devamos abandonar a data de 11 de
setembro, mas sim tomar atenção para o fato de que estamos próximos
de uma data chave.
E vejam isto! No dia 24 de setembro, na mensagem de abertura da
campanha de visitas aos cemitérios em Finados, Nossa Senhora,
lembrando que ainda havia muitas almas no purgatório que precisavam
ser libertadas, disse assim ao Cláudio: Mas
muitos milhares permaneceram ainda no purgatório! Deus quer resgatá-las,
antes do término da última metade
da semana... E o tempo corre rápido demais. No momento em que
li isto, imediatamente me pus a meditar. Como, metade da semana? Na
verdade, o dia meio da
semana é Quarta feira, e dia 3/11, final da campanha, é Quinta. A não
ser então, que a libertação delas acontecesse já na Quarta, dia 2
e das almas, o que seria até plausível.
Sim, eu pensei na semana de anos de Daniel, e eis que meu amigo
Levão me mandou um e-mail falando justamente nisso: será que esta
semana a que Nossa Senhora se refere não é a de Daniel? Fazia
sentido sim! Em verdade, eu não poderia saber, e como apontei acima,
pela nossa matemática, já passamos quatro anos da queda das torres.
Então quem não sabe, pergunta! E foi o que fiz. Mandei um e-mail ao
Cláudio e nos dias que seguiram recebi dele uma mensagem de Jesus,
dando dicas importantes sobre o futuro. Elas não
diziam explicitamente que a semana citada era a bíblica
passagem de Daniel, mas sim que as profecias finais estão se
cumprindo.
Entretanto, na cartinha que veio junto com a mensagem anexa, o
Cláudio me disse: sim, se refere a Daniel, mas não sei
explicar. Então é preciso que a gente se ponha a meditar. E
quando digo meditar, não digo afirmar com certeza, mas sim
partilhar junto com o leitor, da saborosa missão de buscar o real
sentido das profecias, de entender o verdadeiro ponto chave de cada
versículo profético. A imensa maioria dos nossos leitores, de fato
leu a mensagem, mas nada lhe chamou a atenção, isso porque nós
homens passamos realmente por cima daquilo que Deus fala nas
entrelinhas, porque sempre queremos ir adiante, sem haver
entendido aquele essencial – que vem antes.
Bem no início das mensagens ao Cláudio, foi-lhe dada uma
outra frase, que marcou todo o nosso trabalho: quanto mais
santos tiverem no céu, mais o Céu terá forças para ajudar a terra!
A gente sempre entendeu isso: que Deus queria todo o purgatório
liberto, ao tempo da Grande Tribulação predita pelo mesmo Daniel
(12, 1), porque os santos, junto de Deus, têm um poder de intercessão
muito maior do que as almas do purgatório. Deus os quer junto de Si,
então, como parte de sua estratégia. Pois a batalha, como já muitas
vezes afirmamos, é acima de tudo espiritual, pelo amor. O homem
participa desta batalha, não pela força das armas, mas pela força
da sua vontade: contra Deus, ou a favor de Deus! Porque no campo
dos espíritos, também demônios e anjos terçam armas no mesmo
combate: contra Deus, ou a favor de Deus.
Deste combate de “inteligências e vontades”, resulta um
poder assombroso, muito mais terrível que milhões de bombas atômicas
explodindo juntas, do qual o próprio Deus não participa direta,
apenas indiretamente. Deus não precisa dos homens, nem dos anjos,
para derrotar o inferno e o mal. Mas Ele quer precisar disso
– do nível de vontade, de amor ou ódio, que cada um emprega nesta
luta – porque é desta forma que Ele pode determinar o nível e a
intensidade do castigo eterno de cada demônio, e de cada homem que trabalham
para o mal, e também o nível de prêmio eterno que Ele concederá
para cada anjo e a cada homem, que trabalham para o Bem. Isso
quer dizer então que, quando todo o purgatório estiver liberto,
estará marcada a data final da primeira metade da semana de
Daniel? É isto? Será isto?
