O
amor consome aquele que ama...
Na juventude somos tomados de paixões
a todo instante, talvez isso se justifique pela constante tentativa de
salvar-se das carências de afeto que assola essa mesma juventude a
qual eu faço parte e talvez você também.
Gosto muito de falar de amor, embora me faltem experiências
concretas. Mas aprendi com a pouca experiência que tenho que para os
que amam de verdade, não importam as aparências e tão pouco as
circunstâncias. Os que se amam de verdade aprende a reconhecer e
respeitar a pessoa do outro debaixo das crises, das sujeiras, das
explosões de raiva, do mau humor, etc...
Queria ser um poeta para com os meus versos tocar os corações
apaixonados e ser para o amado fonte de inspiração e ao amante
musica suave aos ouvidos a ao coração. Mas não sou, contento-me em
ser redundante e correr o risco de embaraçar-me nas palavras e nos
sentimentos.
As paixões sensíveis da adolescência não são o autêntico amor,
mas a perturbação de um jovem que encontra diante de si os encantos
e as novas descobertas da masculinidade ou da feminilidade.
Se o seu coração bate acelerado diante de alguém que o atrai, isto
é sensibilidade, não chame ainda de amor. Se você perdeu o controle
e se entregou a ele, isto é fraqueza, não chame isto ainda de amor.
Amor é mais do que isso, pois, o amor faz crescer aquele que ama e
com isso torna-se capaz se entregar.
Amar é despedir-se de mim para poder me encontrar no próximo. Não há
nada mais importante e belo do que saber viver com as paixões nossa
de cada dia respeitando o outro em sua plenitude e liberdade. A
amizade é a melhor coisa que se pode obter daquele ou daquela cujo
amor não temos.
Por fim...
Quero fazer das minhas palavras um momento único e muito especial em
sua vida. Quero que realmente elas falem ao seu coração e que,
sobretudo você entenda a importância que elas tem na minha vida e
que descubra também através delas algo que lhe faça perceber que só
as merece quem entende o que digo.
Carlos
César Barbosa
E-mail:carloscesarbs@uol.com.br
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