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Aos queridos irmãos não católicos

 

Alguns irmãos não católicos não vêem problema algum em falar “Maria Mãe de Cristo”; mas prefeririam morrer a ter que chamá-la: “Maria Mãe de Deus”. Isso seria negar a divindade do Cristo que também é Deus.


É difícil entender como pode alguém afirmar que ama Jesus Cristo de verdade e não ama também a sua mãe. Quem menospreza Maria, não está em perfeita sintonia com Jesus e nem com o serviço prestado a Ele, muito pelo contrário, rebaixar a honra de Maria reduzindo-o ao nível de uma “boa e simples mulher” é rebaixar também a honra de Deus numa de suas mais nobres obras de amor e misericórdia para com a humanidade. Como dizia São João da Cruz: “Deus juntou todas as águas e fez o mar; Deus juntou todas as graças e fez Maria”. (música Ir. Kelly Patrícia)


Mas uma coisa é certa: há Igrejas que ensinam uma convivência fraterna, que pregam o amor e que se esforçam para apontar para Deus. Existem evangélicos, judeus, mulçumanos e diversas outras religiões em que é fácil a convivência, o diálogo, justamente pelo fato de estes saberem viver a sua fé e respeitar a fé do outro. 

 

Temos que ser capazes de ver a beleza na fé e no culto deles. Temos também que mostrar o que há de bonito em nós sem parecermos agressivos. Um católico que não respeita as pessoas de outras religiões não está sendo fiel ao catolicismo. Desde o Concilio Vaticano II a Igreja deixa claro que desejar fazer um diálogo inter-religioso, pois enxerga Deus agindo também em outras religiões que se mostram sérias e por isso está disposta a dialogar com todas as pessoas de boa vontade. 

 

E que a Igreja use a ternura de Cristo para se portar diante àqueles que não conseguem ser ecumênicos e que publicamente nos atacam sem ao menos nos conhecer

Autor: Carlos César Barbosa

www.carloscesarbs.blogspot.com

E-mail:carloscesarbs@uol.com.br

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