Mais um componente interessante neste tempo, se refere a aquela
mensagem antiga sobre a Batalha da Igreja, onde foi fixada – na
mensagem ao Cláudio – uma data de sete meses de luta, onde
ela estaria sendo varrida por um vendaval. Ora, se marcarmos a data da
morte de João Paulo II – dia 02 de abril – e o dia 2 de novembro,
dia das almas, teremos contado exatamente sete meses de pontificado
de Bento XVI. Na verdade, a gente imaginava que esta batalha ali
predita, se referisse já ao tempo do afastamento do Papa, sua fuga do
Vaticano e seu périplo pelo mundo – Brasil inclusive – tempo em
que se daria o auge da grande Tribulação. E isso não se deu! Ou
deu?
O que se pode então presumir, é que a luta não era física
e sim espiritual. A batalha que seria vencida pelo Papa, não era
física, visível, mas nos bastidores da Igreja. E de fato, se
analisarmos tudo aquilo que aconteceu com a morte do Papa e a eleição
do novo, se deveu a uma imensa guerra dentro do Vaticano. Na realidade
o movimento diabólico que lá dentro se implantou, considerava como
favas contadas que elegeriam ao antipapa. Eles tinham a eleição
segura, e jamais contavam com a hipótese de uma reviravolta. Mas não
contavam com a ação fulminante do Espírito Santo, que colocou
dentro de Roma cinco milhões de fiéis, nem contavam com a mudança
de voto de pelo menos uns 40 cardeais, pois tudo já estava preparado,
regras de eleição mudadas, tudo para vencer.
Nós entendemos hoje – com Bento XVI – que foi necessária
a morte de João Paulo II, porque este não tinha mais condições físicas
de “peitar” os inimigos da Igreja, eis que já o haviam quase
imobilizado. E com o novo Papa, a Igreja ganhou mais um fôlego, para
a levar até o tempo de Deus, o momento certo de cada ato divino
projetado para o nosso agora. E, em verdade, mais algumas coisas
precisam acontecer para que este momento certo, de soltar o freio do
anticristo, para o cumprimento das últimas profecias, chegue. E temos
então o indicativo da libertação de todas as almas do purgatório,
como a chave que ira marcar – ou poderá marcar – esta
chave bíblica. Que acontecerá depois disso?
Bem, como sempre, não podemos antecipar nada. Podemos apontar
apenas o que falta para que tudo caminhe para o final. Uma das coisas
importantes, que já mostramos antes e que falta, é certamente a
promulgação dos dois Dogmas Marianos – Medianeira e Co-Redentora
– pois sem eles não acontecerá o triunfo final de Maria, previsto
em Fátima: no fim, o Meu Imaculado Coração vencerá!, como
disse ela aos pastorzinhos! Mais: que é feito do famoso 3º Segredo
de Fátima, esta, sem dúvida, a profecia mundial que até hoje foi a
mais comentada, estudada e especulada, mesmo que apenas altas estrelas
da Igreja tenham dele o integral conhecimento? Quantos mil livros
foram já escritos sobre ele?
Em verdade, até os dias de hoje, eu nunca
tive conhecimento de alguma previsão ou profecia, de que ele viesse a
ser um dia revelado, até porque todos os papas que o leram não
tiveram coragem – ou forças – para o abrir ao público. E aquela
distorção alucinada do segredo, aquela malfada tentativa de encerrar
a questão feita por certos cardeais de Roma, na realidade não
convenceu a ninguém. Se este segredo falasse de algo tão simples e
singelo – a morte de um papa – que mal haveria em tornar isto público,
uma vez que já tivemos um Papa assassinado, e já se tentou matar
outros? Também se o segredo falasse em uma 3ª Guerra Mundial, que
mal haveria e quem sabe até ajudaria os homens a evitar que ela
viesse acontecer? Que contém este segredo, de tão terrível, que não
se possa revelar? E se Nossa Senhora já disse diversas vezes para o
revelar, porque não o fazem?
O entendimento de todos aqueles que procuram desvendar o que de
terrível contém este segredo, se não é guerra, se não é apenas
perseguição da Igreja, se não é fim do mundo, é porque exatamente
ele denuncia claramente aos cardeais tenebrosos que se
encastelaram no Vaticano e que têm sim, eles, o poder de evitar que
este segredo venha a público. Eles não querem de forma alguma
permitir que o povo católico saiba que eles existem. E não me sai da
cabeça a certeza de que todos os papas até hoje, somente não
divulgaram este segredo conforme Nossa Senhora pediu, não o foi
porque não quiseram, mas sim porque foram ameaçados de morte.
É porque foram pressionados sob os mais diferentes argumentos, quem
sabe até não tivessem tido medo, mas não lhes foi dada condições
de divulgar. Eles foram violentamente proibidos de se manifestarem!
Mas, como se pode ver na mensagem de Jesus, a revelação é a
de que este 3º Segredo de Fátima será finalmente divulgado, com
todas as letras, sem nada a esconder. Sim, só no momento de Deus,
disse Jesus. Quando, não se pode saber, mas certamente num dia tal,
que será possível à humanidade tomar conhecimento dele e tomar
certas providências quem sabe até levar milhares à conversão. De
fato, a lógica nos diz que Deus jamais iria anunciar um segredo
destes, apenas para causar discussões e suposições, deixando que o
demônio o sufocasse até no fim. O que importa é que o segredo será
divulgado! E com toda a certeza isso será o estopim final, que
incendiará o Vaticano, pois duvido que o Papa, depois desta divulgação
ao mundo, terá condições e permanecer lá.
Ora, se o leitor nos acompanhou desde o inicio, sabe que o que
aconteceu com todos os Papas a partir de Pio XII. A convocação do
Concílio pelo Papa João XXII – se formos considerar os acordos
negativos que ele fez com a Rússia naquela época – de fato foi um
ato que nos indica pressão do inferno, pressão de pessoas que o
coagiram a convocar tal Concílio, onde a besta pode agir com grande
desenvoltura. O Livro Complô Contra a Igreja, escrito pelo falecido
papa João Paulo I, denuncia a infiltração das seitas secretas e do
comunismo dentro do Concílio, que nele agiram, e na realidade foi
este o começo da grande ruína da Igreja, motivo pelo qual chegamos a
este caos atual.
Depois de João XXII, veio o Papa Paulo VI, que foi
literalmente abalroado dentro do Vaticano. Inúmeros livros e fotos
daquela época, mostram e atestam que Paulo VI – nos últimos anos
de Seu pontificado – era mantido drogado e preso isolado, enquanto
um sósia era posto em seu lugar, e que inclusive assinava documentos
importantes da Igreja em lugar do verdadeiro papa. Depois que Paulo VI
descobriu que fora enganado pelos cardeais, quanto à Nova Missa, ele se
deixou matar, por altas doses de medicamentos, eis que perdeu as
forças de lutar. Ele sofreu muito, porque os cardeais o dominavam!
Todos sabem o que aconteceu com João Paulo I. Ele foi
realmente assassinado, como Jesus já o previra naquela mensagem de
Lerida – Espanha – datada de 1881. Ninguém outro, como ele,
conhecia a praga que se havia instalado no Vaticano, e ligada ás
seitas secretas, ao comunismo e à máfia. Este Papa foi assassinado,
porque não aceitou as regras do antipapa – que embora não
eleito ainda, já comandava – e comanda – muitas das ações
dentro do Vaticano. E mais que isto, João Paulo I estava se
preparando para exonerar de suas funções, a uma série de 14
cardeais filiados às seitas secretas, que ocupavam cargos importantes
no Vaticano, entre eles o falecido Cardeal Vilot – o abismo o tem
– então Secretário do Vaticano, que é acusado de ser o verdadeiro
algoz do Papa.
Por fim tivemos João Paulo II, e as tentativas de morte que
tramaram contra ele, uma das quais, em 1981, quando quase veio a
falecer, vítima de bala assassina. E o próprio turco Mehmet Ali Agca,
declarou na prisão que os mandantes do crime estavam dentro do
Vaticano. E em verdade, segundo mensagens de Nossa Senhora em todo
mundo, se sabe que muitas outras tentativas de assassinato foram
tramadas contra ele, porém Deus sempre impediu que isso se
consumasse, porque Deus é o Senhor dos tempos, e somente Ele sabe o
momento de cada ato. E sabe, também, qual o momento mais oportuno de
revelar este 3º Segredo, e de promulgar os dois Dogmas de Fé sobre
Maria.
Então, se o leitor entendeu minha colocação, é que
acompanhando a trajetória de pressão, desobediência, maldade e
terror sob o qual viveram todos os últimos quatro papas, entenderá
que, se de certa forma todos eles foram pressionados e mortos – e até
de João Paulo II não se duvida isso, com aquela traqueotomia –
isso quer dizer que Bento XVI, se tiver coragem de divulgar este
segredo, tão aguardado pela humanidade, pode ir encomendando seu caixão.
Ele corre grave risco de vida. Sim, porque se aquela situação da
parte do 3º Segredo já divulgada por Sodano, de um Papa subindo uma
montanha e sendo varado por flechas, junto com outros bispos e
cardeais, se cumprir, não resta outro destino para ele: refere-se a
este papa atual, pois não há outro para cumprir tal profecia.
Sua Santidade Bento XVI corre sim, um grande risco de vida.
Infelizmente! E se, de fato, na campanha de Finados, em novembro próximo,
acontecer finalmente a libertação de todas as almas do purgatório
– Deus quer libertar 100 milhões delas – esta data então marcará
o fim da primeira metade da semana final, os primeiros três anos e
meio de Daniel. Como está dito que no meio da semana, ou seja, tão
logo o antipapa tenha assumido a cadeira de Pedro haverá um decreto
sobre o fim da Santa Missa ou algo neste sentido – esta sem dúvida
a abominação de que falou Daniel – então é certo
de que estamos na iminência da implantação, em toda a terra, do
regime de terror do anticristo. Na verdade, embora se saiba que haverá este antipapa, quem sabe até mais de um deles porque existem muitos enlouquecidos pelo poder do Vaticano, todos eles terão um curtíssimo reinado. Sempre tenho defendido a tese de que o Senhor nosso Deus de Amor e bondade, terá compaixão de nós e não permitirá que o anticristo comande a terra inteira por três anos e meio como se poderia imaginar. Sentimos isso, primeiro porque o Próprio Deus não suportará ver Seus filhos serem trucidados um a um, pelos artífices do inferno sem agir. Segundo, porque se Ele não encurtasse o tempo de mando deles, não sobraria vivo nenhum só cristão para semente. Jesus prevê isto nos Evangelhos! Terceiro, tal fato indicaria uma vitória de Lúcifer, e Deus não lhe vai dar nenhum sabor de vitória.
Entretanto, embora haja no trono de Pedro, de forma visível,
um antipapa, que não foi eleito pelo Espírito Santo – o qual será
seguido cegamente pela maioria dos católicos – mesmo assim o
verdadeiro Papa – aqui Bento XVI – continuará comandando a
Verdadeira Igreja, do verdadeiro Catecismo de João Paulo II, de onde
ele estiver, no exílio. Esta situação de sua fuga, descrita em
mensagens ao Cláudio, e contidas no livro Milagre do Fim, está ainda
em evidência, pois os planos não mudaram, apenas os personagens que
o executarão. Não temos outra coisa a fazer, a não ser rezar,
aguardando os próximos acontecimentos. Como Nossa Senhora disse, o
tempo é curto demais! Como sempre, ela tem pedido muitas orações pelo Papa bento XVI, que segue uma linha de fidelidade indubitável a João Paulo II. Tem nos sido até impossível trazer e analisar todos os documentos que ele tem emitido, com ênfase especial à Eucaristia e ao sacramento da Confissão. Também sentimos sua vontade de trazer de volta a Missa de Pio V, aquela celebrada em latim e de costas para o povo, porque ele sabe que esta Missa atual, que foi de certa forma impingida pelos falsos cardeais que enganaram ao Papa Paulo VI, não é aquela mesma fonte de graças estupendas que emanava da Missa antiga.
Estas coisas todas, enfurecem aos cardeais e bispos inimigos,
que não cessam de tramar contra ele. Nós já mostramos aqui as visões
das trevas, onde fica clara a pressão do inferno sobre tais cardeais,
e destes sobre Bento XVI, exigindo o comando – a chave – da
Igreja, para promoverem seus fins torpes e ensandecidos. O Papa tem
resistido, por hora, mas não ficará ali para sempre. E devemos
continuar rezando por ele, a fim de que cumpra sua missão designada a
ele por Deus, embora não devamos ter esperança de que ele termine
sua missão ainda vivo, uma vez que as profecias devem se cumprir
fielmente.
Na verdade, aquela batalha do Papa, dentro da Igreja, descrita
naquela mensagem ao Cláudio, ainda está em curso, e seguirá até a
vitória final do Papa. Pedro vencerá, porque a Igreja vencerá.
Mesmo que depois de divulgar este segredo, promulgar os dois Dogmas de
Maria, e restabelecer a Missa de Pio V – pelo menos em parte – ele
se veja obrigado a deixar o Vaticano às pressas, verdade é que os
caminhos para a vitória estarão abertos. Porque uma vez que o
verdadeiro Pedro tenha ligado na terra, no Céu estará também
ligado. E é isto o que importa. E embora milhões de católicos –
diria bilhões deles – sigam ao falso por algum tempo, aqueles que
permanecerem fiéis a João Paulo II e Bento XVI, terão assegurado a
vitória final. As trevas não prevalecerão por muito tempo.
Mas a perseguição será terrível. Todas as profecias têm
sido unânimes em afirmar que tão logo tenha assumido o comando da
Igreja – da falsa igreja visível – ele tratará de “mudar os
tempos e a lei”, como previu Daniel. Também os profetas afirmam
que ele “quebrará a aliança eterna” – a Eucaristia –
provocando a ira fulminante de Deus. É impossível saber como Deus
reagirá diante deste quadro, até porque sentimos que muita coisa
ficará apenas no desejo do homem. Ou seja: nem tudo aquilo que a
besta projetou, de fato será implementado. Eles não cumprirão até
o fim seu projeto diabólico, porque se assim fosse ninguém restaria
vivo. Deus fixou certos limites ao inferno, e disso não passa.
Enfim, o limite, o tamanho da crise, o alcance do projeto do
inferno, a dimensão do estrago deles, será delimitado exatamente
pela nossa ORAÇÃO. Quanto mais as famílias rezarem unidas –
especialmente o Rosário – menos grave será a crise. Quanto mais
restar a Eucaristia, quanto maior for o número de sacrários que
permanecerem de pé, menor será o rombo aberto nas fileiras humanas.
Depende, então, somente de nossa adesão ao projeto de Deus. Ele
vencerá sempre! E restarão apenas os que responderem à altura! Que Deus vos abençoe. (Arnaldo) Aa pessoas que já leram o texto "O FIM VEM" Pedimos também que leia o artigo Trata-se de um complemento importante! Obrigado!
Fonte: Recados do Aarão |
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